domingo, 22 de maio de 2016

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Professor Germano Machado & 90 Anos de uma Lenda

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Por: Roberto Leal

Germano Machado um homem de muita CEPA
O professor Germano Machado, completará 90 anos de vida, no próximo dia 28/05. Filósofo, professor, jornalista e escritor, membro da Academia de Letras e Artes Mater Salvatoris (ocupante da cadeira Nossa Senhora da Encarnação), membro da UBESC - União Baiana de Escritores, presidente fundador do CEPA - Círculo de Estudo Pensamento e Ação. Germano Machado é profundo conhecedor da vida e obra de Ruy Caetano Barbosa de Oliveira, conhecido “Ruy Barbosa”, sendo considerado, na atualidade, um dos últimos ruístas vivos da Bahia. Professor universitário aposentado (UFBA e UCSAL), Germano Machado também integra uma plêiade de intelectuais baianos, sendo membro atuante de academias representativas, de Salvador, assim como, de segmentos culturais, educacionais e religiosos.
No ensejo das comemorações alusivas aos 90 anos de nascimento desse intelectual e agitador cultural baiano, descendente de portugueses, o CEPA através de seus membros e entidades parceiras, prestará homenagens ao professor Germano Machado, na realização de eventos institucionais no decorrer de todo o ano de 2016, inclusive com homenagem já agendada para junho na Biblioteca Pública do Estado em evento da UBESC – União Baiana de Escritores.
A primeira homenagem se fará realizar no dia do seu ANIVERSÁRIO, que terá comemoração no Instituto Feminino da Bahia (Rua do Politeama, 2 – Politeama/Centro, Salvador/BAHIA-Brasil), no próximo dia 28/05 (sábado), às 17 horas, com a realização de uma missa de Ação de Graça e em seguida o aniversariante estará lançando  e  autografando a sua mais recente obra literária  “Sintetismo Filosofia da Síntese” em 2ª Edição - publicado pelo Selo Assembléia Legislativa da Bahia, em uma iniciativa do Deputado Estadual Zé Neto.
A obra em primeira edição
Germano Machado para que não conhece é mentor intelectual de vários projetos que deram origem a muitas publicações, a existência de um número maior de organismos culturais na Bahia, particularmente em Salvador, diante dos seus ensinamentos, incentivos e apoio a alunos, jornalistas, escritores e poetas baianos, dentre eles: o poeta Elizeu Moreira Paranaguá, o jornalista Roberto Leal, o museólogo Alexandro Santos e entidades como: Artpoesia, Revista Òmnira, GAC - Grupo de Ação Cultural da Bahia e tantos outros; além de ter dezenas de livros publicados e editados centenas de publicações; tem uma atuação jornalística de mais de 50 anos, incorporada ao ensino superior. Germano Machado na Bahia é uma lenda viva que tem um pensamento que ele não cansa de repetir “Para frente e para o alto, eis o caminho!”. 
Mais informações Telefones: (71) 98688-8096 – 98454-0267.

Fonte: ASCOM/UBESC
Foto: Roberto Leal

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sábado, 21 de maio de 2016

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Exposição "Trajetável" lança o Movimento Catamísto no Brasil

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Por: Roberto Leal


André Soares otimista com o Catamísto no Brasil
A exposição “Trajetável” do artista plástico pernambucano André Soares Monteiro teve lançamento, nessa quinta-feira (19/05) e vai até o mês julho, na Estação das Artes, em João Pessoa/PB, pontuando a “Semana Nacional dos Museus” com boas reflexões sobre o patrimônio cultural brasileiro. A exposição conta a trajetória sustentável do artista idealizador do Movimento Catamisto, cuja técnica de pintura cata e mistura o lixo, material em desuso e descarte, transformando-os em arte humanitária.
A exposição permanecerá na Paraíba por dois meses. O evento teve a abertura oficial, às 10 da manhã, com a visita de um grupo de professores do IFPE - Instituto Federal de Pernambuco, em fase de elaboração do Curso de Pós Graduação - Especialização em Educação Ambiental. "Visamos possíveis namoros epistomológicos entre a arte e a disciplina de resíduos sólidos, por exemplo," definiu o professor Marcos Moraes Valença - que liderava o grupo - quando perguntado sobre a finalidade da visita à exposição do artista pernambucano André Soares Monteiro na construção da grade currícular da Especialização.

