segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

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ELA É A DEPUTADA MAIS JOVEM DE MOÇAMBIQUE

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

De renegada a deputada

Mércia Castela Viriato, 24 anos, é a mais nova Deputada pela Bancada da Frelimo, no circulo eleitoral de Tete, revelada a convite do Presidente da República, Filipe Nyusi, a 13 de janeiro, foi empossada na Assembleia da República, in Moçambique. Nasceu em Massinga, estuda direito na Universidade Pedagógica da Maxixe.
A recém-empossada deputada nasceu sem os membros superiores (braços) e faz tudo usando os pés. Uma prova de que não há barreiras que não se podem superar quando se tem foco e determinação, com vista ao alcance dos nossos sonhos. Mércia foi abandonada pelo seu pai ainda na maternidade, devido a ter nascido sem os membros superiores. Ela diz que pessoas com deficiências não são especiais, ela promete trabalhar em prol de pessoa como ela, os ditos deficientes físicos.
Foi durante uma visita a província de Inhambabe, que o Presidente Felipe Nyusi conheceu “Mercia Licá” como é mais conhecida, essa jovem que com suas dificuldades físicas, está sendo vista como uma pequena/grande heroína, que lutou bravamente todos os dias para alcancar seus objectivos. Mércia tem sido uma jovem exemplar tanto no seu curso de Direito bem como para a sociedade. Ela sempre procurou as soluções diante das suas dificuldades. E foi seu espírito lutador, que cativou e encantaram os membros do Partido FRELIMO e o presidente Filipe Nyusi, Mercia é a mais jovem deputada in Moçambique.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

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PAN AFRICANISTA KEMI SEBÁ É LIBERTADO NO BURKINA FASO

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Kemi Sebá diz não temer os anti-africanos

Preso desde o dia 21/12 (sábado) foi solto de detenção, após ser julgado e condenado a 2 meses de prisão com suspensão, o pan-africanista franco-beninense Kemi Seba diz que precisa que a luta para a autodeterminação do nosso povo, contra a corrupção das oligarquias africanas e francesas. Não está pronto para parar. O ativista Kemi Seba foi condenado pelo Tribunal Superior de Ouagadougou, a uma sentença de prisão suspensa por dois meses, por desrespeito ao chefe de estado de Burkina Faso, Roch Marc Christian Kaboré.

O Supremo Tribunal de Ouagadougou também o multou em 200.000 francos CFA (cerca de 300 euros), reconhecendo-o também em desacordo com chefes de estados estrangeiros, incluindo o costa-marfinense Alassane Ouattara e o nigeriano Mahamadou Issoufou.
"Recebi uma sentença suspensa de dois meses, que são realmente dois meses simbólicos, porque até os juízes sabem que estou certo", disse Kemi Seba após o julgamento. O ativista franco-beninense foi preso em um hotel em Ouagadougou/Burkina Faso (ex-Alto Volta) e, em seguida, mantido sob custódia policial após uma conferência pública na Universidade Joseph Ki Zerbo.
Refutando as acusações de ter proferido “palavras ofensivas e ultrajantes" contra os chefes de Estados, o ativista pan-africano explicou ao tribunal que queria "enviar um choque elétrico para acordar os líderes africanos que se permitem ser manipulados pelo presidente". Francês :Emmanuel Macron. Segundo seu advogado, Prosper Farama, este julgamento "põe em causa as liberdades de expressão e opinião" e constitui um "retiro democrático".
Kemi Seba, cujo nome real é Stellio Capochichi, que se apresenta como um "polemista e palestrante pan-africano", organizou ou participou nos últimos anos na África em várias manifestações hostis ao franco CFA. Suas posições em favor da luta, contra o domínio francês apoiado pelas ditaduras africanas, já lhe renderam várias detenções e expulsões, principalmente na Costa do Marfim, no Senegal e na Guiné Bissau. Recentemente esteve no Brasil, em São Salvador da Bahia, a cidade mais negra fora de África, onde encontrou apoio de movimentos, entidades e simpatizantes da sua luta.

