segunda-feira, 15 de agosto de 2016

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A LÍNGUA DO BRASIL É O PORTUGUÊS BRASILEIRO

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Os nossos maiores símbolos nacionais: bandeira e língua
O Brasil é o único país da CPLP - Comunidade de Países de Língua Portuguesa que fala e escreve o seu próprio português, portanto carregando quase que nenhuma influencia cultural dos colonizadores, a não ser um pouco de uma história mentirosa de descobrimento que ainda se ensina nas escolas e que deve ser revista e reconsiderada; se compartilharmos da opinião de muitos brasileiros de que não se descobre onde já se está habitando...
O português brasileiro tem forte influência do Latim, das línguas indígenas e das línguas africanas, outras culturas linguísticas tiveram sua contribuição em uma escala muito pequena ligada mesmo as linguagens consideradas: vulgar; chulas; como gírias e pejorativas como os palavrões. O Português brasileiro é falado por mais de 190 milhões de pessoas, dentro e fora do território brasileiro, o que torna a variante mais falada do Português, além de mais lida e mais escrita do mundo.
Em 1500, os cercas de 5 milhões de indígenas de diferentes raças e tribos que aqui viviam, divididos em mais de 1.500 povos, falavam em torno de mais de 1.000 línguas; em 1580, começa a ser registrada a Língua Geral Paulista, difundida por padres jesuítas e bandeirantes; em 1700, surgem os primeiro registros da Língua Geral Amazônica, de base indígena “Tupinambá” e do Dialeto de “Minas” trazido pelos escravos africanos, uma mistura de Português com Evé-fon originário de Gana, Togo e Benin; hoje a Constituição garante a preservação dos dialetos de grupos indígenas e dos remanescentes de Quilombos.

A língua “Português brasileiro” sofreu diversas influências por diferentes povos e até os dias de hoje vive uma constante evolução da sua diversificação do idioma. A única lembrança que dizem os brasileiros que ficou dos colonizadores, foi esse “jeitinho brasileiro de querer levar vantagem em tudo” e o que não é bem visto pelos próprios brasileiros praticantes da ética social.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação
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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

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MORRE AOS 50 ANOS CANTOR VANDER LEE

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Vander Lee vai deixar saudades
Morreu na manhã desta sexta-feira (5), o cantor mineiro Vander Lee, de 50 anos. De acordo com a assessoria de imprensa do músico, ele sofreu um infarto após passar mal quando fazia hidromassagem, na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, na tarde de ontem. Vander Lee foi internado as pressas em um hospital da capital mineira e durante a noite chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu. As causas da morte vão ser investigadas.
Vander Lee que era mineiro ficou famoso por suas canções que transmite mensagens românticas, falando de amor. Em sua última atualização no Facebook, o cantor faz uma convocação para que os fãs comparecessem a um show que ele faria no dia 13 de agosto em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.
O último trabalho do artista foi lançado no último mês de maio, com canções que passam pelo jazz, pop e rock . No currículo, o músico teve músicas eternizadas nas vozes de: Gal Costa, Alcione, Maria Bethânia, Fábio Jr., Fagner, Elza Soares, Elba Ramalho e Vanusa.
Fonte: ASCOM/Salvador Press
Foto: Divulgação
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quinta-feira, 28 de julho de 2016

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I CONCURSO KUTANGA DE POESIA - 2016

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 REGULAMENTO/NORMAS/REGRAS

Movimento Literário Kutanga de Angola/África
1-Só será permitida a participação de poetas angolanos (vetada a participação de estrangeiros). Cada autor deverá participar apenas com 1 (uma) poesia, de até 30 versos/linhas, com título e identificada pelo nome de registro. A poesia deve ser digitada, devidamente revisada (erro de português leva a desclassificação) e entregue em CD junto com foto de perfil, dados biográficos e cópia do BI.

2- Serão publicados os 10 primeiros colocados na próxima Edição da revista de Literatura Òmnira (Brasil) e terão direito a 1 (um) exemplar da publicação e certificado expedido pela UBESC - União Baiana de Escritores. Não terão premiação em dinheiro/valores.

3- As poesias serão julgadas pelo Conselho Editorial da Revista Òmnira/no Brasil. Julgamento  esse que é irrecorrível, e o envio do material e o pagamento da taxa de inscrição acarretam na aceitação do regulamento.

