domingo, 13 de outubro de 2019

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LIVRO DA RAINHA DO CONGO LANÇADO EM BIRMINGHAM

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


A rainha Diambi Kabatusuila Diambi Mukalengna Mukaji wa Nkashama (Rainha da Ordem do Leopardo), da República Democrática do Congo, tem livro lançado em Birmingham, no Reino Unido.
O Congo faz parte do grupo de países africanos de etnia bantu. Os bantus foram os primeiros africanos que pisaram no solo brasileiro na época da colonização, e foram de suma importância para a nossa identidade cultural, pois eles contribuíram na formação do samba, na culinária, na linguagem, nos Candomblés de etnia bantu, nos cultos aos ancestrais, e nas práticas medicinais e ritualísticas que favoreceram o nascimento da Umbanda.
A rainha que recentemente visitou o Brasil, no inicio do ano, inclusive desfilando no Carnaval da Bahia, São Salvador da Bahia, no Afoxé Filhos do Congo, com certeza levou boa impressão do Brasil.
"Somos responsáveis pela nossa própria felicidade, por isso sorria muitas vezes, ajuda a entrar em contato com a nossa criança interior, que está sempre pronta para brincar com a vida". Diz Queen Diambi Kabatusuila.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

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ACADÊMICO GUINEENSE HUMILHADO EM ATO DE RACISMO EM CABO VERDE

Postado Por Roberto Leal  | 3 Comentarios

Doutorando em Ciencias Politicas Jorge de Pina Fernandes

 O professor guineense Jorge de Pina Fernandes, enviou uma carta a governantes cabo-verdianos na qual denuncia o que ele considera ter sido um tratamento desumano de que foi alvo no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Capital da Praia. A caminho do Brasil, onde é residente e conclui o seu doutoramento, Fernandes, que não precisa de visto para entrar em Cabo Verde, onde estava em trânsito, por ter passaporte guineense, descreve cenas de humilhação por parte da polícia de fronteira que o deteve por dois dias, tendo inclusive perdido o voo para Brasil.
O secretário de Estado das Comunidades da Guiné-Bissau, Malam Bacai Júnior, condenou nesta sexta-feira, 4, o tratamento dado pelas autoridades cabo-verdianas a Fernandes, enquanto o Governo de Cabo Verde ainda não se pronunciou. Nas redes sociais, há críticas de todo o lado e pedidos de investigação e medidas. Jorge de Pina Fernandes chegou ao aeroporto da capital cabo-verdiana no dia 1 de outubro a caminho do Brasil, onde é residente e termina o seu doutoramento.
Na fronteira, diz ter sido alvo de maus-tratos pelo policial do Serviço de Emigração e Fronteiras que lhe retirou o passaporte e o reteve por dois dias. “Seguiram-se sessões de humilhações, mandaram-me para o raio-X para comprovar que não carregava nada ilegal comigo, depois do nada consta da máquina, mandaram-me sentar num quarto lá do aeroporto à espera do… nada. Depois de mais de duas horas sentado, veio uma outra agente de nome Ângela (não consegui reter o sobrenome), começou a fazer-me várias perguntas e fui respondendo, por último perguntou-me o que eu fazia da vida, disse-lhe que era professor universitário e ela em tom de deboche, disse-me que também era professora, a família toda era e que não existia nada que eu poderia dizer que ele não sabia, aí falei, que bom. Então qual a razão da minha permanência aqui nesta sala há mais de duas horas? Perguntei a ela e ela “não sei, vim substituir o agente Tavares e ele não me passou a sua ocorrência, pelo que vais ter que aguardar o chefe chegar”, respondeu-me, Disse Jorge de Pina Fernandes.
 Com muitos detalhes, o cidadão guineense, que não teve acesso a um telefone para se comunicar com a pessoa que o foi recolher ao aeroporto porque, segundo um agente “não tinha esse direito em Cabo Verde”, conta que começou a filmar o que estava a acontecer como provas. “Vieram os dois (agentes) para cima de mim, numa ação brutal, deram-me um grampo e retiraram o meu telefone celular e me jogaram na cela, passado uns 20 minutos voltaram para a cela e obrigaram-me a desbloquear o meu telefone para apagar o vídeo das agressões verbais e físicas que tinham feito contra mim, o que recusei na hora, mas sob ameaça de deletarem tudo o que tinha no telefone, fui obrigado e desbloquear e apagar o vídeo”, diz Fernandes.
O professor universitário guineense esteve dois dias preso, “feito um animal, sob humilhações e coisas de baixo nível, sem o conhecimento da embaixada e muito menos da minha família e amigos que estavam todos aflitos sem saber do meu paradeiro”. Ele conta que foi então que surgiram “duas policiais do bem” que estranharam a presença dele lá e que depois de ouvir a história tiraram-no para fora “contrariadas com toda aquela situação, pediram-me desculpas e ligaram para o Dr. Cláudio Furtado que era a pessoa que iria receber-me na Praia”. Até agora, segundo a carta, ninguém pediu desculpas, à excepção das duas agentes, nem se responsabilizou pelo facto de ter perdido o voo para o Brasil.
O secretário de Estado das Comunidades da Guiné-Bissau, Malam Bacai Júnior, condenou o tratamento dado pela polícia cabo-verdiana e espera ter todos os dados para tomar "medidas adequadas". "A secretaria de Estado das Comunidades está completamente solidária com as reclamações do grupo de ativista, como cidadãos do mundo da CPLP e da CEDEAO e não podemos aceitar que um cidadão guineense seja tratado desta maneira", afirmou Bacai Júnior, esclarecendo que espera os esclarecimentos do Governo cabo-verdiano, mas que o seu Executivo “não vai aceitar e condenamos vivamente esse tipo de comportamento". Do lado de Cabo Verde não há reações do Governo, mas confrontado nesta sexta-feira, 4, por jornalistas o ministro da Cultura e Indústrias Criativas, Abraão Vicente, disse não ter dados para comentar. “É preciso ter todas as informações para comentar, havendo uma investigação aprofundada, iremos tomar as medidas adequadas", afirmou.
Na sua página no Facebook, a Liga Guineense dos Direitos Humanos pediu uma investigação aos acontecimentos e lembrou que "têm sido sistemáticos os relatos de comportamentos ilegais e abusivos dos agentes do serviço de migração e fronteiras de Cabo Verde contra cidadãos guineenses e de outras nacionalidades da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO)". A Liga pede "a abertura de um inquérito urgente e transparente, tendente à responsabilização criminal e disciplinar de todos os implicados neste ato hediondo”.
Nas redes sociais, as reações não se fizeram esperar e muitos exigem uma investigação e medidas. A professora universitária Iva Cabral, filha de Amílcar Cabral, afirma sentir-se “envergonhada”. “Sinto-me revoltada, indignada, mas igualmente envergonhada com a prisão ilegal de que foi vítima e do tratamento desumano com que foi tratado o pesquisador e académico guineense Jorge Fernandes pela polícia dos serviços de migrações e fronteiras. Esse tratamento desumano de que sofrem os cidadãos da CEDEAO parece estar sendo cada vez mais normal na fronteira cabo-verdiana ao contrário do que acontece com os visitantes europeus aos quais nem se exige visto!”, conclui
O ativista social cabo-verdiano César Scoffield Cardoso escreve que “a ser verdade (e já são demasiados relatos do gênero) isto é extremamente grave. Gostaria de ver um caso desses averiguado e que nos informem do resultado dos inquéritos”. Por seu lado, o economista e analista Paulino Dias afirma que “a ser verdade os factos descritos - e não vejo nenhuma razão para não o serem -, isto é grave. Muito grave. Pois que atentam contra os mais elementares direitos humanos num "Estado de Direito" que nos arvoramos em ser”.
Fonte: voaportugues.com
Foto: Divulgação



