terça-feira, 15 de agosto de 2017

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UBESC PROMOVE SUA PRIMEIRA MÍNI FEIRA DE LIVROS

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


"Livros  a mão cheia e deixe o povo pensar" Castro Alves
A UBESC-União Baiana de Escritores, o CEPA – Circulo de Estudo Pensamento e Ação e o Movimento Literário Kutanga/Angola realizam no próximo dia 2/09 (sábado), das 10 às 17 horas, na Cantina da Lua (Largo do Terreiro de Jesus s/n Centro Histórico) - Salvador/BAHIA-Brasil, a sua primeira mini feira de livros, com a participação de vários escritores e poetas, editoras e entidades que estarão expondo suas obras, entre elas: UBESC - União Baiana de Escritores; Movimento Artpoesia; CEPA; Editora Òmnira

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Uma obra da  Editora Òmnira
O jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua apresentará o livro “Pau pra toda obra – A saga de um português em terras angolanas e brasileiras” – (Ed. Òmnira/BA-Brasil 150 páginas), uma biografia do empresário luso-angolano João Alfredo Domingues. 
Os poetas Celina Moniz, Elisenilda Cristina, Fátima Trinchão, Jari Zamar, Jovina Souza, Milena Moreira, Matheus Cardoso, Neuza de Brito Carneiro, Roberto Leal e Valdeck Almeida de Jesus autografam a coletânea poética “Com Amor & Luta” (Ed. Òmnira/BA-Brasil 108 páginas R$ 20) que também tem a participação dos poetas angolanos: Faustino Nguange, Jovita Kifinamene Leal e Garcia Pedro Teleka.
O jornalista, escritor e editor Roberto Leal lança também a última edição da revista semestral de Literatura Òmnira com a participação de poetas e escritores de Angola, Brasil, Cabo Verde e Guiné Bissau. A publicação tem capa do artista plástico moçambicano João Timane com pintura que retrata o líder negro Guinécaboverdiano Amilcar Cabral.
Teremos lançamento de livros e revistas; recital de poesia; contação de historias para crianças; exposição e venda de livros de autores baianos de várias editoras e entidades, bate papo com escritores, sorteio de livros, recital poético e palco aberto para performance poética de recitadores, participantes e o público convidado. O evento tem as participações confirmadas dos escritores e poetas: Clarindo Silva, Germano Machado, Tiago Gato Preto, Pareta Calderach, Frank Bahia, Day Tribal e muitos outros.  
A UBESC pretende promover em pontos diferentes da cidade, mínis feiras de livros aos finais de semana, para propagar e incentivar a leitura, de forma a levar livros e publicações do gênero a preços mais reduzidos para o público leitor, criando um novo mecanismo para que escritores baianos tenham mais uma opção de como levar ao público a sua produção literária. Mais informações: +55 71 98688-8096 ou 98454-0267 e-mail: ubesc2013@yahoo.com.br

Fonte: ASCOM/UBESC

Foto: divulgação
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

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GENERAIS DA DITADURA E A SUPOSTA POBREZA PRESIDENCIAL

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Generais que governaram o país e não se corromperam 

Um dos maiores males que atinge o povo brasileiro, está em não conhecer a sua verdadeira história, por falta de pesquisa e de interesse pela leitura e pelo conhecimento através dos escritos. Temos uma nação repleta de analfabetos funcionais, aqueles que sabem ler, mas não cultua a capacidade de interpretar com precisão o texto que acabara de ler. O povo se deixa levar por meia dúzia de pseudos intelectuais que manipulam e influenciam através daquilo que escreve e propaga como a verdade, em beneficio próprio, dos seus próprios interesses e de barganhas ligadas a sua carreira e vida própria.

Parte disso está a nossa história com relação aos cinco generais presidentes do nosso país e que os professores não contam e nem procuram contar nas escolas.

Quando o general Castello Branco (Humberto de Alencar Castello Branco) morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas. Castello Branco era amigo pessoal da escritora Raquel de Queiroz e era parente do escritor José de Alencar.

O general Costa e Silva (Artur da Costa e Silva), acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no Palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.
Uma das histórias políticas mais belas da América do Sul, senão a mais bela! Entre os políticos gaúchos, encontra-se um nome que chama atenção, é o de Ernesto Costa e Silva, tio do ex-marechal Costa e Silva. Para quem ainda não sabe Ernesto Costa e Silva, foi o dono da maior biblioteca particular de que já se teve notícia no mundo. Ernesto Costa e Silva foi quem escreveu juntamente com o jurista Rui Barbosa, a primeira Constituição Republicana em 1892, quando ainda era muito jovem, tornou-se um dos deputados federais pelo seu Estado e não ficou só ai. Ele foi deputado federal por oito legislaturas/oito mandatos e assinou a quarta Constituição Federal.  

O general Garrastazu Médici (Emílio Garrastazu Médici) dispunha, como herança de família, uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.
É que o marechal Garrastazu Médici, veio de uma família riquíssima de Bagé/RS e que também é muito rica culturalmente! Médici descendia da dinastia dos Médici ítalo/franco, que por sua vez descendia do Papa Júlio I, substituto de São Pedro. Foi um dos fundadores e disseminadores do catolicismo no mundo, embora que o sobrenome Garrastazu venha da etnia basca do norte da Espanha. Até hoje sua família em Bagé possui muitos bens. Médici foi um dos generais que renunciou a bens pessoais. Era torcedor do Flamengo, inclusive ia aos domingos ao Maracanã, para ver o Flamengo jogar e não se fazia acompanhar por seguranças.