4- As inscrições poderão ser feitas com os Coordenadores do Movimento Literário Kutanga, em Angola. De 1 de agosto a 1 de setembro de 2016.
Em Luanda: o poeta e teatrólogo Blandine Klander 926346141 / 912671330 ou e-mail: bklander2@hotmail.com; no Uige: o poeta Garcia Pedro Teleka 931811573 ou e-mail: teleka65@gmail.com e na Huila: o poeta Deusdedith Manuel 923756073 ou e-mail: mussanhay@hotmail.com

5- Taxa de inscrição de: Kz 1.500
(Em caso de desistência não será devolvida taxa de inscrição).


6- I Concurso Kutanga de Poesia - 2016. Esse concurso de incentivo, tem o objetivo de fortalecer o trabalho literário que vem desenvolvendo, como também promover a parceria Movimento Literário Kutanga em Angola/África e Bahia/Brasil e que terá o apoio da UBESC - União Baiana de Escritores & Revista Òmnira/Brasil, no fortalecimento do intercâmbio das entidades com os membros do PALOP-Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

7- A realização é do Movimento Literário Kutanga/Angola. Tem a coordenação do jornalista, escritor e editor brasileiro Roberto Leal e a seleção do material do poeta e escritor angolano Garcia Pedro Teleka.
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PRIMEIRO HOMEM A PISAR O POLO NORTE FOI UM NEGRO

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 Henson foi o primeiro homem a pisar o Polo Norte
“Acho que sou o primeiro homem a sentar no topo do mundo”, comemorou Matthew Henson em 6 de abril de 1909. Estava no Ártico, coberto de gelo, e comunicava o feito a Robert Peary, o chefe da expedição que tentava conquistar pela primeira vez o Polo Norte. Havia chegado 45 minutos antes de Peary, um capitão de fragata conhecido pelo seu despotismo e sua falta de escrúpulos. Henson, um órfão de família pobre que só aprendera a ler aos 12 anos, antecipou-se a um militar de alta patente. E ainda por cima era negro.
“Peary deitou chispas pelos olhos”, recordou Henson anos depois. Entretanto, o branco passou à história como o conquistador do Polo Norte e foi enterrado com honras militares sob um impressionante monumento no Cemitério Nacional de Arlington, em 1920. O negro, como os quatro esquimós que os acompanhavam, foi rapidamente esquecido. Encontrou emprego no Departamento de Alfândegas, depois de trabalhar num estacionamento, e acabou enterrado quase como indigente num cemitério do Bronx, em Nova Iorque, em 1955.
Em 6 de agosto completam-se 150 anos do nascimento de Matthew Henson, para muitos o primeiro ser humano a colocar os pés no Polo Norte. Nasceu em Maryland, em 1866, um ano depois da abolição da escravidão dos negros nos EUA. Aos 12 anos, órfão e sem ter jamais pisado numa escola, foi até a um navio mercante no porto de Baltimore e, segundo a sua biografia oficial,Dark Companion (“companheiro escuro”, 1947), disparou para o capitão: “Meu nome é Matthew Alexander Henson e quero ir para o mar”.
Naquele navio o menino aprendeu a ler e a escrever. Prosperou. Arranjou um modesto trabalho numa loja de Washington, e ali, em 1889, conheceu Robert Peary, que já havia comandado expedições de exploração da Groenlândia sobre trenós puxados por cães. Nasceu uma amizade. Um ano mais tarde, Henson, com 24 anos, entrou para a sua primeira missão, que percorreu o norte da grande ilha. Na década seguinte, estiveram juntos em diversas expedições, num total de 15.000 quilómetros sobre o gelo da Groenlândia e Canadá, segundo a contagem da National Geographic. Era o aquecimento para a conquista do Polo Norte, que alguns pesquisadores hoje colocam em dúvida.
Os inuits (como hoje são chamados os esquimós) Ootah, Egingwah, Seegloo e Ookeah, participantes na expedição, louvavam as habilidades de Henson para caçar, dirigir os cães e balbuciar o seu idioma. “Era mais esquimó que alguns deles”, brincou Peary. Na sua autobiografia de 1912, intitulada Um Explorador Negro no Polo Norte, Henson elogiou o senso de humor dos esquimós e a sua capacidade de trabalho. “É verdade que os esquimós são de pouco valor para o mundo comercial, devido provavelmente ao seu isolamento geográfico, mas estas mesmas pessoas iletradas e por civilizar prestaram uma valiosa ajuda no descobrimento do Polo Norte”, escreveu. E acrescentou: “A limpeza dos esquimós deixa espaço para muitas melhoras”.
A suposta sujeira dos inuits não devia ser tão repulsiva assim. Em 1986, o pesquisador americano Allen Counter viajou à Groenlândia numa missão científica e encontrou dois esquimós octogenários mestiços. Um tinha mistura com branco, e o outro com negro. Aqueles dois anciões eram os dois filhos que Peary e Henson tiveram furtivamente com duas mulheres esquimós. Counter, professor da Universidade Harvard, anunciou ao mundo a existência de Anaukaq Henson e Kali Peary. E levou-os em maio de 1987 para realizar o seu sonho: conhecer o lugar de nascimento dos seus pais e visitar os seus túmulos.
Counter, também explorador negro, tem uma biografia épica. Em 1993, descobriu o único quilombo de escravos africanos nos Andes equatorianos. Como professor de neurologia em Harvard, visita os povos indígenas da América Latina para investigar os efeitos das intoxicações por chumbo e mercúrio nas crianças que trabalham nas minas de ouro ou reciclam baterias de carro.
Em 1988, Counter utilizou o seu carisma para convencer o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, a transferir os restos de Henson para o Cemitério Nacional de Arlington, junto com os de Peary e outros heróis da história norte-americana, incluindo os sete astronautas mortos no acidente da naveChallenger um ano antes. “Naquele dia histórico [6 de abril 1909], foi Henson, um afro-americano, o primeiro a chegar ao Polo e a fincar a bandeira norte-americana”, diz a sua biografia no cemitério do Departamento de Defesa dos EUA.
Entretanto, existem dúvidas de que Henson, Peary e os quatro esquimós realmente chegaram ao Polo Norte. A organização Guinness World Records recorda que a Real Sociedade Geográfica da Grã-Bretanha respaldou durante o século XX a vitória da expedição de Peary frente à do também norte-americano Frederick Cook, que afirmou, aparentemente de forma falsa, que havia chegado lá um ano antes. No entanto, a Real Sociedade Geográfica hoje em dia não apoia nem Peary nem Cook.
A Sociedade Geográfica Nacional dos EUA patrocinou a expedição de Peary, mas em 1989 concluiu, após analisar documentos e as sombras das fotos, que ele na verdade parou a cerca de oito quilómetros do Polo Norte. A velocidade da equipe no regresso, muito mais célere do que na ida, também despertou suspeitas, apesar de em 2005 os aventureiros Tom Avery e Matty McNair terem repetido a viagem de Peary e Henson no mesmo tempo, sugerindo que isso era possível, apesar das grandes diferenças entre as duas expedições.
Provavelmente nunca se saberá se Henson, um negro que roçou a era da escravidão, foi realmente o primeiro ser humano a pisar no Polo Norte. Mas, seja como for, a sua vida merece reconhecimento. No ano 2000, Henson recebeu postumamente a medalha Hubbard, o maior prêmio da Sociedade Geográfica Nacional, reservado aos heróis da exploração. As mãos brancas de Robert Peary haviam recolhido a mesma medalha em 1906. Quase um século antes.
Fonte: El Pais
Foto: Divulgação
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TURQUIA PRENDE JORNALISTAS E ESCRITORES SUSPEITOS DE APOIAR GOLPE