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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

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POETA CABO-VERDIANO VENCE PRÊMIO GUERRA JUNQUEIRO IN PORTUGAL

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Presidente cabo-verdiano vence prêmio Literário 2020
O escritor e poeta Jorge Carlos Fonseca, atual Chefe de Estado da República de Cabo Verde é o vencedor do Prêmio Literário Guerra Junqueiro, em Portugal, a ser entregue em 2020. O anúncio foi feito pelo próprio escritor Jorge Carlos Fonseca na sua página na rede social, acrescentando que recebeu a notícia com “surpresa e satisfação”. “Recebi a comunicação de que fui laureado com o Prémio Literário Guerra Junqueiro – Lusofonia, Cabo Verde-2020, por deliberação unânime do Júri”, escreveu lá.
A entrega do prêmio será feita em 2020, em cerimônia organizada para a ocasião, provavelmente na cidade da Praia, em Cabo Verde, na Costa Ocidental de África, indica a mesma fonte. Este Prêmio é atribuído desde 2017, no âmbito do FIL – Festival Internacional de Literatura – realizado em Freixo de Espada à Cinta, terra natal do escritor Guerra Junqueiro, sendo a organização do Município e da Editorial Novembro. Em 2017, foi conferido ao poeta português Manuel Alegre; em 2018, ao poeta português Nuno Júdice; em 2019, ao escritor, poeta, jornalista e músico também português José Jorge Letria. Desde a criação do Prêmio nunca antes um estrangeiro tinha sido contemplado.
O festival literário tem por base a vida e obra do poeta Guerra Junqueiro (1850-1923), tido como “uma referência inquestionável da literatura portuguesa” e com raízes em Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança. O escritor e poeta é autor de várias obras literárias, dentre elas: “A sedutora tinta de minhas noutes” Rosa de Porcelana Editora/2019, depois vem “O silêncio acusado de alta traição e de incitamento ao mau hálito geral” Spleen Editores/1995, “Porcos em delírio” Artiletra/ 1998, “O albergue espanhol” Rosa de Porcelana Editora/2017, num conjunto de mais de duas dezenas de livros publicados, na maioria, técnicos em Direito Penal, Processual Penal e Constitucional  e com certeza deve ter sido esse critério que o levouao reconhecimento e a ser premiado pelo conjunto da sua obra. 
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação/Inforpress