Foto: Roberto Leal


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POETISA MIRIM LESLIANA NGOLA TRAZ A POESIA DA BANDA

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Lesliana é mais poesia no coração de Luanda

A construção da Cultura, dos Costumes e das Artes, tem seus fundamentais elementos, peças de grande importância, projetos relevantes e personalidades anônimas que surgem fazendo descaso das dificuldades encontradas pelo caminho e construindo histórias de vida e a “grande poetisa” mirim Wende Bocado, segue fazendo escola em Angola, no Continente africano, com sua trajetória servindo de incentivo para outras crianças, a saírem por alí mostrando a sua arte, que já se espalha por todos os lugares, por onde a poesia possa fazer a sua parte. E não é diferente que vem surgindo, buscando o seu espaço, para que possa desempenhar, também compartilhando seus sonhos e a sua atual realidade, acompanhada de muitos desafios, a interprete mirim, também angolana Lesliana Ngola, de 7 anos.
Lesliana iniciou neste Natal seus trabalhos recitando um poema natalino do jornalista, escritor e poeta brasileiro Roberto Leal, no estúdio do programa “O Artista e a Arte”, apresentado por Alice Berenguel, na gravação do Especial Natal Solidário”, gravado pela TPA-Televisão Pública de Angola. Participou do Festival de Balé, realizado pelo grupo “As Rosas do Amor” apresentado pela radialista e Locutora da Rádio Nacional de Angola, Beatriz Francisco. Esteve também com o poema natalino "É Natal Solidariedade", recitando no Programa “Grandes Manhãs” com a apresentadora Patricia Pacheco, da ZAP/Angola. Sendo muito aplaudida e reverenciada pelo seu trabalho.
Mas, é por traz desses pequenos gigantes da nova poesia recitativa angolana, que se escondem pessoas empenhadas em fazer o papel de orientador, professor, mestre e torcedor, como é o caso de Sr. Antonio Boccado e da Stª. Maralina Fuxe, que tecnicamente respondem pela produção infanto juvenil, com grandes elevações culturais, os já conhecidos prodígios... Eles mostram que Angola respira poesia desde pequenininha!

É NATAL SOLIDARIEDADE
Roberto Leal

Tocam sinos
as estrelas brilham
com mais intensidade,
é Natal é Natal
em todo sítio da cidade,
as crianças a brincar
com as suas possibilidades,
adeus fome, quero amor
para toda humanidade.
A alegria é a única esperança
da inocência,
é Natal é Natal
dos adultos consciência,
a felicidade é tamanha
em cada família angolana,
adeus fome vai lembranças
esquece nossas crianças.
Que o Pai Natal nos traga
o pão nosso de cada dia
é Natal é Natal
motivo da nossa alegria,
as crianças estão triste muito triste
suplicam coerência
é Natal é Natal
respeitem nossa inocência.
Queremos paz e brincadeiras
com toda liberdade
é Natal é Natal
Jesus é caridade.
De Belém a Luanda
venha solidariedade.
É Natal é Natal!

Foto: Divulgação


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sábado, 26 de outubro de 2019

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Logos Hope atraca em Salvador trazendo a intolerância e o Racismo

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A maior livraria flutuante do mundo o LOGOS HOPE


A maior livraria flutuante do mundo, a Logos Hope possui um acervo com mais de 5.000 livros de diferentes segmentos, áreas e estilos literários, mas com foco maior voltado à leitura cristã, com preço mais barato do que o praticado no mercado. O navio fica em Salvador até o dia 5 de novembro, com entrada a R$ 5 por pessoa.
A embarcação que é operada pela GBA-Good Books For All uma organização de origem cristã alemã, o Logos Hope começou a funcionar em 2009. O navio conta com 9 andares e tem capacidade para uma média de 450 pessoas. É o maior navio da organização, que já possuiu também os navios Logos, Doulos e Logos II, que juntos já passaram por mais de 160 países, n’um total de mais de  46 milhões de visitas ao longo da existência, desde os anos 70.
O Logos Hope foi envolvida em polêmica mesmo antes de atracar no Porto De Salvador. A livraria flutuante  fez uma postagem de cunho discriminatório, na rede social Facebook da livraria, onde pedia para os seguidores orarem por “proteção, força e sabedoria para os tripulantes durante a permanência do navio em Salvador, que Salvador era uma cidade conhecida pela crença das pessoas em espíritos e demônios”. 
A publicação gerou um grande desconforto e críticas à organização internacional, que na abertura da livraria aqui em Salvador, nesta sexta (25), ainda não sabia esclarecer para imprensa, de onde haviam feito aquela postagem. “Ainda estamos identificando quem foi a pessoa que falhou com esse tipo de informação”, explicou o diretor da ONG OM-Operação Mobilização, Márcio Lugão, que é quem defende os interesses da Logos Hopes e que tem como um dos objetivos levar conhecimento aos quatro cantos do mundo através dos estudos bíblicos, das artes, do trabalho e do desenvolvimento.
Entidades baianas se manifestam por um boicote à visitação a embarcação, em represália a atitude inconsequente de caráter racista e de intolerância religiosa,  e em massa nas redes sociais é possível se acompanhar o grau de indignação do povo baiano, em particular o soteropolitano, envolvendo artistas, escritores, poetas e músicos, principalmente a Comunidade Negra, liderada pelos movimentos.
Foto: Roberto Leal