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O maior alvo foram ex-funcionários de jornal encampado pelo governo e que, até então, era associado ao clérigo Fethullah Gülen, que Ancara aponta como mentor da recente tentativa de golpe de Estado. Autoridades turcas emitiram nesta quarta-feira (27/07) mandados de prisão para 47 antigos executivos e jornalistas do jornal Zaman, como parte da investida contra suspeitos de apoiar o clérigo islâmico Fethullah Gülen. O religioso que vive nos Estados Unidos é acusado por Ancara de estar por trás da tentativa de golpe militar de 15 de julho na Turquia.
Tayyip Erdogan, presidente da Turquia
Ao menos um jornalista, o ex-colunista Sahin Alpay, foi detido em sua casa na manhã desta quarta-feira, segundo a agência de notícias estatal Anadolu. O jornal, que já foi ligado ao movimento religioso de Gülen, está sob tutela estatal desde março, quando adotou uma linha pró-governo. Alpay e outros jornalistas na lista de alvos do governo são conhecidos por seu ativismo de esquerda e não compartilham da visão religiosa de mundo do movimento gulenista, o que aumenta as preocupações de que a investigação pós-golpe esteja se transformando n’uma caça aos oponentes políticos do presidente Recep Tayyip Erdogan. Alpay, assim como outros colunistas e jornalistas do Zaman, não pertencem ao movimento, mas escrevia no jornal porque era o único grande espaço de crítica ao governo que havia restado, assim como o canal de TV do Hizmet, também fechado. O Zaman declarava ter uma circulação de 1 milhão de exemplares. No total, segundo o Hizmet, foram emitidos até agora mandados de prisão contra 187 jornalistas.“Não cometi crime nenhum, não sei por que estou sendo detido”, disse Alpay, de 71 anos, ao ser levado pelos policiais de sua casa.
Entre as pessoas procuradas pela justiça estão antigos chefes de redação do Jornal Zaman, são eles:  Abdulhamit Bilici, Sevgi Akarcesme e Bulent Kenes, segundo o jornal Hürriyet. A agência estatal de notícias Anadolu afirmou que a lista de jornalistas inclui o proeminente escritor Nazli Ilicak, um dos críticos do governo do presidente Recep Tayyip Erdogan. 
No início de ano, o poder turco colocou sob sua tutela o então oposicionista Zaman, que tinha uma tiragem de mais de 650 mil exemplares e era considerado pelo governo o "porta-estandarte da imprensa favorável" a Gülen. No início desta semana, a Turquia emitiu mandados de prisão contra outros 42 jornalistas, dos quais 16 já foram detidos para serem interrogados. No total, Ancara já prendeu mais de 13 mil pessoas depois da tentativa de golpe, incluindo militares e juízes. Dezenas de milhares de funcionários públicos suspeitos de ligação com Gülen foram suspensos, de setores como a Educação e Saúde. Gülen, que coordena uma rede global de escolas e fundações, negou repetidamente que tenha qualquer envolvimento na tentativa de golpe militar, que deixou 290 mortos.
Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, os militares turcos afirmaram que até 35 aeronaves de guerra, 37 helicópteros, 74 tanques e três embarcações da Marinha foram utilizados pelos golpistas. Ao menos 8.651 militares teriam participado da tentativa de derrubada do governo, o que representa 1,5% das Forças Armadas.

