quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

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“KUTANGA” A NOVA POÉTICA AFRICANA DE LÍNGUA PORTUGUESA

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A Editora Òmnira traz para o cenário literário dos PALOP-Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, a coletânea poética “Kutanga”, que em Kimbundo (língua nacional falada
Flora é a poesia Kutanga na Rússia
 na região Noroeste de Angola) quer dizer: LER, obra essa que abrirá o ano da parceria entre a UBESC-União Baiana de Escritores/Brasil e o Movimento Literário Kutanga/Angola, com a participação de 13 poetas negros de países como: Angola - Azul Fenix, Eduardo Tchandja, Flora Salvador Tito e Wende Bocado; Brasil – Ana dos Santos, Delma Gonçalves, Glória Terra, Jovina Souza, Roberto Leal e Valdeck Almeida de Jesus; Cabo Verde – Moustafa Assem; Moçambique - Pedro Alfredo Ferro; São Tomé e Príncipe - Carlos Cardoso.
Wende brilha com a poesia angolana
A coletânea poética terá apresentação do jornalista e escritor moçambicano Eduardo Quive e as orelhas do jornalista e escritor angolano José Luís Mendonça. A obra terá ainda capa e ilustrações dos artistas plásticos angolanos António Nzinga e Elias Jamba Sanjelembi, dentre outros.
Curiosidades do projeto: a poetisa mirim angolana Wende Bocado tem somente 7 anos de idade, além de recitar poetas consagrados e internacionais, já escreve suas próprias poesias; a poetisa também angolana Flora Salvador Tito, reside na Rússia onde faz Licenciatura em Psicologia Criminal, na Universidade MBD Rússia e o poeta são-tomense Carlos Cardoso reside em Roterdã/Holanda, onde é técnico de manutenção de máquinas e programador de robots industriais, na empresa KERAF.
É um projeto levado a título de divulgação internacional do nome desses autores contemporâneos, quando exemplares do livro serão doados aos Centros Culturais Portugueses, Bibliotecas Comunitárias, Clubes de Leituras e Bibliotecas de escolas e universidades, nos países participantes. O projeto tem a coordenação do jornalista, escritor e editor brasileiro Roberto Leal e a obra terá a chancela do selo editorial angolano Òmnira. Projeto esse que fortalece o intercâmbio entre o Brasil e os países de África de língua portuguesa, uma proposta da UBESC.  Coletânea Poética “Kutanga”, 100 páginas-2020 R$ 25.
Mais informações: e-mail: lealomnira@yahoo.com.br ou pelo telefone: +55 71 98736 9778 Whatsapp.

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

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VICE-PRESIDENTE DA GUINÉ EQUATORIAL NA MIRA DA JUSTIÇA FRANCESA

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios




Filho de ditador da Guiné Equatorial mais uma vez as voltas com a Justiça Internacional
Teodoro Nguema Obiang Mangue, 51 anos, conhecido como 'Teodorín', vice-presidente da Guiné-Equatorial, viu nessa segunda feira 10/02 ser agravada a pena interposta pela Justiça Francesa por um processo de bens mal adquiridos, ele que detém um largo patrimônio na França - que inclui uma mansão, dezenas de carros de luxo e muita roupa de marca - que a Justiça considerou terem origem fraudulenta, uso de divisas duvidosas.

Segundo vice-presidente entre 2012 e 2016, quando foi promovido a primeiro vice-presidente, 'Teodorín' teve já alguns bens apreendidos na Suíça, onde 25 dos seus carros de corrida foram arrestados e vendidos por 21 milhões de euros, doados então a um programa de ajuda social na Guiné Equatorial. Ainda assim, 'Teodorín' continua a mostrar indícios de uma vida extravagante na plataforma social Instagram, onde partilha com regularidade fotografias das suas férias, que passa em iates, praias com águas cristalinas ou em festas, como o carnaval do Rio de Janeiro.

Agora, a multa de 30 milhões de euros aplicada a 'Teodorín' por França tornou-se efetiva, por decisão do tribunal de recurso de Paris, mantendo os três anos de prisão suspensa, num julgamento no qual não esteve presente e que se insere no processo de "bens mal adquiridos”. O tribunal de recurso de Paris confirmou hoje a sentença do filho do Presidente da Guiné Equatorial que foi condenado em 2017 por branqueamento de dinheiro obtido com práticas corruptas no seu país, mantendo os três anos de prisão suspensa, o arresto de bens adquiridos em França no valor de 150 milhões de euros e tornou efetivo o pagamento de uma multa de 30 milhões de euros ao Estado francês.

