sábado, 15 de setembro de 2018

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POLICIA FEDERAL BRASILEIRA APREENDE DÓLARES E JOIAS DE FILHO DE DITADOR AFRICANO

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Teodorín já foi condenado na França e nos EUA por corrupção e crimes financeiros


Muito conhecido no Brasil por promover festas extravagantes e até por patrocinar uma escola de samba no carnaval carioca e um bloco afro de Salvador, o vice-presidente da Guiné Equatorial Teodoro Obiang Mangue, 49 anos, mais conhecido como Teodorín, caiu nas garras da Receita e da Polícia Federal, segundo apurou a Agência Estado com fontes envolvidas no caso.

Na sexta-feira, 14, os fiscais apreenderam em seu avião particular, no aeroporto de Viracopos (SP), cerca de US$ 1,5 milhão em espécie e uma grande quantidade de relógios de luxo cravejados de pedras, entre eles um modelo avaliado em US$ 3,5 mil. E interrogaram membros da comitiva inclusive quanto à possível presença de drogas na aeronave. Teodorín é filho de Teodoro Obinag Nguema, o ditador da Guiné Equatorial, no poder a nada mais nada menos que 39 anos, o ditador a mais tempo no poder no Continente africano, desde quando deu o golpe no próprio tio Francisco Macias.
Segundo relato do governo brasileiro, o avião de Teodorín aterrissou em Campinas por volta de 9h45. Por causa das prerrogativas do cargo, o vice-presidente não foi submetido à vistoria. No entanto, sua equipe foi fiscalizada, o que levou à apreensão dos bens.
Pelas normas da Receita, só é permitido entrar com até R$ 10 mil em espécie no País. E, ainda assim, se a origem do dinheiro não for justificada, ele pode ser apreendido. No caso dos relógios e joias, a quantidade levantou suspeitas de que pudessem ser destinados à comercialização. Nesse caso, não poderiam ingressar como bagagem.
A apreensão foi confirmada ao Estado pelo primeiro-secretário da Embaixada da Guiné Equatorial no Brasil, Lemenio Akuben. Ele estava com Teodorín no momento da apreensão. Segundo relatou, o vice-presidente foi recepcionado normalmente mas, em um momento posterior, a delegação foi “praticamente agredida”, com ordem para retornar com as malas para que elas fossem inspecionadas.
Teodorín foi liberado e ficou aguardando no carro, do lado de fora do aeroporto. Enquanto isso, a delegação tentou argumentar que, com base na Convenção de Viena, bagagens pessoais de dignitários estrangeiros não devem passar por vistoria. Segundo Akuben, o Itamaraty foi acionado e enviou uma mensagem ao aeroporto alertando para isso. Fontes diplomáticas desmentem essa versão.
Só no final da tarde, os fiscais liberaram R$ 10 mil. E forneceram recibos das joias e relógios apreendidos. O vice-presidente seguiu de helicóptero até a capital paulista. No entanto, Akuben e mais um integrante da delegação foram retidos no aeroporto e interrogados pela Polícia Federal até a madrugada.
Houve questionamento sobre a presença de drogas na aeronave. “Mas o vice-presidente não usa drogas”, disse Akuben. “São informações falsas que o Ocidente fala.” As fontes brasileiras não mencionaram drogas entre os itens apreendidos.
Segundo o primeiro-secretário, o vice-presidente trouxe essa quantia de dinheiro para pagar um tratamento médico em São Paulo e para custear sua hospedagem em um hotel de luxo, num nível condizente com o cargo. “Dez mil reais não dá para pagar nem um minuto de hotel”, disse o diplomata. “Se não tivéssemos uma relação de bons clientes, estaríamos na rua.”
O dinheiro também deveria custear uma viagem a trabalho a Cingapura, que o vice-presidente havia programado para a próxima semana. Akuben argumentou que o dinheiro não poderia ser retido, pois se trata de uma verba oficial do governo da Guiné Equatorial. Já os relógios, cerca de 20, são de uso pessoal do vice-presidente, segundo informou. “São todos usados e têm as iniciais dele gravadas”, assegurou.
Teodorín se encontra em São Paulo. A delegação da Guiné Equatorial pressiona para liberar os bens retidos pela fiscalização e ainda não sabe como ficará a programação dele de agora em diante. As relações de Teodorín com o Brasil são antigas e não passam despercebidas. Em junho passado, por exemplo, a cantora Ludmilla informou nas redes sociais que estava a caminho da Guiné Equatorial para se apresentar na festa de aniversário do “príncipe” do país. Também participaram a Lexa e outras celebridades do mundo pop como Akon, Sean Kingston, Ludacris e Jeezy. Em maio deste ano, ele apareceu em fotos postadas no Instagram da ex-panicat Arícia Silva numa viagem a Las Vegas (EUA).
A Guiné Equatorial patrocinou a escola de samba Beija-Flor em 2015 e foi homenageada pelo bloco baiano Ilê Aiyê em 2012. Nos últimos anos, a família tem assistido aos desfiles do carnaval carioca em camarotes de luxo da Sapucaí. A ex-colonia espanhola na África Ocidental tem hoje 1,2 milhão de habitantes.A Guiné Equatorial é a terceira maior produtora de petróleo do Continente, mas a população vive em situação de extrema pobreza, 13º lugar no índice de Desenvolvimento Humano. Enquanto os Teodorins gastam a vontade o dinheiro público. A fortuna da família esta avaliada em USD 600 milhões, onde eleva o presidente a oitavo lugar segundo a revista "Forbes", entre os presidentes nais ricos do mundo.