O presidente da Comissão Européia, Jean Claude Juncker, lembrou que as negociações do bloco com a Turquia envolvem justiça e liberdade de expressão e que, do jeito que está o país não vai entrar tão cedo na União Européia. O ministro das Relações Exteriores da Turquia  Mevlut Cavusoglu rebateu, dizendo que: “Juncker não manda na Turquia”.

A Anistia Internacional afirma já ter recebido relatos de presos sem direito a água e comida, que estão sendo vítimas de tortura e até de estupro na cadeia. A organização pede mais acesso de médicos, advogados e parentes aos presos.
Foto: REUTERS/Umit Bektas
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terça-feira, 26 de julho de 2016

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REVISTA BRASILEIRA ABRE PORTAS PARA ESCRITORES CABOVERDEANOS & GUINEENSES

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Barack Obama que tem origem queniana

A revista brasileira de Literatura ÒMNIRA está oferecendo oportunidade a jornalistas, escritores (as) e poetas contemporâneos cabo-verdianos e guineenses de publicar nas suas páginas, na edição número 13, que homenageará o líder negro norte americano Barack Obama, retratado na capa em ilustração do artista plástico brasileiro André Soares Monteiro. Uma oportunidade para colaboradores que almejam publicar seus textos e trabalhos literários em uma publicação que vem despontando no cenário literário internacional. A publicação homenageia a cada edição um líder negro de reconhecida LUTA, já foram eles: Castro Alves (Brasil - que não era negro), Agostinho Neto (Angola), Samora Machel (Moçambique) e Nelson Mandela (África do Sul).

A revista é parte do projeto de intercâmbio desenvolvido pela UBESC - União Baiana de Escritores & Revista Òmnira (de BAHIA-Brasil), com os países de África de língua portuguesa e tem circulação participativa de: Angola, Brasil, Moçambique, Cabo Verde e Moçambique, nessa edição além do consagrado poeta revolucionário guineense Amilcar Cabral, teremos outros autores contemporâneos da PALOP – Países Africanos de  Língua Oficial Portuguesa (acrônimo)
é a expressão usada como referência aos países africanos que têm a língua portuguesa como oficial, são eles: Angola, Cabo verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe  e a também Guiné Equatorial (que recentemente adotou o idioma).  O objetivo do intercâmbio é visitar todos esses países levando a oportunidade de publicar aos escritores contemporâneos garimpados pelo projeto com a avaliação do jornalista e editor Roberto Leal e fazendo o surgimento de novos valores da literatura africana.

