terça-feira, 3 de abril de 2018

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ALMIR ZARFEG É PERSONALIDADE DE IMPORTÂNCIA CULTURAL

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Escritor Almir Zarfeg homenageado UBESC
A UBESC – União Baiana de Escritores entregou na quarta-feira passada (14/03) Dia Nacional da Poesia, no Brasil, e aniversário de 171 anos do nascimento do poeta maior, o brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves, o titulo de “Personalidade de Importância Cultural-2017” ao jornalista e escritor Almir Zarfeg pelos relevantes serviços prestados a Cultura Nacional. N’uma forma de reconhecimento pelo seu trabalho à frente da Academia de Letras de Teixeira de Freitas e diante do quadro desenhado de seu elevado empenho na divulgação da Cultura Literária do Extremo Sul da Bahia e diante da desenvoltura nacional que toma corpo com o seu trabalho, ganhando muita força com a implantação de projetos como por exemplo, o Prêmio Castro Alves de Literatura, que poderá ser nacional na sua próxima edição.

O título foi entregue pelo também jornalista e escritor Carlos Yeshua, presidente em exercício da UBESC, que esteve presente a cidade de Teixeira de Freitas e participou também da Seção Solene de entrega da premiação aos vencedores do Prêmio Castro Alves de Literatura, instituído pela Academia de Letras de Teixeira de Freitas/BA, que foi realizada na Câmara de Vereadores daquele Município.
O referido titulo é conferido a uma única personalidade por ano, reconhecendo o trabalho desenvolvido ao longo da sua carreira, e que isso seja compactuado presencialmente pela UBESC & Revista Ómnira ou entidades associadas e parceiras, inclusive no exterior onde já foram congratulados o escritor John Bella e o administrador do Município do Lobito/Benguela - Dr. Roberto Ngongo (in Angola/África), e no Brasil já receberam o escritor Alberto Peixoto, professor Germano Machado, Agitador cultural e jornalista Clarindo Silva, escritor Valdeck Almeida De Jesus Lotado, poeta Luar do Conselheiro e tantos outros.

Foto: Divulgação
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sexta-feira, 9 de março de 2018

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REVISTA BRASILEIRA VAI HOMENAGEAR AGOSTINHO NETO EM NÚMERO ESPECIAL

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Nova homenagem a Agostinho Neto

A revista literária brasileira “Òmnira”, editada pelo jornalista e escritor brasileiro Roberto Leal, trará em uma Edição Especial, no próximo mês de março, mais uma homenagem ao líder negro angolano Agostinho Neto, que estará retratado na sua capa, n’uma pintura fantástica e exclusiva do artista plástico angolano Kabú. O líder já foi homenageado uma vez em número anterior da mesma publicação no ano de 2013, a revista que já é muito conhecida do público angolano, pela sempre participação de escritores e poetas contemporâneos das diversas províncias de Angola, como também de outros países de África.
É importante Frisar que a revista se mantém a cada edição mais forte dentro do intercâmbio já firmado com Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé & Príncipe.
A revista que é dividida entre: “Editorial”, "Letras das Províncias", "Espaço UBESC", "Poesia, poetas, poemas & palavras", "Garimpando Letras", "Fotos & Fatos", “Matéria da Redação”, "Movimento Kutanga" e muito mais literatura contemporânea lusófona de todas as formas, manifestações e gênero.
A publicação dará destaque a poetas, escritores e jornalistas com abordagem de assuntos e motivos que nos apresente uma gama contemporânea fortíssima da literatura angolana em todos os seus aspectos e segmentos, dentre eles o poeta Ismael Farinha com a matéria “Wende Bocado a menina prodígio que encanta com poesia e interpretação” uma revelação ao trabalho da poetisa mirim angolana que é figura marcante nos eventos literários de Luanda; o também poeta Roberto Leal com a poesia “Angolafricamentelas” onde em 15 estrofes retrata em uma visão própria todas as províncias angolanas; e da redação da revista vem uma matéria sobre o universo da música gospel na província do Uige “As Vozes Sagradas do Gospel Angolano”, além de poesias, contos e textos de autores angolanos, com a participação de brasileiros também.
“A publicação que tem uma abordagem arrojada, mantém sua pegada rustica e de sondagem eclética dentro dos estilos literários luso-africanos, procurando nesse momento difícil de crise, manter o intercâmbio entre as nações do PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa”, afirma o editor Roberto Leal.  Os interessados em participar da publicação em Angola deve enviar material para analise e se prontificar em investir na revista. Para mais informações: lealomnira@yahoo.com.br ou pelo site www.fundacaoomnira.com.br (Revista Òmnira) ou ainda pelos telemóveis: 933 13 87 13 / 949 62 88 54 com o editor Roberto Leal.
 Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Arte capa: Kabú (artista plástico)