O processo recua a março de 2007, quando três associações apresentaram queixas contra chefes de Estados africanos, considerando que adquiriram vários bens em França com recurso a fundos desviados dos seus países de origem. Omar Bongo, do Gabão, Denis Sassou Nguesso, de Congo-Brazaville, e Teodoro Obiang Nguema, da Guiné Equatorial, viriam a ser visados numa acusação formal no final de 2008. Dois anos mais tarde, o tribunal de recurso anunciou que o sistema judicial poderia investigar os bens dos três Presidentes, bem como de alguns familiares.

Em 28 de setembro de 2011, vários automóveis de luxo da família Obiang foram apreendidos num edifício em Paris, pertencente à sua comitiva. No ano seguinte, é emitido um mandado de captura internacional para Teodorín Obiang, tendo sido apreendida a sua mansão na capital francesa, avaliada entre 100 e 150 milhões de euros.
Em março de 2014, 'Teodorín' foi indiciado por lavagem de dinheiro, desvio de fundos públicos, abuso de ativos empresariais e abuso de confiança. Em setembro de 2016, 'Teodorín', já enquanto primeiro vice-presidente da Guiné-Equatorial foi chamado ao tribunal de Paris.

Treze meses depois, o filho do Presidente equato-guineense foi condenado a uma pena suspensa de três anos de prisão e ao pagamento de uma multa suspensa de 30 milhões de euros, da qual recorreu. O recurso foi analisado em dezembro e na decisão agora divulgada pela justiça francesa, esta tornou efetivo o pagamento da multa de 30 milhões e manteve a pena de prisão suspensa. Em curso, está também um processo no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), interposto por Teodorín, que assim pretendeu evitar os tribunais franceses. O seu argumento passa pelo estatuto de primeiro vice-presidente, que acredita conferir-lhe imunidade diplomática.

O TIJ ainda não se pronunciou sobre o caso, estando prevista uma série de audiências na próxima semana, entre 17 e 21 de fevereiro, em Haia, sede do tribunal internacional. Tal como na primeira instância, 'Teodorín' não esteve hoje presente em tribunal, tendo, poucos minutos depois da leitura da sentença, partilhado nas redes sociais vários vídeos onde surge a conduzir uma moto de luxo pelas ruas de Malabo, capital equato-guineense.

Para não esquecer: Em setembro de 2018. A polícia federal brasileira aprendeu mais de 16 milhões de dólares (13,7 milhões de euros), em dinheiro e joias, com a delegação que acompanhava Teodorín n’um aeroporto do Brasil, noticiou a imprensa brasileira. Ele que é o vice-presidente da Guiné-Equatorial e filho de Teodoro Obiang Nguema, que se encontra no poder a 39 anos, integrava uma delegação de 11 pessoas que chegou à a bordo de um avião privado, ao aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior de São Paulo/Brasil.

Fonte: JN Direto/Portugal
Foto: AFP




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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

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ESCRITORA MOÇAMBICANA FAZ CARREIRA NO BRASIL

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Jovem escritora moçambicana busca seu espaço na Literatura de língua portuguesa

Ela é Xiluwa de Lourdes da Costa, tem o nome literário de 'Xiluwa da Costa', nascida no dia 22 de Agosto de 1989, em Maputo, capital de Moçambique/África, é filha de pais médicos, é licenciada em Odontologia e sempre gostou de literatura. Como poetisa e romancista, chega ao universo da Literatura portuguesa, invadindo o Brasil com suas obras literárias.
Seus pais foram uma das maiores influências, nesse seu amor pelo mundo literário. Sempre a incentivaram a ler e a escrever, contou-nos que quando criança a sua mãe contava-lhe histórias e o pai sempre lhe oferecia livros de presente. Quando por alguma razão não conseguisse dormir, a sua mãe lia-lhe uma historia qualquer que trouxesse reflexão a infância e ensinamentos educativos. Seu pai sempre lhe levava a grandes livrarias para que lesse, para que consultasse e desfolhasse publicações interessantes a seu mundo real.
Foi assim que começou desde pequena a escrever, tendo aos 11 anos escrito o seu primeiro poema. Durante o ensino secundário teve alguns dos seus poemas inseridos em coletâneas de poesias publicadas pela sua escola. Em 2013 lançou o seu primeiro livro de poesias “Vozes de uma Flor", em Maputo. Trata-se de um livro de poesias, sendo na sua maioria poesias românticas. Em 2017, lançou no Brasil, um romance intitulado “O Preço do Desejo", e têm mais 04 obras literárias no prelo. Lançou recentemente o romance intitulado "As Garras do Otton", obra publicada pela Viseu Editora, onde o leitor encontra um enredo coberto de amor, sedução e com um final capaz de deixar para trás qualquer final de novela brasileira.
Romance de 2017
O livro “O Preço do Desejo", obra editada pela Gráfica Garcia, com um novo lançamento na ELLA editora é um romance adulto e de suspense. É uma de ficção que conta a história imaginária de uma garota que perdeu os pais num acidente, tendo, desde então, procurado saber quem foi o responsável pelo acidente que em poucos minutos a fez órfã estando disposta a tudo, para saber a verdade.
"As Garras de Otton” foi o título que deu à sua mais recente obra. Trata se de um romance adulto, que conta a história de um tatuador que se envolve com uma pintora, a Eva. Homem misterioso, com um passado sombrio, acaba sendo um dos principais suspeitos de envolvimento na morte da irmã da Eva. Este livro já está disponível no Amazon.
 Apesar de a autora ter várias obras escritas, que foi acumulando ao longo dos anos, decidiu publicar mais tarde, pois sempre que visita cada uma das suas obras, encontra motivos para melhorar os textos, para desenvolver mais a arte de escrever, e enriquece sua inspiração, seja enxugando textos ou construindo novas alternativas de instigar o leitor.
Para Xiluwa, a dedicação à escrita não foi um simples passatempo, mas também uma forma de expressar os seus sentimentos, pois era como foi repassado pelo seu pai. Xiluwa conta que quando hoje revisita os seus livros, ou até mesmo seus escritos, sente que "As histórias amadurecem com o autor”.  Confessa que gosta de participar de eventos artísticos culturais e que desde pequena tem grande paixão por animais, concluímos que se não fosse odontologista, com certeza seria veterinária.