O material pode ser artigo, resenha de livro, contos curtos, crônica ou poesia (2), deve ser acompanhado de dados biográficos e foto de perfil do autor, que passará por um processo de seleção. A publicação deve chegar a Cabo Verde em outubro quando o jornalista e editor Roberto Leal estará em Praia, Fogo e Mindelo promovendo diversas atividades culturais como: ministrar formação e palestra, entregar doação de livros e lançar obras literárias, além de fazer uma exposição de obras de literatura africana de língua portuguesa da Editora Òmnira do Brasil. Mais informações e envio de material: lealomnira@yahoo.com.br ou www.fundacaoomnira.com.br, ainda +55 071 98688-8096 (Watsap).


Fonte: ASCOM/UBESC
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sábado, 23 de julho de 2016

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ESCRITORA MIRIM DIZ QUE MENINAS NEGRAS PODEM SER PRINCESAS

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Escritora mirim, seu pai e obra a quatro mãos
A garotinha norte americana Morgan Elizabeth Taylor, de apenas sete anos de idade, exibiu espontaneamente a sua maturidade, quando decidiu escrever um livro para mostrar que as meninas negras também podem e devem se sentir também princesas. Tudo começou quando seu pai o Sr. Todd Taylor passou a chamá-la carinhosamente pelo apelido de “Princesa”. Mas, a menina questionou dizendo: que não poderia ser chamada assim, pois era uma menina negra e que não existiam princesas negras.
“Eu amo quando você me chama de princesa, mas eu sei que não sou uma de verdade… Princesas reais são brancas e eu não poderei ser uma um dia”, disse o pai em entrevista ao jornal Today. O comentário da filha acostumada a assistir a filmes e a ler livros com histórias protagonizadas por personagens de pele clara, deixou Toddy chocado, e ele foi ver até onde aquela afirmação, se equivocada ou não, se isso era verdade. Ao lado da filha, ele procurou fazer pesquisas em relação a mulheres negras lideres, princesas, mulheres vencedoras.
Foi assim que surgiu a idéia de escrever um livro. E foi assim que nasceu o Daddy’s Little Princess  “A Princesa do Papai”. “Toda menina deveria acreditar que ela pode ser uma princesa, independente da raça”, afirma Morgan. Pai e filha decidiram, então, escrever um livro a quatro mãos. Desta forma, outras crianças poderiam aprender também sobre princesas negras reais, como a Princesa Elizabeth of Toro, que foi embaixadora de Uganda, nos Estados Unidos e Peggy Bartels, Rainha de Otuam, em Gana.
“A Princesa do Papai”, que está  à venda online US$ 9,99/ R$ 33.86 e tem repercutido positivamente, segundo a dupla de autores. “Toda menina deveria acreditar que ela pode ser uma princesa, independente da raça”, declarou Morgan ao WFMY News.
Além de adorar ler, a pequena Morgan gosta também de fazer roupinhas para suas bonecas, desenhar e pintar. Ela adora dançar e cantar, mas, não se decidiu ainda o que quer ser na sua vida quando crescer. “Só sabe que quer continuar ajudando outras pessoas”, disse.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação
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terça-feira, 19 de julho de 2016

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SEMINÁRIO COMEMORA O DIA NACIONAL DO ESCRITOR

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Jornalista Carlos Souza será o mediador
Em comemoração ao Dia Nacional do Escritor  25 de julho (segunda-feira), às 18:30h, a UBESC - União Baiana de Escritores, promove o seminário: Formação & informação do escritor: o caminho para profissionalização, no Espaço Glauber Rocha, da Livraria Saraiva do Shopping da Bahia (Av. Tancredo Neves, 148 – Iguatemi) com os escritores Igor Rossoni, Gláucia Lemos e Roberto Leal, um trio de autores experientes que compartilharão suas experiências, como orientadores de novos escritores. O evento é gratuito e acontecerá na Livraria Saraiva do Shopping da Bahia, com a mediação do jornalista Carlos Souza Yeshua. Os participantes receberão certificado com a carga horária de três horas, emitido pela UBESC.