O general Ernesto Geisel (Ernesto Beckmann Geisel), antes de assumir a Presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio de Janeiro.
A família do general Geisel nunca teve muitos bens. Ele sempre viveu para o exército. Com o “Estado do Sitio” empregado no Brasil por Getúlio Vargas nos anos trinta (1930) onde os governadores passaram a ser nomeado, Geisel que se destacou no Estado da Paraíba, quando da briga entre as forces política do Estado. Ele, Geisel foi indicado pelo comando do exército sediado no Recife, para ser o Secretário da Fazenda daquele Estado, onde atuou por três anos.

Já o general Baptista Figueiredo (João Baptista de Oliveira Figueiredo), depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis onde morava, vendendo primeiro os seus belos cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado/RJ que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em mal estado de conservação. Quando necessitou de tratamento médico para fazer uma cirurgia, foi operado no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro.
O general Figueiredo quando deixou a presidência da República, pronunciou uma frase inesquecível que diz: “Cada povo tem o governo que merece”,  a frase da qual lhe deram autoria na época, foi dita na verdade pelo filósofo francês Joseph-Marie Maistre (1753-1821).

Isso pode não querer dizer nada, mas os cinco Generais Presidentes, até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios escusos; não enriqueceram com o dinheiro público; nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas. “Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis”. Claro que no reverso da medalha foi promovida ampla modernização de nossas estruturas materiais, para os dias de hoje, onde uma ditadura militar (como acusam os que não leem) não teriam as proporções de outrora.

É importante frisar que nenhum deles fez a apologia a sua própria carreira, mandando fazer um filme pseudo biográfico, pago com dinheiro público, de auto exaltação e culto à própria personalidade; nenhum deles usou dinheiro público para fazer um parque homenageando a própria mãe; nenhum deles usou o hospital Sírio e Libanês; nenhum deles comprou avião de luxo no exterior; nenhum deles enviou nosso dinheiro para "ajudar" outros países; nenhum deles saiu de Brasília, ao fim do mandato, acompanhado por 11 caminhões lotados de toda espécie de móveis e objetos roubados; nenhum deles se expressava/falava errado; nenhum deles nunca  apareceu em público embriagado;  nenhum deles nunca apoiou possíveis desonestos e todos eles possuíam nível superior.

O que o professor e jornalista Carlos Chagas, da UNB em Brasília descreveu em muitas linhas que produziu nos seus artigos, deixa bem claro o sistema corrupto mantido através do propino-duto, que se instalou nesse país, onde justiça, desordens, roubalheira, nepotismo politico, estão sendo praticados todos os dias, nos mesmos lugares. Até que os juízes e ministros dos tribunais superiores, podem não ter muita culpa, mas, são coniventes. Os maiores culpados mesmo são os representantes políticos. Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos os políticos brasileiros, garantem pesquisadores que 95% não passariam despercebido a roubalheira que se encrustou na nação Tupiniquim, seria comprovado “destes” o enriquecimento ilícito. Como disse o jornalista e apresentador de televisão Boris Casoy “Isto é uma vergonha”. Para o comentarista da Rede Globo em Santa Catarina/RBS, José Carlos Prestes que disse que desde o fim da ditadura “O Brasil andou para trás”.
Texto: Roberto Leal



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quinta-feira, 20 de julho de 2017

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UNIÃO BAIANA DE ESCRITORES PROMOVE ENCONTRO NO DIA DO ESCRITOR

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Jornalista Carlos Souza será o mediador - Foto: Roberto Leal

