quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

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JORNALISTA DA RNA ASSASSINADA PELO COMPANHEIRO

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Mais um jornalista assassinado
Fontes de Luanda dão conta da triste notícia do falecimento da jornalista da Rádio Nacional de Angola, a grande colega da Comunicação do Rádio de Luanda,  Goreth Semedo. Que foi barbaramente espancada até a morte pelo seu companheiro, por motivos de ciumes, em Viana, Luanda/Angola.
Maria Goreth Semedo, 49 anos, retornava de uma festa de aniversário de uma das suas filhas, acompanhada do seu marido, na terça-feira (19/02) quando se desentenderam por motivos de ciumes e o mesmo passou a espanca- la até a morte. O crime aconteceu na Rua Chicala, bairro Zango 4. O fato foi denunciado por vizinhos, que presenciaram o desentendimento, o autor do crime já se encontra preso e a disposição da Justiça, que está tratando o caso como "Crime Passional".
"Três Mulheres Espancadas até a Morte em três dias" em Angola, chama atenção o jornal O País, para a frequente onda de feminicídio que toma conta daquele país da Costa Ocidental da África e uma das vítimas dessa onda, foi a jornalista Goreth Semedo, que agora faz parte dessa estatística de que somente esse inicio de ano no mundo já se mataram 65 jornalistas, seja fora ou não do serviço. E de luto se encontra o jornalismo radiofônico, escrito e televisivo angolano, com essa grande perda.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

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REVISTA ÒMNIRA E O LIVRO "ALMA CATIVA" EM NOITE DE AUTÓGRAFOS

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


Autografando na poética da negritude 
A União Baiana de Escritores fez acontecer na sexta-feira próxima passada (15/02), a Noite de Literatura Preta na Casa de Angola com o Lançamento da revista de Literatura Òmnira em homenagem ao pai grande da nação angolana o Dr. António Agostinho Neto e editada pelo jornalista e editor Roberto Leal, que traz nada mais nada menos que 23 autores contemporâneos angolanos, 13 brasileiros, 1 cabo-verdiano e 1 americano, com capa do artista plástico angolano Kabú, e do romance Alma Cativa da professora e escritora Margarete Carvalho que foi o carro chefe da noite, levando um grande número de leitores à caça do seu exemplar, de tão importante contributo para a literatura negra, diante da sua abordagem na luta contra o regime escravocrata.

Margarete Carvalho in "A Estréia"


Passaram pela passarela das letras pretas: o presidente do Instituto Hori Dr. Cristiano Pedreira; professora e escritora Rita Pinheiro, o jornalista e poeta (O Rei dos Saraus) Valdeck Almeida De Jesus; o jornalista e escritor Carlos Yeshua presidente da UBESC - União Baiana de Escritores:a professora, escritora e critica literária Jovina Souza; o presidente da Associação dos Trovadores da Bahia João Bosco Soares Santos; o poeta e membro da Confraria do chapéu Elizeu Moreira Paranaguá; o poeta Luís Carlos De Oliveira 'Aseokaỳnha'; o poeta e artista plástico Frank Bahia; a poetisa Conceição Ferreira; a presidenta da UNEGRO Sirlene Assis; o artista plástico Benjamim Sabby - adido Cultural e Diretor da Casa de Angola na Bahia e muita gente boa de Literatura, de Letras, de Livros, de Educação e de Cultura.

Dentro da programação o SARUBESC na área livre da casa, exposição de livros de autores africanos de língua oficial portuguesa, bate papo com os autores e sessão de autógrafos.


Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Yuri Cardoso
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

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CASA DA MÚSICA ABRE INSCRIÇÕES PARA SEUS CURSOS

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 Casa da Música portas para o futuro

Uma série de cursos gratuitos que já está em seu oitavo ano de atividades consecutivas na “Casa da Música” - Parque do Abaeté, s/n – Itapuã-Salvador/BA, com a coordenação do músico e escritor Fabio Shiva. O ano começa com a Oficina de Violão e o projeto Bahia Canta Paz, atividades indicadas para pessoas interessadas de todas as idades. Os encontros da Oficina de Muita Música acontecem com duas turmas semanais, uma segunda-feira à tarde (14h às 16h30) e outra quarta-feira pela manhã (8h30 às 11h). As aulas começam à 04 de fevereiro e para os próximos meses estão previstas oficinas de XadrezContrabaixo e de Meditação.