A exposição faz parte de uma articulação entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Complexo Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes – Unidade Desconcentrada da Secretaria de Educação e Cultura do Município de João Pessoa (PB) e a Representação Norte Nordeste da Fundação Nacional de Artes - Funarte, do Ministério da Cultura, MinC. E tem a produção executiva e assessoria de comunicação da Biodiverso Soluções..
Nesta temporada de dois meses na Paraíba, André Soares Monteiro ganha, pela primeira vez, uma dupla curadoria feita por Lúcia França (curadora e vice-diretora da Estação das Artes, na Paraíba) e Maria Fachini (curadora e coordenadora de Exposição da Torre Malakoff, em Pernambuco) o que significa mais liberdade e desafios criativos para a sua obra sustentável.
A exposição se apresenta como uma grande e biodiversa instalação. São obras e painéis de todos os tamanhos, ambientados pelas figuras arquetípicas de André Soares Monteiro.
Movimento surge agregando artistas plásticos

 O Movimento Catamisto vai ganhando o Brasil e o mundo através da exposição Trajetável - Trajetória Sustentável de André Soares Monteiro fortalece o Movimento Catamisto que nasce com 32 artistas de várias vertentes fazendo uma corrente de divulgação.  O Movimento Catamisto vai ganhando o Brasil com a adesão de artistas como: Paulo Lionetti, J. Luiz Milha, Alexandre Almeida, Wilson Luiz, Jader Damaná, Kadna Cordeiro, Alancacio Carneiro, Leopoldo Nóbrega, Thiana Santos, Gil Almeida, Sucateando de Nido Pedrosa, Trinkda, Valmir Reginaldo, Eliaquim Antonio, Luiz Carlos Santos, Miguel Igreja, Alfonso Pepe, Bazévian, Cláudia Cruz, Petrus Vinicius, Paulo Emilio Campos, Jacaré, Rafa Mattos, Augusto Ferrer, Cine Clube Cidadania, Adriano Cabral, João Sávio. “Essa é uma exposição de estreia do Movimento Catamisto no Brasil, onde o nosso movimento toma corpo e recebe adesão de vários artistas de diferentes vertentes das artes plásticas e isso é um bom começo”, comemora André Soares.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Divulgação


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terça-feira, 3 de maio de 2016

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Somos um Brasil de Marias, Josés e Anas

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Povo brasileiramente nomeado
Segundo levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro Geográfico e Estatística, que tem como base o CENSO 2010, dentro do projeto denominado de “Nomes do Brasil”, Maria é o nome mais popular, com 11,7 milhões de registros; depois vem José com 5,7 milhões; Ana com 3,1 milhões e João com quase 3 milhões, por muita coincidência todos são nomes bíblicos. No que diz respeito aos nomes que mais cresceram nos últimos anos, Cauã lidera a lista (por influência do ator Cauã Reymond), com um aumento de 3.924% na frequência, durante os anos 2000. O coordenador do Projeto Nomes do Brasil, Carlos Lessa, confirma que os famosos influenciam as escolhas das famílias brasileiras, mas, diz que a relação nem sempre é clara.
Entre os nomes mais curiosos apresentados pela pesquisa, chamaram a atenção o da cidade-sede dos próximos Jogos Olímpicos, 66 brasileiros se chamam Rio; 1.138 cidadãos tem o nome de Brasil homenageando o próprio país. Os líderes soviéticos como Lênin 478 e Stalin 110 não foram esquecidos; assim como o fascista Mussolini 41; o nazista Hitler 188; os presidentes americanos Roosevelt 1.768 e Nixon 803, o ex-presidente brasileiro Lula 231; os jogadores Messi 76 e 112 brasileiros se chamam Pelé. 
E no ranking dos nomes mais curiosos e surpreendentes estão os cidadãos chamados: Florida 293, Sibéria 334, Havana 157, Cão 85, Madruga 30, Homem 101, Mulher 189, Criança 89, Russo 87 e Brasileiro 41. N’uma eficiente compilação de 130.348 mil nomes (72.814 mulheres) entre os 200 milhões de registros, ainda temos 40 Fulanos e 24 Beltranos; não tem nenhuma Onça, mas tem 117 Antas; transitando por ai existem 26 Novinhas, 1.606 Delícias e o nosso país abriga ainda nos seus Cartórios de Registros Civis, mais de 90 Xanas e apenas 21 Rolas somente e sobrando tempo para termos 161 Ricos, porem ninguém ousou registrar o filho com o nome de Pobre. Mais curioso é que existem também 55 Gordos e nenhum Magro; pelo país têm 132 Reis e 77 Rainhas, não tem nenhum Pastor, mas, são 991 brasileiros com o nome de Padre. é pouco ou vocês ainda querem mais?
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

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Aumenta Interesse por Literatura no Brasil

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*Por Roberto Leal

E os números não acompanham a realidade das agendas culturais
Segundo levantamentos do Ministério da Cultura que dão conta que o número de eventos ligados a Literatura vem aumentando gradativamente no Brasil, de 257 grandes eventos em 2013, mais da metade na Região Sul (137), para mais de 320 em 2014, levantamento esse do Jornal O Globo. Em 2015 a estatística se manteve e 2016 esse número deve ficar novamente acima das três centenas, com expectativa de um aumento, diante do crescimento e do surgimento de novos leitores, do aumento do grande número de novos escritores, de novos movimentos literários e entidades culturais, além do surgimento de novas editoras independentes e projetos voltados para o setor.
No entanto não só o número de eventos literários cresce na Agenda Cultural de cada região, de cada estado, de cada cidade, de cada capital brasileira, crescem também o número de frequentadores desses escassos espaços e diante desse aumento crescente dos espetáculos literários, inclusos ai, os de rua, de praças e esquinas, como também os chamados: itinerantes. Ainda se questiona a cheios pulmões: como ainda se lê pouco em nosso país?