A UBESC - União Baiana de Escritores, em Salvador, comemora o Dia Nacional do Escritor (25 de julho), com o seminário: O Papel das Festas Literárias na Formação do Leitor, que será realizado na Livraria Saraiva do Shopping da Bahia (Espaço Glauber Rocha) – Av. Tancredo Neves, 148 – Caminho das Árvores. Salvador – Bahia. Para falar do tema participam o Conselheiro Estadual de Cultura Aurélio Shommer, que ocupou até a 5º edição, a curadoria da Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA); o professor e escritor Domingos Ailton, curador da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié (FELISQUIÉ) e a professora de Literatura Contemporânea da UNEB, Campus IX, Nelma Aronia Santos, curadora da Festa Literária de Barreiras (FLIB). 
A Bahia como é terra de grandes escritores conhecidos mundialmente, no entanto as festas literárias por aqui demoraram um pouco mais para começar, mas elas chegaram com força total para ocupar seu merecido espaço no cenário nacional, como já era esperado. Em agosto ocorre a primeira edição da FLIPELÔ - Festa Literária Internacional do Pelourinho, a FLICA promove a 7º edição em outubro, a FELISQUIÉ realizou a 3º edição em junho passado, assim como a FLIB que também já teve sua edição de 2017, no mês de maio. Em setembro, a Feira do Livro – Festival Literário e Cultural de Feira de Santana, chega a 10º edição. E não para por aí, outras cidades da Bahia, já realizam o seu evento: a FELITA – Festa Literária de Itabuna (que acontecerá de 30 de agosto a 2 de setembro), a FLIGÊ - Festa Literária de Mucugê (acontecerá de 10 a 13 de agosto) e a FLICH - Festa Literária Internacional da Chapada Diamantina (que acontecerá de 3 a 9 de setembro), que será realizada em Lençóis/BA.
Assim como as festas literárias, o Dia do Escritor também tem a finalidade de promover os autores e suas obras, visando chamar a atenção da sociedade para a importância da leitura como fator de transformação social. “Nosso estado entrou definitivamente na rota das grandes festas literárias e a UBESC atenta a tudo que acontece no setor, não poderia deixar de trazer este tema para discussão, sobretudo no que tange a relação das festas com a formação de novos leitores”, destaca Carlos Souza, que está à frente de eventos que marcam o Dia do Escritor desde 2008.
O presidente da UBESC, Roberto Leal, que volta a Angola/África nos próximos dias para promover oficinas de criação literária, formar novos leitores e promover a literatura da Bahia no continente africano, enfatiza o papel da instituição na promoção de temas de interesse dos escritores. “A UBESC como entidade representativa dos escritores baianos procura sempre proporcionar debates que esclareçam e abram portas para que possamos construir o público leitor e mostrar de que maneira isso poderá ter impacto positivo na produção literária baiana”.
Dia Nacional do Escritor - O dia 25 de julho é um dia dedicado a homenagear o escritor brasileiro. O surgimento da data se deu a partir da década de 60, através de João Peregrino Júnior e Jorge Amado, quando realizaram o I Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira de Escritores - UBE/RJ, a qual os dois eram presidente e vice-presidente, respectivamente. Informações: 71 99281-0998. http://www.fundacaoomnira.com.br/


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sexta-feira, 7 de julho de 2017

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CONTOS DE UMA FADA NEGRA DE PRIMEIRA VIAGEM ENCANTAM SALVADOR

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Uma fada de primeira viagem contando negritude infantil

Foi descobrindo na carência de histórias para o público negro infantil, que desde os idos dos anos 90, a fada de primeira viagem Maria Izabel Nascimento Muller, uma professora aposentada brasileira, hoje morando na Suíça a aproximadamente 10 anos, que lecionou em escolas públicas de Salvador por 30 anos, guardou as sete chaves os seus mais fantásticos contos de fadas para que só agora aflorasse nas páginas mágicas e encantadoras da obra infantil “Os Contos de Fadas na Realidade Afro-Baiana” que se estende até os primórdios episódios de “Inventando e Contando Baianidade”, uma saga infantil diferente das mais diversas vertentes já contadas das historinhas mais conhecidas pelos baixinhos.
Uma obra delimitada pela realidade afro baiana de uma Rapunzel Rastafari com o seu príncipe encantado jamaicano; que acompanhou Alice descendo e subindo as ladeiras de Salvador, se encontrando e se descobrindo encantada pelo Pelou; onde acompanhou uma Chapeuzinho Vermelho protegida de Oxóssi o grande caçador; que por outro lado sonhou com a historia da bela adormecida que só veio acordar na Bahia de São Salvador ao som da axé music e que vivenciou convidar Branca de Neve a visitar a Chapada Diamantina e desmascarar o espelho da Bruxa Malvada.
No entanto não esqueceu de ter vistos os três porquinhos se transformando nos personagens dos santos meninos: Cosme, Damião e Do’ou e nem que João e Maria perambularam também pelas ruas da Bahia, dançando e cantando ao som do Olodum, da Timbalada e de tantos outros sons; enquanto a Miscigenação dos Anjos fez um bem a comunidade de pequenos negros de asas, existentes no Brasil, país do Carnaval; onde uma simpática galinha sassaricava pelas suas ruas no desfile momesco; carregando o tema ecológico em homenagem a tartaruguinha que se perdeu no oceano de tantas maravilhas, que constantemente é limpo das impurezas atiradas ao mar pelo papa lixo “Bicho das Sete Goelas, que impossibilitou as ondas de escrever seu diário de um tênis abandonado, que precisou ser reciclado para voltar a ser usado, pelas Fadas do Acarajé, que ostentavam seus tabuleiros enfeitados e sortidos de quitutes e doçuras na antiga Praça da Sé.
Os contos de fadas aguçaram a curiosidade dos baixinhos
“Os Contos de Fadas na Realidade Afro-Baiana” é o primeiro livro da então escritora Maria Izabel Nascimento Muller, que também foi à autora de todas as ilustrações da publicação, pinturas que são verdadeiras obras de arte, colorindo suas páginas, como que grafitando palavras e dando vida aos contos. O livro foi lançado hoje 7 de julho (sexta-feira), na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato (Largo de Nazaré), em Salvador, com a presença de grande público, entre professores, escritores, jornalistas e como não podia faltar um número muito grande de baixinhos, entre os escritores estavam: Jovina Souza e Elisenilda Cristina de Almeida, estiveram presente também o ator Jorge Washington (Bando de Teatro do Olodum), os jornalistas Geraldo Seara e Roberto Leal, das bibliotecárias Terezinha Santos e Patrícia Patricia Porto dentre muitos outros. O evento teve a cobertura da Rede Bahia, da TVE, da Televisão do IAT-Instituto Anísio Teixeira e da Revista Òmnira, a programação contou com o apoio da UBESC-União Baiana de Escritores e da Fundação Pedro Calmon.
Como não podia deixar de acontecer a contação de história, a animação do palhaço, os quitutes da culinária baiana como: o acarajé e o abará; o mingau de Mungunzá, o algodão doce, o pé de moleque, o doce nego bom e a cocada puxa da Bahia. “Os contos de Fadas na Realidade Afro Baiana”, Ed, Òmnira/BA-2017, 60 páginas – R$ 30 tem apresentação da professora Ada Marques Porto Leal. Os interessados em adquirir o livro podem entrar em contato com a autora pelos telefones (71) 98806-4872 ou 3230-1219.

