quarta-feira, 18 de julho de 2018

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PRÊMIO AMAZÔNIA DE LITERATURA ABRE INSCRIÇÕES

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios



Oportunidade para novos talentos
Já está aberta às inscrições para o I Prêmio Amazônia de Literatura, edição 2018, iniciativa que foi idealizada e vem sendo organizada pelo poeta marabaense Airton Souza e, que vai premiar obras inéditas de escritores e escritoras brasileiras em vários gêneros literários e em duas categorias distintas Entre os gêneros literários estão poesia, conto, crônica, romance e serão publicados dois livros, um livro solo e uma antologia literária.

Em relação às duas categorias o I Prêmio Amazônia de Literatura 2018 estão à categoria nacional, voltada aos autores e autoras residentes no Brasil e maiores de 18 anos de idade e a categoria estudante, voltada exclusivamente para estudantes de escolas públicas da rede de ensino de Marabá, independente da idade. Para esta categoria o importante é que o estudante esteja devidamente matriculado e frequentando a escola.

A edição do I Prêmio Amazônia de Literatura, que conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Marabá, através da Secretaria Municipal de Cultura, da Editora Kazuá, de São Paulo e com a parceria da Editora Folheando, de Belém do Pará, vai resultar na publicação de dois livros, uma antologia que será publicada com os contos e poemas vencedores e um livro solo e inédito nos gêneros conto, crônica, poesia ou romance e, que será publicado pela Editora Kazuá. Além disso, os livros serão distribuídos aos vencedores e também a bibliotecas públicas de Marabá e região.

“Essa iniciativa é inovadora na região. Entre seus objetivos estão o de incentivar a produção literária e principalmente contribuir no processo de incentivo à leitura e, principalmente no gesto de reconhecimento da produção literária. Esse prêmio vai valorizar toda uma produção literária e despertar interesse pelo livro”, ressalta Airton Souza, curador do Prêmio Amazônia de Literatura.

As inscrições vão até o dia 24 de agosto e serão recebidas online, através do site do certame literário e, a premiação acontecerá no mês de novembro, com a entrega dos troféus, medalhas e certificados aos vencedores. No entanto, os lançamentos dos dois livros acontecerão somente no início de dezembro, devido ao processo de edição.

Para maiores informações basta acessar o site do I Prêmio Amazônia de Literatura, que é https://premioamazoniadeli.wixsite.com/meusite ou mesmo escrever para o e-mail: premioamazoniadeliteratura@gmail.com e solicitar informações referentes ao prêmio.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação




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segunda-feira, 16 de julho de 2018

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FRANÇA CAMPEÃ MUNDIAL DE FUTEBOL 2018

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O que muito circulou nas redes sociais

A seleção europeia mais africana dessa Copa do Mundo e porque não dizer de todos os tempos: FRANÇA, nunca outro registro sobre o assunto diante do grande índice de imigrantes jogando pelo mundo a fora. A França desfilou seu bom futebol, e mostrou por que era apontada como uma das grandes  favoritas ao título, e não deu outra, mostrou uma superioridade não muito esperada pelos franceses, principalmente diante de uma tão bem treinada equipe da Croácia. Foi uma partida disputada, mas, onde somente uma seleção soube finalizar com precisão e fez justiça ao resultado, independente do grande esforço empreendido pelos croatas, que não se abateram diante de cada gol sofrido.
Partida disputada em uma grande final, na manhã de ontem, horário do Brasil – 11 horas, no Estádio Lujniki, em Moscou/Rússia. O selecionado francês sagrou-se campeã mundial pela segunda vez, ao vencer a forte seleção da Croácia pelo placar de 4 x 2, em partida de destaque para o atacante franco/camaronês Kyilian Mbappé, de 19 anos, premiado como o segundo melhor jogador da Copa, fazendo jus ao troféu de Bola de Prata.
 A seleção francesa tem no seu elenco 14 jogadores nascidos ou com descendência em países africanos, e são eles: Fekir, Kimpembe, Umtiti, Pogba, Mbappé, Dembelé, Tolisso, Kanté, Matuidi (Angola), Nzonzi, Mandanda, Sidibe, Mendy e Rami. Esses atletas farão a história da França daqui para 2022 no Qatar. Parabéns também ao povo africano por essa grande conquista.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Divulgação/internet