VIOLÃO – Carro-chefe, a Oficina de Violão acontece ininterruptamente desde 2011 na Casa da Música, como trabalho voluntário, tendo atendido a centenas de pessoas das comunidades de Itapuã e adjacências, de todas as faixas etárias. Todos somos alunos e professores de todos no grupo, que tem como lema: “vou aprender a ler para ensinar meus camaradas”. Facilitadores: Fabio Shiva e Cigano Rogério.

BAHIA CANTA PAZ – Projeto iniciado em 2017, com o objetivo de formar um grupo para cantar músicas devocionais de todas as religiões, para vibrar a paz, o amor e a alegria no mundo. Cantores e músicos de todos os instrumentos são convidados a fazerem parte do grupo. A proposta para 2019 é fazer visitas periódicas a orfanatos, asilos e hospitais. Instituições interessadas em receber o Bahia Canta Paz, entrem em contato com os Facilitadores: Fabio Shiva e Fabíola Campos. https://www.facebook.com/BahiaCantaPaz

E já está em seu quarto ano de atividade a linda brincadeira do P.U.L.A. (Passe Um Livro Adiante), com a doação de livros de ficção e não ficção. “Um livro só existe quando é lido. Se fica esquecido em uma estante, comendo poeira, não é um livro, mas uma triste árvore desperdiçada”, diz Fabio Shiva, um dos idealizadores do P.U.L.A. Todos são convidados a doarem seus livros usados e igualmente a se presentearem com os livros ofertados pelos outros! “Essa característica da oficina, de cada um compartilhar o que aprendeu com os outros, acaba agilizando muito o processo de aprendizado”, “Afinal, a melhor maneira de aprender é ensinar!” Resume Fabio Shiva.

Para se inscrever nas oficinas gratuitas basta enviar nome completo, e-mail e telefone para oficinamuitamusica@gmail.com, ou na página do projeto no Facebook (https://www.facebook.com/oficinamuitamusica).


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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

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PRÊMIO DE ARTE CIDADE DE LUANDA RETORNA A CENA

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Governador da província de Luanda Dr. Sérgio Luther Rescova fomentando Cultura
O Prêmio de Arte Cidade de Luanda, nas categorias de Literatura, teatro, artes plásticas, música e dança, volta a ser concedido a partir deste ano (2019), como uma forma de fomentar as mais diversas manifestações culturais, prestigiando os novos, de maneira a incentivar a criação além da qualidade artística e cultural de cidadãos da capital de Angola/África, que buscam espaço para desfilar o seu talento.  A noticia foi transmitida pelo diretor do Gabinete Provincial da Ação Social, Cultura e Desporto, Dr. Manuel Sebastião, nessa sexta-feira próxima passada, citando um despacho do Sr. governador da província, Sérgio Luther Rescova, dentro dos festejos alusivos aos 443 anos de fundação de Luanda, comemorados na sexta-feira.

Segundo um documento, lido pelo diretor do Gabinete Provincial da Cultura de Luanda, Manuel Sebastião, serão também premiados concursos escolares infanto-juvenis “Pintar/Desenhar e Sonhar Luanda” e “Um Poema para Luanda”. Os concursos terão periodicidade anual. O processo de organização, promoção, divulgação e realização dos prêmios e dos concursos serão de responsabilidade do Gabinete Provincial da Ação Social, Cultura, Juventude e Desportos de Luanda que, para a sua execução poderá solicitar colaboração a entidades ou instituições singulares ou coletivas.
Os resultados dos prêmios e dos concursos serão tornados públicos, através dos órgãos de comunicação social e os troféus serão entregues em cerimonia pública, em data e local a ser designado pela organização do evento. A nota realça que o Governo reconhece que as artes e a cultura representam um componente estratégico para o desenvolvimento, harmonização e unidade da nação angolana. Acrescenta que a prática cultural é o corolário do bem-estar espiritual dos munícipes, no que tange a melhoria das condições de vida das comunidades. Esta iniciativa visa imprimir nova dinâmica no processo de fomento e incentivo da qualidade do movimento artístico e cultural na província de Luanda. Como automaticamente isso pode ser interpretado como a abertura de uma porta que já se encontrava fechada.