A questão se mostra um tanto pertinente, tendo em vista que a multidão que corre para as feiras literárias chega a criar uma rivalidade numérica com os grandes eventos: shows, micaretas e festivais produzidos e patrocinados pelas grandes cervejarias, só que em uma proporção um pouco menor, é claro! A importância desses eventos vai além da demonstração de que o livro tem o seu público, conforme analisam os próprios escritores. Feiras, encontros de escritores, saraus e recitais, uma gama muito grande de outros eventos literários, que mesmo classificados em outras categorias que não as grandes Feiras, onde “algumas” esquecidas em suas regiões fazendo mesmo a diferença e não são esquecidas pelas estatísticas, mas, são números, incentivam a retomada do debate em torno da literatura, por meio de atividades como: trocas de publicações, bate papos com autores, interação e intercâmbio entre leitores, escritores, editores e pessoas ligadas à área.

Não nos deixa dúvidas de que o motivo principal e que dá muita importância ao ressurgimento das feiras literárias no Brasil, segundo afirmam, foi com o sucesso da Festa Literária Internacional de Paraty, no Rio de Janeiro; como hoje também se pode muito esperar da promessa de a Bahia ter motivos para comemorar com a enorme surpresa que é a FLICA - Festa Literária Internacional de Cachoeira, no Recôncavo baiano; como discordo que dessas estatísticas fiquem de fora o Belô Poético de Montes Claros/MG; o ENEB-Encontro de Escritores Baianos, em Salvador/BA e tantos outros eventos que muito significam em contribuição para o aumento e crescimento de uma cultura, já a muito massacrada pelo sistema, mas, mostra que a “nossa resistência” vem apresentando resultados significativos e que os números não acompanham a real situação.
Desde 2006, que o BNDES investe em projetos do mercado editorial brasileiro, empregando mais de 1,2 bilhões de reais para financiar idéias que fomentem a leitura, uma parte significativa dessa quantia destinou-se exclusivamente para Feiras e eventos literários. “Quem não lê, pouco sabe/em nada opina, só ouviu dizer”.


*Roberto Leal é jornalista e escritor, é editor da revista de Literatura Òmnira (do Brasil), autor de vários livros, dentre eles “Cárcere de Poemas” Ed. Òmnira/BA-2000 e “C’alô & Crônicas Feridas” Ed. Òmnira/BA 2015 (3ª Edição). É Fundador do Movimento Literário Kutanga (Angola) e da ALA-Academia de Letras de Angola, é também presidente da UBESC - União Baiana de Escritores/BA-Brasil.
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sábado, 16 de abril de 2016

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A POÉTICA GUINÉCABOVERDEENSE DE “LARBAC”

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O "Pai Grande" de Guiné a Cabo Verde
Amílcar Cabral nasceu em Bafatá, na Guiné-Bissau, em 12 de Setembro de 1924 e faleceu em Guiné/Conacri, no dia 20 de janeiro de 1973. Foi um político da Guiné-Bissau e de Cabo Verde, Filho de Juvenal Lopes Cabral e de Dona Iva Pinhel Évora, quando contava com oito anos de idade, sua família mudou-se para Cabo Verde, instalando-se em Santa Catarina, Ilha de Santiago, depois em Mindelo, na Ilha de São Vicente, cidade em que adotou desde a infância, onde completou os estudos em 1943. Á época ainda não se sentia com capacidade para auxiliar o pai na cruzada em favor de Cabo Verde, mas, já tinha plenos conhecimentos dos problemas que enfrentava o seu país; porque o pai, desde cedo, o conscientizava. É quando se descobre também um poeta romântico, porém revolucionário, seguindo passos de outro líder negro africano da época Agostinho Neto, de Angola.  “Larbac” era assim que assinava os seus poemas de amor que escrevia: Devaneios, Quando Cupido Acerta no Alvo e Arte de Minerva, dentre muitos. Escritos denunciaram influências clássicas de poetas como: Casimiro de Abreu e Gonçalves Crespo, autores que conheceu no Liceu em Mindelo. O lirismo de Larbac (anagrama de Cabral) não se evidencia pela sua originalidade, e sim pela pura sutileza que revelava a sua sensibilidade amorosa. E é esse romantismo que passa para a sua prosa de adolescente e até seus contos ganhando características. Todavia, na sua produção literária, destacavam-se textos políticos, culturais e poesias.



Aos 18 anos, atuou na imprensa, antes de seguir para Portugal para estudar agronomia. Longe de casa, escrever poemas é a melhor maneira do desterrado se sentir deitado ao colo da mãe África, como escreveu no belíssimo poema Regresso, uma indescritível declaração de amor a África.  Ao retornar, em 1952, traz no peito não só os versos, mas o anseio de libertação que o tornara “O  pai grande” da nacionalidade de sua pátria e foi assim que liderou, quatro anos depois, a criação do Partido Africano para a Independência da Guiné e de Cabo Verde (PAIGC). Seus versos que atravessaram o Atlântico e inspiraram do lado de cá alguns dos grandes poetas negros brasileiros, dentre eles, os poetas Paulo Colina o Luís Silva (o Cuti – membro do Movimento Quilombhoje Literatura, de São Paulo) e o Hamilton Cardoso, que batizou seu filho com o nome de Amilcar, em homenagem ao herói nacional “guinécaboverdeense”.