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

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ANGOLA HOMENAGEIA O REI MANDUME YA NDEMUFAYO

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No último dia 7 de fevereiro, fez 101 da morte por suicídio do rei Mandume ya Ndemufayo, da etnia Kwanyama, um dos mais poderosos do reino Ambó, da província do Cunene, in Angola.
Mandume rei da etnia Kwanyama
Segundo a história o rei ya Ndemufayo, defendeu seu povo durante seu reinado entre 1911 a 1917, em um dos períodos mais difíceis da história da região Sul, foi quando preferiu se suicidar a ser capturado pelos colonizadores portugueses, diante do enfraquecimento na luta e por esse motivo é venerado até os dias de hoje pelo povo angolano.
Na província do Cunene, na localidade de Oihole, no município de Namacunde as comemorações deram lugar a palestra, corridas de cavalos  e exibição de dança tradicional do povo Kwanyama, além de visita ao túmulo do rei Mandume, anualmente é celebrada com destaque a sua morte, que foi um temido e forte guerreiro na luta contra o domínio escravizador português, um grande líder da resistência no Sul de Angola.
“O cavalheiro incomparável” é o apelido que lhe foi dado pelo povo Ambó e a tradição exalta o seu nome e o seu feito, e todos os anos atividades são programadas para conscientizar as novas gerações, da criação do sentimento de patriotismo e de fidelidade pela nação.
Conta-se que foi a partir da morte do rei Mandume, que os portugueses conseguiram ocupar definitivamente aquele território e que foi através das constantes vitórias dos guerreiros Kwanyamas, que os escravizadores tiveram que buscar reforços e desesperados utilizaram a traição, corrompendo alguns sobas, elementos do povo Kwanyama, que aquela altura estava contando com a ajuda dos alemães na venda de armas.
Em 2002, na localidade de Oihole, foi inaugurado pelo Executivo angolano um memorial para enaltecer a figura do rei, com as presenças  do Chefe de Estado angolano José Eduardo dos Santos e pelo ex-presidente da Namíbia Sam Nujoma.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação

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domingo, 4 de fevereiro de 2018

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O BRASIL NA CORDA BAMBA DA VALA POLITICA

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O Povo quer acabar com esse abuso
Iremos resumir essa coisa de crise com a palavra “regressão”; vamos comparar que somos um caranguejo e se formos um, andamos para trás; se pensarmos por outro ângulo podemos ser comparados com as galinhas, que também ciscam para trás; ou se quisermos ainda podemos nos comparar a uma onda da maré de vazante, quando puxa para trás querendo nos carregar para o alto mar; o que é na realidade andar para trás? Se for em caráter de defesa seria recuar, ficar na retaguarda, mas, esse não é o caso do Brasil, que como muitos dizem, está descendo a ladeira, mas, está descendo a ladeira e caindo de cara no chão.
Está certo que fomos escravizados por um povo corrupto, desbravadores de oceanos e eliminadores de povos indígenas, que de herança nos deixou a didática do roubo; da desonestidade; do domínio do que não é seu e é como se fosse; da ocupação de espaços que nunca lhes pertenceram; do furto do que era produzido e que não foram eles quem produziu e da ganancia da facilidade materialista... Minha avó dizia que “o costume do cachimbo é o que deixa a boca torta” e o cantor baiano Moraes Moreira há anos atrás já cantava que: “lá vem o Brasil descendo a ladeira”, n’um presságio futurista.
Não tenha duvida que somos um dos maiores produtores de impostos do mundo e arrecadamos trilhões de reais anualmente; que temos uma das maiores economias do terceiro mundo; que isso nos leva ao topo de sermos a nona potencia mundial perante o PIB; mas, que temos a violência comunitária mais cruel da América Latina; como temos também um dos maiores domínios escravizadores de gente de todo planeta; não obstante que temos as maiores câmaras municipais de legisladores falcatruosos; e ainda o maior congresso de ladrões e vagabundos que  a história já nos presenteou; que temos os piores administradores da história desde a roubalheira coroada pelos portugueses e que nem batendo de Pau Brasil vamos fazer justiça, para vingar milhões de mortos que essa farsa já enterrou.
Como costumo afirmar, que não nascerão mais heróis como nos tempos passados, ninguém pensa em dar sua vida por sua nação mais, por seu povo, por uma causa justa, quero dizer que ninguém quer morrer mais por ninguém, mas, digo ainda que é preciso padecer alguém, Que deve se juntar a muitos que lá se foram e isso só acontecerá se houver um derramamento de sangue partidário, de sangue politico marginal, é preciso quebrar esse paradigma, é preciso que se comece a exterminar políticos corruptos como se exterminam dezenas, centenas e milhares de negros e pobres nas periferias desse nosso imenso país, é preciso perceber que “trocado não dói”, mas, é necessário perceber que para curarmos a enfermidade temos que banir o vírus, para sarar a ferida precisamos suturar o corte, e que para acabar com a corrupção politica precisamos eliminar os fazedores de fortunas ilícitas com dinheiro público, os proporcionadores da vergonha internacional de que ora somos vítima.
Não tem aqui escrevendo nenhum moralista, mas, um cidadão do povo, cidadão do bem, que também não quer morrer por ninguém, mas, que tem coragem de matar, pegar nas armas pela dignidade do seu povo, “virado no mói de quentro”; que já não aguenta mais tanto cinismo, tanta hipocrisia e tantos golpes baixos dessa classe de sanguessugas, de mal feitores, de palhaços manipuladores de marionetes, mau caráter do cenário improdutivo, larápios e estelionatários credenciados pelas suas próprias canetas e leis que nada valem, senão serem transformadas em papel de limpar bunda.
O povo nas Redes Sociais
O país anda para trás em uma longa corda bamba, equilibrando nas solas dos pés a vergonha na cara que já não existe mais... Morte a política da filosofia do rouba mais faz; morte a incompetência administrativa brasileira; morte a esse sistema perverso de fabricação e controle da miséria e da pobreza como uma forma de comércio e de lucro eficaz; pelo fim dos partidos políticos; pelo fim da desobediência constitucional e pela manutenção do respeito ao povo; morte a corrupção, se preciso for com as armas nas mãos e sujas de sangue, esse é o preço que eles devem nos pagar, para que possamos resgatar a nossa autoestima de cidadão. Isso sim seria uma autentica reforma politica, pelo fim da escravidão do eleitorado e pelo extermínio da marginalidade partidária.
Para os desavisados, defensores e divisores de rendas fraudulentas, nenhuma revolta é saborosa, mas, às vezes somos obrigados a digeri-la para que possamos distinguir o seu sabor. Se for para morrer calado, que morremos então lutando... N’um país onde cada partido fundado é mais uma nova quadrilha, o povo é quem deve estudar formas de fazer a sua Justiça (sem venda nos olhos, para não errar o alvo!). Caminhando para exterminar 1.059 parasitas estaduais, 513 estorvos federais, 81 vermes senadores e 57.941 delinquentes vereadores. Chega de voto obrigatório, devemos estar preparados para lutar por uma nova independência, uma revolução popular é uma legitima solução, nas ruas de caras pintadas, punhos cerrados e com a força da palavra, vamos derrubar milhares de pretensos tesoureiros do erário público, por um novo Brasil cidadão. Parafraseando Rui Barbosa: “Justiça que tarda não é Justiça é injustiça”, mãos a obra todos nós.