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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

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UMA NOITE DE LITERATURA PRETA NA CASA DE ANGOLA

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Uma revista de Literatura a serviço do Continente

A UBESC – União Baiana de Escritores promove e a Casa de Angola acolhe, o lançamento da revista de Literatura “Òmnira”, 32 páginas, em uma edição especial em homenagem ao líder negro, guerrilheiro, pensador, poeta e primeiro presidente de Angola, Agostinho Neto e do romance “Alma Cativa” Ed. Òmnira/BA-Brasil, 200 páginas, da professora e escritora Margarete Carvalho, no próximo dia 15 de fevereiro (sexta-feira), às 18:30 h, no Centro Cultural Casa de Angola (Praça dos Veteranos, 5 – Barroquinha).
 A revista Òmnira que tem uma circulação por países de África, de língua portuguesa, já levou no seu conteúdo homenagens a grandes lideranças como: Castro Alves (Brasil), a Mulher Zungueira (Angola), Samora Machel (Moçambique), Nelson Mandela (África do Sul), Amilcar Cabral (Cabo Verde/Guiné Bissau) e Agostinho Neto (Angola), nas próximas edições as lembranças são de Germano Machado e Mãe Menininha do Gantois (Brasil). Nessa edição a revista carrega à poética e as letras nas suas mais diversas vertentes da Literatura, de nada mais nada menos que 23 angolanos, 13 brasileiros, um cabo-verdiano e um americano, todos lidos em um só uníssono: África United, como pregou o saudoso rei do reggae jamaicano Bob Marley. A obra traz na capa uma pintura do artista plástico angolano Kabú retratando Agostinho Neto numa expressiva e acentuada profundidade da manifestação artística. Poesia e pensamentos de Agostinho Neto dão transparência a esse reconhecimento que quebra qualquer protocolo.
Uma estreia para cativar o leitor
A professora e escritora Margarete Carvalho estreia colocando na berlinda a sua primeira obra literária, o romance deve cativar o público leitor pelo que nele será percebido, absorvido, captado “existem descolamentos temporais e a história que conta não está fixada em um só tempo, tem como referência temporal inicial a perseguição, captura e escravização de africanos, perpassando o presente e trazendo uma visão futurista”, retratou a mensagem rotulada nas páginas desse livro a apresentadora Géssica Santos Seles. O livro “Alma Cativa” abre o ano Literário do Selo Editorial Òmnira, que vem com mais novidades por ai, ainda no inicio deste ano, com “O Amor não Está” livro de poesias da professora e poetisa Jovina Souza e o livro “Letras Pretas Cruas e Nuas – Poesias de Luta & Contos de Amor” do jornalista e escritor Roberto Leal.
Dentro da programação o SARAUBESC a poesia preta da periferia vai rolar solta na área externa, exposição de livros e revistas de autores angolanos e baianos/brasileiros, além da noite de autógrafos com bate papo com os autores, convidados e autoridades presentes, como também com  o escritor e editor Roberto Leal e a professora e escritora Margarete Carvalho. E é enfatizando a personificação de luta do saudoso líder guerrilheiro Dr. António Agostinho Neto, descreve-se uma noite de Literatura preta, aquela que mais ecoa o seu grito de Òmnira/Liberdade in Iorubá. Esse evento tem o apoio do Movimento Literário Kutanga/Angola. Mais informações (71) 98736-9778 ou ainda lealomnira@yahoo.com.br


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

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OS “CADERNOS NEGROS” CHEGA A SUA 41ª EDIÇÃO

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Jovina Souza poetisa baiana de destacada poética de luta e resistência negra