Amilcar Cabral em missivas
Nos saraus que os militantes do Movimento Negro realizavam nas décadas de 70/80, aqui no Brasil era impossível não ver e ouvir poetas declamando seus versos: “Quem é que não se lembra / Daquele grito que parecia trovão?! / – É que ontem / Soltei meu grito de revolta. /Meu grito de revolta ecoou pelos vales mais longínquos da Terra, / Atravessou os mares e os oceanos, / Transpôs os Himalaias de todo o Mundo,/ Não respeitou fronteiras / E fez vibrar meu peito…” Em seu peito guerrilheiro, batia forte um coração revolucionário e patrioticamente apaixonado, batia também sem se furtar a homenagear as mulheres negras, como no poema Rosa, “Chamam-te Rosa, minha preta formosa / E na tua negrura / Teus dentes se mostram sorrindo. / Teu corpo baloiça, caminhas dançando, / Minha preta formosa, lasciva e ridente / Vais cheia de vida, vais cheia de esperanças / Em teu corpo correndo a seiva da vida…

Em 2001, Amilcar Cabral virou documentário nas lentes da cineasta Ana Ramos Lisboa, com depoimentos de pessoas que conviveram com ele, dentre elas, a sua esposa Ana Maria, a única testemunha do crime de execução em que foi vítima, em 1973 e que o apresentou não só como político, mas, como poeta também e como um humanista, que desempenhou um papel fundamental para o crescimento cultural, tanto de Cabo Verde quanto da Guiné-Bissau.  O livro Cartas de Amílcar Cabral a Maria Helena: a outra face do homem, Ed. Rosa de Porcelana/Praia-Cabo Verde, reúne 53 cartas escritas por Amílcar Cabral a sua esposa Maria Helena Vilhena Rodrigues, entre 1946 a 1960, obra organizada pela sua filha Iva Cabral mostra um pouco de tudo isso. Um pensamento de Larbac é uma ferramenta sempre atual para que se trabalhe a falta de lembranças "O nosso povo africano sabe muito bem que a serpente pode mudar de pele, mas é sempre uma serpente", dizia Amílcar Cabral.


Regresso

Mamãe Velha venha ouvir comigo
O bater da chuva lá no seu portão.
É um bater de amigo
Que vibra dentro do meu coração

A chuva amiga, Mamãe Velha, a chuva,
Que há tanto tempo não batia assim...
Ouvi dizer que a Cidade-Velha
– a ilha toda –
Em poucos dias já virou jardim...

Dizem que o campo se cobriu de verde
Da cor mais bela porque é a cor da esp’rança
Que a terra, agora, é mesmo Cabo Verde.
– É a tempestade que virou bonança...

Venha comigo, Mamãe Velha, venha
Recobre a força e chegue-se ao portão
A chuva amiga já falou mantenha
E bate dentro do meu coração!

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Divulgação


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sexta-feira, 25 de março de 2016

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Intercâmbio Literário Brasileiro vai a Cabo Verde

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Capa: João Timane (Moçambique)
O jornalista, escritor, editor da revista brasileira de Literatura “Òmnira” e presidente da UBESC – União Baiana de Escritores, o brasileiro Roberto Leal; vai a Cabo Verde/África, nos próximos meses de maio/junho, acompanhado da escritora, poetisa e assessora Delci Silva Leal, quando ministrará “Formação Básica em Criação Literária” para poetas, escritores, estudantes e interessados; ministrará palestras abordando a questão do “Incentivo a Leitura”; promoverá visita a escolas e universidades; fará doação de livros infantis de autores baiano/brasileiros; lançará obras literárias; ministrará curso e apresentará uma exposição de publicações em livros e revistas, da produção literária africana produzida pela Editora Òmnira, de Salvador, da Bahia, Brasil.


Roberto Leal que é autor de vários livros lançará sua obra de mais sucesso “C’alô & Crônicas Feridas” que já está na 3ª edição, livro de poesias e crônicas do cotidiano de um cidadão socialista; será lançada também a edição número 12 da revista Òmnira com trabalhos de escritores de: Angola, Brasil, Moçambique e Cabo Verde. O projeto faz parte do intercâmbio desenvolvido pela UBESC e Revista Òmnira, com os países de África de língua portuguesa; que tem como representante a escritora e poetisa Delci Silva Leal que estará autografando todos os números da revista, como também estará coletando contatos de escritores contemporâneos que estejam interessados em ver suas obras publicadas no Brasil “o trabalho da UBESC e a oportunidade que é a porta aberta da revista Òmnira, sabemos que é um grão em toda uma colheita, mas, é um grande início, principalmente para os inéditos” disse Delci Leal.
Ilustração Amilcar Cabral: Divulgação

A revista Òmnira homenageia o líder negro sul-africano Nelson Mandela, retratado  em exclusivas ilustrações de capa e para matéria interna pelos artistas plásticos moçambicanos João Timane e Pinto Zulo; trazendo ainda nas suas páginas a trajetória poética cabo-verdiana nas poesias do poeta revolucionário guineense Amilcar Cabral e mais: poesias, contos e crônicas de escritores novos de Angola, Brasil e  Cabo Verde a exemplo de Eduardo Tchandja e Carlos Fortes Lopes.  