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domingo, 13 de outubro de 2019

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LIVRO DA RAINHA DO CONGO LANÇADO EM BIRMINGHAM

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A rainha Diambi Kabatusuila Diambi Mukalengna Mukaji wa Nkashama (Rainha da Ordem do Leopardo), da República Democrática do Congo, tem livro lançado em Birmingham, no Reino Unido.
O Congo faz parte do grupo de países africanos de etnia bantu. Os bantus foram os primeiros africanos que pisaram no solo brasileiro na época da colonização, e foram de suma importância para a nossa identidade cultural, pois eles contribuíram na formação do samba, na culinária, na linguagem, nos Candomblés de etnia bantu, nos cultos aos ancestrais, e nas práticas medicinais e ritualísticas que favoreceram o nascimento da Umbanda.
A rainha que recentemente visitou o Brasil, no inicio do ano, inclusive desfilando no Carnaval da Bahia, São Salvador da Bahia, no Afoxé Filhos do Congo, com certeza levou boa impressão do Brasil.
"Somos responsáveis pela nossa própria felicidade, por isso sorria muitas vezes, ajuda a entrar em contato com a nossa criança interior, que está sempre pronta para brincar com a vida". Diz Queen Diambi Kabatusuila.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

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ACADÊMICO GUINEENSE HUMILHADO EM ATO DE RACISMO EM CABO VERDE

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Doutorando em Ciencias Politicas Jorge de Pina Fernandes