O Grupo Quilombhoje de Literatura, lança no próximo dia 8 de fevereiro (sexta-feira), às 18:30 h, no CEPAIA/UNEB (Rua do Passo, 4 - Santo Antônio Além do Carmo- Salvador/BAHIA-Brasil) a 41ª Edição do clássico da Literatura negra brasileira a coletânea Cadernos Negros Ed. Quilombhoje/SP – 310 páginas R$ 40,00. A obra conta com os  trabalhos de poetas como: Alessandra Sampaio, Benício dos Santos, David Alves, Fátima Trinchão, Fausto Antônio, Jairo Pinto, Joceval Nascimento (Layê), Jovina Souza, Lidiane Ferreira, Luís Carlos de Oliveira (Aseokaynha) e Urânia Munzanzu
Foi durante toda a história do Brasil, mas especialmente no período pós-abolição, que tivemos afrodescendentes que ousaram adentrar o campo da criação literária e construir obras que se mostraram duradouras. Podemos citar Cruz e Souza, Lima Barreto, Luís Gama, Auta de Souza e, mais recentemente, Solano Trindade e Carolina Maria de Jesus, dentre outros.
A partir de 1978 a produção literária afro-brasileira dinamizou-se bastante por conta da criação da série Cadernos Negros, que, publicando contos e poemas, tem se tornado o principal veículo de divulgação da escrita daqueles que resolvem colocar no papel suas experiências e visão de mundo.
41 anos de resistência
Além de proporcionar espaço para os criadores, a série, organizada pelo Grupo  de Literatura Quilombhoje, de São Paulo, também vem se tornando um instrumento para o exercício da lei 10639/11645, pois se constitui numa fonte extremamente rica para veiculação da cultura, do pensamento e do modo de vida dos afro-brasileiros.
Já foram lançados Quarenta volumes, um a cada ano, alternando contos e poemas, proporcionando visibilidade para autores afrodescendentes e fomentando não só a literatura negra, mas também a produção literária das periferias.
Criada em 1978 por Luís Silva (Cuti) e Hugo Ferreira, com apoio de Jamu Minka e outros autores e organizada desde 1999 por Marcio e Esmeralda Ribeiro, a série “Cadernos Negros” pretende atualizar neste volume sua vocação de alimentar o imaginário de leitores e leitoras com a poética da vida, uma vida sem preconceitos, sem descriminação, sem retrocessos, plena das coisas que valem a pena. Que as poesias e poemas possam indicar caminhos de reflexão, afeto e felicidade para cada um.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

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JORNALISTA É ASSASSINADO POR DENUNCIAR CORRUPÇÃO NO FUTEBOL AFRICANO

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Kwesi Nyantakyi demitiu-se após a mascara da corrupção derrubar o futebol africano


O jornalista ganês Ahmed Hussein-Suale, 34 anos, que investigou um suposto esquema de corrupção no futebol africano, foi morto a tiros nessa noite de 16.01 (quarta-feira), em Accra, os assassinos em uma moto emboscaram o jornalista quando ele retornava para sua residência. 

Colegas da equipe de investigação jornalística que integrava, a Tiger Eye, dizem que Ahmed foi abatido com três tiros, que lhes atingiram o braço e o pescoço, em Madina, bairro da capital ganesa. Há algum tempo, um deputado do partido no poder divulgou na televisão a foto de Ahmed e prometeu uma recompensa a quem o espancasse, fato registrado na imprensa local. A organização Tiger Eye, foi fundada pelo jornalista Anas Aremeyaw Anas, que investiga e divulga casos de corrupção, tráfico de seres humanos, contrabando, entre outros casos, como também colabora com as organizações internacionais.

Apesar de ter apresentado uma queixa na justiça, nenhuma ação ou atitude foi tomada pelas autoridades. Em Junho do ano passado foi divulgado o documentário "Number 12", produzido pela Tiger Eye, que denunciou um grande esquema de corrupção que envolvia dezenas de árbitros ganeses e de outros países africanos, bem como o presidente da AGF - Associação Ganesa de Futebol, Kwesi Nyantakyi e vice-presidente da CAF - Confederação Africana de Futebol, além de membro do Conselho da FIFA, esse alto dirigente foi filmado recebendo 65 mil dólares (cerca de 55 mil euros) das mãos da própria equipe de jornalistas, com a promessa de "dinheiro para as compras", e na filmagem colocando os maços  das notas de USD dentro de um saco de plástico. O montante foi  "doado"  por um empresário do Oriente Médio interessado em investir no futebol ganês.