Recém chegado de Angola Roberto Leal leva para essa turnê que deve acontecer em Praia, Ilha de Fogo e Mindelo, tudo que ele tem disponibilizado para que novos talentos literários possam surgir na CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. “O importante, tem sido a garimpagem internacional de talentos perdidos, onde no nosso intercâmbio, eles têm o apoio necessário para poderem iniciar um trabalho literário promissor”, comemora Roberto Leal o sucesso do projeto.

Mais informações: +55 71 986888096 ou lealomnira@yahoo.com.br, ou ainda www.fundacaoomnira.com.br


Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Jornalista e editor Roberto Leal




Poetisa Delci Silva Leal
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domingo, 10 de janeiro de 2016

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Encontro de Escritores de Língua Portuguesa acontece em Cabo Verde

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De 1 a 3 de fevereiro, acontece na província de Praia, em Cabo Verde, o VI Encontro de Escritores de Língua Portuguesa. De Angola já estão confirmadas as participações de Ana Paula Tavares, José Luís Mendonça e Luandino Vieira (foto).
Com organização da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), serão debatidos os temas “A Literatura e a Diáspora”, “A Literatura e a Insularidade” e a “Poesia e a Música”.

“Este encontro, em torno da língua portuguesa, contribui para o diálogo e enriquecimento recíproco entre escritores dos diferentes continentes. Nele participarão escritores representativos e publicamente reconhecidos de todos os países de língua portuguesa e, ainda, da região administrativa especial de Macau”, explica a assessoria.


Apesar de encerrar no dia 3, o evento prevê ainda uma visita ao Tarrafal no dia (4) seguinte, com sessão literária e lançamento de livros. Além dos três angolanos, estão já confirmadas as presença de Abraão Vicente, Germano de Almeida e Vera Duarte (Cabo Verde); Odete Semedo (Guiné-Bissau); Luís Patraquim e Paulina Chiziane (Moçambique); Goretti Pina (São Tomé e Príncipe); João Paulo Cuenca (Brasil); João de Melo, José Carlos Vasconcelos, José Fanha, José Luís Peixoto, Miguel Real e Zeca Medeiros (Portugal); Luís Cardoso “Takas” (Timor Leste); Ricardo Pinto e Yao Jing Ming (Macau).
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

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Idoso chora ao ser alimentado por aeromoça

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A solidariedade em lágrimas
As vezes certas gentilezas são na verdade, atos de pura bondade. E sem dúvidas, a aeromoça Fan Huesong, é um exemplo deste tipo de ação em pessoa e emocionou não só ao senhor a quem ajudou, como também diversas pessoas ao redor do mundo depois que o "Daily Mail" tornou pública essa emocionante história.
Há dois anos, Fan Huesong trabalha como comissária de bordo da companhia aérea Hainan Airlines, de origem chinesa. A empresa, que tem mais de 1,6 milhões de seguidores em sua página do Facebook, tornou pública a boa ação da funcionária, que auxiliou um idoso debilitado durante um voo que ia de Zhengzhou para Hainan, no sul da China.
O senhor Niu, de 71 anos,  sofreu um derrame que o impossibilita de conseguir segurar talheres na hora das refeições. Porém, antes mesmo da hora da refeição, Fan percebeu as necessidades do idoso e o levou até a primeira classe, por conta da preferência. Após algumas horas de viagem, ao servir o almoço, a aeromoça notou as dificuldades do senhor para alimentar-se e o aux
“Quando eu comecei a dar a comida em sua boca, ele inesperadamente começou a chorar”, contou a funcionária da Hainan Airlines. Ela também comentou que teve de trocar o alimento do idoso de arroz para 'noodles’, já que ele apresentava muita dificuldade para mastigar os grãos.
Um passageiro que estava sentado nas proximidades do senhor Niu não conseguiu conter o apreço pelo momento emocionante, tanto para ele, quanto para Niu e Fan e decidiu registrar o momento em fotografias.
Foto: Divulgação
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sábado, 26 de dezembro de 2015

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África: no Berço da Humanidade Nasceu Jesus