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sábado, 14 de julho de 2018

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67 ANOS DO CEPA COMEMORADO NO CENTRO CULTURAL DA CÂMARA

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Bolo personalizado trazia recado para os convidados
Aconteceu no Centro Cultural da Câmara Municipal (Praça Municipal - Centro Histórico, de Salvador/BAHIA-Brasil), no passado dia 12 de julho (quinta-feira), às 18 horas, mais uma homenagem ao professor e jornalista Germano Machado, quando da realização das comemorações do aniversário de 67 anos de fundação do CEPA - Circulo de Estudo Pensamento e Ação, com direito a bolo personalizado e com recado de efeito do mentor cepista maior: "Para a  frente e para o alto, eis o caminho", como dizia o saudoso professor.
Com o lançamento do livro de poesias "Banho de Sol & outras manhãs" do publicitário e escritor Jose Abbade, que contou com as presenças de escritores, professores, jornalistas, simpatizantes, agitadores culturais da cidade do Salvador, além de cepistas de várias gerações. Destaque para a presença da Bibliotecária Vanda Cunha, professora Leda Jesuíno, os jornalistas Carlos Yeshua, Lucimar Gaivota (Soares Lucymar) e Valdeck Almeida De Jesus Lotado, de escritores, poetas e amigos simpatizantes Alexandro Jesus Santos, Audelina Macieira, Elisenilda Cristina de AlmeidaTiago Oliveira Nascimento, Renata Rimet, Roberto Rodrigues, dentre tantos outros.
O evento teve o apoio do amigo do CEPA, o vereador Odiosvaldo Vigas e contou com a presença da filha do saudoso fundador da entidade Raquel Machado, hoje a vice-presidente da entidade. Esse é o primeiro evento sem a presença do Mestre em Filosofia, jornalista, escritor e professor Germano Machado, falecido no dia 27 de dezembro de 2018, que foi o fundador do Circulo de Estudo Pensamento e Ação.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Roberto Leal

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

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VELEJADORES BRASILEIROS SEGUEM PRESOS EM CABO VERDE

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Os velejadores brasileiros acusados de tráfico internacional de drogas, após serem presos com uma tonelada de cocaína em um barco, em agosto do ano passado, e que foram condenados a 10 anos de prisão pela Justiça de Cabo Verde, continuam presos, aguardando julgamento de recurso.
O quarteto de velejadores preso em Cabo Verde


A sentença foi anunciada em 29 de março (quinta-feira), no tribunal da cidade de Mindelo, na ilha de São Vicente, Cabo Verde/África. O julgamento que teve início no dia 12 de março (segunda-feira), quando os velejadores foram ouvidos e foram condenados a 10 anos de prisão em regime fechado, o baiano Rodrigo Dantas, 25 anos, e outro velejador baiano, Daniel Dantas, como também o gaúcho Daniel Guerra, 36 anos, e o capitão da embarcação, de naturalidade francesa, Olivier Thomas.
Segundo Alex Coelho, tio de um dos velejadores o inquérito elaborado pela Polícia Federal brasileira foi desconsiderado pela Justiça. Os advogados dos velejadores vão recorrer da decisão e pedir o cancelamento do julgamento. "O julgamento foi completamente tendencioso. Não foram aceitas provas, nem as testemunhas, nem a documentação da Polícia Federal brasileira, não foi levada em conta o conteúdo", reclamou.

Do Julgamento
Os velejadores e o capitão são acusados de tráfico internacional de drogas por suspeita de terem transportado a carga de um pouco mais de uma tonelada de cocaína no veleiro em que pilotavam com destino à Ilha de Açores, em Portugal. Os familiares dos velejadores, no entanto, afirmam que eles não tinham conhecimento do carregamento da droga que estava na embarcação e acreditaram na absolvição dos réus até o último momento da leitura da sentença. Para eles, os velejadores foram vítimas de uma armação e a droga pode ter sido colocada no barco sem que eles soubessem. O Itamarati acompanha o caso.
"A Polícia Federal comprovou que é impossível que uma ação dessas tenha ocorrido, flutuando em águas brasileiras na Baía de Todos-os-Santos, na Marina, ou na Marina do Rio Grande do Norte. Ou seja, impossível ser feito isso com o barco dentro da água", destacou o tio de Rodrigo, Ubirajara Coelho.