Fonte: ASCOM/UBESC
Fotos: Roberto Leal
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quarta-feira, 28 de junho de 2017

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OS CONTOS DE FADAS N'UMA VERSÃO AFRO-BAIANA

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sábado, 24 de junho de 2017

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"COM AMOR & LUTA" FUNDI A POÉTICA DE BRASIL E ANGOLA

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Brasil e Angola Fundindo a Poética
A coletânea poética COM AMOR & LUTA será lançada no próximo dia 1 de julho (sábado), às 15 horas, na Cantina da Lua (Largo do Terreiro de Jesus s/n - Centro Histórico de Salvador). A obra tem a participação de 13 poetas, sendo que 10 brasileiros e 3 angolanos, são eles: Celina MonizElisenilda Cristina de Almeida, Faustino Nguange (Uige/Angola), Fatima TrinchãoGarcia Pedro Teleka (Uige/Angola), Jari Zamar, Jovina Souza, Jovita Kifinamene (Uige/Angola), Matheus CardosoMilena Moreira, Neuza de Brito Carneiro, Roberto LealValdeck Almeida De Jesus Lotado.

A publicação tem apresentação do escritor e critico literário Krishnamurti Góes Dos Anjos, orelhas do professor, jornalista e filósofo Germano Machado e a organização é do jornalista, escritor e editor Roberto Leal. Dentro da programação teremos um recital poético recheado de belas poesias e performances poéticas e bate papo com os autores.

O evento é uma realização da UBESC-União Baiana de Escritores e do Movimento Literário Kutanga/Angola, com o apoio da Cantina da Lua. A publicação que é mais um projeto internacional da Editora Òmnira, que já conta com pouco mais de 70 livros publicados, sendo que 150 exemplares da obra poética estão sendo despachadas para Angola, in África, onde terá lançamento no próximo mês de agosto. Mais informações: +55 71 98688-8096 ou 98454-0267  e-mail: ubesc2013@yahoo.com.br "Com Amor & Luta"  Editora Òmnira/BAHIA-Brasil - 2017 com 108 páginas, R$ 20.
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quarta-feira, 24 de maio de 2017