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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

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INTERCÂMBIO UBESC & MOVIMENTO KUTANGA - 2020

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UBESC & Revista Òmnira juntos pela Literatura


Proposito: Edital inédito de Mobilidade Internacional da UBESC – União Baiana de Escritores e Movimento Literário Kutanga/Angola, dentro do intercâmbio que a UBESC & Revista Òmnira mantém com aquele país africano, que irá contemplar 2 (dois) escritores  (as) ou poetas (poetisas) de nacionalidade angolana.

Benefícios e Direitos: Onde dois (2) escribas selecionados terão direito a hospedagem e alimentação (em acomodações humildes e em ambiente familiar por 15 dias). Onde cada qual será responsável por manter sua bagagem e seus pertences em ordem, como também manter o ambiente sempre limpo, dentro da sua estadia no local designado para que seja sua residência temporária por 15 dias. Com tolerância de até 20 dias. Ambos deverão estar no Brasil em abril/2020.

 1-Estará sempre acompanhado, terá transporte também por 15 dias, com seu Cartão do metrô integração/com autocarro, carregado em passagens. Terá direito a internet (wi-fi) no local da hospedagem, além de 1 (um) Computador para uso de ambos  por 24 horas, para contato com a família, divulgação de eventos e pesquisas.

2-A assessoria de um profissional na área de Comunicação e Imagem, para cobertura de evento, convites, visitas e atividades de ambas as entidades, que serão realizadas com a participação de ambos os selecionados. Lançamento com a realização de recital poético, ou leitura de texto, ou até mesmo palestra (devendo indicar a temática e o título), na Capital de Salvador, no Estado da Bahia, Brasil.

Requisitos: Cópia do BI bem legível (ambos os lados), copia do passaporte, dados biográficos, foto tipo passe (jpg), capa do livro que irá lançar (jpg) e sinopse da obra, registro do ano impresso na obra, com edição de lançamento no ano de 2019, podendo ser poesia, conto ou romance. Informar quantos exemplares da obra pretende trazer. Dentro da programação de lançamento teremos a realização de recital poético, ou leitura de texto, ou até mesmo palestra (que deve ser informado o tema e título), na Capital de Salvador, no Estado da Bahia, Brasil.

Não temos verba para tanto: O edital de Mobilidade internacional não cobrirá despesas com passagens internacionais e nem interestaduais (dentro do Brasil) e nem de visto, como também não cobrirá custas consulares, ou despesas particulares do contemplado. (não temos patrocinadores - é um projeto mantido com recursos da diretoria UBESC).

1-O maior desafio dos concorrentes será chegar a Capital soteropolitana/Salvador. De onde sairá expedida uma “Carta Convite e Termo de Responsabilidade de Hospedagem, Alimentação e Transporte” por uma entidade brasileira, para que seja apresentada a autoridade consular brasileira. Tendo como inicio de monitoramento de localização dos escritores pelas entidades, quando os mesmos desembarcarem no Aeroporto de Guarulhos em São Paulo.