 O professor guineense Jorge de Pina Fernandes, enviou uma carta a governantes cabo-verdianos na qual denuncia o que ele considera ter sido um tratamento desumano de que foi alvo no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Capital da Praia. A caminho do Brasil, onde é residente e conclui o seu doutoramento, Fernandes, que não precisa de visto para entrar em Cabo Verde, onde estava em trânsito, por ter passaporte guineense, descreve cenas de humilhação por parte da polícia de fronteira que o deteve por dois dias, tendo inclusive perdido o voo para Brasil.
O secretário de Estado das Comunidades da Guiné-Bissau, Malam Bacai Júnior, condenou nesta sexta-feira, 4, o tratamento dado pelas autoridades cabo-verdianas a Fernandes, enquanto o Governo de Cabo Verde ainda não se pronunciou. Nas redes sociais, há críticas de todo o lado e pedidos de investigação e medidas. Jorge de Pina Fernandes chegou ao aeroporto da capital cabo-verdiana no dia 1 de outubro a caminho do Brasil, onde é residente e termina o seu doutoramento.
Na fronteira, diz ter sido alvo de maus-tratos pelo policial do Serviço de Emigração e Fronteiras que lhe retirou o passaporte e o reteve por dois dias. “Seguiram-se sessões de humilhações, mandaram-me para o raio-X para comprovar que não carregava nada ilegal comigo, depois do nada consta da máquina, mandaram-me sentar num quarto lá do aeroporto à espera do… nada. Depois de mais de duas horas sentado, veio uma outra agente de nome Ângela (não consegui reter o sobrenome), começou a fazer-me várias perguntas e fui respondendo, por último perguntou-me o que eu fazia da vida, disse-lhe que era professor universitário e ela em tom de deboche, disse-me que também era professora, a família toda era e que não existia nada que eu poderia dizer que ele não sabia, aí falei, que bom. Então qual a razão da minha permanência aqui nesta sala há mais de duas horas? Perguntei a ela e ela “não sei, vim substituir o agente Tavares e ele não me passou a sua ocorrência, pelo que vais ter que aguardar o chefe chegar”, respondeu-me, Disse Jorge de Pina Fernandes.
 Com muitos detalhes, o cidadão guineense, que não teve acesso a um telefone para se comunicar com a pessoa que o foi recolher ao aeroporto porque, segundo um agente “não tinha esse direito em Cabo Verde”, conta que começou a filmar o que estava a acontecer como provas. “Vieram os dois (agentes) para cima de mim, numa ação brutal, deram-me um grampo e retiraram o meu telefone celular e me jogaram na cela, passado uns 20 minutos voltaram para a cela e obrigaram-me a desbloquear o meu telefone para apagar o vídeo das agressões verbais e físicas que tinham feito contra mim, o que recusei na hora, mas sob ameaça de deletarem tudo o que tinha no telefone, fui obrigado e desbloquear e apagar o vídeo”, diz Fernandes.
O professor universitário guineense esteve dois dias preso, “feito um animal, sob humilhações e coisas de baixo nível, sem o conhecimento da embaixada e muito menos da minha família e amigos que estavam todos aflitos sem saber do meu paradeiro”. Ele conta que foi então que surgiram “duas policiais do bem” que estranharam a presença dele lá e que depois de ouvir a história tiraram-no para fora “contrariadas com toda aquela situação, pediram-me desculpas e ligaram para o Dr. Cláudio Furtado que era a pessoa que iria receber-me na Praia”. Até agora, segundo a carta, ninguém pediu desculpas, à excepção das duas agentes, nem se responsabilizou pelo facto de ter perdido o voo para o Brasil.
O secretário de Estado das Comunidades da Guiné-Bissau, Malam Bacai Júnior, condenou o tratamento dado pela polícia cabo-verdiana e espera ter todos os dados para tomar "medidas adequadas". "A secretaria de Estado das Comunidades está completamente solidária com as reclamações do grupo de ativista, como cidadãos do mundo da CPLP e da CEDEAO e não podemos aceitar que um cidadão guineense seja tratado desta maneira", afirmou Bacai Júnior, esclarecendo que espera os esclarecimentos do Governo cabo-verdiano, mas que o seu Executivo “não vai aceitar e condenamos vivamente esse tipo de comportamento". Do lado de Cabo Verde não há reações do Governo, mas confrontado nesta sexta-feira, 4, por jornalistas o ministro da Cultura e Indústrias Criativas, Abraão Vicente, disse não ter dados para comentar. “É preciso ter todas as informações para comentar, havendo uma investigação aprofundada, iremos tomar as medidas adequadas", afirmou.
Na sua página no Facebook, a Liga Guineense dos Direitos Humanos pediu uma investigação aos acontecimentos e lembrou que "têm sido sistemáticos os relatos de comportamentos ilegais e abusivos dos agentes do serviço de migração e fronteiras de Cabo Verde contra cidadãos guineenses e de outras nacionalidades da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO)". A Liga pede "a abertura de um inquérito urgente e transparente, tendente à responsabilização criminal e disciplinar de todos os implicados neste ato hediondo”.
Nas redes sociais, as reações não se fizeram esperar e muitos exigem uma investigação e medidas. A professora universitária Iva Cabral, filha de Amílcar Cabral, afirma sentir-se “envergonhada”. “Sinto-me revoltada, indignada, mas igualmente envergonhada com a prisão ilegal de que foi vítima e do tratamento desumano com que foi tratado o pesquisador e académico guineense Jorge Fernandes pela polícia dos serviços de migrações e fronteiras. Esse tratamento desumano de que sofrem os cidadãos da CEDEAO parece estar sendo cada vez mais normal na fronteira cabo-verdiana ao contrário do que acontece com os visitantes europeus aos quais nem se exige visto!”, conclui
O ativista social cabo-verdiano César Scoffield Cardoso escreve que “a ser verdade (e já são demasiados relatos do gênero) isto é extremamente grave. Gostaria de ver um caso desses averiguado e que nos informem do resultado dos inquéritos”. Por seu lado, o economista e analista Paulino Dias afirma que “a ser verdade os factos descritos - e não vejo nenhuma razão para não o serem -, isto é grave. Muito grave. Pois que atentam contra os mais elementares direitos humanos num "Estado de Direito" que nos arvoramos em ser”.
Fonte: voaportugues.com
Foto: Divulgação



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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