Fonte: Estado & Revista Ómnira
Foto: Divulgação







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domingo, 9 de setembro de 2018

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MORRE DE CÂNCER O CANTOR CARIOCA MR CATRA

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Mr Catra o rei do punk carioca sucumbiu ao câncer

O cantor de funk Wagner Domingues Costa, mais conhecido como Mr. Catra, 49 anos, morreu na tarde deste domingo (9/09), em São Paulo. Ele se encontrava internado no Hospital do Coração, na capital paulista, onde se tratava contra um câncer no estômago, diagnosticado no início do ano passado. Quando foi diagnosticado com a doença, Catra disse que tinha parado de beber e que reduziu o número de cigarros que fumava, para realizar as sessões de quimioterapia. Nos últimos meses, havia mudado seus hábitos alimentares e emagrecido mais de 30 quilos. Ele divulgou que estava com o tumor, apenas no final de 2017.
A informação da morte foi confirmada pela assessoria de imprensa do funkeiro e por familiares. Catra deixa três mulheres, trinta e dois filhos e quatro netos. "É com enorme pesar que comunicamos o falecimento do amigo e cliente, Wagner Domingues Costa o Mr Catra, que nos deixou na tarde deste domingo, 9, em decorrência de um câncer gástrico. O cantor e compositor estava internado no Hospital do Coração - HCor, em São Paulo, e já vinha lutando contra a doença. A informação foi dada a família pelo cirurgião oncológico, Dr. Ricardo Motta, por volta das 15h20 da tarde. Catra deixou três esposas e 32 filhos. Neste momento de sofrimento, agradecemos o carinho, cuidado e compreensão dos amigos da imprensa, e pedimos, gentilmente, para que respeitem o momento de tristeza da família", diz o comunicado divulgado pela assessoria do artista.
Em dezembro, após ser internado às pressas, o cantor afirmava que não sentia muito os efeitos colaterais do tratamento. “Deus foi tão bom comigo que a única vez que eu me senti mal foi nessa internação. Se eu falar que eu senti dor em algum momento, é mentira”, disse naquela ocasião. Pouco antes da confirmação do falecimento, às 15h20, uma das suas filhas, Thamara Oliveira Domingues, fez uma postagem em homenagem ao pai no Facebook.
Foto: Divulgação
Fonte: Correio da Bahia
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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

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SEGUNDA EDIÇÃO DO MIAU DE ARTES URBANAS

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Segunda edição do miado cultural
Acontecerá no próximo dia 13/09 (quinta-feira), a partir das 17 horas, na escadaria da Igreja do Passo (Centro Histórico de Salvador/BAHIA-Brasil) a 2ª Edição da Mostra Internacional de Artes Urbanas – MIAU onde se fará acontecer Cultura, n'uma ação envolvendo vários artistas, será uma grande confraternização entre amantes das grandes manifestações artísticas e culturais de vários lugares do planeta. Artes plásticas, circo, dança, fotografia, gastronomia, Literatura, moda, musica, poesia, teatro e muito mais para fazer parte dessa grande mostra transparentemente urbana.

Esse grande miado trará dentre outras atrações o “Sarau do Miau” com as poesias de Taíssa Cazumbá, Roberto Leal, Walter Cesar, Açucena de Lírio, Rafael Mc, Tiago Gato Preto, Valdeck Almeida de Jesus e tantos outros; teremos exposição e lançamento de livros de autores baianos, com uma seção de autógrafo dos livros coletâneas "Com Amor & Luta" com Roberto Leal e “Poéticas Periféricas" com Valdeck Almeida de Jesus; show musical com o percussionista Waky Hannah- Kadashá, a rapper Janaina Noblat e o cantor e performer Portella Açúcar e o cantor Yaô da Silva (Argélia) e a Banda Familia Teyuna (Colômbia); teremos ainda a moda com alternativa de muitas cores do rastaman Day Tribal; ainda vários Malabaristas do Chile e Uruguai e bate papo com a professora e escritora Jovina Souza sobre “Discriminação racial e embranquecimento da raça negra”, mediado pelo jornalista Roberto Leal e com a participação do estudante Joel Correia (Cabo Verde/África) ; a artista de rua Cigana de Ayelen (Chile) cantará o sucesso de Violeta Parra “Gracias a la Vida”.
A realização do evento é uma parceria da Gato Preto Produções (Tiago Poeta), UBESC - União Baiana de Escritores, com o apoio da revista Òmnira e do Movimento Literário Kutanga/Angola. “O projeto é inovador do ponto de vista da realização de uma mostra de arte quinzenalmente em Salvador, é e foi uma novidade bem recebida pelo público na primeira edição”, disse Roberto Leal presidente da UBESC - União Baiana de Escritores.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