Penalidade: Toda e qualquer acção deve ser da inteira responsabilidade, do cidadão angolano em território brasileiro. A entidade não se responsabiliza por situações adversas e alheias aos princípios e opinião do acordado neste Edital.

Endereço de contato e envio de todo o material: revistaòmnira@yahoo.com.br e mais informações pelo Whatsapp +55 71 98736-9778 sob a coordenação da UBESC, que tem direção dos jornalistas e escritores Carlos Yeshua e Roberto Leal. Candidaturas de 05 a 30 de fevereiro. 

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

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ELA É A DEPUTADA MAIS JOVEM DE MOÇAMBIQUE

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De renegada a deputada

Mércia Castela Viriato, 24 anos, é a mais nova Deputada pela Bancada da Frelimo, no circulo eleitoral de Tete, revelada a convite do Presidente da República, Filipe Nyusi, a 13 de janeiro, foi empossada na Assembleia da República, in Moçambique. Nasceu em Massinga, estuda direito na Universidade Pedagógica da Maxixe.
A recém-empossada deputada nasceu sem os membros superiores (braços) e faz tudo usando os pés. Uma prova de que não há barreiras que não se podem superar quando se tem foco e determinação, com vista ao alcance dos nossos sonhos. Mércia foi abandonada pelo seu pai ainda na maternidade, devido a ter nascido sem os membros superiores. Ela diz que pessoas com deficiências não são especiais, ela promete trabalhar em prol de pessoa como ela, os ditos deficientes físicos.
Foi durante uma visita a província de Inhambabe, que o Presidente Felipe Nyusi conheceu “Mercia Licá” como é mais conhecida, essa jovem que com suas dificuldades físicas, está sendo vista como uma pequena/grande heroína, que lutou bravamente todos os dias para alcancar seus objectivos. Mércia tem sido uma jovem exemplar tanto no seu curso de Direito bem como para a sociedade. Ela sempre procurou as soluções diante das suas dificuldades. E foi seu espírito lutador, que cativou e encantaram os membros do Partido FRELIMO e o presidente Filipe Nyusi, Mercia é a mais jovem deputada in Moçambique.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

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PAN AFRICANISTA KEMI SEBÁ É LIBERTADO NO BURKINA FASO

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Kemi Sebá diz não temer os anti-africanos

Preso desde o dia 21/12 (sábado) foi solto de detenção, após ser julgado e condenado a 2 meses de prisão com suspensão, o pan-africanista franco-beninense Kemi Seba diz que precisa que a luta para a autodeterminação do nosso povo, contra a corrupção das oligarquias africanas e francesas. Não está pronto para parar. O ativista Kemi Seba foi condenado pelo Tribunal Superior de Ouagadougou, a uma sentença de prisão suspensa por dois meses, por desrespeito ao chefe de estado de Burkina Faso, Roch Marc Christian Kaboré.

O Supremo Tribunal de Ouagadougou também o multou em 200.000 francos CFA (cerca de 300 euros), reconhecendo-o também em desacordo com chefes de estados estrangeiros, incluindo o costa-marfinense Alassane Ouattara e o nigeriano Mahamadou Issoufou.
"Recebi uma sentença suspensa de dois meses, que são realmente dois meses simbólicos, porque até os juízes sabem que estou certo", disse Kemi Seba após o julgamento. O ativista franco-beninense foi preso em um hotel em Ouagadougou/Burkina Faso (ex-Alto Volta) e, em seguida, mantido sob custódia policial após uma conferência pública na Universidade Joseph Ki Zerbo.
Refutando as acusações de ter proferido “palavras ofensivas e ultrajantes" contra os chefes de Estados, o ativista pan-africano explicou ao tribunal que queria "enviar um choque elétrico para acordar os líderes africanos que se permitem ser manipulados pelo presidente". Francês :Emmanuel Macron. Segundo seu advogado, Prosper Farama, este julgamento "põe em causa as liberdades de expressão e opinião" e constitui um "retiro democrático".
Kemi Seba, cujo nome real é Stellio Capochichi, que se apresenta como um "polemista e palestrante pan-africano", organizou ou participou nos últimos anos na África em várias manifestações hostis ao franco CFA. Suas posições em favor da luta, contra o domínio francês apoiado pelas ditaduras africanas, já lhe renderam várias detenções e expulsões, principalmente na Costa do Marfim, no Senegal e na Guiné Bissau. Recentemente esteve no Brasil, em São Salvador da Bahia, a cidade mais negra fora de África, onde encontrou apoio de movimentos, entidades e simpatizantes da sua luta.