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A FELISQUIÉ TRAZ O CANGAÇO E O TROPICALISMO COM LITERATURA E MÚSICA

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A Felisquié homenageia o Cangaço e o Tropícalismo brasileiro
A III Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, acontecerá nos próximos dias 02, 03 e 04 de junho de 2017, pela manhã no Auditório Waly Salomão (na UESB- Campus de Jequié )  e no período da tarde e da noite no Centro de Cultura ACM. Jequié, mais conhecida pela cidade do Sol vai ferver com palestras, debates, mesas redondas, exibição de filme, lançamentos de obras literárias entre revistas e livros, exposição de livros e impressos, sarau de poesia e muita música, especialmente, na primeira edição da Felisquiesinha, que reunirá autores, oficineiros  e o público infanto-juvenil para desfrutar de oficinas artísticas e literárias, além de atividades para o público infantil. Confira toda a programação gratuita, exceto o show com o cantor Danilo Caymmi.
A terceira edição da Felisquié será aberta às 8h da manhã da sexta-feira, dia 2 de junho, com a conferência “A contribuição de Afrânio Coutinho para os estudos literários no Brasil”, que terá como conferencista o crítico literário Eduardo Coutinho, que vai desvendar o relevante trabalho para os estudos literários no Brasil do seu pai, Afrânio Coutinho, um dos homenageados da Festa. Outro nome celebrado é do poeta, compositor e cantor Tom Jobim (pelos seus 90 anos de nascimento) com a palestra Caymmi visita Tom” (título de um dos seus discos), que será proferida pelo cantor e compositor Danilo Caymmi e o músico Davi Costa Mello na manhã do dia 3 de junho no Auditório Waly Salomão (na UESB - Campus de Jequié). No mesmo dia à noite, no Centro de Cultura ACM, Danilo Caymmi fará um show com músicas autorais, do seu pai Dorival Caymmi e de Tom Jobim, que foi seu parceiro musical na Banda Nova. O espetáculo musical, que está sendo produzido pela Revista Cotoxó é a única atividade paga da terceira edição da Felisquié. “A ideia era fazer o show com entrada gratuita, mas não conseguimos patrocínio”, revela o jornalista e escritor Domingos Ailton, curador da Felisquié, mas preços populares estão sendo cobrados pelos ingressos: R$ 60,00 a inteira e R$ 30,00 a meia-entrada. O shom terá a abertura do também cantor Nuno Menezes.
Shows gratuitos com artistas de Jequié e Salvador serão oferecidos ao público. Na manhã do primeiro dia do evento se apresentarão os cantores Jonas Carvalho e Kátia Morbeck, os cordelistas José Walter Pires, José Carlos Vaz (Rocart Versal) e Tonho da Viola (que é também repentista), e os poetas Domingos Ailton, Milane Santos, Julia Barbosa Fernandes e Raíne Pereira Gomes; a noite o ator e apresentador Jackson Costa comanda o “Sarau do Poeta”, um espetáculo que conjuga música e poesia. Na tarde do sábado, dia 3, se apresentarão as cantoras Tânia Valverde e Brena Lima, o cantor Neubera Kudera e a atriz Tina Tude. Já no domingo, dia 4, o cantor Nuno Menezes entoa canções do Tropicalismo e vozes do povo de santo do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Horomila cantam zuelas de orixás femininas. No período da tarde é a vez da poetisa Mariana Lima, da cantora  Sueli Morbeck e dos  sanfoneiros Antônio de Assis e Tribuna se apresentarem. O show Canto da Natureza, em comemoração à Semana do Meio Ambiente, encerra a Felisquié com apresentação da cantora Iana Rocha e dos cantores Fábio Haendel, Pablo Moraes e do sanfoneiro Deraldino Medeiros Neto.
Além da homenagem a Tom Jobim, “outras homenagens serão feitas a nomes que contribuíram para o desenvolvimento literário e cultural da região de Jequié, da Bahia e do Brasil, a exemplo de Maria Lúcia Martins, Stela Câmara Dubois, Lindolfo Rocha, Carolina Maria de Jesus e Rodolfo Coelho Cavalcanti e aos 50 anos do Tropicalismo”, destaca Domingos Ailton, acrescentando que o tema da terceira edição é “O cangaço na Literatura de Cordel: do sertão para o mundo”.
Musa da teledramaturgia brasileira nos anos de 1990, a atriz Ingra Lyberato faz na noite do dia 2 de junho (sexta-feira) no Centro de Cultura ACM a palestra O Medo do Sucesso: Revelações da vida pessoal e profissional da atriz Ingra Lyberato”, que escreveu livro confessional sobre os desafios que passou, diante do estrondoso sucesso das novelas Pantanal, Ana Raio, Indomada, O Clone e outros momentos de grande exposição nacional, e lança livro sobre sua trajetória artística.
Companheiro de exílio em Londres dos cantores Caetano Veloso e Gilberto Gil e parceiro do poeta tropicalista jequieense Waly Salomão, o também poeta, compositor e filosofo Antônio Cícero vai falar sobre “O Tropicalismo e a cultura brasileira” na manhã de domingo, 4 de junho, no Auditório Waly Salomão da UESB - Campus de Jequié.
Na tarde do dia 2 ,vai ser lançado no Centro de Cultura ACM o filme “Suspiro de um Trovador”, um documentário que conta a trajetória do  cordelista alagoano Rodolfo Coelho Cavalcante, e presta homenagem ao centenário desse imortal trovador brasileiro, que viveu um  período de sua vida em Jequié. Após a exibição do filme será realizada uma mesa redonda com o diretor e roteirista do filme, o cineasta Marcelo Rabelo e o filho do poeta popular, o também cordelista Isaias Cavalcante (Ismoca).  A III edição da Felisquié vai relaizar ainda, palestras dos professores Emerson Pinto de Araújo, Sonilda Sampaio, Maribel Barreto, Raquel Alves dos Santos, Dayse Sacramento e Luciano Santos; dos escritores Domingos Ailton, Mouzar Benedito e Aleilton Fonseca; dos cineastas Robinson Roberto e  Marilusa Barreto, do cordelista José Walter Pires e dos  editores Luiz Gonzaga, Manuella Cajaíba, Agenor Gaspareto, Roberto Leal e Valdeck Almeida de Jesus.
A Felisquié terá cenário com projeções mapeadas do artista visual Eldelsio Lima com ilustrações de Fefa Yanevisk.
A Felisquié conta com financiamento do Fundo Estadual de Cultura, através do Edital de Literatura da Funceb; Secretaria da Fazenda; Secretaria de Cultura e Governo do Estado da Bahia ;  parceria das  Secretarias Municipais de Cultura e Turismo e de Educação da Prefeitura Municipal de Jequié; do Núcleo 22 de Educação; da Revista Cotoxó;  da Benigno Produção e da Innovate Comunicação Digital.




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sexta-feira, 19 de maio de 2017

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A ANVISA RECONHECE A MACONHA COMO PLANTA MEDICINAL

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A Cannabis Sativa é o nome cientifico da Maconha
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária- ANVISA incluiu a Cannabis Sativa (nome cientifico da maconha) na lista completa das Denominações Comuns Brasileira – DCB, na categoria de “planta medicinal”. A DCB é uma lista que define os nomes oficiais de princípios ativos, fármacos, plantas medicinais e outras substâncias de interesse médico no país. A medida não modifica regras relativas à maconha no país e não libera o seu uso como planta medicinal em qualquer circunstância. Apenas formalizando a Cannabis como um componente possível para futuras solicitações de registros de medicamentos ou outras regras regulamentadas que podem ser discutidas sobre seu possível uso como planta medicinal. Essa inclusão faz parte da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 156, de 5 de maio de 2017, que foi publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio.