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Jesus Cristo in África
Os Evangelhos dizem de uma maneira muito clara, explicitando nos escritos que Jesus nasceu em “Belém de Judá(ver Mt 2,1 cfr. 2, caps. 5.6.8.16), (Lc caps. 2, 4.15), (Jo caps. 7, 40-43). Nos tempos antigos, a cidade de Belém de Judá foi considerada território de África. Até a construção do Canal de Suez, Israel fazia parte da África. Esta visão perdurou até 1859, quando um engenheiro francês Ferdinand de Lesseps foi designado para projetar e construir o Canal de Suez. A partir daí, foi à África separada não somente geograficamente, mas, sobretudo na exclusão de parte dessa história, cultural e antropológica do que hoje se conhece por Oriente Médio. Uma conhecida extensão milenar da África que passa a figurar nos mapas como se fora pertencente à Ásia. Jesus nasceu na África!
Quero dizer para vocês que há grandes indícios de que Jesus Cristo era mesmo negro. Jesus era a presença negra na linhagem familiar. Diz-se da arvore genealógica de Jesus ter sido misturada com a linha de Cam, desde os tempos passados nos cativeiros no Egito e na Babilônia. Dos antepassados de Jesus através de Cam, no lado feminino desta mistura étnica, haviam cinco mulheres mencionadas na genealogia de Jesus Cristo, foram elas: Tamar, Raabe, Rute, Bateseba e Maria (ver Mateus cap. 1: vers. 1-16) essas senhoras mencionadas eram de descendência de Cam.  De maneira que Jesus pode ser aclamado etnicamente pelos povos semitas e descendentes de Cam.

Jesus pertenceu a tribo de Judá, uma das tribos Africanas de Israel mais tradicionais. Seus ancestrais masculinos vêm da linha de Sem (o que quer dizer: miscigenados). Os antepassados de Jesus através de Cam são narrados em Gênesis cap. 38. É quando Tamar, a mulher Cananéia (Negra) fica grávida de Judá, e dá à luz aos gêmeos Zerá e Perez, formando a Tribo de Judá, verdadeiros antepassados do rei Davi e de José e Maria, os pais de Jesus. 
Pedra de Jaspe
Não foi por acaso que Deus enviou Maria e José para o Egito com o propósito de esconder o menino Jesus do rei Herodes (Mateus cap. 2: ver. 13). Jesus se escondeu por entre os negros. Ele jamais poderia ter sido escondido no norte da África se fosse um menino branco, se não tivesse traços étnicos daquele povo. Não pela proteção militar, já que nessa época o Egito era uma província sob o domínio romano, mas, porque o Egito era um país habitado por pessoas reconhecidamente negras.  Sendo assim, José, Maria e Jesus não teriam passado de mais uma família negra, entre os negros, sendo que tinham fugido para o Egito, com a única finalidade de esconder Jesus, de Herodes, que tinha dado ordens para que matassem o menino. Se Jesus fosse branco, loiro e de olhos azuis, teria sido reconhecido, teria sido difícil esconder-se entre os egípcios negros sem ser identificado. O povo “hebreus’, foi um povo muito parecido com o povo ‘egípcios”, caso contrário teria sido difícil reconhecer uma família hebraica entre os egípcios Negros. Foi no Egito que o povo de  Israel  teve seu auge da negritude, foi quando setenta israelitas entraram no Egito e lá se instalaram  durante 430 anos, trinta anos como hóspedes, e os outros 400 anos  cativos, eles e seus descendentes contraíram matrimonio com não-israelitas, chegando a mais de 600.000 homens, mulheres e crianças. Foi quando deixou o Egito uma multidão miscigenada. Etnicamente, os antepassados de Jesus foi uma combinação de afros com asiáticos. 
Em Apocalipse cap. 1: ver. 15, a Bíblia Sagrada é clara quanto à negritude de Jesus, diz que a epiderme de Jesus era semelhante pedra de jaspe e de sardônio. Segundo as escrituras porque Jesus era chamado de “Cordeiro de Deus”? Não seria pelo seu cabelo lanoso (dreads looks)? Que ai é comparado a lã de cordeiro, e os pés com a cor de bronze queimado (ver Apocalipse cap. 1:ver.15), com uma aparência semelhante pedra de jaspe e de sardônio (ver Apocalipse  cap. 4: ver. 3), que são geralmente pedras amarronzadas ou enegrecidas, como quiser. Como também as cores das pedras de jaspe e sardônio não são únicas e absolutas, são tidas em diversas versões de cores.
Pedra de Sardônio
Pensemos juntos! Podemos continuar a orar para um suposto Jesus Cristo branco, de cabelos lisos e de olhos azuis que nos foi imposto em exemplos de imagens, desenhos e em registros fotográficos. Mas como explicar, um Cristo que caminhava descalço pelo deserto de Israel, na pregação do Evangelho, a um sol escaldante, acima dos 40 graus de temperatura, por onde viveu isso por 33 anos? Mesmo que quisesse, não seria branco, devido ao castigo imposto pelo sol a sua epiderme/melanina.  Que mal nos faria orar a um Jesus Cristo negro, de olhos amendoados castanhos e lábios grossos de Azeviche, com seus cabelos no estilo dreads looks, cuidadosamente lanoso? Arrisco-me a dizer que o que vai importar nessa hora é a sua fé, ela é quem vai lhe trazer as energias positivas que sua oração pode lhe retransmitir; ela é quem pode fazer muito por você em um momento de meditação; em um momento de aflição ou também em um momento de tamanha alegria e agradecimento... Acredito que fé não tenha cor, não tenha raça, não tenha tribos ou povos; como placa de templo não salva cristão e como o fanatismo não é a o dono da verdade!
Mesmo com essas controvérsias que nos acompanham há centena de anos, podemos continuar afirmando que a “África é o berço da humanidade” e nesse leque de controvérsias não nos restam dúvidas que o primeiro fóssil humano encontrado, foi o de uma mocinha de 20 anos e 1,20 metros de altura, segundo pesquisa diz-se provavelmente morta por um crocodilo, e que ficou enterrado intactamente cerca de 3,2 milhões de anos sob areais da Etiópia, até ser descoberta em 1974. Durante algum tempo, Ficando conhecida como: Lucy, essa Australopithecus afarensis, que durante muito tempo foi reconhecida como sendo Eva. Fatos e pesquisas mais recentes dão conta de uma equipe liderada pelo paleontólogo Yohannes Haile-Selassie, da Universidade da Califórnia, ter encontrado restos de outros fósseis pertencentes a moradores que viveram nessa mesma região da África, também há 3,2 milhões de anos. A novidade fica por conta que esses foram classificados como sendo de uma subespécie primitiva, batizada de Ardipithecus ramidus kadabba. Tem-se outro registro de que no Quênia, um fóssil de crânio achado, pertenceu a quem viveu há cerca de 3,5 milhões de anos - 300 000 anos antes de Lucy e seus contemporâneos. De uma coisa não podemos ter duvidas, foi na África onde tudo começou e ao menos isso, não podemos negar, sem que tenha que explicar, tanto pelo Jesus Cristo negro como pela existência da humanidade!