Foto: Roberto Leal


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POETISA MIRIM LESLIANA NGOLA TRAZ A POESIA DA BANDA

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Lesliana é mais poesia no coração de Luanda

A construção da Cultura, dos Costumes e das Artes, tem seus fundamentais elementos, peças de grande importância, projetos relevantes e personalidades anônimas que surgem fazendo descaso das dificuldades encontradas pelo caminho e construindo histórias de vida e a “grande poetisa” mirim Wende Bocado, segue fazendo escola em Angola, no Continente africano, com sua trajetória servindo de incentivo para outras crianças, a saírem por alí mostrando a sua arte, que já se espalha por todos os lugares, por onde a poesia possa fazer a sua parte. E não é diferente que vem surgindo, buscando o seu espaço, para que possa desempenhar, também compartilhando seus sonhos e a sua atual realidade, acompanhada de muitos desafios, a interprete mirim, também angolana Lesliana Ngola, de 7 anos.
Lesliana iniciou neste Natal seus trabalhos recitando um poema natalino do jornalista, escritor e poeta brasileiro Roberto Leal, no estúdio do programa “O Artista e a Arte”, apresentado por Alice Berenguel, na gravação do Especial Natal Solidário”, gravado pela TPA-Televisão Pública de Angola. Participou do Festival de Balé, realizado pelo grupo “As Rosas do Amor” apresentado pela radialista e Locutora da Rádio Nacional de Angola, Beatriz Francisco. Esteve também com o poema natalino "É Natal Solidariedade", recitando no Programa “Grandes Manhãs” com a apresentadora Patricia Pacheco, da ZAP/Angola. Sendo muito aplaudida e reverenciada pelo seu trabalho.
Mas, é por traz desses pequenos gigantes da nova poesia recitativa angolana, que se escondem pessoas empenhadas em fazer o papel de orientador, professor, mestre e torcedor, como é o caso de Sr. Antonio Boccado e da Stª. Maralina Fuxe, que tecnicamente respondem pela produção infanto juvenil, com grandes elevações culturais, os já conhecidos prodígios... Eles mostram que Angola respira poesia desde pequenininha!

É NATAL SOLIDARIEDADE
Roberto Leal

Tocam sinos
as estrelas brilham
com mais intensidade,
é Natal é Natal
em todo sítio da cidade,
as crianças a brincar
com as suas possibilidades,
adeus fome, quero amor
para toda humanidade.
A alegria é a única esperança
da inocência,
é Natal é Natal
dos adultos consciência,
a felicidade é tamanha
em cada família angolana,
adeus fome vai lembranças
esquece nossas crianças.
Que o Pai Natal nos traga
o pão nosso de cada dia
é Natal é Natal
motivo da nossa alegria,
as crianças estão triste muito triste
suplicam coerência
é Natal é Natal
respeitem nossa inocência.
Queremos paz e brincadeiras
com toda liberdade
é Natal é Natal
Jesus é caridade.
De Belém a Luanda
venha solidariedade.
É Natal é Natal!

Foto: Divulgação


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sábado, 26 de outubro de 2019

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Logos Hope atraca em Salvador trazendo a intolerância e o Racismo

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A maior livraria flutuante do mundo o LOGOS HOPE


A maior livraria flutuante do mundo, a Logos Hope possui um acervo com mais de 5.000 livros de diferentes segmentos, áreas e estilos literários, mas com foco maior voltado à leitura cristã, com preço mais barato do que o praticado no mercado. O navio fica em Salvador até o dia 5 de novembro, com entrada a R$ 5 por pessoa.
A embarcação que é operada pela GBA-Good Books For All uma organização de origem cristã alemã, o Logos Hope começou a funcionar em 2009. O navio conta com 9 andares e tem capacidade para uma média de 450 pessoas. É o maior navio da organização, que já possuiu também os navios Logos, Doulos e Logos II, que juntos já passaram por mais de 160 países, n’um total de mais de  46 milhões de visitas ao longo da existência, desde os anos 70.
O Logos Hope foi envolvida em polêmica mesmo antes de atracar no Porto De Salvador. A livraria flutuante  fez uma postagem de cunho discriminatório, na rede social Facebook da livraria, onde pedia para os seguidores orarem por “proteção, força e sabedoria para os tripulantes durante a permanência do navio em Salvador, que Salvador era uma cidade conhecida pela crença das pessoas em espíritos e demônios”. 
A publicação gerou um grande desconforto e críticas à organização internacional, que na abertura da livraria aqui em Salvador, nesta sexta (25), ainda não sabia esclarecer para imprensa, de onde haviam feito aquela postagem. “Ainda estamos identificando quem foi a pessoa que falhou com esse tipo de informação”, explicou o diretor da ONG OM-Operação Mobilização, Márcio Lugão, que é quem defende os interesses da Logos Hopes e que tem como um dos objetivos levar conhecimento aos quatro cantos do mundo através dos estudos bíblicos, das artes, do trabalho e do desenvolvimento.
Entidades baianas se manifestam por um boicote à visitação a embarcação, em represália a atitude inconsequente de caráter racista e de intolerância religiosa,  e em massa nas redes sociais é possível se acompanhar o grau de indignação do povo baiano, em particular o soteropolitano, envolvendo artistas, escritores, poetas e músicos, principalmente a Comunidade Negra, liderada pelos movimentos.
Foto: Roberto Leal