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CANTOR UGANDÊS BOB WINE PROIBIDO DE DEIXAR O PAIS

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O cantor e politico Bob Wine proibido de deixar Uganda para tratamento médico
O músico ugandês Bobi Wine, 36 anos, nome artístico do deputado Robert Kyagulanyi, foi libertado no início da semana depois de ter pago uma caução para poder aguardar em liberdade as acusações de traição e posse ilegal de armas de fogo na sequência de um ataque à pedrada contra uma caravana automóvel onde seguia o Presidente Yoweri Museveni. Wine que estava preso desde o dia 14 de agosto, foi posto em liberdade no dia 27 (segunda-feira).
Entretanto, o Parlamento do Uganda solicitou a detenção dos agentes de segurança implicados no abortado golpe de Estado e na tortura de 33 pessoas por suposta participação no ataque à comitiva do presidente Yoweri Museveni, noticiou a Prensa Latina. A presidente do Parlamento, Rebecca Kadaga, afirmou através de uma carta enviada ao chefe de Estado, que os responsáveis de qualquer maltrato aos detidos devem comparecer perante a Justiça. No passado dia 13 de Agosto, partidários de um candidato independente que impugnava uma eleição parcial parlamentar apedrejaram a caravana de Museveni quando abandonava a cidade de Arua (noroeste), depois de fazer campanha por um candidato do partido no poder. 
Entre as dezenas de pessoas detidas pouco depois de serem apontados como suspeitos de participar do assalto encontrava-se Bobi Wine. O político e músico ugandês está doente e a receber tratamento médico em Kampala. Os esforços são para o tirar do país para receber melhores cuidados de saúde. Entretanto, o Governo de Museveni não dá trégua a Wine. O deputado tem um "problema renal" que precisa de cuidados médicos urgentes no exterior, de acordo com o seu advogado, e está a ser tratado numa clínica privada na capital, Kampala. O músico teria sido alvo de tortura, inclusive nos órgãos genitais, durante o tempo em que esteve detido e foi impedido essa semana de deixar o país para tratamento nos Estados Unidos.
 A maior parte da população do Uganda tem menos de 24 anos de idade e muitos veem o músico, como uma esperança no futuro do país. Bobi Wine foi eleito para o Parlamento em 2017 numa votação em que derrotou quatro adversários, incluindo o apoiado pelo Presidente Museveni. Em menos de dois anos no cargo o cantor tem sido duramente criticado pelo Governo. A estrela do reggae conta com mais de 15 anos de carreira musical bem sucedida, embora ele diga que trabalhar na área de entretenimento tem sido difícil. Mas desafiar um Governo que está no poder há 32 anos pode ser a sua maior luta até agora.Em entrevista concedida à DW antes da sua detenção, Bobi Wine falou sobre o seu papel na política ugandesa: "Ninguém deveria olhar para mim como o messias ou como a solução, sou apenas parte do puzzle. Devemos alcançar o que queremos como um país, devemos alcançar isso em conjunto de forma a que nunca mais algum  homem possa reivindicar o sucesso da luta ou a libertação do país.
Foto: Divulgação
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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

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A SAGA DA ATIVISTA DIANE RWIGARA EM RUANDA