Do Caso
Sentença em papel timbrado improprio
Tudo começou por uma chamada de emprego pela internet. Foi assim que Rodrigo Dantas decidiu encarar o desafio de atravessar o Oceano Atlântico, para fazer a entrega de um veleiro na Ilha de Açores, em Portugal. O anúncio procurava velejadores para compor a tripulação do veleiro que tinha acabado de ser reformado em um estaleiro em Salvador, na Bahia. Era uma oferta de trabalho de uma empresa internacional de recrutamento de mão-de-obra. Os velejadores Rodrigo e outro velejador baiano, Daniel Dantas, foram contratados pela mesma empresa, a Yatch Delivery Company, com sede na Holanda. Em Natal/RN, o gaúcho Daniel Guerra se juntou à equipe. Mas, antes de sair do Brasil em agosto de 2017, o veleiro passou por inspeções da Polícia Federal em Salvador e em Natal.
O barco foi liberado sem que nenhuma irregularidade fosse encontrada, mas na Ilha de Mindelo, em Cabo Verde, na África, veio à surpresa, o veleiro foi mais uma vez inspecionado e mais de uma tonelada de cocaína foi encontrada, escondida em um piso, tipo fundo falso, de concreto e cimento na embarcação. O barco que pertence a um inglês, conhecido como George Fox, que só foi apresentado à tripulação na véspera da viagem. Ele está sendo procurado. Um dos supostos donos da embarcação foi preso na Espanha, o inglês Robert James Delbos e a Policia Federal brasileira tem interesse na sua extradição.
Durante todo esse tempo, o pai de Rodrigo lutou para provar que o filho não tem envolvimento com o crime. "Impossível fazer uma obra daquele porte para colocar 1.100kg de cocaína em um barco, depois de Rodrigo fazer o acesso ao barco. Impossível", completa João Dantas. Ele viajou até Cabo Verde e acompanhou o julgamento gravou até um vídeo onde se mostrou a todo tempo otimista com a absolvição do filho e dos outros velejadores.

Da Conclusão
Rodrigo Dantas ficou durante quatro meses em liberdade condicional em Cabo Verde, até ser preso novamente em dezembro do ano passado e condenado. Rodrigo já estava a quatro meses em Cabo Verde, cumprindo todas as determinações da justiça local, se apresentando regularmente para assinatura na polícia judiciária etc. “A gente se expõe justamente pela certeza, pela convicção de que eles não têm culpa disso”, afirmou a tia de Rodrigo, Adélia Araújo.
Imagine que a sentença foi promulgada em um papel timbrado com a logomarca do personagem do cavalheiro negro mascarado “Zorro”. Parecendo uma piada, mas foi o que aconteceu! Este é apenas o menos significativo dos fatos que fizeram a família dos réus recorrer da sentença. A Ordem dos Advogados de Cabo Verde repudiou o que considerou um ato "excêntrico" do magistrado. O papel timbrado com a figura do Zorro refere-se ao nome da investigação feita pela Polícia Judiciária cabo-verdiana (órgão análogo à Polícia Federal do Brasil), que foi batizada de “Operação Zorro”. O fato inédito no país causou espanto até de juristas locais e gerou um comunicado emitido pela Ordem dos Advogados de Cabo Verde (OACV) repudiando o ato excêntrico do magistrado Dr. Antero Tavares. 

Desde que a sentença foi proferida, as famílias dos velejadores não se conformam com a decisão. Segundo eles, o direito de defesa dos réus foi cerceado, já que as testemunhas de defesa não puderam ser ouvidas via videoconferência e foi desconsiderado o inquérito da Polícia Federal que apontava a inocência do quarteto. Enquanto isso a Via Sacra das famílias dos brasileiros segue o seu suposto longo percurso, e o povo brasileiro espera pelo desfecho do caso.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Fotos: Reprodução internet
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domingo, 8 de julho de 2018

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CRIANÇAS AINDA SÃO VENDIDAS A PARTIR DE 20 EUROS EM GANA

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Essa atrocidade acontece em outros países coniventes do planeta


Não é ficção e muito menos um anúncio da venda de uma ninhada de alguma espécie de animal. É a realidade que existente em Gana, são crianças de 4 anos aos 12 anos, sendo vendidas a partir de 20 euros para trabalharem 14 horas por dia. Muitas crianças estão sendo trocadas até por sacos de milho, outras valem mesmo é dinheiro, podem ser compradas ao preço de vinte, trinta, cinquenta, e podem chegar a custar a bagatela de oitenta euros. Tudo depende de como essa negociação é feita e de quem negoceia. Na maioria das vezes essa transação acontece no seio de famílias muito numerosas, num país africano sem qualquer tipo de planejamento familiar, onde os filhos, independentemente da sua idade, são vistos como uma força de trabalho.

Há várias associações e mecanismos sociais que conseguem resgatar crianças em Gana que são vendidas a pescadores locais, que as escravizam de uma forma desumana, obrigando-as a trabalhar no lago Volta por exatamente 14 horas por dia, todos os dias da semana, em troca de um simples prato de mandioca. Esta foi à realidade que Alexandra Borges, jornalista da TVI, encontrou há aproximadamente 10 anos atrás e que denunciou na sua reportagem Infância Traficada. As primeiras três crianças resgatadas por Alexandra têm agora entre 18 e 19 anos.