Texto: Roberto Leal
Fotos: Divulgação/Internet

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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

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MÚSICA GOSPEL COM LITERATURA E MODA EM ESPETÁCULO NO UIGE

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VS sucesso gospel africano
O Movimento Literário Kutanga realiza grande espetáculo multicultural, com um show de música gospel com o grupo Vozes Sagradas (foto) e os cantores convidados Nely Lucas, Lino Master e Dallas da Silva. Quando se fala em "Vozes Sagradas", leiam-se os garotos: Vila, Gilberto, Justino e Rui Victor que juntos louvam ao Senhor com sucessos como: “Um cara como eu” e “Meu orgulho de viver”, o grupo em outubro de 2016, foi premiado com um segundo lugar na 1ª Edição do Festival Provincial de Música Gospel do Uige e seguem fazendo história. O evento será realizado no Restaurante Cadosa (Rua Comandante Bula- Centro), dia 27/01 (sábado), com início às 16 horas, com acesso livre ao público. “Nosso sonho é fazer um grande show para o público brasileiro”, disse Eduardo Vila líder do grupo.
Dentro da programação teremos um desfile de modas, com modelos da grife Katumua, com trajes desenhados pela estilista Patricia Vasco; teremos ainda o Sarau Kutanga com poetas recitando poemas autorais; o jornalista, escritor e editor brasileiro Roberto Leal relançando a revista de Literatura Òmnira, edição número 13 e o livro “Com Amor & Luta” Ed. Òmnira/BA-Brasil 108 pág. ambas as publicações com a participação de escritores contemporâneos da província do Uige, dentre eles: Garcia Pedro Teleka, Faustino Nguange Simão e Jovita Kifinamene.