Com o objetivo de marcar na Bahia a data magna do escritor brasileiro, o seminário visa proporcionar um momento de troca de experiências entre escritores, poetas, jornalistas, professores e leitores em geral, além de ser uma ocasião propícia para confraternização e fortalecimento do movimento literário de Salvador e Região Metropolitana. “Acreditamos na formação como um diferencial para quem pretende ser um artista da palavra com possibilidades de ganhar novos mercados, como é o caso dos nossos conferencistas. Portanto, aproveitar o Dia do Escritor para trazer este tema é mais do que oportuno”, justifica o mediador.  

Palestrantes - Escritor, ensaísta, Pós-Doutor em Teoria Literária, professor associado nos programas de Graduação e Pós-Graduação do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia e no programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade no IHAC – UFBA, Igor Rossoni, que tem dez livros publicados, entre eles Cenas brasileiras: ensaios sobre literatura e Cruvianas: prosa d'encantar carneiros; concentrará sua exposição em torno do tema "O escritor diante da linguagem e do mercado".

Membro da Academia de Letras da Bahia e autora de 37 livros publicados e três no prelo, com premiação em diversos concursos locais e nacionais, a escritora Gláucia Lemos falará sobre a importância da leitura na vida das pessoas, sobretudo daquelas que escrevem ou pretendem se tornar profissional da escrita. “Sobre formação do escritor a primeira coisa a dizer será que o bom escritor desabrocha do bom leitor. Ninguém se tornará escritor se não foi antes um leitor que se alimentou de uma expressiva base de boas leituras”.

Roberto Leal é jornalista, escritor e editor, presidente da UBESC - União Baiana de Escritores e fundador do Movimento Literário Kutanga (Angola); presta consultoria editorial para autores profissionais e iniciantes e vem desenvolvendo um intercâmbio literário e cultural com o continente africano, principalmente em Angola, Moçambique e Cabo Verde onde além dos lançamentos e palestras que tem realizado em escolas e universidades; tem ministrado através da Revista Òmnira e da UBESC, o curso de "Formação Básica em Criação Literária". Esta experiência internacional, além da sua vivência como editor de livros e revistas, será tema central de sua conferência.


DiaNacional do Escritor - O dia 25 de julho é um dia dedicado a homenagear o escritor brasileiro. O surgimento da data se deu a partir da década de 60, através de João Peregrino Júnior e Jorge Amado, quando realizaram o I Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira de Escritores - UBE, do Rio de Janeiro, a qual os dois eram presidente e vice-presidente, respectivamente. Mais informações (71) 98688-8096 / 98454-0267 ou www.fundacaoomnira.com.br
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quinta-feira, 14 de julho de 2016

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MORRE CINEASTA HECTOR BABENCO DIRETOR DE "CARANDIRU"

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Hector Babenco deixa legado nacional histórico
Na noite da última quarta-feira (13/07), o cineasta argentino, naturalizado brasileiro, Hector Babenco, morreu vítima de uma parada cardíaca. Ele estava internado no Hospital Sírio Libanês desde o dia anterior, para onde foi levado para se submeter a uma  cirurgia. Segundo a produtora da  HB Filmes, Denise Winther, que confirma a informação, “ele estava bem, mas não resistiu a uma parada”, disse. Nascido em 1946, na Argentina, o cineasta  era  naturalizado brasileiro desde 1977, quando ganhou a cidadania. E foi por aqui que ele construiu a sua carreira no cinema nacional e internacional com a produção de filmes como: O Rei da Noite, que foi seu primeiro longa-metragem, Lúcio Flávio - O Passageiro da Agonia, Pixote - A Lei do Mais Fraco e O Beijo da Mulher-Aranha, além do campeão de bilheteria Carandiru, que conta a história do massacre que aconteceu na Casa de Detenção de São Paulo, quando 111 presos foram mortos pela Polícia em uma rebelião e que teve no elenco o ator Rodrigo Santoro. Sendo que seu último trabalho no cinema foi “Meu Amigo Hindu”, que foi lançado em março. O cineasta era casado com a atriz Bárbara Paz.
O diretor fez história também fora do Brasil. Com o filme “O Beijo Da Mulher-Aranha”, que teve Sonia Braga em papel principal; ele foi indicado ao Oscar de melhor diretor; que apesar de não ter levado a estatueta, o filme venceu um importante prêmio naquela noite: o de melhor ator para William Hurt. Em Cannes, ele concorreu também com outros seus filmes Carandiru e Coração Iluminado. Também levando estatuetas para casa. No Festival de Locarno, recebeu o Leopardo de Prata por “Pixote - A Lei Do Mais Fraco”, que conta a história de um menino de rua que, depois de sofrer num reformatório para delinquentes juvenis/FEBEM, ao sair se une a uma prostituta que na trama é vivida pela saudosa atriz Marília Pêra. Já na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Babenco arrebatou o prêmio do público por “Lúcio Flávio - O Passageiro Da Agonia”. Com Coração Iluminado, ele foi indicado à categoria de melhor diretor do Grande Prêmio Cinema Brasil.