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domingo, 13 de outubro de 2019

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LIVRO DA RAINHA DO CONGO LANÇADO EM BIRMINGHAM

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A rainha Diambi Kabatusuila Diambi Mukalengna Mukaji wa Nkashama (Rainha da Ordem do Leopardo), da República Democrática do Congo, tem livro lançado em Birmingham, no Reino Unido.
O Congo faz parte do grupo de países africanos de etnia bantu. Os bantus foram os primeiros africanos que pisaram no solo brasileiro na época da colonização, e foram de suma importância para a nossa identidade cultural, pois eles contribuíram na formação do samba, na culinária, na linguagem, nos Candomblés de etnia bantu, nos cultos aos ancestrais, e nas práticas medicinais e ritualísticas que favoreceram o nascimento da Umbanda.
A rainha que recentemente visitou o Brasil, no inicio do ano, inclusive desfilando no Carnaval da Bahia, São Salvador da Bahia, no Afoxé Filhos do Congo, com certeza levou boa impressão do Brasil.
"Somos responsáveis pela nossa própria felicidade, por isso sorria muitas vezes, ajuda a entrar em contato com a nossa criança interior, que está sempre pronta para brincar com a vida". Diz Queen Diambi Kabatusuila.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

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ACADÊMICO GUINEENSE HUMILHADO EM ATO DE RACISMO EM CABO VERDE

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Doutorando em Ciencias Politicas Jorge de Pina Fernandes