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terça-feira, 1 de outubro de 2019

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LAÇOS LITERÁRIOS ENTRE BRASIL E ÁFRICA IN SEMINÁRIO

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Brasil & África dentro das afinidades literárias


A UBESC - União Baiana de Escritores promove na sexta-feira (11/10/2019), das 18:30 às 21:30 horas, na Livraria Saraiva – Espaço Glauber Rocha, no Shopping da Bahia (Av. Tancredo Neves 148, Caminho das Árvores – Iguatemi Salvador/BAHIA-Brasil) O Seminário com o objetivo de comemorar o "Dia Mundial do Escritor", quando com a temática uma abrangente da Literatura tanto negra, como da periferia, como de um povo e de África, é o que promete o tema “Literatura Negra - Laços literários entre Brasil & África”.

O evento que será mediado pelo jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua (idealizador do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia), terá a participação da professora, crítica literária e escritora Jovina Souza, autora do livro de poesias negras "O amor não está" que trabalhará na abordagem de um dia de aprendizado no Quilombo mais antigo das Américas, o Quilombo que nunca foi vencido. Ela que já tem trilhado territorios como África do Sul e Marrocos. E ainda, África como narrativa para uma identidade e também professora, escritora e militante da UNEGRO Margarete Carvalho, autora do romance "Alma Cativa”, que abordará a Literatura negra a partir de uma perspectiva afro-fruturista, ela que fez a conexão Brasil-Tunísia-Estados Unidos recentemente.

Do jornalista, escritor e editor da revista angolana de Literatura “Òmnira” Roberto Leal, autor de "Letras Pretas Cruas & Nuas – Poesias com Luta & Contos de amor” que levará a necessidade da garimpagem de novos talentos da Literatura africana de Língua Portuguesa, com o objetivo de resgatar o tempo perdido com o período escravocrata colonial, como também, o incentivo à leitura, como uma maneira de avançar na construção de uma educação mais avançada”, ele que tem um trabalho em países como: Angola. Cabo Verde, Guiné Bissau e Moçambique e do jornalista, escritor e poeta Valdeck Almeida de Jesus, mais conhecido como  " O Rei dos Saraus", organizador da antologia “Poéticas periféricas - novas vozes da poesia soteropolitana”, que abordará a semelhança entre os temas que poetas utilizam em suas respectivas escritas, a partir de um caso concreto, o livro Brasil e África: laços poéticos, dos autores Dye Kassembe, Walter S, Eduardo Quive e Valdeck Almeida de Jesus... Falará ainda das experiências vividas no Salão do Livro de Genebra, Parlamento Internacional de Escritores da Colômbia, Encontro de Escritores do Chile e das Festas Literárias Internacionais de Jequié, Santo Estevão e Chapada Diamantina na divulgação da literatura negra e periférica. Valdeck que é um representante da poesia brasileira na América Latina e Europa.

O evento é uma realização da UBESC-União Baiana de Escritores e revista angolana de Literatura “Òmnira”, com o apoio do site: Galinha Pulando, do Movimento Literário Kutanga/Angola e da Livraria Saraiva. Mais informações: +55 71 98736-9778 WhatsApp.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Banner/Divulgação










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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

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POETISA MIRIM ANGOLANA WENDE BOCADO RECEBE TITULO DO BRASIL

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Wende Bocado declamando ao  grande estilo Samakaka
A poetisa mirim mais famosa de África, a angolana Wende Bocado, 6 anos, receberá o título de Personalidade de Importância Cultural – 2020, da UBESC - União Baiana de Escritores (São Salvador/BAHIA-Brasil) pelos seus relevantes espetáculos em favor da Literatura, das Letras e da Poesia contemporânea africana e seus grandes feitos na divulgação da Cultura, dos Costumes e da História do seu país.

O título será entregue pelo vice-presidente da entidade, o jornalista e editor brasileiro Roberto Leal em data a ser divulgada no início do próximo ano, em evento que será realizado na cidade de Luanda/Angola-África. O Título de Personalidade de Importância Cultural da UBESC - União Baiana de Escritores só é entregue uma vez por ano, a uma personalidade que se destaque com o seu trabalho em favor da Cultura, da Literatura, da Educação, das Letras e das Artes de uma maneira abrangente. E Wende Bocado, é uma artista que hoje preenche todos os requisitos, para receber essa honraria. Em Angola só receberam essa honraria o escritor e ex-deputado (MPLA) John Bella e o ex-administrador do Lobito Dr. Roberto Ngongo e Dr. Camilo Afonso ex-Adido Cultural da Casa de Angola na Bahia Brasil, foi indicado para receber o título em 2017, e por motivo de força maior não aconteceu, apesar de o título ter chegado a Angola e retornou para Salvador/Bahia-Brasil.