Brasil & Angola in Poesia
O Movimento Literário Kutanga fará cerimonia de entrega dos certificados da Formação de Literatura e Comunicação, ministrada na Escola Mokiti Okada, no bairro Papelão, pelo jornalista e escritor brasileiro Roberto Leal, para jovens que esperam iniciar suas carreiras no mundo das letras e da comunicação. Esse evento tem apoio da Igreja Messiânica Mundial de África, da UBESC - União Baiana de Escritores e da Revista de Literatura Òmnira (que publicará alguns alunos selecionados). “Esse é o papel do Movimento Literário Kutanga, fazer acontecer cultura na província e mudar a história de vida de muitos jovens”. Enfatizou a coordenadora do Kutanga na província do Uige, Jovita Kifinamene.
Fonte Revista Òmnira
Foto: Divulgação



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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

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DJULLY VIEGAS ENCANTA EM TARDE CHUVOSA DE LOUVOR

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A voz feminina gospel do Uíge
Foi pra lá de emocionante o show da cantora gospel Djully Viegas, na Igreja Bom Deus, no bairro Papelão, na província do Uige/Angola-África, no passado dia 17/12 (domingo), a apresentação começou às 15 horas, e contou com a participação dos cantores: Ary Aster, Dallas da Silva, Leunilda, Lino Master e Ntino Emanuel que contribuíram para elevar aos céus a palavra, levando a uma mensagem de força e fé em nome do Senhor.
Foi uma tarde de muita música, que encantou o público presente, onde foi reverenciada a poesia brasileira também, com recital poético de obras do jornalista, escritor e poeta Roberto Leal, de maneira a saldar a todo o público presente que aplaudiu de pé o recitar do poema “Perfume da Raça”.
Nem as fortes chuvas que caíram na província, por razões da estação do ano, foram capazes de afastar o grande público que dançou e cantou ao som das canções da grande revelação da música gospel uigense Djully Viegas, com destaque para a dançante “Minha Vida”, que levantou o público de maneira a engrandecer o louvor com o entendimento da mensagem estampada na alegria e baseada na voz dos presentes.
As coreografias vindas dos fiéis foram um espetáculo a parte, independente das presenças de ilustres interpretes da música gospel e das artes da província, fazendo acontecer mais uma grade atividade em reverencia ao nome do Senhor.

Djully Viegas canta desde a infância, quando tinha 3 anos, mas, só conseguiu gravar sua primeira música em 2011, a canção “Serei Feliz em Jesus”, quando deu inicio a sua carreira, logo depois em 2013 gravou a “Cura” e em 2014 gravou a canção “Minha Vida”, com ela ganhou o prêmio de a melhor voz feminina da província do Uige e em 2016 gravou a música “Jovem” umas das suas composições mais ouvida. “desde pequenininha que louvo ao Senhor com minhas músicas” disse a cantora.

Fonte: Revista Òmnira
Foto: Roberto Leal
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sábado, 25 de novembro de 2017

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EM PLENO SÉCULO XXI ESCRAVIDÃO IN ÁFRICA

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A escravidão ataca na África novamente
Africanos que tentam chegar ilegalmente à Europa estão sendo vendidos, por seus raptores em um “mercado de escravos” na Líbia, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), órgão da ONU. Vítimas estão denunciando à OIM que, depois de serem detidas por contrabandistas ou grupos de milícias, foram levadas para praças ou estacionamentos para serem vendidas. Migrantes qualificados como pintores, instaladores de pisos e outros profissionais são vendidos por preços mais elevados, diz o chefe da OIM na Líbia à BBC.
A Líbia está em estado de caos desde a expulsão do ex-líder Muammar Khadafi , morto em 2011. Centenas de jovens africanos subsaarianos foram encontrados nos chamados mercados de escravos, segundo o relatório da OIM. Um migrante senegalês, que não terá seu nome divulgado para proteger sua identidade, disse que havia sido vendido em um desses mercados na cidade Líbia de Sabha, antes mesmo de ser levado a uma prisão improvisada onde mais de 100 imigrantes estavam sendo mantidos como reféns.
Mulheres também estão sendo vendidas e levadas para casas onde estão sendo forçadas a serem escravas sexuais, diz testemunhas. A humilhação é mais forte aparentemente quando além de sequestrados, são surrados, exposto ao sol, mal alojados, sem alimentação, são tratados como animais. O chefe de missão da OIM para a Líbia, Othman Belbeisi, disse à BBC que os preços dos escravos eram determinados de acordo com suas qualificações. "Aparentemente, eles não têm dinheiro e suas famílias não podem pagar o resgate, então eles estão sendo vendidos para obter pelo menos um benefício mínimo com isso", disse ele.
Um membro da equipe da OIM no Níger confirmou os relatos de leilões na Líbia com depoimentos de outros migrantes que escaparam. "Todos eles confirmaram o risco de serem vendidos como escravos em praças ou garagens em Sabha sejam por seus motoristas ou moradores que recrutam os migrantes para trabalhos diários na cidade, muitas vezes na construção civil." Aqueles que têm alguma qualificação profissional são vendidos a preços mais elevados. E mesmo assim. Alguns imigrantes, principalmente nigerianos, ganenses e gambianos são obrigados a trabalhar como guardas nas casas de resgate ou no próprio mercado. É africano guardando africanos em depósitos para serem vendidos por outros africanos. Acrescentou vítima que não teve nome revelado, após fugir.
A organização chamou o surgimento desses mercados de "uma nova e preocupante tendência na já grave situação dos migrantes na Líbia". Em fevereiro, a Unicef divulgou um relatório documentando em detalhes histórias de escravidão, violência e abuso sexual ocorridas com muitas crianças que viajaram da Líbia para a Itália. De acordo com o documento, aproximadamente 26 mil crianças - a maioria delas desacompanhadas - cruzou o Mediterrâneo em 2016, e muitas sofreram abusos nas mãos de traficantes. Milhares de migrantes do norte da África chegaram à Itália no ano passado pelo mar. Mas antes de embarcarem, na Líbia, muitos por uma jornada perigosa de até seis dias no deserto do Saara.
Na Líbia, os "escravos" não resistem ao encarceramento, enquanto aguardam por seus compradores (nobres senhores), e muitos morrem de sede e fome. Dormem um por cima dos outros nos depósitos, e quando morrem são atirados no deserto, para virar comida de abutres, quando não são enterrados como animais.