O  documentário foi compartilhado na página do Youtube do “Ghana Culture Politics”. E estes presentes monetários eram sempre oferecidos antes de um jogo em casa ou em partidas internacionais. O longa-metragem tem cerca de 2 horas de exibição, e que revela negociações mantidas com potenciais “investidores”, que, em troca de contratos lucrativos em parceria com o governo ganês, ofereciam em contra partida presentes caros, e avaliados em milhões de dólares. Após a divulgação desse documentário, o presidente da FGF - Federação Ganesa de Futebol demitiu-se. Foi acusado de corrupção no mês de outubro e proibido pela FIFA de exercer qualquer atividade relacionada ao futebol, além de ter sido multado em 440 mil euros. Mais de 50 árbitros africanos também foram suspensos da Confederação Africana de Futebol (CAF).
Imprensa ganesa de Luto
A Comissão Nacional da Imprensa condenou o assassinato e apelou à polícia para que se inicie uma investigação muito aprofundada. O jornalista Anas  reagiu à notícia da morte do seu colega-jornalista Ahmed Hussein-Suale ao publicar um vídeo na sua página do Facebook onde escreve a seguinte legenda: “Notícias tristes, mas não seremos silenciados. Descanse em paz, Ahmed. Não me podem calar”.

Fonte: ASCOM Revista Òmnira
Fotos: Internet e Getty Press/France


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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

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REVISTA ÒMNIRA HOMENAGEIA PROF GERMANO MACHADO

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Capa de:Elias Jamba Sanjelembi
 O saudoso professor, escritor e jornalista Germano Machado (1926/2017), que faleceu aos 91 anos, e será homenageado pela revista de Literatura “Òmnira”, em uma edição especial dedicada ao reconhecido trabalho desse mestre, que influenciou gerações, principalmente com o CEPA - Círculo de Estudo, Pensamento e Ação. As inscrições estão abertas até o dia 30 de dezembro e os interessados em colaborar com esse tributo, podem participar com artigos, poesias, crônicas ou qualquer outro gênero literário. Os textos não precisam necessariamente falar da pessoa do professor, sendo a sua temática livre. Informações e valores do investimento podem ser solicitados através do telezap (71) 98736-9778 ou pelo e-mail: lealomnira@yahoo.com.br 
A revista de Literatura “Òmnira” tem como editor o jornalista e escritor Roberto Leal, um dos mais dedicados discípulos do professor Germano Machado, que aproveita a ocasião para convidar amigos, cepistas, alunos, ex-alunos, colegas e simpatizantes do trabalho do jornalista, professor e filosofo Germano Machado, para coletivamente fazer uma justa homenagem a esta personalidade da cultura e educação da Bahia, que fez história com suas aulas, palestras, artigos e livros publicados. A UBESC - União Baiana de Escritores, entidade presidida por Roberto Leal, é uma das instituições parceira dessa homenagem.
Germano Machado era escritor, formou-se na primeira turma de jornalismo da Universidade Federal da Bahia, fundador do CEPA - Círculo de Estudo Pensamento e Ação. Lecionou na Universidade Federal da Bahia – UFBA, na Universidade Católica de Salvador – UCSAL e na Escola Técnica Federal da Bahia. Foi membro da Academia de Letras e Artes “Mater Salvatoris”, Academia de Letras e Artes de Salvador, Academia Baiana de Educação, Grupo de Ação Cultural da Bahia, União Brasileira de Escritores – UBE, União Baiana de Escritores – UBESC, entre outras. Entre seus muitos livros destacam-se: Os Dois Brasis – Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha; A Verdadeira Revolução; Igreja Humana e Divina; Dimensões da Realidade Brasileira; Da Física da Matéria à Metafísica do Espírito; Um Glauber Inegável; Da Filosofia e do Filosofar: o sentido do viver humano; Tempo Decorrido dentre muitos outros tempos.
Revista Òmnira - A primeira edição da revista Òmnira de 2019, já está pronta e será lançada em janeiro/2019. A publicação traz 32 páginas e homenageia o líder negro angolano Dr. António Agostinho Neto, tem capa do artista plástico angolano Kabú e conta com a participação de jornalistas, poetas e escritores de vários países: 23 de Angola, 13 do Brasil, um de Cabo Verde e um dos EUA. Os interessados em adquiri um exemplar, podem entrar em contato com o editor e fazer seu pedido e receber no conforto da sua casa, ao preço de R$ 17,00, para todo o Brasil, já incluso o valor do correio.