Wende, é estudante da primeira classe do curso primário, na Aurora Complexo Escolar Internacional, nascida no Sambizanga, mas está residindo no bairro do Benfica, em Luanda, vem de uma família de mais dois irmão, Josemar Bocado de 13 anos e Hegel Bocado 4 anos, ambos seguindo os passos da irmã, nessa nova poética contemporânea que se instalou no seio da família Bocado de Angola, tendo como incentivador direto nessa empreitada, pela elevação da carreira poética dos filhos, o Sr. António Bocado, 37 anos, um trabalhador da construção civil que reclama da falta de apoio apara seguir, da falta de reconhecimento para produzir os trabalhos da pequena estrela da poesia angolana. “Embora isso possa acontecer. Porque o que Deus escreve, homem nenhum trava” disse Sr. Bocado, quanto ao futuro de Wende.
A Princesinha Wende personagem de HQ

Wende neste momento tem mais de 20 poemas e poesias memorizadas de vários autores de nome internacional, se tornando apesar da pouca idade em uma declamadora eclética em relação ao seu repertorio, dentre eles de Angola: Agostinho Neto; de Brasil: Roberto Leal; de Chile: Pablo Neruda e de Portugal: Fernando Pessoa. Wende muito em breve será personagem de revista em quadrinhos, a revista Aposta estará produzindo a revista em quadrinhos "Princesinha Wende" onde a menina poetisa e princesa negra angolana mostrará as suas peripécias a outras crianças dentro da poética colocada em favor do incentivo a Leitura e o amor pela arte de interpretar poesia. Wende é grande personalidade na sua Comunidade como também em seu país, uma grande promessa, e para conhecer mais sobre Wende Bocado visite sua página no facebook:  https://www.facebook.com/Wende-Bocado-a-Menina-Prod%C3%ADgio-188676731663400/  e o seu vídeo da Angola Escola, já conta com mais de 15 milhões de visualizações no Youtube:https://www.facebook.com/angolaescola/videos/1213520205461150/?comment_id=138994590711332&v=1213520205461150&notif_id=1569841579883900&notif_t=comment_mention



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PAI E FILHO ANGOLANOS MORREM EM INCÊNDIO NO RIO DE JANEIRO

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Marlei e seu filho Gabriel as vítimas fatais
Duas pessoas morreram durante um incêndio em um apartamento, no bairro de Higienópolis, zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com o Corpo de Bombeiros, um adulto e uma criança foram encontrados mortos dentro da casa. De acordo com o Corpo de Bombeiros, agentes do Quartel de Ramos foram acionados às 8h40 para o segundo andar do prédio, que fica na Rua Ubiratã, em frente à Escola Municipal Dom João VI.
O fogo começou no apartamento onde estavam as duas vítimas, no segundo andar do prédio. Vizinhos tentaram entrar na casa pela varanda após ouvir os gritos de socorro do angolano Marlei Bilongo, que estava com seu filho Gabriel de um ano nos braços.  Segundo testemunhas, as pessoas que passavam pela rua tentaram resgatar o bebê pelas barras de ferro da grade, mas não conseguiram antes que pai e filho fossem encurralados pelas chamas, que logo se alastraram pelo imóvel.
"Cena horrível! A cena de um pai com a criança no colo se queimando. Tentamos arrombar a grade, mas não conseguimos. Foi um desastre completo", disse o síndico do edifício. Após controlar as chamas, os militares do quartel de Ramos conseguiram acessar a casa e encontraram os corpos das vítimas. De acordo com os vizinhos, Marlei estava no Brasil há mais de 20 anos e morava no apartamento há pelo menos cinco. A mãe da criança e esposa da vítima estava trabalhando no momento do incendio.
A causas que provocaram o incêndio ainda não foram esclarecidas pela assessoria do Corpo de Bombeiros. 
"Ele ficou em pé. Ele não deu um 'ah', nada, nada. Ele tentou o tempo todo passar o neném para que a gente pudesse pegar ele, mas não foi possível. Então, não pudemos fazer nada. Ficamos impotentes. O pessoal foi com extintor. O vizinho voltou em casa, pegou uma escada. Os vizinhos subiram pela marquise. Tentaram o tempo todo. Depois, o calor foi muito intenso, chegou até aqui embaixo. E aí eu abaixei a minha cabeça para poder não guardar as imagens", relembra a testemunha. Ainda segundo testemunhas, a família é de imigrantes angolanos e estava no Brasil há 5 anos. O casal, que havia se mudado há poucos meses para o apartamento, estava passando por dificuldades financeiras e tinha ordem de despejo.
Esse foi o terceiro incêndio em casas da cidade em menos de 24 horas. Um incêndio na cobertura de um prédio na Tijuca e uma residência no Recreio dos Bandeirantes, nas zonas norte e oeste, respectivamente, na última segunda-feira (16), que não deixaram vítimas.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação (internet)

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

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POETISA ANGOLANA PARTICIPA DE LIVRO BENEFICENTE QUE SERÁ LANÇADO EM CABO VERDE

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Um grupo de mulheres de várias profissões, ligadas ou não à escrita, juntas se lançaram no mundo da Literatura, para fazerem acontecer a primeira edição de uma Antologia sobre a temática “Ser Mulher"... A obra literária terá o título de “Mulheres e seus destinos”, será lançada no dia 25 de novembro - Dia Internacional para Eliminação da Violência Contra as Mulheres, em Cabo Verde/África . Onde uma das escritoras participantes é a ativista cultural e poetisa angolana Jovita Kifinamene Leal (foto), com a sua poesia Reviverei (Protesto contra a Cultura do Estupro).