Em janeiro deste ano a agência já havia aprovado o registro do primeiro medicamento a base de maconha no Brasil, o Mevatyl, esse medicamento a base de tetraidocanabiol /THC, em concentração de 27 mg/ml e canabidiol, essa droga já é aprovada e comercializada em outros 28 países, dentre eles: Alemanha, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos, Suécia, Suíça e Israel, onde é comercializada com o nome de Sativex. O medicamento é indicado para pacientes adultos com espasticidade de grave a moderada relacionada á esclerose múltipla que não respondam a outros medicamentos e que demonstre uma boa resposta ao tratamento do paciente.

Mas foi em 2016 que a Anvisa fez a sua primeira autorização a prescrição  e manipulação de medicamentos a base de Cannabis no Brasil. A autorização vale tanto para medicamentos registrados na Agência que contenham as substâncias quanto para produtos que contenham as substâncias a serem importadas em caráter de excepcionalidade para tratamento de pacientes brasileiros. Em 2015 a Anvisa decidiu por retirar o canabidiol da lista de substâncias de uso proscrito, o que facilitou a comercialização de medicamentos com a substância no país, o que também criou uma flexibilização da importação de medicamentos contendo a substância.

SEGUNDO INSTITUTO ALEMÃO MACONHA REJUVENESCE O CEREBRO
O Instituto de Psiquiatria Molecular da Universidade de Bonn fez experiências de estudos usando ratos idosos e afirma que lentamente a reputação da maconha evolui de uma droga desprezível para um medicamento contra muitos males. Já foi testada e reconhecida como analgésico, como já se sabe que é uma forte substância contra transtornos mentais e agora se descobre o seu efeito rejuvenescedor sobre o cérebro, segundo pesquisadores da Universidade de Bonn, que isso acontece pelo menos em ratos.

Tais afirmações foram retratadas na revista especializada “Nature Medicine”. Andreas Zimmer, diretor do Instituto de Psiquiatria Molecular se diz confiante de que tais efeitos sejam aplicáveis também a seres humanos, nos roedores mais velhos, ficou constatado uma melhora no desempenho cerebral com o uso da substancia tetraidocanabiol/THC, roedores que antes tinham dificuldade em reconhecer companheiros da mesma espécie, passaram a se misturar com os roedores cobaias mais jovens, deixando para traz as atitudes medrosas e agressivas. Os cientistas esperam que a Cannabis possa dar um novo impulso ao sistema endocanabinoide.

Foto: Internet





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domingo, 14 de maio de 2017

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A PERFORMANCE FELINA DO SARAU DA ONÇA

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O Sarau da Onça é o Diferencial da Favelização da Literatura de Luta
Pela primeira vez eu fui lá, fui só me contentar, fui pra ver a poesia rolar, até mesmo bem falada, no entanto conversada por ativistas moderadas, protestos democrático, sem racismo sem caralho, deixando a buceta sangrar, foi assim que ouvi lá, era a poética da bala e fogo que governou com todo gosto, que fez angolanos lembrar, do Levarte bem humorado, que de Luanda foi mostrado, um Discípulo de Agostinho Neto, que passou por Pedro Belgio e no Kapa foi parar, era uma poesia que gritava, devorada por olhares, mastigada por milhares e bebida com abará, retratada por mulheres e desenhada por rapazes, que vestiam a periferia com a aparência dos demais, com a dialética do gueto, dos becos e dos estreitos preconceitos que há.
Lembrada a policia que mata um irmão de madrugada, no meio da escuridão, de uma justiça sem razão, quando na sua escrotidão tira a vida de um cidadão, quando aborda e desacata, sua dignidade que tira a mascara, transbordando sua arrogância, machucado pela carne branca, que colonizaram a preta Constância  que aprendeu repudiar, ganhou direitos de gritar, destilando desde já, um certo antidoto popular. É um Sarau da porretada, da poesia demasiada humana, que não machuca quem encanta e reinventa o seu cantar, que grita no seu dia e esbraveja de alegria, pois é possível sonhar. Sarau da Onça Suçuarana, que rugi por toda banda, em toda quase periferia, onde a poesia de lá se cria, podendo até um teatro lotar e a Literatura mostra a linha, da rima que se perdia, quando a palavra foi falada, debruçada até na alma e no seu breve dia a dia deixando um palavrão escapar. Uma juventude deslumbrada que chega descabelada mostrando a beleza arretada, que da África veio ficar, hoje bem valorizada, por espetáculos vindos de casa e das obras destacadas nas suas roupas de cores bordar.

Foi o dia do lançamento da coletânea poética "O Diferencial da Favela: Poesias e Contos de Quebrada", segunda publicação do Sarau da Onça e do Grupo Ágape, projeto vencedor do II Festival de Arte e Cultura, é patrocinado pelo Fundo de Cultura/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, foi selecionado nos Editais de Literatura da Fundação Cultural do Estado. .