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

A ativista feminina e empresária Diane Rwigara é uma forte oposição a Kagame
 Diane Shima Rwigara, 37 anos, é uma empresária ruandesa e ativista dos direitos das mulheres que disputou como candidata independente nas eleições presidenciais ruandesas de 2017. Em 23. 09. 2017 Rwigara foi acusada ao lado de sua mãe e quatro outros réus, de "incitação à insurreição", dentre outras acusações, e por esse motivo foram presas.
Rwigara é uma tutsi que nasceu em Kigali, tem três irmãos. Filha de Assinapol Rwigara, um industrial que era um dos principais financiadores da RPF - Frente Patriótica Ruandesa, que faleceu em um acidente automobilístico na noite de 4. 02. 2015 em Gacuriro/Kigali, que a sua família acredita em acidente criminoso por motivação política. Segundo a Polícia ele teve morte instantânea, quando o carro Mercedez-Benz em que ele dirigia, colidiu de frente com um caminhão pesado. 
Rwigara que é uma contadora experiente, é uma ativista dos direitos das mulheres, aquela que se manifestou repetidas vezes contra a forma de governo do país sob a presidência de Paul Kagame, sobre as injustiças cometidas e a opressão contra os opositores do governo.
O que lhe rendeu sua oposição a Kagame:
No momento da sua prisão em 2017
Em 3. 03. 2017 Rwigara anunciou sua intenção de concorrer à eleição presidencial e em 72 horas depois, fotos nuas dela vazaram na internet em uma aparente atitude de intimidação, de humilhação, algo considerado como um golpe baixo. Os observadores presumiram ser um esforço para minar sua credibilidade, o que aumentou mais a sua popularidade. Ela reafirmou a sua intenção de concorrer, levantando a sua bandeira de campanha na erradicação da pobreza, estabelecer um seguro de saúde universal e defender a liberdade de expressão, um dos pontos mais importantes da sua campanha. Quando Rwigara anunciou sua intenção de concorrer contra Kagame, vários jovens ruandeses compareceram as suas reuniões enquanto jornalistas faziam suas coletivas de imprensa. Isso sacudiu o partido e os líderes do governo, afirmaram observadores.
Em 7. 07.  2017 a Comissão Eleitoral Nacional desclassificou Rwigara da eleição por motivos técnicos,  alegando que ela havia usado assinaturas falsificadas em sua candidatura e havia apresentado apenas 572 assinaturas válidas em vez das necessárias 600. Rwigara alega ter enviado 958 assinaturas, e 120 além das necessárias, depois que algumas foram desclassificadas.  Dois outros candidatos também foram desqualificados, levando a Anistia Internacional a afirmar que se teria uma eleição realizada n’um "clima de medo e repressão", á época. 
O Departamento de Estado dos EUA criticou duramente a decisão como a União Europeia também, Kagame venceu a eleição em 4 de agosto, com 98% dos votos. Foi então que Rwigara fundou um grupo ativista chamado “Movimento de Salvação de Pessoas” para desafiar o regime em seu histórico de direitos humanos, dizendo que o parlamento do país é pouco mais que um carimbo de borracha. Em 30. 08. 2017 Rwigara tem sua casa invadida, pela polícia com a acusação de que ela estava sendo investigada por falsificação e evasão fiscal.  A família de Rwigara relatou sua ausência, dizendo que homens armados desconhecidos em roupas civis os mantiveram sob a mira de uma arma enquanto a casa era revistada, mas a polícia negou que ela houvesse sido presa. 
uraSuposto assessor está desaparecido e confisco de bens:
Leon Orsmond, um criativo publicitário freelancer da África do Sul, que ajudou Rwigara com sua campanha nas redes sociais, está desaparecido desde fevereiro de 2018 (https://gramrix.com/findleon/).  Antes de seu desaparecimento, Orsmond não fazia segredo quanto a sua antipatia ao governo de Kagame. Ela tem sido uma voz crítica rara dentro de Ruanda, repetidamente levantando as alegações de assassinatos extrajudiciais que exilaram críticos e organizações internacionais como a Human Rights Watch, que o governo frequentemente realiza contra seus inimigos.
Procura-se Leon Orsmond
No mês de junho de 2018, a Autoridade Tributária de Ruanda vendeu todo maquinário do negócio de tabaco da família por quase US $ 2 milhões em uma tentativa de recuperar US $ 7 milhões em impostos atrasados reclamados.  Um leilão anterior de ativos comerciais da família de Rwigara, já havia rendido mais de 500 milhões de francos ruandeses.  A Anistia Internacional solicitou ao Judiciário de Ruanda que garanta que este julgamento não se torne apenas mais um meio de perseguir e oprimir os opositores do regime de governo. 
Campanhas nas Redes Sociais:
Em agosto de 2018, a hastag #FreeDianeRwigara estava sendo usado por quenianos no Twitter para pedir que Kagame libertasse Rwigara. Isso aconteceu poucos dias depois que os usuários do Twitter no Quênia fizeram o mesmo com o membro do parlamento de Uganda, Robert Kyagulanyi, mais conhecido como Bobby Wine.  "O RPF está com medo", diz Rwigara. “Se eles são amados pelo povo, como alegam, por que quando alguém como eu anuncia uma intenção de se candidatar, eles recorrem a todos esses truques sujos para tentar me desencorajar e me silenciar? Se eles fossem realmente populares, eles teriam me deixado competir”.
A opinião publica mundial diz:
Tanto politicamente como economicamente, os sucessos de Ruanda foram amplamente celebrados e são vistos a olhos nus. Desde janeiro de 2018, o Presidente Paul Kagame está no comando da União Africana. Ele foi descrito como sendo um herói; e tem Tony Blair e Bill Clinton entre seus partidários.
Ruanda possui 64% de representação feminina no Parlamento, que conseguiu  reduzir a taxa de mortalidade materna em quase 80% desde 2000. As crianças em Ruanda têm direito a 12 anos de educação gratuita e as escolas têm a maior taxa de matrícula na África. Mais de 90% da população está no programa nacional de saúde, com quedas significativas na malária e HIV/AIDS.
Para combater a desnutrição, Kagame apresentou o projeto One Cow Per Family, beneficiando centenas de milhares de famílias. Ele também apresentou o One Laptop Per Child, que até 2016 já havia distribuído mais de 267.000 laptops para 930 escolas. O crescimento do PIB ruandês foi em média de 7,26 por cento de 2000-2017. (https://www.dailymaverick.co.za/article/2018-05-07-remembering-rwanda/). E Paul Kagame segue firme para mais um mandato de sete anos.