Jovita é representante angolana nessa obra
Jovita Kifinamene Leal, é poetisa, escritora, ativista cultural, zungueira & mãe. É Coordenadora do Movimento Literário Kutanga/Uige-Angola, Secretaria de Edição da revista de Literatura Òmnira/Brasil, é também diretora do Núcleo/Angola-África da UBESC - União Baiana de Escritores/Brasil. Com trabalhos publicados na revista de Literatura Òmnira, na coletânea poética internacional “Com Amor & Luta” Ed. Òmnira/BA-Brasil 2017, 108 páginas e nos sites: Revista Òmnira - www.fundacaoomnira.com.br e Artefacto - robertolealomnira.tumblr.com Tem no prelo o seu primeiro livro infantil "Muanda a galinha protetora" que deve ser publicado pela editora brasileira Òmnira.
A publicação, através da escrita, espera contribuir para a igualdade de participação e reforço do posicionamento da mulher na Literatura. Outrossim, é uma oportunidade para as mulheres, ainda desconhecidas nas lides das Letras, revelarem o seu talento. De igual modo, este projeto literário, de periodicidade anual, assume um forte cariz social. Além do mais, une mulheres de gerações e lugares diferentes, de todos os setores sociais e de diferentes categorias profissionais, na promoção, valorização e consciencialização de projetos de solidariedade e de responsabilidade social.

Por conseguinte, para a estreia deste projeto, a organização elegeu, pelos excelentes trabalhos desenvolvidos, a Associação Cabo-verdiana de Luta Contra Violência baseada no Género (ACLCVBG) e a Associação Cabo-verdiana de Luta Contra o Cancro (ACLCC) como entidades beneficiárias na íntegra do montante a arrecadar pela venda da antologia.
Brasil & Angola poéticas
A organização espera lançar esta antologia no próximo dia 25 de novembro, data em que se assinala o “Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres”. Depois da publicação do livro, será realizada uma gala “Mulheres e seus destinos” na qual se fará a entrega do montante recolhido às duas associações beneficiadas e se anunciarão os beneficiários da próxima edição. A obra literária tem a organização das cabo-verdianas, a professora Lena Marçal e  a relações públicas, escritora e ativista cultural Yara Dos Santos.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Roberto Leal
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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

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POETA CAMARONÊS EM "PAPO DE ESCRITOR" NA BAHIA

Postado Por Roberto Leal  | 2 Comentarios


Escritor poeta e dramaturgo Francis Beidi
A UBESC - União Baiana de Escritores e o Projeto Entrelinhas promove na semana da Consciência Negra, dia 19 de novembro (terça-feira), as 18 horas, um bate papo com o escritor, poeta e artista plástico camaronês Francis Beidi, com a participação da professora e interprete de francês Glória Terra e mediação do jornalista, escritor e editor Roberto Leal. O evento acontecerá na Cantina da Lua (Largo do Terreiro de Jesus, s/n Centro Histórico Salvador/BAHIA-Brasil), onde teremos ainda uma exposição de livros e revistas com trabalhos de autores africanos, leitura de textos e noite de autógrafos.

O escritor estará falando das suas obras, das artes plásticas e do seu trabalho de dramaturgia, além de falar do seu próximo livro que estará sendo lançado no Brasil em 2020 “Humanité Solide l’introduction sur l’Humanitude”, a obra tem a tradução da professora brasileira Glória Terra.

Francis Beidi é promotor do Salão Internacional do Escritor há 8 anos e é presidente fundador da ALISE-Auteurs Pluriels (Associação dos Atores do Livro e do Espetáculo), fundada em 2007, em Camarões/África. Há mais de 15 anos, Francis Beidi se dedica às atividades de literatura, teatro e artes plásticas em vários países na África, na Europa e nas Antilhas. É Autor de vários livros entre poesia, teatro e romance, é ele mesmo quem ilustra os seus próprios livros, através das artes plásticas, cujo o estilo inovador lhe vale uma admiração particular. Já dirigiu ateliers pedagógicos de escrita, slam, poesia, teatro experimental e também, sobre normas técnicas do espetáculo.
Obras literárias em língua francesa

É autor de: Je refuse le Paradis – Eu refuso o Paraíso Ed. Vandoris/ TCHAD / 2010 – Teatro; Respects – Respeito Ed. Vandoris/ TCHAD / 2010. Romance; Esclave volontariste sur le chemin de l’émigration - Escravo voluntarista sobre o caminho da emigração Ed. Ifrikya/ CAMEROUN / 2009 – Romance; Le tic de la barbe du Lion. O tic da barba do Leão Ed. Ifrikya/ CAMEROUN / 2007 – Novela; Mutations – Mutações Ed. Proximité - 2008 / CAMEROUN - Novel
Le Noir du Soleil – A escuridão do Sol Ed. Auteurs Pluriels - 2013 Cameroun / Poesia; Philographisme – Filografismo Ed. Auteurs Pluriels - 2014. Cameroun / Peinture – Poesia; Africa 2.1 ARNAQUE – África Farsa Ed. Auteurs Pluriels - 2015. Cameroun / Romance; Humanité Solide – Humanidade Sólida Ed. Auteurs Pluriels - 2016. Cameroun; Atelier permanente de Poesia - Slam com LAFRAZ Slam, La Ronde des Poètes du Cameroun- Roda de Poetas de Camarões, le SALONIE et le Centro Zingui em Camarões. 
O evento tem o apoio do Movimeto Literário Kutanga/Angola e mais informações: +55 71 98736 9778 WhatzApp.