Texto: Carlos Yeshua
Arte: Elias Jamba Sanjelembi (Angola)

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

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FESTIVAL UNIVERSITÁRIO BAIANO DE ARTE E CULTURA

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Depois de dez anos o FUBA volta a Salvador
Vai acontecer mais uma edição do FUBA - Festival Universitário Baiano de Arte e Cultura, uma espécie de pré-Bienal da UNE no estado da Bahia, será no dia 20 de janeiro, das 10 às 22 horas, no MAM - Museu de Arte Moderna (no Solar do Unhão em Salvador/BAHIA-Brasil).

A Bahia tem em sua história esse grande registro de sediar a 1ª Bienal da UNE, em 1999, quando o Brasil se encontrava em grande resistência política e cultural. Agora, 19 anos depois, nos reencontramos com o Brasil na 11ª Bienal da UNE – União Nacional dos Estudantes que volta a Salvador e também em uma edição regionalizada na forma do FUBA, projetando formatos que possam envolver toda a comunidade para além dos muros universitários.

O FUBA vem para disseminar e popularizar o debate da formação sócio educativa cultural a partir de debates e mostras artísticas, como apresentações musicais, teatrais e exposições em uma vasta programação, onde o principal agente cultural é o público universitário.

Compreendendo a necessidade do fortalecimento cultural, o incentivo às novas produções e as formações de linguagens que dialogam com a diversidade cultural do Brasil convocou a todos e todas para juntos construirmos um grande festival estudantil.

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

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UMA DÉCADA DA ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL NA SUÍÇA

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A escritora Saskia Brígido in homenagem póstuma
Será realizada no Centro Cultural da Câmara Municipal do Salvador (Praça Municipal – Centro Histórico), dia 14 de dezembro (sexta-feira), às 18 horas,  uma cerimonia de comemoração de aniversário da Academia de Letras do Brasil, que completa sua primeira década de serviços prestados a literatura brasileira em solo suíço. O seu presidente Dr. Carlos Ventura que estará presente se confraternizando com acadêmicos (as), escritores, poetas e convidados. “Visando consolidar e fortalecer a implantação dos Núcleos Acadêmicos da ALB/Suiça”, disse.

Teremos dentro da programação a posse de novos acadêmicos (as), entrega de outorgas de Mérito, de Comendador (a) das Artes e do Grão-Colar Acadêmico da ALB/Suíça a personalidades dentre eles o presidente da UBESC – União Baiana de Escritores, o jornalista e escritor Roberto Leal. Entre os escritores presente estará o vencedor do I Prêmio Internacional Professor Germano Machado, o escritor Catarinense William Wollinger Brenuvida, como também o jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua organizador da coletânea “Carta ao Presidente”.

A Academia de Letras do Brasil fará também uma homenagem a saudosa acadêmica escritora cearense Saskia Natália Brígido (*21-03-1972 +24-02-2016). Ela desde criança gostava de imaginar e inventar histórias nas quais se colocava como protagonista. Quando aprendeu a ler e escrever passou a registrar e ilustrar as historinhas que criava, na época surgiu o sonho de publicar seus escritos. Era formada em Pedagogia, pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, e em Psicanálise, pela Sociedade Psicanalítica Ortodoxa do Brasil. Saskia também possuía especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Faculdade Christus. Autora de: A Ciranda das Flores; Inventor de invenções; Uma Escola Encantada; Uma Cidade no Fundo do Mar e tantas outras obras ligadas ao mundo infantil e a pedagogia.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação


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domingo, 25 de novembro de 2018

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MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA COMEMORADO NO IAT