*Roberto Leal

Jornalista, escritor e editor da Revista de literatura Òmnira. Autor de “C’alô & Crônicas Feridas” 3ª Edição - Ed. Òmnira/BAHIA-Brasil 2015. É presidente da UBESC - União Baiana de Escritores.
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

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Superando dificuldades de empresário a escritor

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        O empresário da Construção civil, que vive construindo estórias de vida para serem                  contadas e também para serem vividas.


Um predestinado a construir história
A CONSERP é uma empresa que surgiu no ramo da Construção Civil em 1984 e a sua atividade principal é tratamento da ferragem e armadura do concreto estrutural. Os seus sócios, Manoel Porto Lima e Esmeralda Ferreira, acreditando no sucesso futuro da empresa, aprimoraram para atender bem seus clientes, dentro dos padrões recomendados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. Foram muitos acontecimentos dentro da história dessa empresa, em seus 31 anos de plena atividade. Naquele momento da fundação, o Brasil vivia uma turbulência, ainda estava sob o Regime Militar, que perdurou no país por 21 anos, e após o período de transição, acometeu-nos com uma hiperinflação de 86% ao mês, que trouxe à escassez de produtos. Atingindo em cheio a economia do país.

A empresa sobreviveu de forma digna, superando todas as suas dificuldades, sempre firme nos seus propósitos, acreditando em dias melhores, com fé, persistência e muito trabalho. Hoje sócios afirmam que seus objetivos foram obtidos com êxito, sempre valorizando o ser humano, atuando no mercado para todos os gostos e fazendo continuamente o melhor para merecer a confiança de seus clientes. Não é “atoa” que a empresa estará recebendo o Prêmio Empresa Brasileira do Ano - 2016 o “Brasil Quality Summit” que vem do Panamá e cuja premiação será entregue, dia 10 de Maio de 2016, em  São Paulo, em noite de gala no Maksoud Plaza Hotel www.laqi.org/br .  Como também não podemos esquecer que Manoel Porto Lima, leia-se CONSERP, recebeu em julho próximo passado, em São Paulo, o Prêmio “Top Of Quality Gold Internacional 2015” do Instituto Nacional de Excelência de Gestão de Qualidade Total Quality, pelo reconhecimento da transparência, seriedade e qualidade dos seus serviços.

Segunda Edição no Prelo
Mas não para por aí essa história de sucesso, o empresário Porto Lima, conta que uma noite acordou, quando lhe faltou sono, começou então a escrever um simples diário; na verdade ele queria, ele procurava algo que fosse mais um novo desafio; de maneira que ali iniciava a sua trajetória como escritor, hoje tem escrito oito livros, entre de contos e romances. Publicados: Filhos de Mães Solteiras  Ed. Independente - 2013/BA; O Homem e os Pássaros e Predestinado Artesão Ed. All Print - 2015/SP, que podem ser encontrados à venda nas livrarias virtuais: Cultura, Martins Fontes e  Cia dos Livros.  Porto Lima também tem escrito mais de 200 poemas, é também compositor, colaborador da Revista de Literatura Òmnira, é ex-diretor da UBESC - União Baiana de Escritores.
 
A literatura de Porto Lima percorre uma narrativa inocente, aquela que sem muita dificuldade transmite o seu recado, mostrando o seu outro lado. Mostra a intelectualidade a serviço das grandes construções de idéias e ideais de uma humilde personalidade, regada a cimento, régua, cálculos concretos e literatura mais que concreta, não por acaso, mas, por ser um caso a mais para ser solucionado, naquilo que a vida desse predestinado lhes escreve destinadamente.  “Nada acontece por acaso, mesmo quando se estiver dormindo e se é despertado para exercer alguma atividade, por que assim determina o Supremo. Deus pai todo poderoso!” diz Porto Lima. E costuma afirmar que na experiência de vida, já vivida, aos 77 anos, trabalha na sua plenitude, como se estivesse recomeçando tudo de novo.