Em 2009, a jornalista Alexandra Borges, de origem portuguesa, voltou a Gana e conheceu Pam Cope, uma mãe americana que tinha perdido o seu filho e depois de ler um artigo no jornal The New York Times sobre a escravidão infantil, entrou num avião e aterrissou em Gana onde resgatou Mark, a primeira criança que encontrou no Lago Volta. Nessa altura, Pam Cope avançou com a construção de um Centro de Acolhimento, em Kumasi, e criou a Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento Touch a Life Kids “Toque uma criança da vida”. Alexandra Borges já tinha fundado a associação “Filhos do Coração”, e então se tornaram parceiras.

Essas crianças são extremamente gratas, valorizam a escola e consideram que a melhor defesa é a Educação. Ninguém quer sair do Centro de Acolhimento onde, atualmente, se encontram. Para que depois dos 18 anos estes jovens tenham um futuro foi criada a Life Academy, em Accra, capital de Gana, uma Academia Para a Vida que pretende dotá-los de capacidades sociais. Uma psicóloga trabalha em conjunto com esses adolescentes colocando em prática a questões da responsabilidade, como chegar a horas, por exemplo, em uma entrevista de emprego.

 Sabe-se que tem sido feito um trabalho de sensibilização junto ao Governo de Gana que leva a crer que a questão do combate a escravatura esteja a melhorar. O Governo criou o ‘Ministério da Mulher e da Criança’ e já é a própria Segurança Social quem vai ao Lago Volta resgatar as crianças. Deixaram de existir os resgates diretos como os realizados por Alexandra ou pela Pam. Em 2009, depois de ter resgatado mais de dez crianças e ter denunciado mais casos de escravatura infantil, a jornalista Alexandra Borges foi impedida de entrar naquele país da África Ocidental, e é esse o preço que paga os estrangeiros que lutam para mudar essa realidade.

Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Foto: Organização Filhos do Coração



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quarta-feira, 4 de julho de 2018

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A POESIA DE JOVINA SOUZA NO INSTITUTO GOETHE

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Professora Jovina Souza e seus versos negros

O Instituto Cultural Brasil Alemanha realiza no próximo dia 20 de julho (sexta-feira), às 18 horas, na Biblioteca do Instituto Goethe (av. Sete de Setembro, 1809 – Vitória in Salvador/BA) o lançamento do livro de poesias “O Caminho das Estações” Ed. Mondrongo/BA-2017, 86 páginas - R$ 20, da professora e escritora Jovina Souza, a obra literária que é composta por 70 poesias, vem apresentar ao público leitor uma biografia poética, dentro das quatro estações, um raio-x do eu feminino, um eu de mulher negra ecoado n’uma massificante batalha contra o branqueamento da sua raça e a discriminação que segue dizimando o povo preto e pobre da periferia.

A poesia e a Literatura de Jovina Souza estão infestadas de manifestações de luta, dando mostras de um discurso pelo real combate ao racismo e da conscientização do povo negro, dentro da importância de valorização e preservação da pele preta. Na publicação seus trabalhos em destaque são poesias assim intituladas: “Mulher negra em movimento”, “À moda preto e branco”, “Preto na branca” e sua poesia mais assediada por leitores e simpatizantes “Biografia do meu cabelo”, com a qual se tornou muito conhecida na sua trajetória, dentre tantas outras.
As estações da poesia
Jovina Souza é Graduada em Letras Vernáculas, tem seus estudos concentrado na Literatura brasileira e Teoria literária. É especialista em Estudos literários e mestra em Teoria e Crítica da Cultura e da Literatura. Dedica-se a escrever poemas, contos e textos acadêmicos. Iniciou sua luta contra o racismo ainda criança no seio familiar e continua mais intensa a cada debate, a cada obra, a cada trabalho realizado. Seu primeiro livro “Agdá” foi publicado em 2012. Tem textos publicados em várias coletâneas e antologias, dentre elas Cadernos Negros (Quilombhoje/SP-2017) e Com Amor & Luta (Ed. Òmnira/BA-2017), como nas redes sociais.
Dentro da programação do evento: sessão de autógrafos com recital e leitura de poesias e poemas. O evento tem o apoio do Movimento Literário Kutanga/Angola e da UBESC – União Baiana de Escritores. Mais informações: 71 98723-3364.
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domingo, 24 de junho de 2018