O último filme de Babenco, foi Meu Amigo Hindu”, revela uma história muito familiar para quem acompanhava a vida do cineasta. Claramente autobiográfico, a trama conta a história de um diretor de cinema, Diego interpretado por ator americano Willem Dafoe, que luta contra um câncer linfático, assim como aconteceu com o diretor em 1990. Quando Diego é confrontado pela Morte interpretado pelo ator Selton Mello, ele fala sobre o seu desejo de fazer um último filme, cujo título faz referência a um menino indiano em fase terminal que ele conhece na América e o ajuda a enfrentar a doença de forma lúdica. O filme ainda aborda um relacionamento com Lívia, interpretado pela atriz Maria Fernanda Cândido, sua namorada, que vem a casar-se com ele depois de descobrir que o mesmo tem poucos meses de vidas. Juntos, eles se mudam para os EUA, onde ele passará a se tratar.
Foto: Divulgação (internet)
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quinta-feira, 7 de julho de 2016

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EDITORA ÒMNIRA E UBESC NA FEIRA DE LIVROS DA UFBA

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O Sintetismo de Germano Machado
Em celebração aos 70 anos da Universidade Federal da Bahia acontece, entre os dias 15 e 17 de julho, o Congresso da UFBA, que tem como objetivo gerar uma ampla e profunda reflexão sobre a instituição, suas heranças, perspectivas e papel social. Nesse sentido, as discussões entre os membros da comunidade acadêmica, de forma crítica e coletiva, irão favorecer o estabelecimento de políticas mais bem definidas para as diversas dimensões da Universidade, enquanto instituição pública, gratuita, de qualidade e marcada por forte
compromisso com a sociedade.
Para tanto, a Editora da UFBA vai protagonizar uma participação especial durante a ocasião. Com o objetivo de divulgar suas publicações para a comunidade acadêmica e, adicionalmente, de promover o acesso a outras produções, a Edufba vai realizar, entre os dias 15 e 17, o VIII Festival de Livros e Autores da UFBA, para a qual foram convidadas cerca de dez outras editoras e livrarias baianas para exporem seus títulos e divulgarem os trabalhos de escritores contemporâneos. Dentre as participantes confirmadas estão cinco editoras universitárias do estado da Bahia — Editora da UESC, Edições UESB, Editora da UFRB, Editora da UNEB e UEFS Editora — e os livreiros da Livraria LDM (MULTICAMPI) e Livraria Vozes, além de outras editoras locais (baianas) como a Editora Martins, Editora Òmnira (UBESC), Editora Quarteto, Solisluna Design Editora e Editora Caramurê. Todas elas irão oferecer desconto de 20% na comercialização de seus livros e publicações.
Iray Galrão, Roberto Leal,  Lucas Yuri e Carlos Souza
A Feira de Livros da UFBA será realizada na área externa na Biblioteca Universitária Reitor Macedo Costa, no Campus UFBA de Ondina e dentro da programação do Espaço Editora Òmnira/UBESC - União Baiana de Escritores (www.fundacaoomnira.com.br) teremos os lançamentos dos livros (dia 15) Sintetismo Filosofia da Sintese do Professor Germano Machado e Predestinado Artesão de Manoel Porto Lima; (dia 16) dos livros infantis Bolota a Jabuticaba muito Esperta de Iray Galrão,O Bullying do Bully do escritor mirim Lucas Yuri e Um Amor de Lagartixa de Terezinha Passos e da Revista de Literatura Òmnira, edição número 12 - com o editor  e presidente da UBESC, Roberto Leal; teremos ainda bate papo com escritores e poetas, contação de histórias com as escritoras de livros infantis, Iray Galrão e Palmira Heine e uma exposição de publicações de literatura africana de língua portuguesa em publicações da Editora Òmnira.
Serviço
O quê: Feira de Livros da UFBA — VIII Festival de Livros e Autores da UFBA
Quando: 15 a 17 de julho de 2016
Horário: sexta e sábado das 9h às 20h; domingo de 9h às 18h
Onde: Biblioteca Universitária Reitor Macedo Costa, no Campus de Ondina — UFBA - Salvador/BAHIA - Brasil. Mais informações: +55 71 98688-8096 ou lealomnira@yahoo.com.br 
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segunda-feira, 4 de julho de 2016