A opinião mundial deve ser uma aliada nessa luta

Samuel E'too primeira personalidade a se rebelar
 O jogador de futebol camaronês #Samuel E'too está de viagem a Líbia para ver de perto a situação dos seus irmãos e irmãs Africanos vendidos como animais na Líbia, é a primeira personalidade a se manifestar publicamente contra essa barbárie e se diz revoltado com a situação. “A opinião pública mundial, sobretudo os africanos de fama internacional devem dar seu contributo pelo fim do genocídio do povo africano por intermédio da escravidão”. Profetizou o estudante angolano Mbanzani Lukengo.
‘Os presidentes da África ocidental, a região de origem da maior parte dos migrantes, reagiram com firmeza. O primeiro foi Mahamadou Issoufou (Níger), que solicitou uma investigação ao Tribunal Penal Internacional e convocando seu embaixador na Líbia para possíveis consultas. Idêntica decisão tomou Roch Kaboré (Burkina Faso), que solicitou em apelo às autoridades líbias para que atuem. O Governo senegalês exigiu uma investigação pelo que o presidente malinês, Ibrahim Boubacar Keita, denominou de “barbárie que interpela a consciência de toda a humanidade”. Todos solicitaram à União Europeia, à União Africana e às Nações Unidas que intervenham de uma vez, para acabar com esse abuso desumano e que atingem a todos.
Africanos revoltados opinaram em Angola, sobre a escravidão hoje na África. ”Não sei como os africanos, ainda não conseguem se rebelar contra os escravizadores, temos que nos unir, são 43 países africanos assistindo apenas um cometer essa atrocidade”. Disse o estudante angolano Nsombokela Dimbenzi Ernesto.
Fonte: Revista Òmnira

Fotos: Divulgação (internet).
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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

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GRANDE HOTEL DO UIGE TERÁ NOITE MULTICULTURAL

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Escritor Roberto Leal ministra Formação
Será realizada sábado (02/12/2017), a partir das 17 horas, no Grande Hotel do Uige/Angola-África, uma grande Noite Cultural com o lançamento da obra poética: "Com Amor & Luta" uma antologia com a participação de 13 poetas, sendo que 3 angolanos e 10 brasileiros, são eles: Faustino Nguange, Garcia Pedro Teleka e Jovita Kifinamene (Uige/Angola) e Celina MonizElisenilda Cristina de AlmeidaFatima TrinchãoJari ZamarJovina SouzaMatheus CardosoMilena MoreiraNeuza De Brito CarneiroRoberto Leal Valdeck Almeida De Jesus Lotado (Bahia/Brasil) e da Revista de Literatura Òmnira que tem publicações de 21 escritores angolanos contemporâneos, dentre eles: Americo ChiketeDisciplo De Agostinho NetoEduardo TchandjaVladmir Fábio Salas e Ismael Farinha., capa do artista plástico moçambicano Joao Timane, traz uma homenagem ao líder negro Amilcar Cabral (Cabo Verde & Guiné Bissau).
Dentro da programação: sessão de autógrafo com os escritores da província do Uige/Angola e do jornalista, escritor e editor brasileiro Roberto Leal. A parte musical fica por conta do cantor gospel Nely Lucas Nely, do Grupo Vozes Sagradas & Convidados comandados pelo vocalista Eduardo Vila VS, teremos ainda o Primeiro Sarau Kutanga com a participação de poetas e poetisas da província e a UBESC - União Baiana de Escritores/Brasil entregará o titulo de “Honra ao Mérito" ao Director Provincial da Cultura do Uige - Dr. José Caricoco Cussiquina e ao Diretor da Rádio Uige - Dr. João Isac pelos relevantes serviços prestados e fará a entrega dos Certificados aos participantes/concluintes da Formação Básica em Criação Literária, realizado pela UBESC & Revista Òmnira.
O evento é uma realização do Movimento Literário Kutanga/Angola e tem o apoio da Direcção Provincial da Cultura, do Conselho Provincial da Juventude, do Governo Provincial do Uige, Rádio Uige, ANGOP, UBESC - União Baiana de Escritores e Revista Òmnira. Todos buscando através do intercâmbio fortalecer laços e culturas a UBESC vem trabalhando fortemente no bloco PALOP - Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa com esse objetivos: apoiar, revelar e dar visibilidade ao trabalho de novos talentos, emergentes valores e os considerados contemporâneos.