Fonte: ASCOM/Revista Òmnira

Foto: Delci Silva Leal
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

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Escritor brasileiro ministra formação e lança obras em Angola

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios



Roberto Leal ministra formação em Angola
Serão lançadas nessa sexta-feira (23/10), a partir das 15 horas, na Mediateca de Benguela, em Angola, as obras literárias: C’alô & Crônicas Feridas – 3ª Edição do jornalista e escritor brasileiro Roberto Leal, a antologia poética KIXIMANU – que quer dizer “homenagem”, em Kimbundu – que homenageia os 40 anos de independência da República de Angola e que tem a participação de escritores angolanos e brasileiros, dentre eles: Alves Makonga, Edson Ntukatandy das Neves, Felder Simões (Discípulo de Agostinho Neto), Josué Ananias Sudi, Lopes Miguel Pungue, Vrackichakiri Abelardo, Zenaide Fernando (Docinho de Mel) e Zola Vida e as edições números 10 e 11 da revista internacional de Literatura Òmnira.
C'alô com muito amor
Roberto Leal está em Angola a convite da ALCA – Associação Literária e Cultural de Angola, para ministrar uma Formação Básica em Criação Literária, para escritores, jornalistas, poetas e amantes da arte literária em geral, da província de Benguela, as aulas estão sendo ministradas no ISPOCAB – Instituto Politécnico Católico de Benguela, situado no município da Catumbela. O editor brasileiro depois segue para as províncias de Namibe, Uige e vai também a Luanda na capital, com os mesmos fins e objetivos.
Essa é a terceira vez em que Leal vem a Angola, já se tornando uma figura conhecida das rodas literárias angolanas, ele que trabalha um intercâmbio com entidades e escritores africanos, através da UBESC – União Baiana de Escritores, entidade da qual é presidente na cidade de Salvador, na Bahia/Brasil (conhecida por ser a cidade mais negra fora da África) e da Revista Òmnira, que tem periodicidade trimestral, publicação da qual é o redator chefe e que vem abrindo portas para que poetas e escritores contemporâneos de países como: Angola, Guiné Bissau e Moçambique possam publicar seus trabalhos, visando a revelação dos talentos contemporâneos da nova literatura africana de língua portuguesa.
Fotos: Adriano Sokópia


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domingo, 18 de outubro de 2015

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Administrador do Lobito/Angola recebe título internacional

Postado Por Roberto Leal  | 1 Comentario

O Chefe do executivo do município do Lobito, província de Benguela, em Angola Dr. Alberto Ngongo recebeu nesta sexta-feira (16/10) próxima passada, das mãos do jornalista, editor e presidente da UBESC- União Baiana de Escritores (do Brasil) Roberto Leal, o título de Personalidade de Importância Cultural oferecido pela UBESC e Revista Òmnira pelo seu trabalho em prol da cultura angolana.

O referido título é oferecido uma vez por ano à personalidade que se destaca trabalhando em prol da cultura do seu país, província, estado ou município, a honraria que é internacionalmente conhecida desde que oferecida pela primeira vez em Angola ao grande expoente da literatura local, o escritor John Bella, autor de reconhecida literatura que carrega na sua trilogia literária, a retratação exata da grande guerreira que foi a Rainha Njinga.

A solenidade teve espaço no Salão Nobre do Governo local, na Administração Municipal do Lobito, sendo muito concorrida, recebendo a presença de autoridades, escritores, jornalistas e professores, onde na oportunidade o escritor Roberto Leal enfatizou também a importância do apoio do chefe do Executivo a literatura local, quando vem apoiando o trabalho desenvolvido pela ALCA – Associação Literária e Cultural de Angola, que atua na província de Benguela e que já se estende por todo o país.

Ainda dentro da programação o jornalista e escritor brasileiro, que é Assessor Parlamentar, na Assembléia Legislativa da Bahia/Brasil, onde trabalha no gabinete do Deputado Estadual Manassés, palestrou em nome daquele parlamentar, que faz um belíssimo trabalho na recuperação de jovens viciados em drogas por todo o Brasil (com a Instituição Manassés) pedindo ao Dr. Alberto Ngongo apoio para que esse trabalho seja exemplificado nesse país irmão, foi quando passou as suas mãos, exemplares das camisolas publicitárias da campanha antidrogas da instituição fundada pelo Parlamentar brasileiro.

Roberto Leal visita Angola a convite da ALCA, com o objetivo de ministrar uma “Formação Básica em Criação Literária” nas províncias de Benguela, Luanda, Namibe e Uige, quando também lançará a Revista Òmnira, edições número 10 e 11, a antologia poética KIXIMANU que tem a participação de poetas de Angola e Brasil e do seu livro em 3ª Edição “C’alô & Crônicas Feridas”.

Fotos: Divulgação
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