"Siga sob teu próprio comando ao encontro das origens de teu ser,
simplesmente deixando-se levar pelo galopar de tua alma
seguindo a sensibilidade de tua presença
na realidade do sublime em manifestação.

O sopro do poeta
sopra sobre tua fibra poética,
teu ego se opõe a tua liberdade,
e apenas tua liberdade te sussurra
para se deixar levar e ser feliz
te arrebatando pelos pés, cabeça, coração..."

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Divulgação
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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

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PRÊMIO INTERNACIONAL DE LITERATURA PROFESSOR GERMANO MACHADO – EDIÇÃO 2019/CONTOS

Postado Por Roberto Leal  | 7 Comentarios

Unindo forças pela Literatura

1-Do Prêmio: É uma iniciativa que visa o surgimento de novos talentos literários em âmbito nacional e internacional, com o objetivo de dar oportunidade de expressão e manifestação através das letras a escritores contemporâneos de países de língua portuguesa. É uma realização da UBESC - União Baiana de Escritores, em parceria com a revista angolana de Literatura Òmnira - Rua Manuel dos Santos Filho, Quadra 26, Lote 34 – 2º andar, Parque São Cristóvão CEP 41510-237 Salvador/BA-Brasil Tels.: +55 (71) 98736-9778 (whatzApp) e-mail: lealomnira@yahoo.com.br site: www.fundacaoomnira.com.br
2 – Do Conto: Será inscrito mediante o cumprimento das seguintes exigências:
Os autores deverão apresentar “o seu melhor conto”, em português, temática livre, digitado em espaço dois, corpo 12, fonte Georgia, em 03 vias, com o máximo de 30 linhas em papel A4 (ainda em CD ou Pen Drive), não precisa ser inédito. O trabalho deve ser identificado pelo verdadeiro nome do autor, endereço completo, e-mail, data de nascimento, telefone e um pequeno currículo na área literária, além do título do trabalho, Xerox legível do RG (Carteira de Identidade/BI) e uma foto de rosto.
3 - Da Inscrição: De 13.09.19 a 13.11.19. Valendo a data de postagem dos correios, como comprovação ao cumprimento do prazo. O prêmio é parte integrante do intercâmbio da UBESC com os países da CPLP - Comunidade de Países de Língua Portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Só podendo concorrer cidadãos dessas nacionalidades. Inscrições só mesmo via CORREIOS.
4 - Do júri: Será constituído por três elementos de reconhecida capacidade intelectual (um do Brasil, um de Angola e um de Portugal) que classificará os dois primeiros colocados, que terão "seus trabalhos publicados" na Revista Òmnira e receberão O primeiro: Certificado, 2 exemplares da revista a título de direitos autorais e mais um Kit de obras literárias do Professor Germano Machado, com 3 (três) exemplares. O segundo: Certificado, 2 exemplares da revista e um kit de obras da Editora Òmnira com 5 (cinco) exemplares.
5 - Será conferida “Menção Honrosa” a mais um escritor, a critério da comissão julgadora, que será diplomado junto com os dois primeiros colocados. Todos os contemplados serão notificados pelo Correio, e-mail, telefone e por divulgação através da imprensa.
6 - O simples envio do trabalho implica em aceitação deste regulamento, o trabalho remetido em desacordo, estará automaticamente desclassificado. A premiação será realizada em julho de 2020, na província de Benguela-Angola/África. Os casos omissos neste regulamento cabem à coordenação resolvê-los. Ao final do julgamento os originais não contemplados, deverão ser incinerados.
Coordenação: Roberto Leal
Realização: UBESC - União Baiana de Escritores
Apoio: Movimento Literário Kutanga/Angola &
Revista Òmnira
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terça-feira, 3 de setembro de 2019

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A LITERATURA DA PERIFERIA NA FESTA LITERÁRIA DE SANTO ESTEVÃO

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Literatura da Periferia mostra a sua cara e solta o seu grito
Acontece nos próximos dias 04, 05 e 06 de setembro de 2019, a FLISE - Festa Literária de Santo Estêvão, com uma programação muito especial. Dentre as atividades culturais está a mesa Escritos Etnicorraciais: o impacto da Literatura Negra na cena contemporânea, mediada por Ricardo Martins Leal com os escritores Valdeck Almeida de Jesus, Jovina Souza e Evanilson Alves dos Santos. Esta mesa acontece dia 06.09.2019 (sexta-feira), às 15:30hs, na Câmara Municipal de Vereadores de Santo Estêvão, cidade situada a 150km de Salvador (Via BR-324), na Bahia.