Foto: Roberto Leal 
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

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3º EDIÇÃO DA "FESTA LITERÁRIA DO SERTÃO DE JEQUIÉ" TEM LANÇAMENTO EM SALVADOR

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Salvador sedia o lançamento da Felisquié - Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié, nesse sábado (06.05), com atividades das 14h às 18h30, no Museu de Arte da Bahia (Avenida Sete de Setembro, 2440, Corredor da Vitória). O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia. O evento terá cenário com projeções mapeadas do artista visual Eldelsio Lima com ilustrações de Fefa Yanevisk.
A Felisquié conta com financiamento do Fundo Estadual de Cultura, através do Edital de Literatura da Funceb, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Cultura e Governo do Estado da Bahia, e pretende ampliar as parcerias. A organização do evento já procurou a Empresa e Editora Gráfica da Bahia, a Uesb, as secretarias Municipais de Cultura e Turismo e de Educação de Jequié, o Núcleo 22 de Educação, o Sesc e a Bahiatursa, para que a ampla programação que está sendo planejada possa ser concretizada, o que deve atrair um grande número de pessoas para Jequié de diversas regiões da Bahia e do Brasil.

Programação do Lançamento da FELISQUIÉ em Salvador:
14h – Abertura – A III Edição da Felisquié:
Apresentação – Domingos Ailton – Jornalista, escritor, professor e curador da Felisquié.
Mesa Redonda – Da literatura popular à literatura acadêmica.
14h30 – “Literatura ficcional e consciência”:
Palestrante – Maribel Barreto – Pós-doutorado em Consciência, Transdisciplinaridade e Educação pela Universidade Católica de Brasília/Brasil, e Criatividade e Educação e Doutora em Educação pela Universidade de Brasília/UNB/Brasil, membro da Academia de Letras de Jequié.
15h – “Aspectos culturais da crise brasileira atual”:
Palestrante – Luciano Santos – Professor de Filosofia credenciado no Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEDUC) da UNEB e Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
15h30 – “Cordel na Bahia: literatura popular multifacetada”:
Palestrante – Luciano Ferreira – Licenciado em Letras com Língua Espanhola (UEFS), especialista em Metodologia do ensino da língua espanhola (Uninter), especialista e mestre em Estudos Literários (UEFS).
16h – Roda de Conversa – “Vivências e produções literárias”:

Palestrantes
Cidinha da Silva – Prosadora, dramaturga e doutoranda no Programa Multi-Institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento da Universidade Federal da Bahia.
Sandro Sussuarana – Escritor, poeta, graduando em Serviço Social, é um dos organizadores do Sarau da Onça, Slam da Onça e Slam Deixa Acontecer, que acontecem em Sussuarana.
O cantor Fábio Haendal mostra sua música
17h – Sarau poético-musical com Fábio Haendel, Jorge Baptista Carrano, Milica San, Márcio Uills, Tina Tude (recita Candombá de Tude Celestino de Souza), Nilson Galvão e Valdeck Almeida de Jesus.

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Fefa Yanevisk, natural São José dos Campos, Estado de São Paulo. Graduanda do curso Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), atua nas áreas plásticas como ilustradora, maquiadora e diretora do arte, premiada no IV Cine Virada – festival de cinema universitário baiano por seu trabalho no curta documental “Reflexiva”. Em 2014 trabalhou como cinegrafista no curta documental “Pugna” e como maquiadora de efeitos visuais no curta de ficção “Materno”. No período de 2015 a 2016 contribuiu com o site Sobre Nossa Visão Distorcida confeccionando ilustrações para alguns textos.

Edelsio Lima – 28 anos, artista gráfico e visual. Formado em Comunicação Social pela FACCAMP, graduando de Artes Visuais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Artista de multi linguagens, trabalha com diversas plataformas como desenho, colagens, pintura, assemblage,  fotografia animação, vídeo e projeções mapeadas.

Tina Tude é atriz e educadora. Artista de trajetória marcada pela influência da obra literária de seu pai, o poeta Tude Celestino de Souza, destaca-se pela dedicação à récita poética, em particular, à Poesia Tudina e, nesta participação especial, traz sua manifestação como artista e cidadã para a reflexão social da atualidade política nacional em forma de verso, com a força e pujança da interpretação de CANDOMBÁ, um dos mais representativos poemas do seu repertório e que marca na memória da poesia regional um brado retumbante em defesa do sertão e um legítimo e atemporal protesto contra a corrupção no Brasil.
Tina Tude recita  a poética Celestina
Pesquisadora do segmento de PMI – Patrimônio/Memória/Identidade, além de ativista pela causa da memória e identidade IPITANGUENSE para o território municipal de Lauro de Freitas, é autora do conceito do Monumento aos Rios Ipitanga e Joanes como marco territorial do município.


Pós graduanda em Educação Ambiental e Sustentabilidade, fundadora do CMC LF – Conselho Municipal de Cultura e ALALF – Academia de Letras e Artes, onde ocupa a cadeira Tude Celestino, é idealizadora e presidente de honra da ONG iAC – Instituto ATiTude CelesTina (etnodesenvolvimento sustentável e identidade) e se declara cidadã ipitanguense. 