 O professor guineense Jorge de Pina Fernandes, enviou uma carta a governantes cabo-verdianos na qual denuncia o que ele considera ter sido um tratamento desumano de que foi alvo no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Capital da Praia. A caminho do Brasil, onde é residente e conclui o seu doutoramento, Fernandes, que não precisa de visto para entrar em Cabo Verde, onde estava em trânsito, por ter passaporte guineense, descreve cenas de humilhação por parte da polícia de fronteira que o deteve por dois dias, tendo inclusive perdido o voo para Brasil.
O secretário de Estado das Comunidades da Guiné-Bissau, Malam Bacai Júnior, condenou nesta sexta-feira, 4, o tratamento dado pelas autoridades cabo-verdianas a Fernandes, enquanto o Governo de Cabo Verde ainda não se pronunciou. Nas redes sociais, há críticas de todo o lado e pedidos de investigação e medidas. Jorge de Pina Fernandes chegou ao aeroporto da capital cabo-verdiana no dia 1 de outubro a caminho do Brasil, onde é residente e termina o seu doutoramento.
Na fronteira, diz ter sido alvo de maus-tratos pelo policial do Serviço de Emigração e Fronteiras que lhe retirou o passaporte e o reteve por dois dias. “Seguiram-se sessões de humilhações, mandaram-me para o raio-X para comprovar que não carregava nada ilegal comigo, depois do nada consta da máquina, mandaram-me sentar num quarto lá do aeroporto à espera do… nada. Depois de mais de duas horas sentado, veio uma outra agente de nome Ângela (não consegui reter o sobrenome), começou a fazer-me várias perguntas e fui respondendo, por último perguntou-me o que eu fazia da vida, disse-lhe que era professor universitário e ela em tom de deboche, disse-me que também era professora, a família toda era e que não existia nada que eu poderia dizer que ele não sabia, aí falei, que bom. Então qual a razão da minha permanência aqui nesta sala há mais de duas horas? Perguntei a ela e ela “não sei, vim substituir o agente Tavares e ele não me passou a sua ocorrência, pelo que vais ter que aguardar o chefe chegar”, respondeu-me, Disse Jorge de Pina Fernandes.
 Com muitos detalhes, o cidadão guineense, que não teve acesso a um telefone para se comunicar com a pessoa que o foi recolher ao aeroporto porque, segundo um agente “não tinha esse direito em Cabo Verde”, conta que começou a filmar o que estava a acontecer como provas. “Vieram os dois (agentes) para cima de mim, numa ação brutal, deram-me um grampo e retiraram o meu telefone celular e me jogaram na cela, passado uns 20 minutos voltaram para a cela e obrigaram-me a desbloquear o meu telefone para apagar o vídeo das agressões verbais e físicas que tinham feito contra mim, o que recusei na hora, mas sob ameaça de deletarem tudo o que tinha no telefone, fui obrigado e desbloquear e apagar o vídeo”, diz Fernandes.
O professor universitário guineense esteve dois dias preso, “feito um animal, sob humilhações e coisas de baixo nível, sem o conhecimento da embaixada e muito menos da minha família e amigos que estavam todos aflitos sem saber do meu paradeiro”. Ele conta que foi então que surgiram “duas policiais do bem” que estranharam a presença dele lá e que depois de ouvir a história tiraram-no para fora “contrariadas com toda aquela situação, pediram-me desculpas e ligaram para o Dr. Cláudio Furtado que era a pessoa que iria receber-me na Praia”. Até agora, segundo a carta, ninguém pediu desculpas, à excepção das duas agentes, nem se responsabilizou pelo facto de ter perdido o voo para o Brasil.
O secretário de Estado das Comunidades da Guiné-Bissau, Malam Bacai Júnior, condenou o tratamento dado pela polícia cabo-verdiana e espera ter todos os dados para tomar "medidas adequadas". "A secretaria de Estado das Comunidades está completamente solidária com as reclamações do grupo de ativista, como cidadãos do mundo da CPLP e da CEDEAO e não podemos aceitar que um cidadão guineense seja tratado desta maneira", afirmou Bacai Júnior, esclarecendo que espera os esclarecimentos do Governo cabo-verdiano, mas que o seu Executivo “não vai aceitar e condenamos vivamente esse tipo de comportamento". Do lado de Cabo Verde não há reações do Governo, mas confrontado nesta sexta-feira, 4, por jornalistas o ministro da Cultura e Indústrias Criativas, Abraão Vicente, disse não ter dados para comentar. “É preciso ter todas as informações para comentar, havendo uma investigação aprofundada, iremos tomar as medidas adequadas", afirmou.
Na sua página no Facebook, a Liga Guineense dos Direitos Humanos pediu uma investigação aos acontecimentos e lembrou que "têm sido sistemáticos os relatos de comportamentos ilegais e abusivos dos agentes do serviço de migração e fronteiras de Cabo Verde contra cidadãos guineenses e de outras nacionalidades da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO)". A Liga pede "a abertura de um inquérito urgente e transparente, tendente à responsabilização criminal e disciplinar de todos os implicados neste ato hediondo”.
Nas redes sociais, as reações não se fizeram esperar e muitos exigem uma investigação e medidas. A professora universitária Iva Cabral, filha de Amílcar Cabral, afirma sentir-se “envergonhada”. “Sinto-me revoltada, indignada, mas igualmente envergonhada com a prisão ilegal de que foi vítima e do tratamento desumano com que foi tratado o pesquisador e académico guineense Jorge Fernandes pela polícia dos serviços de migrações e fronteiras. Esse tratamento desumano de que sofrem os cidadãos da CEDEAO parece estar sendo cada vez mais normal na fronteira cabo-verdiana ao contrário do que acontece com os visitantes europeus aos quais nem se exige visto!”, conclui
O ativista social cabo-verdiano César Scoffield Cardoso escreve que “a ser verdade (e já são demasiados relatos do gênero) isto é extremamente grave. Gostaria de ver um caso desses averiguado e que nos informem do resultado dos inquéritos”. Por seu lado, o economista e analista Paulino Dias afirma que “a ser verdade os factos descritos - e não vejo nenhuma razão para não o serem -, isto é grave. Muito grave. Pois que atentam contra os mais elementares direitos humanos num "Estado de Direito" que nos arvoramos em ser”.
Fonte: voaportugues.com
Foto: Divulgação



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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