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POETA CABO-VERDIANO VENCE PRÊMIO GUERRA JUNQUEIRO IN PORTUGAL

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Presidente cabo-verdiano vence prêmio Literário 2020
O escritor e poeta Jorge Carlos Fonseca, atual Chefe de Estado da República de Cabo Verde é o vencedor do Prêmio Literário Guerra Junqueiro, em Portugal, a ser entregue em 2020. O anúncio foi feito pelo próprio escritor Jorge Carlos Fonseca na sua página na rede social, acrescentando que recebeu a notícia com “surpresa e satisfação”. “Recebi a comunicação de que fui laureado com o Prémio Literário Guerra Junqueiro – Lusofonia, Cabo Verde-2020, por deliberação unânime do Júri”, escreveu lá.
A entrega do prêmio será feita em 2020, em cerimônia organizada para a ocasião, provavelmente na cidade da Praia, em Cabo Verde, na Costa Ocidental de África, indica a mesma fonte. Este Prêmio é atribuído desde 2017, no âmbito do FIL – Festival Internacional de Literatura – realizado em Freixo de Espada à Cinta, terra natal do escritor Guerra Junqueiro, sendo a organização do Município e da Editorial Novembro. Em 2017, foi conferido ao poeta português Manuel Alegre; em 2018, ao poeta português Nuno Júdice; em 2019, ao escritor, poeta, jornalista e músico também português José Jorge Letria. Desde a criação do Prêmio nunca antes um estrangeiro tinha sido contemplado.
O festival literário tem por base a vida e obra do poeta Guerra Junqueiro (1850-1923), tido como “uma referência inquestionável da literatura portuguesa” e com raízes em Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança. O escritor e poeta é autor de várias obras literárias, dentre elas: “A sedutora tinta de minhas noutes” Rosa de Porcelana Editora/2019, depois vem “O silêncio acusado de alta traição e de incitamento ao mau hálito geral” Spleen Editores/1995, “Porcos em delírio” Artiletra/ 1998, “O albergue espanhol” Rosa de Porcelana Editora/2017, num conjunto de mais de duas dezenas de livros publicados, na maioria, técnicos em Direito Penal, Processual Penal e Constitucional  e com certeza deve ter sido esse critério que o levouao reconhecimento e a ser premiado pelo conjunto da sua obra. 
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação/Inforpress


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terça-feira, 1 de outubro de 2019

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LAÇOS LITERÁRIOS ENTRE BRASIL E ÁFRICA IN SEMINÁRIO

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Brasil & África dentro das afinidades literárias


A UBESC - União Baiana de Escritores promove na sexta-feira (11/10/2019), das 18:30 às 21:30 horas, na Livraria Saraiva – Espaço Glauber Rocha, no Shopping da Bahia (Av. Tancredo Neves 148, Caminho das Árvores – Iguatemi Salvador/BAHIA-Brasil) O Seminário com o objetivo de comemorar o "Dia Mundial do Escritor", quando com a temática uma abrangente da Literatura tanto negra, como da periferia, como de um povo e de África, é o que promete o tema “Literatura Negra - Laços literários entre Brasil & África”.

O evento que será mediado pelo jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua (idealizador do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia), terá a participação da professora, crítica literária e escritora Jovina Souza, autora do livro de poesias negras "O amor não está" que trabalhará na abordagem de um dia de aprendizado no Quilombo mais antigo das Américas, o Quilombo que nunca foi vencido. Ela que já tem trilhado territorios como África do Sul e Marrocos. E ainda, África como narrativa para uma identidade e também professora, escritora e militante da UNEGRO Margarete Carvalho, autora do romance "Alma Cativa”, que abordará a Literatura negra a partir de uma perspectiva afro-fruturista, ela que fez a conexão Brasil-Tunísia-Estados Unidos recentemente.

Do jornalista, escritor e editor da revista angolana de Literatura “Òmnira” Roberto Leal, autor de "Letras Pretas Cruas & Nuas – Poesias com Luta & Contos de amor” que levará a necessidade da garimpagem de novos talentos da Literatura africana de Língua Portuguesa, com o objetivo de resgatar o tempo perdido com o período escravocrata colonial, como também, o incentivo à leitura, como uma maneira de avançar na construção de uma educação mais avançada”, ele que tem um trabalho em países como: Angola. Cabo Verde, Guiné Bissau e Moçambique e do jornalista, escritor e poeta Valdeck Almeida de Jesus, mais conhecido como  " O Rei dos Saraus", organizador da antologia “Poéticas periféricas - novas vozes da poesia soteropolitana”, que abordará a semelhança entre os temas que poetas utilizam em suas respectivas escritas, a partir de um caso concreto, o livro Brasil e África: laços poéticos, dos autores Dye Kassembe, Walter S, Eduardo Quive e Valdeck Almeida de Jesus... Falará ainda das experiências vividas no Salão do Livro de Genebra, Parlamento Internacional de Escritores da Colômbia, Encontro de Escritores do Chile e das Festas Literárias Internacionais de Jequié, Santo Estevão e Chapada Diamantina na divulgação da literatura negra e periférica. Valdeck que é um representante da poesia brasileira na América Latina e Europa.