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CAMAFORRÓ FOI DO PÉ DE SERRA AO ARROCHA NESSE SÃO JOÃO

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Pablo o rei do arrocha continua a sua trajetória
Foi sempre assim todos os dias, quando o público ainda chegava, as atrações começavam a se apresentar na pontualidade, às 22:00 horas. Nos três dias do Camaforró subiram ao palco principal, dezenas de atrações, e no terceiro e último dia o destaque foram o cantor cearense Jonas Esticado, com sua musica “Contrario”; a banda Cavalheiros do Forró, já conhecida do grande público; se apresentou ainda o cantor Adriano Reis que é uma prata da casa e Solange Almeida (ex - Aviões do Forro), que fez sua apresentação no encerramento do Camaforró, na sua 21ª Edição.
O evento que tem a realização da Prefeitura Municipal foi um imenso palco também para se exercer a cidadania, com a arrecadação de alimentos que foi o passaporte para o Espaço 2.000, um São João de muita paz, sem violência, foi uma festa sem muitas ocorrências, com o povo brincando e se divertindo de maneira a mostrar uma das festas mais populares do Nordeste, como enfatizou a delegada titular da 18ª CP de Camaçari, Drª Thais Cerqueira.
Pelo palco principal passaram durante esses três dias: o cantor Pablo; o grupo paulista Falamansa; o percursor do arrocha sergipano o “boyzinho” Devinho Novaes; o bastante criticado cantor sertanejo Luan Santana; a dupla goiana Thaeme e Tiago, e o cearense do forro pé de serra Santana “O Cantador” e muitas outras atrações que fizeram a alegria do público camaçariense, n’uma mistura de ritmos como o arrocha, o forro pé de serra e até um pouco de axé.
O Boyzinho Devinho Novaes
O rei do arrocha Pablo brindou o público com sua nova música de trabalho “Ela Ligou” e tantos outros sucessos, que já fizeram a sofrência de milhares de corações apaixonados por esse Brasil afora. O cantor que se consolidou com o arrocha encara a fusão com o São João como uma diversificação de gêneros musicais que fazem a alegria dos seus fãs. “O romantismo na verdade se adapta em qualquer ocasião, levando o romantismo por todos os lugares por onde a gente passa”, disse Pablo.
O Grupo Falamansa liderado pelo vocalista Tato Cruz, é um grupo de forró formado em 1998 na capital paulista. Com a ascensão do forró nas noites de São Paulo, foi que surgiu na cidade um movimento para atender a demanda das casas noturnas e do público adolescente, que se identificou de imediato com o ritmo contagiante do estilo musical nordestino. 20 anos depois o grupo continua fazendo sucesso com as músicas "Xote da Alegria" e "Rindo a toa" e levantando plateias com o sucesso “É pra surdo ouvir, pra cego ver, que este xote faz milagre acontecer".
Muito além do esperado foi à atração, uma revelação da música nacional Devinho Novaes, ele que tem a música que mais se toca nas rádios de todo Brasil na atualidade e foi muito assediado pelo público feminino e infantil que cantou junto as suas canções, com o dia quase amanhecendo e o galo cantando na janela, sem que as quase 60.000 pessoas arredasse o pé do grande arraiá, sem que tivesse que cantar “Coração Blindado” e outros hits.
A decepção ficou por conta do cantor sertanejo Luan Santana com a atitude de não atender aos seus fãs e nem a imprensa presente a grande festa, no seu segundo dia, encantando aquele público de cerca de 10.000 que mesmo embaixo de muita chuva esperaram para cantar os seus grandes sucessos.
A dupla sertaneja goiana Thaeme e Tiago que trouxe no seu repertório, hits antigos como “Cafajeste” e sucessos novos da sua turnê “Junto e Misturado”, como também “Onde já se viu”, fez também a alegria do público presente.       
Com o seu forró pé de serra autentico e cantando músicas como “Ana Maria”, subiu ao palco principal também, na segunda noite de atrações no São João de Camaçari, o cantor Santana “O Cantador”, os amantes do ritmo e fãs do artista cantaram suas canções e dançaram coladinhos durante toda apresentação. Santana com seus 26 anos de carreira, já estourado com sucessos como “Se Tu Quiseres”, “Mensageiro Beija Flor”, “Vontade”, “Lembrança de um Beijo”, Xote Universitário e “Ana Maria”, canções que até hoje embalam as festas juninas. “Ana Maria é um fenômeno, são mistérios que o invisível provoca... Não é a gente que escolhe a música, é a música que escolhe a gente, porque se fosse à gente que escolhesse todo mundo fazia sucesso", disse Santana com relação ao sucesso dos ‘3 do Nordeste”, gravado por ele.
Nos palcos intermediários “Carramanchão” e “Vila da Cultura” passaram diversas atrações durante todo São João, como também no Camarote da Resenha, onde desfilaram muita gente bonita, além de autoridades, personalidades e anônimos de toda região.
Fotos: Roberto Leal & Walmir Fammas
Fonte: Revista Òmnira