Sobre os escritores desta mesa:
Valdeck Almeida de Jesus (1966) é escritor, poeta, jornalista, ativista cultural e mecenas do Prêmio Galinha Pulando de Literatura desde 2005. Autor de mais de 20 livros, coautor de 150 antologias, tem textos publicados em inglês, português, italiano, alemão, holandês, francês e espanhol. Embaixador do Parlamento Internacional de Escritores da Colômbia, Membro-fundador da UBESC - União Baiana de Escritores e do Fala Escritor (2009), participa de academias de letras e associações de artistas da palavra. Frequentador do Sarau da Onça, Sarau do Gheto, Sarau da Paz, Sarau do JACA, Sarau da Raça, Sarau Urbano e outros, todos na periferia de Salvador-BA, o poeta se alimenta desse caldeirão de palavras e rimas, troca experiências e dá sua contribuição à cena literária baiana. Foi presidente do Colegiado Setorial de Literatura do Estado, em 2012/2013. É membro do Conselho Diretivo do Plano Municipal do Livro, da Leitura e da Biblioteca do Município de Salvador, é membro convidado do grupo de pesquisa Rede ao Redor, do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos - IHAC/UFBA. Site www.galinhapulando.com

Jovina Souza - é graduada em Letras Vernáculas, tem seus estudos concentrados na Literatura Brasileira e Teoria Literária. É especialista em Estudos Literários e Mestra em Teoria e Crítica da Cultura e da literatura. Dedica-se a escrever poemas, contos e textos acadêmicos. Seu primeiro livro “Agdá” foi publicado em 2012, depois Caminho das Estações (2018) e O Amor Não Está (2019). Tem textos publicados em várias coletâneas e antologias, dentre elas Cadernos Negros (Quilombhoje/SP 2014 e 2016), e O protagonismo feminino em verso e prosa (Editora Scortecci, 2016), Com Amor & Luta (Ed. Òmnira/BA-2017), As Carolinas (Editora Penalux, 2017). A poeta publica também nas redes sociais.

Evanilson Alves dos Santos - 25  anos, atua como poeta, organizador do Sarau da Onça, parte do GrupoÁgape, fundador do Slam Deixa Acontecer, participa de todas as atividades culturais, políticas e sociais relativas aos jovens negros, luta contra o extermínio/genocídio da juventude, faz oficinas de poesias e teatro na região da Grande Sussuarana, apresenta o Sarau da Onça desde a fundação em 2011 com outros jovens do coletivo. Além do bairro, participa também de passeatas de protesto contra a violência, faz intercâmbio com coletivos, saraus, grupos e slams de outras partes da cidade, a exemplo do Slam da Raça (Baixa da Soronha, Itapuã), Sarau Bem Black (Pelourinho) etc. Organizador e apresentador do Slam Deixa Acontecer, no fim de linha da Sussuarana Velha, em espaço público abandonado e anteriormente ocupado por posto médico. O encontro poético ocorre desde 17 de abril de 2017. Participante do Grupo de Estudos, Pesquisas e Experimentações Educacionais do Instituto Anísio Teixeira – IAT, desde novembro de 2018. Oficineiro de criação literária desde 2010 em escolas públicas e privadas a exemplo: Escola Estadual Alberto Silva (Simões Filho), Colégio Estadual Alfredo Silva Serra (Candeias), Colégio Estadual Edivaldo Boaventura (Stiep), Escola Municipal Lídia Coelho (Arembepe), Colégio Estadual Polivalente do Cabula, Colégio Estadual Visconde de Itaparica (Cabula) etc.

Flise - Festa Literária de Santo Estêvão
Na intenção de reunir autores e artistas, no âmbito da literatura, música, do teatro, da dança, artes plásticas e demais linguagens artísticas, tanto da Bahia quanto do Brasil, a I Festa Literária de Santo Estevão – FLISE tem o propósito de inaugurar um espaço de construção, disseminação e reflexão a despeito dos principais movimentos literários que concorrem para a composição de uma geografia estética atrelada aos matizes históricos e culturais que caracterizam  a população santoestevense.

O evento, que será realizado de 04 a 06 de Setembro, cria um espaço de encontro com o mundo das letras e um ambiente de diálogo que abraça aqueles que se deixam encantar pela potência da palavra e pela linguagem literária. A arte literária como ponto de partida para proporcionar uma experiência leitora que dialoga com artes diversificadas num encontro estimulador para uma formação que ultrapassa as paredes de instituições educativas e ganham as ruas e a praça como um grande ninho acolhedor de conhecimento e arte.  Ocupar o espaço público com cultura e conhecimento, democratizando o saber de tal forma que todo cidadão possa se deliciar e desfrutar da riqueza da cultura é o sentido da FLISE.