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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

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MOSTRA INTERNACIONAL DE ARTE AGITA A ESCADARIA DO PAÇO

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O poeta angolano Fernando Chissende é uma atração
Acontecerá no próximo dia 23/08 (quinta-feira), a partir das 17 horas, na escadaria da Igreja do Passo (Centro Histórico de Salvador/BAHIA-Brasil) a 1ª Mostra Internacional de Artes Urbanas – MIAU onde se fará acontecer Cultura, n'uma ação envolvendo vários artistas, será uma grande confraternização entre amantes das grandes manifestações artísticas e culturais de vários lugares do planeta.
Artes plásticas, circo, dança, fotografia, gastronomia, Literatura, moda, musica, poesia, teatro e muito mais para fazer parte dessa grande mostra transparentemente urbana.
Esse grande miado trará dentre outras atrações o “Sarau do Miau” com as poesias de Taíssa Cazumbá, Walter Cesar, Rafael Pugas, Michelle Saimon, Açucena de Lírio, Rafael MC e João Vanderlei de Moraes Filho; uma exposição e lançamento de livros de autores africanos e baianos, com uma seção de autografo do poeta angolano Fernando Chissende (Angola) com seu livro “Pensamentos do Estoque” Ed. A5/BA; show musical com as bandas Som do Paço (Brasil), Daniel Dandê, Família Teyuna (Colômbia), Shalon Adonay & Projeto Samba Chula Tombo Couraça, Ras Ednaldo Sá, Jorge Santana e maniçoba musical de Santo Amaro; a dança fica por conta Meirejane Lima,  Dança Afro Mandingue, o Dança Afro Peruana; teremos ainda a moda com alternativa de muitas cores do rastaman Day Tribal; ainda vários Malabaristas do mundo inteiro; a exposição “Descontrastando África” com 13 fotos do repórter fotografico Roberto Leal e bate papo com escritores baianos.

A realização do evento é uma parceria da Gato Preto Produções (Tiago Poeta), UBESC - União Baiana de Escritores e Chileiras S/A, com o apoio da revista Òmnira e do Movimento Literário Kutanga/Angola. "O projeto é audacioso do ponto de vista que se pretende realizar a mostra uma vez por semana, ganhando assim espaço na agenda e no calendário cultural de Salvador", disse Roberto Leal presidente da UBESC - União Baiana de Escritores.

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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

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MORRE QUENIANO CAMPEÃO MUNDIAL EM PEQUIM 2015

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Morre campeão mundial dos 400 mt com barreiras em Pequim/2015
Atletismo de luto. O atleta queniano Nicholas Bett, 28 anos, campeão mundial dos 400 metros com barreiras em Pequim-2015, morreu na madrugada dessa quarta-feira, em um acidente de trânsito na região oeste do país.
"O veículo onde se encontrava atingiu um obstáculo e capotou. Bett morreu na hora", afirmou o comandante da polícia do condado de Nandi, Patrick Wambani. Segundo informações da imprensa britânica, o atleta retornava do Campeonato Africano disputado na Nigéria quando perdeu o controle de seu carro e caiu em um barranco após sair da estrada próxima à cidade de Nandi, região oeste do Quênia.
No Mundial de Atletismo de 2015 em Pequim, Nicholas Bett conquistou a medalha de ouro na prova dos 400 metros com barreiras e se tornou o primeiro queniano a vencer esta prova na competição, com o tempo de 47 segundos e 79 centésimos.
Em comunicado postado nas redes sociais, a Federação Queniana lamentou a morte de Bett, apontado como um dos maiores atletas nacionais, e enviou condolências à família e à toda comunidade desportiva.
Um dos maiores nomes do atletismo, Bett escreveu seu nome na história do esporte não só pelo título mundial em Pequim, mas também por se tornar o primeiro queniano a vencer uma prova com distância inferior a 800m. Berço de diversos fundistas de relevo, o pais africano jamais se notabilizou por grandes atletas de curtas distâncias.
Nas Olimpíadas do Rio de Janeiro Bett era um dos favoritos à medalha de ouro, mas, acabou caindo na pista e não se classificou para a final, que foi vencida pelo americano Kerron Clement. O seu compatriota Boniface Mucheru Tumuti ficou com a prata, e o turco Yasmani Copello com o bronze.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação
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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

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RESULTADO DAS ELEIÇÕES NO ZIMBÁBUE CAUSA TEMOR

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Chamisa pode ser o novo presidente do Zimbábue

Jornais de todo mundo chamam atenção para a instabilidade no Zimbábue, diante do que pode vim a acontecer quando da divulgação do resultado das últimas eleições, que dão conta de uma possível vitória da oposição, com a eleição de Nelson Chamisa do partido MDC-Movimento pela Mudança Democrática.