Fonte: Revista Òmnira
Fotos: Divulgação
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sábado, 30 de setembro de 2017

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OBRAS LITERÁRIAS E FORMAÇÃO TEM LUGAR EM LUANDA

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O Movimento Literário Kutanga/Angola promove o lançamento da coletânea poética “Com Amor & Luta”, Ed. Òmnira/BA-Brasil, 118 páginas, organizada pelo jornalista, escritor e editor brasileiro Roberto Leal, presidente da UBESC – União Baiana de Escritores, que acontecerá na Fundação de Arte e Cultura (Largo Amilcar Cabral, Nº 2B) dia 4 de outubro (quarta-feira), às 18 horas. No livro Leal, juntou trabalhos
Roberto Leal mais uma vez em Angola
de autores da poética contemporânea aos seus, dentre eles, três angolanos: Faustino Nguange, Garcia Pedro Teleka e Jovita Kifinamene, aos dos brasileiros: Celina Moniz, Elisenilda Cristina, Fátima Trinchão, Jovina Souza, Jari Zamar, Matheus Cardoso, Milena Moreira, Neuza de Brito Carneiro e Valdeck Almeida de Jesus.

Fará também o lançamento da revista Òmnira de Literatura, edição número 13, 32 páginas, que traz escritores, jornalistas e poetas de Angola, Brasil, Cabo Verde e Guiné Bissau, a revista tem a participação de 21 escritores emergentes de Angola, a publicação homenageia o líder negro Amilcar Cabral com matéria sobre sua trajetória de luta pela dupla independência, e que na revista vem retratado na capa em uma pintura exclusiva do artista plástico moçambicano João Timane. “A revista Òmnira abre suas páginas para os escritores novos de África portuguesa, como forma de incentivo” disse Ismael Farinha jornalista correspondente da revista em Angola.

Roberto Leal estará ministrando de 9 a 13 de outubro, na Galeria Tamar Golan uma “Formação Básica em Criação Literária”, com duração de cinco dias e carga horária de 15 horas com direito a certificado, onde abordará a cultura de uso do pseudônimo, como devem ser utilizadas as redes sociais pelo autor emergente, criação de poesia, conto e crônica, além de dicas de como publicar e suas técnicas de criação.  A iniciativa tem a realização do Movimento Literário Kutanga, com o apoio da Fundação de Arte e Cultura, da UBESC-União Baiana de Escritores/Brasil e da Revista Òmnira, que dará oportunidade de publicação aos melhores textos produzidos em sala de aula. “A ação visa o fortalecimento do intercâmbio cultural entre as duas nações, uma mutua troca de conhecimentos”, afirma Leal.

Mais informações: +244 933 138 713 ou lealomnira@yahoo.com.br
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira



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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

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A MODA AGORA É RIFAR DINHEIRO

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Uma antiga tradição dos espertos italianos começa a ganhar novamente vida na Bahia, é uma tradicional forma de sorteio que já tem foi muito popular por aqui nos anos 80/90, a venda de rifas, o que vem virando uma febre, principalmente no Centro Histórico de Salvador, aonde a coisa vem revivendo uma moda bem antiga, onde mulheres, na sua maioria garotas novinhas e muitos homens e rapagões, na luta de vencer o desemprego e a falta de oportunidade no Mercado de Trabalho, que levam o dia para cima e para baixo, de um lado para o outro, descendo e subindo ladeiras e escadas, entrando em ruas e becos pelo Centro da Cidade do Salvador.
Seja no Pelourinho, na Praça do Terreiro de Jesus. Seja na Praça da Sé, como também na Avenida Sete e sua adjacência, como em alguns outros bairros com uma frequência muito forte, como é o caso de Baixa de Quintas e Sete Portas. São rapazes tatuados, mas do tipo despojado, de boné, de camiseta e de short  e as mulheres vestidas na maioria das vezes em shorts minúsculos, calças legs e a moda que realcem seus dotes, atributos e tatuagens, ambos já possuem cadastrados em mente uma rede de clientes e amigos, que compram o popular “bilhete” da sua rifa, que oferece como premiação: dinheiro vivo em espécie e que deixa ali a sua assinatura ou seu nome registrado. 
São na verdade rifas que na sua premiação traz o dinheiro arrecadado, que é pago como premio para o acertador da dezena oculta da rifa (foto), claro que a “banca” como chama quem é responsável pelo sorteio, leva a sua parte. E o que é mais interessante elas mostram habilidade para lidar com a situação, até tentando fazer venda para turistas e desconhecidos. Entre os clientes apostadores assíduos, estão: ambulantes, motoristas de táxi e até lojistas, e vendem também até fiado, para quitação antes do final do sorteio.