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sábado, 23 de junho de 2018

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LUAN SANTANA ESNOBA IMPRENSA E FÃS NO CAMAFORRÓ

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O cantor está sendo acusado de ser esnobe
O Camaforró é uma das festas mais tradicionais do município de Camaçari, na Bahia, festa essa que entrou definitivamente para o calendário de entretenimento da região. Um fato curioso chamou atenção de todos no segundo dia da festa, que teve como atração principal o cantor Luan Santana, fechando a noite e a grade de apresentações. É que o cantor exigiu uma espécie de isolamento com um gradeamento para a sua entrada no camarim, contra o assédio dos fãs e da imprensa, atendeu sob sua exigência, só alguns profissionais de imprensa e determinado número de fãs, por isso foi xingado e hostilizado por alguns pais de fãs e admiradores, além dos profissionais de imprensa, que acham a postura do cantor incorreta e infeliz, para com a sua carreira. Tal fato gerou polêmica como também foi registrado na noite da sexta-feira próximo passada (15/ 6), em Caruaru, agreste de Pernambuco, onde agiu da mesma forma e isso vêm dividindo opiniões. Seria um ato de discriminação com o Nordeste, já que agora aconteceu também em Camaçari?

O fã Alan se sente decepcionado
Primeiro foi a vez do cantor Renatinho abrindo a noite, depois o público teve a banda “O Bando Januario”, para em seguida dançar ao som da banda “Catuaba com Amendoim”. Já às 22 horas sobe ao palco com o seu Forró Pé de Serra autentico e cantando sucessos como “Ana Maria”, na segunda noite de atrações do São João, o cantor Santana fez o público dançar com entusiasmo ao som dos seus maiores sucessos. “Ana Maria é um fenômeno, são mistérios que o invisível provoca... Não é a gente que escolhe a música, é a música que escolhe a gente, porque se fosse a gente que escolhesse todo mundo fazia sucesso”, enfatizou o cantor.
Encerrando a noite com o cantor Luan Santana, que levou os poucos fãs ao delírio, diante também das fortes chuvas que se abateram sobre a cidade momentos antes da sua apresentação, encontrou um público de pouco mais de 10.000 pessoas, sendo que na noite anterior o cantor sergipano Devinho Novaes foi recebido por um público de aproximadamente 60.000 pessoas, “para mim isso é uma negação, ele passa não fala com ninguém, se esconde, usa chapéu, como se escondesse. Ficamos esperando até às 4 horas da manhã, esperando para poder falar com ele, tirar uma foto ou até mesmo pegar em sua mão. Isso para mim é decepcionante”, disse Alan Johnson, de 15 anos.
Gessilane estava revoltada
Esse tipo de notícia tem tomado conta das redes sociais nos últimos dias, fazendo assim uma imagem negativa do cantor diante da sua popularidade entre as crianças e os adolescentes que curtem a sua música. “lamentável um fato como esse acontecer com todos os fãs e admiradores, levando em conta que o seu cachê é pago pelo povo da cidade e ele agir dessa forma, desaprovo”, disse Gessilane Sousa, fã de 29 anos.

Fonte: Revista Òmnira
Texto: Roberto Leal
Fotos: Roberto Leal
Foto Luan Santana: Divulgação
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sexta-feira, 22 de junho de 2018

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MORRE EX-GOVERNADOR DA BAHIA WALDIR PIRES

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


O ex-governador da Bahia, Waldir Pires, faleceu na manhã desta sexta-feira (22/06), por volta das 10h, no Hospital da Bahia, em Salvador, onde estava internado depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória. Waldir Pires tinha 91 anos de idade. Foi decretado luto oficial por cinco dias pelo atual governador Rui Costa (PT).
Waldir Pires uma grande trajetória politica
Ainda não se tem mais informações sobre o horário do enterro de Waldir Pires (PT). O politico deu entrada na unidade hospitalar na noite de quinta-feira (21), com quadro avançado de pneumonia. Conforme informou a assessoria do Hospital da Bahia, ele não reagiu aos primeiros socorros através de reanimação, vindo a falecer.
Francisco Waldir Pires de Souza, era baiano da cidade de Acajutiba, nasceu no dia 21 de outubro de 1926. Pires teve sua infância em Amargosa/BA, onde cursou o ensino primário, onde frequentou também o antigo ginásio, no Colégio Clemente Caldas, em Nazaré das Farinhas/BA. Era formado em Direito e época em que liderou o Movimento Antinazista. Nos anos 60, exerceu a função de coordenador dos cursos jurídicos da UNB - Universidade de Brasília, onde também foi professor de Direito Constitucional.
Foi governador da Bahia de 1987 a 1989, foi deputado estadual de 1955 a 1958 e deputado federal por três vezes de 1959 a 1962, de 1990 a 1993 e de 1999 a 2002. Em 1963 exerceu a função de consultor-geral da União, na então gestão do presidente João Goulart. Foi ministro do Controle e da Transparência no governo Lula, o primeiro da CGU - Controladoria Geral da União, órgão de controle interno do Poder Executivo Federal, responsável pela defesa do patrimônio público, combate à corrupção e incremento da transparência na gestão.
Além de ministro da CGU, Waldir Pires comandou também os ministérios da Previdência Social de 1985 a 1986 e da Defesa de 2006 a 2007. Em 2008, foi condecorado com o título de “Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira”, que é concedido a brasileiros dedicados às causas nobres, humanas e sociais. Como político exerceu seu último mandato como vereador de Salvador entre os anos de 2013 e 2016 quando se afastou provisoriamente da vida politica. Em 2018 teve sua trajetória de vida lançada em livro Waldir Pires: Biografia (Volume 1) de autoria do jornalista e escritor Emiliano José, com promessa de lançamento do Volume 2.
Fonte: Revista Òmnira
Foto: Internet
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segunda-feira, 4 de junho de 2018