Festejando a vitória antecipada membros do MDC dizem ter computado os seus votos, o que dá margem a eleição do seu candidato. Até o próprio presidente deposto Robert Mugabe, revelou o seu voto, negando-se a votar em seu antigo partido o ZANU/PF – União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica.

O partido governante o ZANU/PF conseguiu manter a maioria absoluta no Parlamento, após apuração de 72% dos votos das eleições gerais realizadas na ultima segunda-feira.
Nos últimos dados divulgados nesta quarta-feira pela ZEC-Comissão Eleitoral do Zimbábue, referente ao resultado das eleições legislativas, a ZANU-PF conquistou 109 cadeiras, superando o principal partido opositor, o MDC-Movimento pela Mudança Democrática, que tem por enquanto 41 cadeiras garantidas.

"Os resultados presidenciais serão anunciados somente depois que a ZEC tenha coletado todos os resultados", disse ontem a presidente da Comissão, Priscilla Chigumba. Segundo a lei do país, a Comissão tem cinco dias para divulgar os resultados finais das eleições presidências, que deverá ser tornado público até o próximo sábado.
Há um suposto temor da população, principalmente na capital Harare, de que haja atos de violência depois da divulgação dos resultados, com uma suposta eleição de Nelson Chamisa. 

As eleições levaram 75% dos eleitores registrados às urnas e mostram o otimismo dos partidários de oposição. Pela primeira vez na história do país, desde a sua independência em 1980, uma eleição não tem Robert Mugabe entre os candidatos.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação

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terça-feira, 31 de julho de 2018

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CATADOR DE RECICLÁVEIS INVENTA CARREGADOR DE CELULAR SEM TOMADA

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O Mato Grosso do Sul também tem seu Prof. Pardal

O catador de recicláveis Celso Aristimunho, de 60 anos, da cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, desenvolveu a partir de material recolhido do lixo, um carregador de celular que não precisa estar conectado em uma tomada para funcionar. Ele usou restos de ventilador, carregador, lâmpada e uma manivela.

Celso Aristimunho, de 60 anos, criou um aparelho que conta com um carregador de celular, uma lâmpada, manivela e restos de um ventilador, tudo envolvo em fita isolante. "Fico pensando nesse pessoal que se perde no mato, nos lugares distantes ou mesmo em alto-mar. Pode salvar vidas, né?", disse Celso orgulhoso de compartilhar sua invenção.
Em entrevista ao G1, ele contou que está sempre levando para casa produtos eletrônicos encontrados descartados no lixo, como aparelhos de som, liquidificadores, ventiladores e instrumentos musicais. Ele, inclusive, já conseguiu reformar um fusca, ano 1968, apenas com materiais encontrados no lixo, apelidando o veículo de Batfusca.
Nas redes sociais circula um vídeo onde ele manuseia uma manivela e automaticamente o celular começa rapidamente a carregar.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação/Internet



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quinta-feira, 26 de julho de 2018