O evento é uma realização da UBESC-União Baiana de Escritores e revista angolana de Literatura “Òmnira”, com o apoio do site: Galinha Pulando, do Movimento Literário Kutanga/Angola e da Livraria Saraiva. Mais informações: +55 71 98736-9778 WhatsApp.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Banner/Divulgação










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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

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POETISA MIRIM ANGOLANA WENDE BOCADO RECEBE TITULO DO BRASIL

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Wende Bocado declamando ao  grande estilo Samakaka
A poetisa mirim mais famosa de África, a angolana Wende Bocado, 6 anos, receberá o título de Personalidade de Importância Cultural – 2020, da UBESC - União Baiana de Escritores (São Salvador/BAHIA-Brasil) pelos seus relevantes espetáculos em favor da Literatura, das Letras e da Poesia contemporânea africana e seus grandes feitos na divulgação da Cultura, dos Costumes e da História do seu país.

O título será entregue pelo vice-presidente da entidade, o jornalista e editor brasileiro Roberto Leal em data a ser divulgada no início do próximo ano, em evento que será realizado na cidade de Luanda/Angola-África. O Título de Personalidade de Importância Cultural da UBESC - União Baiana de Escritores só é entregue uma vez por ano, a uma personalidade que se destaque com o seu trabalho em favor da Cultura, da Literatura, da Educação, das Letras e das Artes de uma maneira abrangente. E Wende Bocado, é uma artista que hoje preenche todos os requisitos, para receber essa honraria. Em Angola só receberam essa honraria o escritor e ex-deputado (MPLA) John Bella e o ex-administrador do Lobito Dr. Roberto Ngongo e Dr. Camilo Afonso ex-Adido Cultural da Casa de Angola na Bahia Brasil, foi indicado para receber o título em 2017, e por motivo de força maior não aconteceu, apesar de o título ter chegado a Angola e retornou para Salvador/Bahia-Brasil.

Wende, é estudante da primeira classe do curso primário, na Aurora Complexo Escolar Internacional, nascida no Sambizanga, mas está residindo no bairro do Benfica, em Luanda, vem de uma família de mais dois irmão, Josemar Bocado de 13 anos e Hegel Bocado 4 anos, ambos seguindo os passos da irmã, nessa nova poética contemporânea que se instalou no seio da família Bocado de Angola, tendo como incentivador direto nessa empreitada, pela elevação da carreira poética dos filhos, o Sr. António Bocado, 37 anos, um trabalhador da construção civil que reclama da falta de apoio apara seguir, da falta de reconhecimento para produzir os trabalhos da pequena estrela da poesia angolana. “Embora isso possa acontecer. Porque o que Deus escreve, homem nenhum trava” disse Sr. Bocado, quanto ao futuro de Wende.
A Princesinha Wende personagem de HQ

Wende neste momento tem mais de 20 poemas e poesias memorizadas de vários autores de nome internacional, se tornando apesar da pouca idade em uma declamadora eclética em relação ao seu repertorio, dentre eles de Angola: Agostinho Neto; de Brasil: Roberto Leal; de Chile: Pablo Neruda e de Portugal: Fernando Pessoa. Wende muito em breve será personagem de revista em quadrinhos, a revista Aposta estará produzindo a revista em quadrinhos "Princesinha Wende" onde a menina poetisa e princesa negra angolana mostrará as suas peripécias a outras crianças dentro da poética colocada em favor do incentivo a Leitura e o amor pela arte de interpretar poesia. Wende é grande personalidade na sua Comunidade como também em seu país, uma grande promessa, e para conhecer mais sobre Wende Bocado visite sua página no facebook:  https://www.facebook.com/Wende-Bocado-a-Menina-Prod%C3%ADgio-188676731663400/  e o seu vídeo da Angola Escola, já conta com mais de 15 milhões de visualizações no Youtube:https://www.facebook.com/angolaescola/videos/1213520205461150/?comment_id=138994590711332&v=1213520205461150&notif_id=1569841579883900&notif_t=comment_mention