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CONTINENTE AFRICANO E SUAS NOVAS INDEPENDÊNCIAS

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios



Saara Ocidental mais um território árabe na África
A África é o primeiro continente do mundo e o maior em relação aos outros em números de países, considerado o berço da humanidade, onde tudo começou. O Continente Africano depende da aprovação de reconhecimento da ONU- Organização das Nações Unidas para passar a ter suas 56 nações independentes, com a inclusão de duas novas nações africanas, a Saara Ocidental (República Árabe Saarauí Democrática) e a Somalilândia, que são desmembramentos dos territórios do Marrocos e da Somália, recebem apoio de vários países dentre eles Angola e Madagascar, que foram os primeiros países a reconhecer a independência da Saara Ocidental, segundo o seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Mohamed Salem Ould Salek "Angola tem se mostrado líder no processo da luta de libertação nacional do nosso país e atuou sempre no sentido do seu reconhecimento e o faz em todos os fóruns internacionais em que participa", disse.
Como também se confessou sentido com o que considera as "Manobras de Marrocos" que alega que o Caso Saarauí deve ser resolvido pela ONU, em entrevista a imprensa angolana durante uma recente Cimeira da União Africana, que foi realizada em Adis Adeba, capital da Etiópia. A Somalilandia está localizada na África Setentrional, tem uma população de 513.000 habitantes, sua capital é Ei Aiune, suas cidades: Dakhla e Guelmim, a sua moeda é o dirham marroquino, sua religião é mulçumanos sunitas, o idioma é o árabe marroquino e o espanhol, esse território já foi conhecido como Saara Espanhol ou ainda Rio de Oro, o país se tornou independente da Espanha em 27 de fevereiro de 1976.
Somalilândia é a paz em plena Somália

Já a República da Somalilândia, apesar de ter a sua independência proclamada em 18 de maio de 1991, ainda não é reconhecida internacionalmente e pertence oficialmente a Somália, mas possui uma economia funcional, uma moeda oficial e uma bandeira e seu governo tem sido legalmente exercido dentro desses 27 anos de autoproclamação de independência. Com raras exceções, os habitantes do país são inteiramente adeptos do Islamismo. Sua capital e sede do governo é Hargeisa e a população total em torno de 3,5 milhões de habitantes (estimativas não confiáveis por falta de Censo) faz fronteira com Etiópia e Somália, possui uma área de 137.600 km, sua moeda é o xelim somalilandês, as línguas oficiais são o somali, o inglês e o árabe. A Somalilândia está dividida em seis capitais: Baki, Hargeisa, Burao, Berbera, Erigavo e Laascaanood. Fica situado no Chifre da África.
A Somalilândia mantém uma existência estável, com o auxilio de um governo forte e com uma infraestrutura econômica proporcionada por programas de auxilio militares britânicos, russos e americanos. Em sua capital Hargeisa por ser uma região estratégica, fica instalada uma base militar dos Emirados Árabes Unidos, pais em que tem hoje relacionamento muito estreito, outrora Estados Unidos e União Soviética também quiseram edificar bases militares lá, mas, o que não foi permitido pelas autoridades somalis. A Somalilândia já foi também conhecida como "Protetorado da Somalilândia Britânica" no inicio de todo processo de independência. Uma curiosidade, tradicionalmente uma folha estimulante que atua como uma leve droga viciante é legalmente comercializada pelas ruas do país: o Khat.