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PROFESSOR E ATOR BRASILEIRO ASSASSINADO EM ANGOLA

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Família pede ajuda para  o translado do corpo de Yaru
O professor de artes cênicas e ator brasileiro Adélcio Cândido, de 41 anos, conhecido como Yaru, foi encontrado morto na terça-feira (24), em Luanda, capital da Angola. Segundo amigos e parentes, os detalhes sobre o crime ainda não foram confirmados pelas autoridades locais, mas a família já está empenhada em trazer o corpo do brasileiro, que era natural de Goiânia onde deve ser velado e enterrado. Os familiares e conhecidos estão consternados ao saber da notícia. Uma sobrinha dele resumiu a dor dos parentes: “Ele era uma pessoa muito querida e não merecia isso”, afirmou.
O Gabinete de Assuntos Internacionais em Goiás informou, por meio de nota, que “já teve contato com familiares do goiano” e que aguarda encontro com eles para oferecer “a assistência que prestamos em casos desta natureza”. Já o Itamaraty disse, também por meio de nota, que “a Embaixada do Brasil em Angola acompanha o caso”, que está prestando assistência aos parentes e que “a Embaixada mantém contato com as autoridades policiais angolanas, que investigam as circunstâncias do ocorrido”.
O professor e ator de teatro, que estava morando em Luanda, teria saído para ir a uma festa no último domingo (22/07) e não havia sido visto até terça-feira, quando o corpo dele foi encontrado, segundo informações dos amigos e parentes. A TV Anhanguera apurou que o brasileiro foi vítima de latrocínio e foi morto por asfixia.
A atriz, professora e colega dele de faculdade, Kelly Morais, de 37 anos, contou que ele estava morando e trabalhando em Luanda. “Todos descobrimos quando a amiga dele que morava com ele nos ligou para dar a notícias. Sabemos também que acharam o carro com alguns pertences, inclusive com o celular da vítima, que já estão com a polícia, junto com suspeitos”, afirmou.
Outro amigo de Yaru, que está ajudando a família com os trâmites internacionais, contou que as informações ainda estão desencontradas, mas que estão fazendo de tudo para trazer o corpo do professor o quanto antes de volta para o Brasil. “Há uma dificuldade muito grande por parte da embaixada brasileira em Luanda para nos fornecer as informações de liberação do corpo, de autopsia, que ainda não aconteceu. […] Tudo está nos deixando cada vez mais angustiados, preocupados com essa situação. Precisamos de ajuda de qualquer que seja a esfera pública que possa nos apoiar, para que ele possa vir aqui para terra natal dele e perto de todos nós que gostamos muito dele”, disse.
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quarta-feira, 25 de julho de 2018

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"RESISTÊNCIA NEGRA" EM GRAFITES DE ANGOLA E BRASIL NA SERRA DA LEBA

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Um dos primeiros grafites do Projeto na Serra da Leba

Artistas do grafite de Angola e  do Brasil  participam do dia 28 deste mês a 2 de Agosto, da criação de novas pinturas em boa extensão da Serra da Leba, que liga o Lubango ao Namibe, a iniciativa visa promover o intercâmbio cultural entre as duas nações e faz parte do projeto “África e a Diáspora - Novas Conexões”, lançado no Brasil, que conta com a presença de grafiteiros do Estado da Bahia, Annie Ganzala, Ananda Santana e Eder Muniz, e dos angolanos Thó Simões, Nunes Simões e Manuel Rafa. O projeto “Murais da Leba” visa relançar o turismo cultural na região sul do país, através das artes plásticas.

Durante cinco dias, os grafiteiros brasileiros, oriundos do Estado da Bahia e os angolanos envolvidos no projeto Murais da Leba vão estar a mais de mil metros acima do nível do mar,  para projetar e colorir as suas ideias nas paredes da Serra da Leba que tem como foco a ancestralidade e resistência negra em África e na diáspora.
Uma equipe de filmagem, proveniente da Bahia, fará a gravação do intercâmbio cultural entre brasileiros e angolanos para um documentário, a exemplo do que aconteceu na primeira fase dos Murais da Leba, com a produção do filme “As Cores da Serpente”, pela mesma equipe. 

O projeto “África e a Diáspora - Novas Conexões” é realizado pela Estandarte Produções, Cinepoètyka Filmes e Coletivo Murais da Leba, com o apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia. A iniciativa prevê a realização de um debate sobre racismo e movimentos de resistência negra, com a participação de especialistas brasileiros e angolanos, no dia 3 de Agosto (sexta-feira), no Centro Cultural Brasil - Angola, em Luanda.  Um dia depois, os grafiteiros da Bahia juntam-se a artistas angolanos para pintar um mural em Luanda. Os Murais da Leba é um projeto lançado em 2015, por ocasião do 40º aniversário da Independência Nacional, com o propósito de transformar as pinturas da Serra da Leba na maior obra de arte a céu aberto em África. 

Os artistas:
Eder Muniz, artista autodidata, atualmente trabalha com grafites, mistura técnicas das artes plásticas e técnica própria do grafite. Os seus trabalhos têm como característica a ligação homem–natureza estão espalhados por várias partes da cidade de Salvador. No ano de 2000, ajudou a fundar o Movimento Calangos de Rua, um coletivo de artistas, com o intuito de levar a cultura às comunidades da capital baiana.
Em 2005, participou do projeto Salvador Grafita, a partir de então, foi convidado para palestrar nos Estados Unidos e realizar seminários em universidades e Organizações Não Governamentais, na cidade de Nova Iorque. 

Nanda Santana, estudante de Artes, na Universidade Federal da Bahia, residente do bairro de Itapuã, em Salvador, é grafita há cerca de dois anos. Traz  nos seus trabalhos muita cor e vida, porém, sempre a representação de uma mulher negra, por acreditar que as mesmas precisam ser vistas e respeitadas. Além do grafite, utiliza as técnicas como aquarela e acrílica, para dar cor às personagens que cria.

Annie Gonzala Lorde, negra e feminista de religião de matriz africana Candomblé, é moradora na periferia de Salvador. Começou a desenhar na infância,  hoje vive da arte. Expôs as suas obras em países como a Colômbia, Alemanha, França, Espanha, Estados Unidos e República Dominicana.