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PAI E FILHO ANGOLANOS MORREM EM INCÊNDIO NO RIO DE JANEIRO

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Marlei e seu filho Gabriel as vítimas fatais
Duas pessoas morreram durante um incêndio em um apartamento, no bairro de Higienópolis, zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com o Corpo de Bombeiros, um adulto e uma criança foram encontrados mortos dentro da casa. De acordo com o Corpo de Bombeiros, agentes do Quartel de Ramos foram acionados às 8h40 para o segundo andar do prédio, que fica na Rua Ubiratã, em frente à Escola Municipal Dom João VI.
O fogo começou no apartamento onde estavam as duas vítimas, no segundo andar do prédio. Vizinhos tentaram entrar na casa pela varanda após ouvir os gritos de socorro do angolano Marlei Bilongo, que estava com seu filho Gabriel de um ano nos braços.  Segundo testemunhas, as pessoas que passavam pela rua tentaram resgatar o bebê pelas barras de ferro da grade, mas não conseguiram antes que pai e filho fossem encurralados pelas chamas, que logo se alastraram pelo imóvel.
"Cena horrível! A cena de um pai com a criança no colo se queimando. Tentamos arrombar a grade, mas não conseguimos. Foi um desastre completo", disse o síndico do edifício. Após controlar as chamas, os militares do quartel de Ramos conseguiram acessar a casa e encontraram os corpos das vítimas. De acordo com os vizinhos, Marlei estava no Brasil há mais de 20 anos e morava no apartamento há pelo menos cinco. A mãe da criança e esposa da vítima estava trabalhando no momento do incendio.
A causas que provocaram o incêndio ainda não foram esclarecidas pela assessoria do Corpo de Bombeiros. 
"Ele ficou em pé. Ele não deu um 'ah', nada, nada. Ele tentou o tempo todo passar o neném para que a gente pudesse pegar ele, mas não foi possível. Então, não pudemos fazer nada. Ficamos impotentes. O pessoal foi com extintor. O vizinho voltou em casa, pegou uma escada. Os vizinhos subiram pela marquise. Tentaram o tempo todo. Depois, o calor foi muito intenso, chegou até aqui embaixo. E aí eu abaixei a minha cabeça para poder não guardar as imagens", relembra a testemunha. Ainda segundo testemunhas, a família é de imigrantes angolanos e estava no Brasil há 5 anos. O casal, que havia se mudado há poucos meses para o apartamento, estava passando por dificuldades financeiras e tinha ordem de despejo.
Esse foi o terceiro incêndio em casas da cidade em menos de 24 horas. Um incêndio na cobertura de um prédio na Tijuca e uma residência no Recreio dos Bandeirantes, nas zonas norte e oeste, respectivamente, na última segunda-feira (16), que não deixaram vítimas.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação (internet)

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

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POETISA ANGOLANA PARTICIPA DE LIVRO BENEFICENTE QUE SERÁ LANÇADO EM CABO VERDE

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Um grupo de mulheres de várias profissões, ligadas ou não à escrita, juntas se lançaram no mundo da Literatura, para fazerem acontecer a primeira edição de uma Antologia sobre a temática “Ser Mulher"... A obra literária terá o título de “Mulheres e seus destinos”, será lançada no dia 25 de novembro - Dia Internacional para Eliminação da Violência Contra as Mulheres, em Cabo Verde/África . Onde uma das escritoras participantes é a ativista cultural e poetisa angolana Jovita Kifinamene Leal (foto), com a sua poesia Reviverei (Protesto contra a Cultura do Estupro).

Jovita é representante angolana nessa obra
Jovita Kifinamene Leal, é poetisa, escritora, ativista cultural, zungueira & mãe. É Coordenadora do Movimento Literário Kutanga/Uige-Angola, Secretaria de Edição da revista de Literatura Òmnira/Brasil, é também diretora do Núcleo/Angola-África da UBESC - União Baiana de Escritores/Brasil. Com trabalhos publicados na revista de Literatura Òmnira, na coletânea poética internacional “Com Amor & Luta” Ed. Òmnira/BA-Brasil 2017, 108 páginas e nos sites: Revista Òmnira - www.fundacaoomnira.com.br e Artefacto - robertolealomnira.tumblr.com Tem no prelo o seu primeiro livro infantil "Muanda a galinha protetora" que deve ser publicado pela editora brasileira Òmnira.
A publicação, através da escrita, espera contribuir para a igualdade de participação e reforço do posicionamento da mulher na Literatura. Outrossim, é uma oportunidade para as mulheres, ainda desconhecidas nas lides das Letras, revelarem o seu talento. De igual modo, este projeto literário, de periodicidade anual, assume um forte cariz social. Além do mais, une mulheres de gerações e lugares diferentes, de todos os setores sociais e de diferentes categorias profissionais, na promoção, valorização e consciencialização de projetos de solidariedade e de responsabilidade social.