Promovida pela Prefeitura de Santo Estêvão, através da Secretaria Municipal da Educação, a primeira edição da FLISE abre os festejos de comemoração do aniversário da cidade e é resultado da união de muitos esforços, muitas mãos, várias cabeças e muito coração. Inaugura um tempo e um espaço de interação entre os autores e artistas locais e os autores e artistas do país e do mundo e todos interagem com o leitor numa sintonia de confraternização e muita emoção. Aqui os alunos aprendem enquanto brincam e brincam enquanto ensinam.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira

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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

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ESCRITORAS E FOTÓGRAFOS LANÇAM PROFUNDANÇAS 3

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


Jovina Souza é destaque na Poesia Negra
A poetisa, professora e escritora baiana Jovina Souza é uma das poetisas que integram o Projeto “Profundanças 3”, ela que tem três livros publicados, como também participação em várias coletâneas, entre elas, a conhecida publicação “Cadernos Negros” números 37, 39 e 41, do Grupo Quilombhoje/SP e a coletânea internacional “Com amor & luta” da Ed. Òmnira/BA. Tem participado ainda, como convidada, em feiras literárias, ministrando palestras, bate papo com leitores e em outros eventos de Literatura. Define-se como uma escritora negra, que usa a palavra como mais uma estratégia de combate ao racismo e em defesa das minorias.

A obra literária “Profundanças 3”, é antologia literária e fotográfica que reúne, em sua maioria, autoras inéditas, como também aquelas que já publicaram livro autoral. Essa antologia integra um amplo projeto de difusão literária e se soma aos volumes 1 e 2, já lançados (respectivamente) em 2014 e 2017. A intencionalidade do projeto é combater a concentração editorial, fator que tem alimentado a invisibilidade e o silenciamento de mulheres escritoras.
A publicação tem organização de Daniela Galdino – o Lançamento virtual será, no dia 23.08 (sexta-feira)http://vooaudiovisual.com.br/projects/profundancas3/. Além de Jovina Souza participam da mostra as escritoras: A Luz Bárbara, Bárbara Uila, Cynthia C S Barra, Daniela Galdino, Ezter Liu, Francisca Araújo, Gessyka Santos, Isabelly Moreira, Joana Velozo, Marina Melo, MonaRios, Mônica Menezes, NegrAnória d'Oxum, Odailta Alves, Odília Nunes, Paula Santana, Raiça Bonfim, Tatiana Dias Gomes, Tereza Sá, Vânia Melo, Yasmin Morais. E os fotógrafos: Andreza Mona, Ângelo Azuos, Álvaro Severo, Analu Nogueira, Brenda Matos, Diego Mallo, Eline Luz, Fafá Araújo, Laís Aranha, Luísa Medeiros, Maria Ruana, Mariana Souto, Mylena Sousa, Nathália Miranda, Nathália Tenório, Renata Pires, Sarah Fernandes, Silvia Leme, Tacila Mendes, Tom Correia, Uiara Moura, Yalli Borges.
O livro é resultado de uma ação colaborativa e sem fins lucrativos, portanto, ficará disponível para download gratuito por tempo indeterminado.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Texto: Roberto Leal
Foto: Divulgação
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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

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JOVEM GUINEENSE DOENTE CRITICA SAÚDE PÚBLICA DO SEU PAÍS

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


Momento de oração
Esse é o jovem guineense Suleimane Djaló, 25 anos, ele está pedindo a ajuda de todos, de bom coração e de boa vontade pra que possam apoia-lo, roga pelo amor a Deus! Ele precisa de uma cirurgia na perna direita, que está fazendo 8 (oito) anos de tratamento de cura de uma grande ferida, atualmente está um pouco melhor, mas o estado ainda não inspira satisfação.

Porque está o impossibilitando de andar normalmente. Ele precisa de um tratamento eficiente para a realização de um processo de cura eficaz, mas não tem condições financeiras para tal. Fez um pedido para ser atendido por uma “Junta Médica” com urgência, mas desde o ano passado, nada de novo acontece, ele tem todos os papeis e documentos, mas infelizmente não consegue marcar uma consulta e tudo acaba dando no mesmo.

Jovem tem perna em estado critico
Um amigo dele chamado Alexandro Sana Djaló fez uma publicação no Facebook pra ajuda-lo, publicou sua foto e a da ministra de saúde publica da Guiné Bissau, quando a ministra ficou muito agradecida naquela ocasião, pela publicação, "mas aquela publicação não corresponde a verdadeira situação", disse Suleimane. Ele pede através de publicação no facebook, para desmentir, pois ele nunca recebeu nenhum apoio da ministra, ele está onde está e não saiu de lá, para ir a lugar nenhum, ele se encontra na terra natal dele “Gabú”  ao leste da Guiné Bissau, capital com população de cerca de 41.612 habitantes. Ele diz que esteve na Capital do país: Bissau, mas que não conseguiu uma audiência com a ministra. 

Suleimane Djaló reclama direitos
Através de publicações nas redes socais ele tenta chamar atenção da ministra da saúde pública do país, para que se sensibilize com sua situação.  Diante das sérias complicações que um jovem pode ter com o seu estado de saúde agravado por falta de assistência médica adequada a sua manutenção vital.
Suleimane Djaló:
(00245) 95-563-02-19
(00245) 96-672-79-00

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Divulgação
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