Existe a hipótese de que a primeira rifa teve sorteio em um restaurante no Sul da Itália, onde o dono estava vivendo em um péssimo momento financeiro e assim decidiu colocar 30 números em um papel (numeração de 1 a 30) e vende-los, e ao final sortear um número e ao feliz ganhador como prêmio, foi-lhe servido uma “macarronada”, que era único recurso de preparo disponível que ele tinha naquele momento. O sucesso financeiro foi tão grande, que todo ano o comerciante fazia esse tipo de sorteio e os habitantes da região aderiram muito bem ao jogo,onde as suas peças principais são um papel e uma caneta.

Texto & foto: Roberto Leal





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terça-feira, 15 de agosto de 2017

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UBESC PROMOVE SUA PRIMEIRA MÍNI FEIRA DE LIVROS

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"Livros  a mão cheia e deixe o povo pensar" Castro Alves
A UBESC-União Baiana de Escritores, o CEPA – Circulo de Estudo Pensamento e Ação e o Movimento Literário Kutanga/Angola realizam no próximo dia 2/09 (sábado), das 10 às 17 horas, na Cantina da Lua (Largo do Terreiro de Jesus s/n Centro Histórico) - Salvador/BAHIA-Brasil, a sua primeira mini feira de livros, com a participação de vários escritores e poetas, editoras e entidades que estarão expondo suas obras, entre elas: UBESC - União Baiana de Escritores; Movimento Artpoesia; CEPA; Editora Òmnira

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Uma obra da  Editora Òmnira
O jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua apresentará o livro “Pau pra toda obra – A saga de um português em terras angolanas e brasileiras” – (Ed. Òmnira/BA-Brasil 150 páginas), uma biografia do empresário luso-angolano João Alfredo Domingues. 
Os poetas Celina Moniz, Elisenilda Cristina, Fátima Trinchão, Jari Zamar, Jovina Souza, Milena Moreira, Matheus Cardoso, Neuza de Brito Carneiro, Roberto Leal e Valdeck Almeida de Jesus autografam a coletânea poética “Com Amor & Luta” (Ed. Òmnira/BA-Brasil 108 páginas R$ 20) que também tem a participação dos poetas angolanos: Faustino Nguange, Jovita Kifinamene Leal e Garcia Pedro Teleka.
O jornalista, escritor e editor Roberto Leal lança também a última edição da revista semestral de Literatura Òmnira com a participação de poetas e escritores de Angola, Brasil, Cabo Verde e Guiné Bissau. A publicação tem capa do artista plástico moçambicano João Timane com pintura que retrata o líder negro Guinécaboverdiano Amilcar Cabral.
Teremos lançamento de livros e revistas; recital de poesia; contação de historias para crianças; exposição e venda de livros de autores baianos de várias editoras e entidades, bate papo com escritores, sorteio de livros, recital poético e palco aberto para performance poética de recitadores, participantes e o público convidado. O evento tem as participações confirmadas dos escritores e poetas: Clarindo Silva, Germano Machado, Tiago Gato Preto, Pareta Calderach, Frank Bahia, Day Tribal e muitos outros.  
A UBESC pretende promover em pontos diferentes da cidade, mínis feiras de livros aos finais de semana, para propagar e incentivar a leitura, de forma a levar livros e publicações do gênero a preços mais reduzidos para o público leitor, criando um novo mecanismo para que escritores baianos tenham mais uma opção de como levar ao público a sua produção literária. Mais informações: +55 71 98688-8096 ou 98454-0267 e-mail: ubesc2013@yahoo.com.br

Fonte: ASCOM/UBESC

Foto: divulgação
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

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GENERAIS DA DITADURA E A SUPOSTA POBREZA PRESIDENCIAL

Postado Por Roberto Leal  | 2 Comentarios

Generais que governaram o país e não se corromperam 

Um dos maiores males que atinge o povo brasileiro, está em não conhecer a sua verdadeira história, por falta de pesquisa e de interesse pela leitura e pelo conhecimento através dos escritos. Temos uma nação repleta de analfabetos funcionais, aqueles que sabem ler, mas não cultua a capacidade de interpretar com precisão o texto que acabara de ler. O povo se deixa levar por meia dúzia de pseudos intelectuais que manipulam e influenciam através daquilo que escreve e propaga como a verdade, em beneficio próprio, dos seus próprios interesses e de barganhas ligadas a sua carreira e vida própria.

Parte disso está a nossa história com relação aos cinco generais presidentes do nosso país e que os professores não contam e nem procuram contar nas escolas.

Quando o general Castello Branco (Humberto de Alencar Castello Branco) morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas. Castello Branco era amigo pessoal da escritora Raquel de Queiroz e era parente do escritor José de Alencar.