Thó Simões nasceu em Malanje. Trabalha em pintura, arte urbana, performances, instalações, filmes e fotografia. Estudou arte no Instituto Nacional de Artes e Cultura (IN-FAC), em Luanda. Em 2001, expôs pela primeira vez com o coletivo “Os Nacionalistas” e continuou até agora. 

Manuel André Pedro “Rafa” nasceu em Viana, província de Luanda, onde reside até ao momento. Pinta, desde 2010, nas ruas da capital angolana, não só para exteriorizar o seu dom artístico, mas também para transmitir mensagens de educação cívica e moral. 

Nuno Camoxi Munzala “Noop” nasceu no município de Viana,  faz grafite desde 2012, mas desde criança que tem gosto pelo desenhar. Em 2013, entrou para o movimento artístico MAL Crew, um ano depois, participou num concurso nacional de grafite, onde foi descoberto e convidado para fazer parte do projeto Murais da Leba.



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segunda-feira, 23 de julho de 2018

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PAPO DE ESCRITOR DA UBESC EM CACHOEIRA

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Jovina Souza falará sobre descriminação racial

Em comemoração ao  quinto aniversário da União Baiana de Escritores acontecerá em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia,  o “Papo de Escritor UBESC” com as participações da professora e escritora Jovina Souza e do jornalista, escritor e editor Roberto Leal. O evento será durante a Festa Boa Morte,  no  dia 15 de agosto (quarta-feira), às 16 horas, na Quinta Casa, sede Portuário Atelier Editorial (na Rua Benjamin Constant, 05), ao lado da Câmara de Vereadores, no pé da Ladeira da Cadeia. 

O Papo de Escritor, em Cachoeira, insere-se no Atelier de Leituras (Especial de Agosto), realizado na Quinta Casa semanalmente e transmitido ao vivo na página da Portuário Atelier Editorial no Facebook. Já participaram do Atelier o poeta Rony Bonn, a escritora Aidil Araújo Lima, além da leitura dos poemas de Rómulo Bustos Aguierre (Colômbia) e Pedro Pereira Lopes (Moçambique) previstas para o mês de julho. Com a mediação do poeta João Vanderlei de Moraes Filho o evento contorna-se com um bate papo diferente, voltado para a temática negra, com uma rica alusão à África, o processo de discriminação racial brasileiro, a poética da produção e difusão da literatura, além de exposição de obras literárias dos participantes, autores colombianos, negros africanos. Ao final, teremos uma sessão de autógrafos do lançamento do livro “Caminhos das Estações” da escritora e professora Jovina Souza.

O evento será realizado pela UBESC – União Baiana de Escritores em parceria com a  Portuário Atelier Editorial e tem o apoio da Academia Maçônica Cachoeirana de Letras e Artes de Cachoeira, Revista Òmnira e Movimento Literário Kutanga/Angola. Mais informações (71) 98736-9778 ou pelo e-mail lealomnira@yahoo.com.br

Jovina Souza nasceu no Estado da Bahia, mora atualmente em Salvador. Graduada em Letras vernáculas, concentrou seus estudos em Literatura brasileira e Teoria literária. É especialista em Estudos literários e mestra em Teoria e Crítica da Cultura e da Literatura. Dedica-se a escrever poemas, contos e textos acadêmicos. É professora e poetisa, iniciou sua luta contra o racismo ainda criança no seio da família e continua sem interrupção.  Seu primeiro livro intitulado “Agdá” foi publicado em 2012. A escritora tem textos publicados em várias coletâneas, nas redes sociais, e nos Cadernos Negros (Quilombhoje/SP).
Leal e as curiosidades in África


Roberto Leal é jornalista (DRT/BA 3992), escritor, poeta, repórter fotográfico, editor, ativista cultural e palestrante, nascido em Salvador/Bahia, in Brasil, hoje residindo em Angola. Autor de Cárcere de Poemas  - 2000 e  C'alô & outros poemas - 2012 ambos esgotados e C’alô & Crônicas Feridas – 2018/4ª Edição, todos pela Ed. Òmnira/BA-Brasil. Foi colaborador em jornais como Bahia Hoje, A Tarde, Tribuna da Bahia e Correio; revistas e periódicos no Brasil e exterior; é editor da revista brasileira de Literatura “Òmnira”, que na língua Yorubá quer dizer: Liberdade.  É organizador de centenas de coletâneas e antologias em poesia e conto, no Brasil e em Angola/África. Recebeu em novembro de 2014 o título de “Embaixador da Literatura Brasileira” em Angola, pelo Movimento Viv’Arte do Uige, é também fundador do Movimento Literário Kutanga/Angola e presidente da UBESC – União Baiana de Escritores.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Divulgação



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