Fotos: Divulgação
Texto: Roberto Leal
Fonte: Revista Òmnira


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terça-feira, 3 de abril de 2018

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ALMIR ZARFEG É PERSONALIDADE DE IMPORTÂNCIA CULTURAL

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Escritor Almir Zarfeg homenageado UBESC
A UBESC – União Baiana de Escritores entregou na quarta-feira passada (14/03) Dia Nacional da Poesia, no Brasil, e aniversário de 171 anos do nascimento do poeta maior, o brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves, o titulo de “Personalidade de Importância Cultural-2017” ao jornalista e escritor Almir Zarfeg pelos relevantes serviços prestados a Cultura Nacional. N’uma forma de reconhecimento pelo seu trabalho à frente da Academia de Letras de Teixeira de Freitas e diante do quadro desenhado de seu elevado empenho na divulgação da Cultura Literária do Extremo Sul da Bahia e diante da desenvoltura nacional que toma corpo com o seu trabalho, ganhando muita força com a implantação de projetos como por exemplo, o Prêmio Castro Alves de Literatura, que poderá ser nacional na sua próxima edição.

O título foi entregue pelo também jornalista e escritor Carlos Yeshua, presidente em exercício da UBESC, que esteve presente a cidade de Teixeira de Freitas e participou também da Seção Solene de entrega da premiação aos vencedores do Prêmio Castro Alves de Literatura, instituído pela Academia de Letras de Teixeira de Freitas/BA, que foi realizada na Câmara de Vereadores daquele Município.
O referido titulo é conferido a uma única personalidade por ano, reconhecendo o trabalho desenvolvido ao longo da sua carreira, e que isso seja compactuado presencialmente pela UBESC & Revista Ómnira ou entidades associadas e parceiras, inclusive no exterior onde já foram congratulados o escritor John Bella e o administrador do Município do Lobito/Benguela - Dr. Roberto Ngongo (in Angola/África), e no Brasil já receberam o escritor Alberto Peixoto, professor Germano Machado, Agitador cultural e jornalista Clarindo Silva, escritor Valdeck Almeida De Jesus Lotado, poeta Luar do Conselheiro e tantos outros.

Foto: Divulgação
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sexta-feira, 9 de março de 2018

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REVISTA BRASILEIRA VAI HOMENAGEAR AGOSTINHO NETO EM NÚMERO ESPECIAL

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Nova homenagem a Agostinho Neto

A revista literária brasileira “Òmnira”, editada pelo jornalista e escritor brasileiro Roberto Leal, trará em uma Edição Especial, no próximo mês de março, mais uma homenagem ao líder negro angolano Agostinho Neto, que estará retratado na sua capa, n’uma pintura fantástica e exclusiva do artista plástico angolano Kabú. O líder já foi homenageado uma vez em número anterior da mesma publicação no ano de 2013, a revista que já é muito conhecida do público angolano, pela sempre participação de escritores e poetas contemporâneos das diversas províncias de Angola, como também de outros países de África.
É importante Frisar que a revista se mantém a cada edição mais forte dentro do intercâmbio já firmado com Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé & Príncipe.
A revista que é dividida entre: “Editorial”, "Letras das Províncias", "Espaço UBESC", "Poesia, poetas, poemas & palavras", "Garimpando Letras", "Fotos & Fatos", “Matéria da Redação”, "Movimento Kutanga" e muito mais literatura contemporânea lusófona de todas as formas, manifestações e gênero.
A publicação dará destaque a poetas, escritores e jornalistas com abordagem de assuntos e motivos que nos apresente uma gama contemporânea fortíssima da literatura angolana em todos os seus aspectos e segmentos, dentre eles o poeta Ismael Farinha com a matéria “Wende Bocado a menina prodígio que encanta com poesia e interpretação” uma revelação ao trabalho da poetisa mirim angolana que é figura marcante nos eventos literários de Luanda; o também poeta Roberto Leal com a poesia “Angolafricamentelas” onde em 15 estrofes retrata em uma visão própria todas as províncias angolanas; e da redação da revista vem uma matéria sobre o universo da música gospel na província do Uige “As Vozes Sagradas do Gospel Angolano”, além de poesias, contos e textos de autores angolanos, com a participação de brasileiros também.
“A publicação que tem uma abordagem arrojada, mantém sua pegada rustica e de sondagem eclética dentro dos estilos literários luso-africanos, procurando nesse momento difícil de crise, manter o intercâmbio entre as nações do PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa”, afirma o editor Roberto Leal.  Os interessados em participar da publicação em Angola deve enviar material para analise e se prontificar em investir na revista. Para mais informações: lealomnira@yahoo.com.br ou pelo site www.fundacaoomnira.com.br (Revista Òmnira) ou ainda pelos telemóveis: 933 13 87 13 / 949 62 88 54 com o editor Roberto Leal.
 Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Arte capa: Kabú (artista plástico)

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