O general Costa e Silva (Artur da Costa e Silva), acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no Palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.
Uma das histórias políticas mais belas da América do Sul, senão a mais bela! Entre os políticos gaúchos, encontra-se um nome que chama atenção, é o de Ernesto Costa e Silva, tio do ex-marechal Costa e Silva. Para quem ainda não sabe Ernesto Costa e Silva, foi o dono da maior biblioteca particular de que já se teve notícia no mundo. Ernesto Costa e Silva foi quem escreveu juntamente com o jurista Rui Barbosa, a primeira Constituição Republicana em 1892, quando ainda era muito jovem, tornou-se um dos deputados federais pelo seu Estado e não ficou só ai. Ele foi deputado federal por oito legislaturas/oito mandatos e assinou a quarta Constituição Federal.  

O general Garrastazu Médici (Emílio Garrastazu Médici) dispunha, como herança de família, uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.
É que o marechal Garrastazu Médici, veio de uma família riquíssima de Bagé/RS e que também é muito rica culturalmente! Médici descendia da dinastia dos Médici ítalo/franco, que por sua vez descendia do Papa Júlio I, substituto de São Pedro. Foi um dos fundadores e disseminadores do catolicismo no mundo, embora que o sobrenome Garrastazu venha da etnia basca do norte da Espanha. Até hoje sua família em Bagé possui muitos bens. Médici foi um dos generais que renunciou a bens pessoais. Era torcedor do Flamengo, inclusive ia aos domingos ao Maracanã, para ver o Flamengo jogar e não se fazia acompanhar por seguranças.

O general Ernesto Geisel (Ernesto Beckmann Geisel), antes de assumir a Presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio de Janeiro.
A família do general Geisel nunca teve muitos bens. Ele sempre viveu para o exército. Com o “Estado do Sitio” empregado no Brasil por Getúlio Vargas nos anos trinta (1930) onde os governadores passaram a ser nomeado, Geisel que se destacou no Estado da Paraíba, quando da briga entre as forces política do Estado. Ele, Geisel foi indicado pelo comando do exército sediado no Recife, para ser o Secretário da Fazenda daquele Estado, onde atuou por três anos.

Já o general Baptista Figueiredo (João Baptista de Oliveira Figueiredo), depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis onde morava, vendendo primeiro os seus belos cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado/RJ que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em mal estado de conservação. Quando necessitou de tratamento médico para fazer uma cirurgia, foi operado no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro.
O general Figueiredo quando deixou a presidência da República, pronunciou uma frase inesquecível que diz: “Cada povo tem o governo que merece”,  a frase da qual lhe deram autoria na época, foi dita na verdade pelo filósofo francês Joseph-Marie Maistre (1753-1821).

Isso pode não querer dizer nada, mas os cinco Generais Presidentes, até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios escusos; não enriqueceram com o dinheiro público; nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas. “Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis”. Claro que no reverso da medalha foi promovida ampla modernização de nossas estruturas materiais, para os dias de hoje, onde uma ditadura militar (como acusam os que não leem) não teriam as proporções de outrora.

É importante frisar que nenhum deles fez a apologia a sua própria carreira, mandando fazer um filme pseudo biográfico, pago com dinheiro público, de auto exaltação e culto à própria personalidade; nenhum deles usou dinheiro público para fazer um parque homenageando a própria mãe; nenhum deles usou o hospital Sírio e Libanês; nenhum deles comprou avião de luxo no exterior; nenhum deles enviou nosso dinheiro para "ajudar" outros países; nenhum deles saiu de Brasília, ao fim do mandato, acompanhado por 11 caminhões lotados de toda espécie de móveis e objetos roubados; nenhum deles se expressava/falava errado; nenhum deles nunca  apareceu em público embriagado;  nenhum deles nunca apoiou possíveis desonestos e todos eles possuíam nível superior.

O que o professor e jornalista Carlos Chagas, da UNB em Brasília descreveu em muitas linhas que produziu nos seus artigos, deixa bem claro o sistema corrupto mantido através do propino-duto, que se instalou nesse país, onde justiça, desordens, roubalheira, nepotismo politico, estão sendo praticados todos os dias, nos mesmos lugares. Até que os juízes e ministros dos tribunais superiores, podem não ter muita culpa, mas, são coniventes. Os maiores culpados mesmo são os representantes políticos. Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos os políticos brasileiros, garantem pesquisadores que 95% não passariam despercebido a roubalheira que se encrustou na nação Tupiniquim, seria comprovado “destes” o enriquecimento ilícito. Como disse o jornalista e apresentador de televisão Boris Casoy “Isto é uma vergonha”. Para o comentarista da Rede Globo em Santa Catarina/RBS, José Carlos Prestes que disse que desde o fim da ditadura “O Brasil andou para trás”.
Texto: Roberto Leal



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