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Consciência Preta é no IAT

O IAT - Instituto Anísio Teixeira realiza no período de 26 a 30 de novembro a “1ª Semana IAT da Consciência Negra”. Durante o evento, uma série de atividades reunirá pesquisadores, estudantes, jornalistas, escritores, poetas e professores para reflexão sobre vários temas relacionados com o mês comemorativo e com atividades que elevam a cultura negra, de maneira a destacar e relevar pontos importantes de conquistas da raça negra na área educativa e cultural.
Com o objetivo de promover um espaço de reflexão e discussão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e a influência dos povos africanos na construção cultural da Bahia e do Brasil, a fim de se integrar nas comemorações do mês Nacional da Consciência Negra, O Instituto Anísio Teixeira abre suas portas para o público participar dessa celebração cultural e educativa.
É importante destacar que teremos aproximadamente 200 visitantes por dia e o público alvo são professores da rede pública, pesquisadores, estudantes e demanda social. Com Show da Banda Didá, palestras, bate papos, mesa redondas, peça teatral, exposição de livros, revistas e publicações de autores africanos e muito mais cultura negra esperando por você. Teremos participantes como: a dançarina e cabeleireira afro Negra Jhô, a professora Maria Durvalina (Fundadora do Institiuto Steve Biko), o poeta e professor, Nelson Maca, Cristiano Pedreira presidente do Instituto Hori, jornalista e escritor Roberto Leal presidente da União Baiana de Escritores responsável pela exposição de livros de autores negros e a Secretária Municipal da Reparação Ivete Sacramento e tantas outras personalidades engajadas no trabalho de valorização Cultural da raça Preta. Mais Informações: (+55) 71 3116-9064.


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domingo, 18 de novembro de 2018

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HOMEM TEM 13 MULHERES 174 FILHOS E 90 NETOS EM UGANDA

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Essa é grande prole do Senhor Mutone


Mustafa Mugambo Mutone, 65 anos, residente no distrito de Kagadi em Uganda-África, onde ele é o chefe da aldeia, ele conta que se casou com sua primeira esposa em 1968, quando ele tinha apenas 16 anos. Nos anos seguintes, Mutone se casou com pelo menos mais uma dúzia de esposas e teve um total de 174 filhos, 90 netos, e corre a boca miúda que ainda tem namoradas não oficiais.
Minha esposa mais nova tem 25 anos e a mais velha, 50 anos, mas eu tinha cerca de 10 namoradas antes de me casar oficialmente e todas deram à luz no mesmo ano“, afirma Mutone. Ele também contou que seu primeiro filho tem 49 anos, enquanto os mais novos são gêmeos de 4 anos. Das 13, seis de suas esposas estão atualmente grávidas, em breve esse número de filhos poderá ultrapassar os 180.

Cerca de 40 dos filhos de Mutone, atualmente tem idade de frequentar a escola primária e ele diz que tem a ajuda de seus filhos mais velhos, para fazer isso acontecer.  Avô de mais de 90 netos, Mutone diz que consegue cuidar de cada um de seus filhos, mantendo registrado todos os nascimentos da família, em um livro especial.
O empresário que administra uma loja de produtos de vendas no atacado, no Shopping Kyaterekera, onde ele comercializa feijão, milho e café. No entanto, ele se queixa que não tem sido fácil cuidar e sustentar da sua grande família: “Eu tentei alimentar minhas 13 esposas e minhas mais de 170 crianças, e não é fácil, peço ao governo pelo menos que patrocine 30 dos meus filhos nas escolas, escolas secundárias e instituições terciárias”.

No entanto, ele cita a distância como um dos principais fatores de obstáculos que ele tem para estar com suas esposas, elas estão espalhadas em lugares distantes por todo o país. Algumas delas, segundo ele, vivem em países vizinhos, como a República Democrática do Congo, Ruanda e Burundi.
Eu recebo 10 chamadas por dia de diferentes esposas que querem atenção, mas eu não posso estar em todos os lugares“, lamentou Mutone. “Só em Kagadi tenho sete esposas.” Mutone revela que, apesar de estar próximo dos 70 anos, ele ainda quer ter mais filhos, já que ele leva um estilo de vida saudável, não fuma nenhum tipo de tabaco e não bebe de, de não consumir nada que faça mal a sua saúde e a seu desempenho sexual.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação/Internet

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