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quarta-feira, 19 de abril de 2017

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REVISTA ÒMNIRA SERÁ LANÇADA NA CANTINA DA LUA

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios



Amilcar Cabral por João Timane
A UBESC – União Baiana de Escritores e a Editora Òmnira promovem o lançamento da edição número 13 da Revista de Literatura ÒMNIRA, no sábado (29/04), a partir das 15:30h, na Cantina da Lua (Largo do Terreiro de Jesus s/n – Centro Histórico) Salvador/BAHIA-Brasil. A publicação homenageia o líder negro guiné-cabo-verdiano Amilcar Cabral e tem a participação de professores, jornalistas, escritores e poetas de: Angola, Brasil, Cabo Verde e Guiné Bissau, e ilustração de capa do artista plástico moçambicano João Timane. A publicação faz parte do intercâmbio literário da UBESC com os países do PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, que visa revelar talentos contemporâneos da Literatura desses países, através da publicação de poesias, contos crônicas e matérias que exaltem a literatura africana, seus valores, seu folclore e sua cultura.

Janaina Noblah é revelação no RAP
Dentro da programação recital de poesias, apresentação da cantora Janaina Noblah (foto) que venceu concurso nacional de RAP em São Paulo e do Grupo de rap C.D.O INMORTALZ que trabalha com sua música de protesto e desenhos em grafite pela periferia da cidade do Salvador. Na publicação destaque para os artigos da professora da UESB Zilda de Oliveira Freitas “Identidade nacional e diferenças: reflexões sobre a Literatura Africana Lusófina” que retrata a literatura africana em várias nuances, assunto da qual é pesquisadora e do jornalista e editor Roberto Leal “Um líder que o povo realmente não conheceu” falando da trajetória do líder negro Amilcar Cabral e trazendo ao leitor um pouco da sua desconhecida poética e o poema filosófico do poeta e escritor João Bosco Soares “Enigmaticamente”. Da África nas páginas da revista Òmnira temos o jornalista e escritor Ismael   Farinha (Angola) com o texto “O Medo da Verdade”, a jornalista e poetisa Aniria Teixeira (Cabo Verde) com o poema “Ei Camarada” dando ênfase ao homenageado da publicação.  Revista Ómnira, 32 páginas – R$ 10,00.

Mais informações: (71) 98688-8096 ou ubesc2013@yahoo.com.br com o jornalista e editor Roberto Leal.


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quarta-feira, 12 de abril de 2017

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UBESC DESTACA TRABALHO DO DR CAMILO AFONSO NA CASA DE ANGOLA EM SALVADOR

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

O jornalista, escritor, editor e presidente da UBESC - União Baiana de Escritores, Roberto Leal participou nessa terça-feira (11), em Salvador, da despedida do adido cultural adjunto de Angola no Brasil, Dr. Camilo Afonso.
Roberto Leal levou o abraço da UBESC ao professor Camilo Afonso
O momento foi marcado pela realização de uma confraternização na Casa de Angola, tendo inicio as 17:30 horas, com a participação de amigos, representantes do movimento negro, organizações sociais e culturais, representantes quilombolas e autoridades, estiveram presentes o jornalista e diretor da AEBRAN - Associação dos Empresários Brasileiros em Angola, Raimundo Lima; do coordenador do Curso de Bacharelado em Relações Internacionais da Faculdade Jorge Amado, Matheus de Oliveira Souza; do poeta e compositor, Adailton Poesia; do ator Dodi Só; do músico e reggaeman Kamaphew Tawa, da Banda Aspiral do Reggae; dos estudantes guineenses da UFBA Adulai Baldé, Jorge de Pina Fernandes e Augusto Cardoso; do novo adido cultural da Casa de Angola na Bahia, o artista plástico, Carlos Silvestre João e do representante da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Ailton Ferreira, dentre tantos outros. Todos foram unanimes em frisar nas suas falas a importante contribuição do Dr. Camilo Afonso na construção dos mais diversos intercâmbios culturais entre os dois países irmãos: Angola e Brasil.

O jornalista externou os agradecimentos dos poetas, escritores e artistas da palavra pelos serviços prestados pelo professor Camilo Afonso à Bahia durante o período em que esteve a frente da Casa de Angola em Salvador. Entre as missões como adido cultural, esteve a administração da Casa de Angola, na capital baiana, função que desempenhou durante os  oito anos em que esteve no Brasil. “A UBESC oferece uma vez por ano a uma personalidade que se destaca trabalhando em prol da nossa Cultura o título de Personalidade de Importância Cultural e estarei em Angola em nome de todos os escritores baianos, na província do Uige muito em breve, onde farei a entrega ao Dr. Camilo Afonso dessa nossa homenagem”, ressaltou Leal.

O professor Camilo Afonso nasceu na província do Uige, a 300 km da capital Luanda, in Angola. É graduado em História e doutor em Educação na UNEB - Universidade do Estado da Bahia. Dirigiu a Casa de Angola na Bahia desde 2009, quando deixou sua gestão marcada pelo diálogo com variadas manifestações religiosas da Bahia, todos os segmentos da arte baiana e dando abertura aos movimentos sociais e culturais. Dentre os mais diversos intercâmbios promovidos, fez questão de divulgar a gastronomia angolana junto ao povo de Salvador, como também a cultura do país irmão, que foi muito bem representada nos muitos eventos realizados naquela casa, inclusive shows musicais, palestras e exposições. 

Fonte: ASCOM/UBESC
Foto: Djair Nepomuceno




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