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POETA CABO-VERDIANO VENCE PRÊMIO GUERRA JUNQUEIRO IN PORTUGAL

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Presidente cabo-verdiano vence prêmio Literário 2020
O escritor e poeta Jorge Carlos Fonseca, atual Chefe de Estado da República de Cabo Verde é o vencedor do Prêmio Literário Guerra Junqueiro, em Portugal, a ser entregue em 2020. O anúncio foi feito pelo próprio escritor Jorge Carlos Fonseca na sua página na rede social, acrescentando que recebeu a notícia com “surpresa e satisfação”. “Recebi a comunicação de que fui laureado com o Prémio Literário Guerra Junqueiro – Lusofonia, Cabo Verde-2020, por deliberação unânime do Júri”, escreveu lá.
A entrega do prêmio será feita em 2020, em cerimônia organizada para a ocasião, provavelmente na cidade da Praia, em Cabo Verde, na Costa Ocidental de África, indica a mesma fonte. Este Prêmio é atribuído desde 2017, no âmbito do FIL – Festival Internacional de Literatura – realizado em Freixo de Espada à Cinta, terra natal do escritor Guerra Junqueiro, sendo a organização do Município e da Editorial Novembro. Em 2017, foi conferido ao poeta português Manuel Alegre; em 2018, ao poeta português Nuno Júdice; em 2019, ao escritor, poeta, jornalista e músico também português José Jorge Letria. Desde a criação do Prêmio nunca antes um estrangeiro tinha sido contemplado.
O festival literário tem por base a vida e obra do poeta Guerra Junqueiro (1850-1923), tido como “uma referência inquestionável da literatura portuguesa” e com raízes em Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança. O escritor e poeta é autor de várias obras literárias, dentre elas: “A sedutora tinta de minhas noutes” Rosa de Porcelana Editora/2019, depois vem “O silêncio acusado de alta traição e de incitamento ao mau hálito geral” Spleen Editores/1995, “Porcos em delírio” Artiletra/ 1998, “O albergue espanhol” Rosa de Porcelana Editora/2017, num conjunto de mais de duas dezenas de livros publicados, na maioria, técnicos em Direito Penal, Processual Penal e Constitucional  e com certeza deve ter sido esse critério que o levouao reconhecimento e a ser premiado pelo conjunto da sua obra. 
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação/Inforpress


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terça-feira, 1 de outubro de 2019

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LAÇOS LITERÁRIOS ENTRE BRASIL E ÁFRICA IN SEMINÁRIO

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Brasil & África dentro das afinidades literárias


A UBESC - União Baiana de Escritores promove na sexta-feira (11/10/2019), das 18:30 às 21:30 horas, na Livraria Saraiva – Espaço Glauber Rocha, no Shopping da Bahia (Av. Tancredo Neves 148, Caminho das Árvores – Iguatemi Salvador/BAHIA-Brasil) O Seminário com o objetivo de comemorar o "Dia Mundial do Escritor", quando com a temática uma abrangente da Literatura tanto negra, como da periferia, como de um povo e de África, é o que promete o tema “Literatura Negra - Laços literários entre Brasil & África”.

O evento que será mediado pelo jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua (idealizador do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia), terá a participação da professora, crítica literária e escritora Jovina Souza, autora do livro de poesias negras "O amor não está" que trabalhará na abordagem de um dia de aprendizado no Quilombo mais antigo das Américas, o Quilombo que nunca foi vencido. Ela que já tem trilhado territorios como África do Sul e Marrocos. E ainda, África como narrativa para uma identidade e também professora, escritora e militante da UNEGRO Margarete Carvalho, autora do romance "Alma Cativa”, que abordará a Literatura negra a partir de uma perspectiva afro-fruturista, ela que fez a conexão Brasil-Tunísia-Estados Unidos recentemente.

Do jornalista, escritor e editor da revista angolana de Literatura “Òmnira” Roberto Leal, autor de "Letras Pretas Cruas & Nuas – Poesias com Luta & Contos de amor” que levará a necessidade da garimpagem de novos talentos da Literatura africana de Língua Portuguesa, com o objetivo de resgatar o tempo perdido com o período escravocrata colonial, como também, o incentivo à leitura, como uma maneira de avançar na construção de uma educação mais avançada”, ele que tem um trabalho em países como: Angola. Cabo Verde, Guiné Bissau e Moçambique e do jornalista, escritor e poeta Valdeck Almeida de Jesus, mais conhecido como  " O Rei dos Saraus", organizador da antologia “Poéticas periféricas - novas vozes da poesia soteropolitana”, que abordará a semelhança entre os temas que poetas utilizam em suas respectivas escritas, a partir de um caso concreto, o livro Brasil e África: laços poéticos, dos autores Dye Kassembe, Walter S, Eduardo Quive e Valdeck Almeida de Jesus... Falará ainda das experiências vividas no Salão do Livro de Genebra, Parlamento Internacional de Escritores da Colômbia, Encontro de Escritores do Chile e das Festas Literárias Internacionais de Jequié, Santo Estevão e Chapada Diamantina na divulgação da literatura negra e periférica. Valdeck que é um representante da poesia brasileira na América Latina e Europa.

O evento é uma realização da UBESC-União Baiana de Escritores e revista angolana de Literatura “Òmnira”, com o apoio do site: Galinha Pulando, do Movimento Literário Kutanga/Angola e da Livraria Saraiva. Mais informações: +55 71 98736-9778 WhatsApp.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Banner/Divulgação










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