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ÚLTIMA CHAMADA PARA O DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE ANGOLA

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 Guia completo de escritores de Angola
A Revista Òmnira e a UBESC – União Baiana de Escritores estão apoiando o trabalho de pesquisa do jornalista, escritor e editor Roberto Leal, que ainda esse ano, precisamente no segundo semestre, termine o trabalho de pesquisa para execução do projeto e que deverá chegar a toda Angola uma versão impressa, do seu “Dicionário de Escritores Contemporâneos de Angola”, Ed. Òmnira/BA-Brasil-2016. Além dos escritores renomados, também os já considerados de domínio público; terão publicadas suas respectivas verbetes junto ao maior número possível de escritores em atividade, para uma conclusão bem completa da produção literária, principalmente os contemporâneos, que é a nova safra que vem publicando muito em Angola.
Serão publicados os escritores que comprovem ter publicação em livros; revistas e jornais (in impresso) devem mandar foto da capa e das páginas se possível, junto podem mandar a verbete (dados biográficos) e foto tipo perfil para: lealomnira@yahoo.com.br ou fazer contato pelo www.fundacaoomnira.com.br  ou União Baiana de Escritores - Rua Professor Paula Filho Quadra 37.2 Lote 01 Parque São Cristóvão CEP 41510-788 Salvador/BAHIA-Brasil. Para esse que não é o primeiro, mas será, o mais completo dicionário de escritores de Angola, quem quiser participar só tem até o dia 2 de outubro prazo final.
O projeto está buscando junto a entidades e colaboradores o “Apoio Cultural” satisfatório para a sua execução.  A participação dos autores não tem custo e a obra não tem caráter comercial, por ser um trabalho de pesquisa; o que não acarretará direitos autorais, no que os participantes concordam; levando em consideração, que a publicação muito contribuirá para a difusão da história cultura  e literária angolana; o que não impede a entidade mantedora do projeto de comercializar exemplares para os interessados em Angola.
Para Roberto Leal essa pesquisa é mais um desafio, "diante do número muito grande de escritores que tem Angola e nem a própria Angola sabe que tem e é isso que eu quero mostrar e registrar", disse comemorando o que já considera que será uma grande publicação para os anais da literatura de África de língua portuguesa.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
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ENCONTRO DE ESCRITORES BAIANOS TEM INSCRIÇÕES ABERTAS

Postado Por Roberto Leal  | 1 Comentario


A Lenda Germano Machado completa 90 Anos
A sexta edição do ENEB – Encontro de Escritores Baianos, que esse ano homenageia o Professor, escritor e filosofo Germano Machado, será realizado nos dias 9 e 10 de setembro (sexta-feira e sábado), na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, 27 – Barris) Centro de Salvador, na Bahia/Brasil. Dentro da programação: Palestras, mesas redondas, recitais poéticos, lançamento de livros e revistas, uma Mini Feira de livros e publicações, intercâmbio cultural, além de atração internacional e do SARAUBESC. O título de “Personalidade de Importância Cultural” deste ano será outorgado ao escritor Manoel Porto Lima, em reconhecimento aos seus relevantes serviços prestados, a cultura literária baiana.

Inscrições gratuitas e somente pela internet de 1 de julho a 20 de agosto. As 50 primeiras fichas de inscrição recebidas/aprovadas terão direito a um kit contendo (caneta/camisa/crachá e programação). Publico alvo: poetas, escritores, editores, estudantes de letras, professores, jornalistas e simpatizantes das letras. Terão direito ao “Certificado” aqueles que tiverem 100 % de aproveitamento na lista de presença. Mais informações e solicitação de ficha de inscrição, e-mail: lealomnira@yahoo.com.br ou no formulário em www.fundacaoomnira.com.br  tels. (71) 98688-8096 / 98454-0267.

O ENEB tem a curadoria do jornalista e escritor Roberto Leal e a coordenação do jornalista e escritor Valdeck Almeida de Jesus com o poeta e Conselheiro de Cultura Jorge Baptista Carrano; o evento tem Apoio Cultural do Vice-presidente da CUT Sr. Valdemir Medeiros, do SINDPREV - Sindicato da Previdência, da Revista Òmnira e da APUB SINDICATO. Tem a realização da UBESC - União Baiana de Escritores.

Fonte: ASCOM/UBESC
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