Por conseguinte, para a estreia deste projeto, a organização elegeu, pelos excelentes trabalhos desenvolvidos, a Associação Cabo-verdiana de Luta Contra Violência baseada no Género (ACLCVBG) e a Associação Cabo-verdiana de Luta Contra o Cancro (ACLCC) como entidades beneficiárias na íntegra do montante a arrecadar pela venda da antologia.
Brasil & Angola poéticas
A organização espera lançar esta antologia no próximo dia 25 de novembro, data em que se assinala o “Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres”. Depois da publicação do livro, será realizada uma gala “Mulheres e seus destinos” na qual se fará a entrega do montante recolhido às duas associações beneficiadas e se anunciarão os beneficiários da próxima edição. A obra literária tem a organização das cabo-verdianas, a professora Lena Marçal e  a relações públicas, escritora e ativista cultural Yara Dos Santos.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Roberto Leal
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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

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POETA CAMARONÊS EM "PAPO DE ESCRITOR" NA BAHIA

Postado Por Roberto Leal  | 2 Comentarios


Escritor poeta e dramaturgo Francis Beidi
A UBESC - União Baiana de Escritores e o Projeto Entrelinhas promove na semana da Consciência Negra, dia 19 de novembro (terça-feira), as 18 horas, um bate papo com o escritor, poeta e artista plástico camaronês Francis Beidi, com a participação da professora e interprete de francês Glória Terra e mediação do jornalista, escritor e editor Roberto Leal. O evento acontecerá na Cantina da Lua (Largo do Terreiro de Jesus, s/n Centro Histórico Salvador/BAHIA-Brasil), onde teremos ainda uma exposição de livros e revistas com trabalhos de autores africanos, leitura de textos e noite de autógrafos.

O escritor estará falando das suas obras, das artes plásticas e do seu trabalho de dramaturgia, além de falar do seu próximo livro que estará sendo lançado no Brasil em 2020 “Humanité Solide l’introduction sur l’Humanitude”, a obra tem a tradução da professora brasileira Glória Terra.

Francis Beidi é promotor do Salão Internacional do Escritor há 8 anos e é presidente fundador da ALISE-Auteurs Pluriels (Associação dos Atores do Livro e do Espetáculo), fundada em 2007, em Camarões/África. Há mais de 15 anos, Francis Beidi se dedica às atividades de literatura, teatro e artes plásticas em vários países na África, na Europa e nas Antilhas. É Autor de vários livros entre poesia, teatro e romance, é ele mesmo quem ilustra os seus próprios livros, através das artes plásticas, cujo o estilo inovador lhe vale uma admiração particular. Já dirigiu ateliers pedagógicos de escrita, slam, poesia, teatro experimental e também, sobre normas técnicas do espetáculo.
Obras literárias em língua francesa

É autor de: Je refuse le Paradis – Eu refuso o Paraíso Ed. Vandoris/ TCHAD / 2010 – Teatro; Respects – Respeito Ed. Vandoris/ TCHAD / 2010. Romance; Esclave volontariste sur le chemin de l’émigration - Escravo voluntarista sobre o caminho da emigração Ed. Ifrikya/ CAMEROUN / 2009 – Romance; Le tic de la barbe du Lion. O tic da barba do Leão Ed. Ifrikya/ CAMEROUN / 2007 – Novela; Mutations – Mutações Ed. Proximité - 2008 / CAMEROUN - Novel
Le Noir du Soleil – A escuridão do Sol Ed. Auteurs Pluriels - 2013 Cameroun / Poesia; Philographisme – Filografismo Ed. Auteurs Pluriels - 2014. Cameroun / Peinture – Poesia; Africa 2.1 ARNAQUE – África Farsa Ed. Auteurs Pluriels - 2015. Cameroun / Romance; Humanité Solide – Humanidade Sólida Ed. Auteurs Pluriels - 2016. Cameroun; Atelier permanente de Poesia - Slam com LAFRAZ Slam, La Ronde des Poètes du Cameroun- Roda de Poetas de Camarões, le SALONIE et le Centro Zingui em Camarões. 
O evento tem o apoio do Movimeto Literário Kutanga/Angola e mais informações: +55 71 98736 9778 WhatzApp.

"Siga sob teu próprio comando ao encontro das origens de teu ser,
simplesmente deixando-se levar pelo galopar de tua alma
seguindo a sensibilidade de tua presença
na realidade do sublime em manifestação.

O sopro do poeta
sopra sobre tua fibra poética,
teu ego se opõe a tua liberdade,
e apenas tua liberdade te sussurra
para se deixar levar e ser feliz
te arrebatando pelos pés, cabeça, coração..."

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Divulgação
Mais informações »

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