sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Escritor Brasileiro Esgota suas Obras em Angola

Publicado por Roberto Leal As sexta-feira, 8 de agosto de 2014  | Sem Comentarios

Roberto Leal no Programa Hora Quente da TPA
O escritor soteropolitano/brasileiro Roberto Leal descobriu nos encantos de Luanda uma maneira de invadir o mercado editorial africano, apostando na revelação de novos talentos, nas suas mais diversas formas de expressão e de uma dialética riquíssima em mensagens e manifestações de liberdade e amor, abrindo as portas da sua revista “Òmnira” para que um intercâmbio com países de língua lusófona tomasse fôlego em nome de uma literatura além fronteiras e oceanos, que teve sua primeira parada na África, em Angola. O escritor que foi a convite da Casa De Cultura Brasil Angola, contou com o apoio do seu assessor de imprensa jornalista Francisco Paulo e com o patrocínio da UP 3D Soluções de Negócios empresa do escritor Vlademiro Pungo Andongo, que o levou a se reunir com escritores, visitar grupos, movimentos culturais e entidades, foi homenageado com um almoço pela poetisa angolana de muita expressão literária Ngonguita Diogo, ainda esteve com o jornalista Ismael Farinha, poeta Felisberto Rolando, poetisa Docinho de Mel e com poetas contemporâneos das províncias do Uige e do Namibe, além de outros de Luanda.
Desembarcando em Luanda, no dia 14 de julho, fez duas apresentações de casa cheia e boa receptividade as suas obras, dentre elas o livro “C’alô & Crônicas Feridas” que teve tiragem limitada, mas que se esgotou e a revista de literatura Òmnira, em homenagem a Angola e ostentando na sua capa a figura do grande guerrilheiro, o homem maior da independência daquele país, o poeta Agostinho Neto. Na Casa de Cultura Brasil Angola e na União dos Escritores Angolanos. E para completar o pacote literário, ainda desbravando o solo fértil africano, ofereceu em todas as suas apresentações, a sua palestra “Os Desafios da Nova Produção da  Literatura Contemporânea Brasileira”, que teve boa receptividade pública nos lugares onde foi proferida, sendo adaptada a obra de Agostinho Neto e a literatura angolana. “Foi amor a primeira vista. Luanda me encantou do jeito que ela é, da forma que me foi apresentada e ao meu trabalho, jamais esquecerei!”. Confidencia mostrando carinho para com a capital angolana.
Em palestra na União dos Escritores Angolanos


Atendendo a convites, foi recebido, na província do Uige, para mais duas apresentações, no ISCED - Instituto de Ciência e Educação e no Movimento Viv’arte, um dos maiores expoente da literatura local, liderada pelo poeta Vrakichakiri Abelardo, que acompanhado pelos escritores Faustino Simão, o poeta Pungui, João Sanda de Miranda fecharam parceria com a editora brasileira Òmnira, em um acordo de cooperação editorial. Visitou a Universidade Kimpa Vita , onde foi recebido pela diretora Geral Srª Maria de Fátima.  E foi essa província que o fez emocionar-se, ao ver ser entoado pela platéia na abertura de sua palestra/lançamento, como se fosse uma orquestra executando o hino nacional de angola, e foi ai que o homem das letras não se conteve de emoção e foi as lágrimas. Depois viajou rumo ao deserto do Namibe, berço da cultura mucubal, povo nômade que vive no deserto do Namibe com a Namíbia, 10 horas de viagem de Luanda de carro. Depois de descer a Serra da Leba, onde foi recebido pela Direcctora Provincial de Cultura Euracema Major, pelo Prefeito/administrador João Guerra e autoridades locais, onde lançou suas obras, na Administração Municipal durante evento da Fenacult-Festival Nacional de Cultura e no Instituto Histórico quando proferiu palestra para estudantes e escritores contemporâneos da Brigada Jovem de Literatura local.

O escritor aproveitou bem sua passagem pela África onde usufruiu das acolhidas turísticas e hospitaleiras das províncias de Bengo, Luanda, Lubango, Benguela, Huila, Porto Amboim, Sumbe/Kuanza Sul, Uige/fronteira com o Congo Brasaville e Namibe/fronteira com a Namíbia; viu de perto a bravura da mulher zungueira nas ruas de Angola; trafegou e fez fotos na Serra da Leba; comeu milho cozido com membros da tribo mucubal, no deserto do Namibe/Namibia; comprou e se presenteou com um pensador africano em madeira de lei, adquirido de um artesão local; foi recebido no programa “Hora Quente” um campeão de audiência na África pelo apresentador Pedro Nzagi; foi o entrevistado de várias rádios, tvs e jornais de grandes circulação; tirou fotos com garotas da tribo Mumuila, da província do Huila e ganhou um cachecol oficial de angola, presenteado por um chefe grande da policia local, na comunidade do Cazenga e que lhe foi autorizado a usar em cerimônia em noite de autógrafos na União dos Escritores Angolanos. “Esse reconhecimento, as vezes nem temos onde vivemos, pois as  realidades diferentes de comportamento nos excluem de participação na verdade cultural da nossa gente”. Diz em tom indignação.
Ainda na bagagem fazendo parte do intercâmbio que mantém com escritores contemporâneos de língua lusófona, fez doação de livros de escritores baianos/brasileiros, como: Germano Machado “Dois Brasis” Ed. Cepa/2014, Manoel Porto Lima “Filhos de Mães Solteiras” Ed. Independente/2013 e Valdeck Almeida de Jesus “Memorial do Inferno” Ed. Giz/2013 e tantos outros para compor acervos em diversas entidades por onde passou; ainda sobrou tempo para divulgar o Prêmio Internacional de Literatura Professor Germano Machado - Poesia /2014.
Roberto Leal além de presidente da União Baiana de Escritores, é jornalista, editor, escritor e repórter fotográfico, de forma que traficou as imagens da lente da sua câmara e esses  registros serão apresentados n’uma exposição fotográfica, que deve acontecer na Casa de Angola, em Salvador, Bahia, no Brasil. “Além dos projetos e parcerias firmadas, da exposição fotográfica, e dos novos lançamentos, vamos priorizar esse intercâmbio, com a receptividade contemporânea lusófona que tenho recebido, sei que estamos no caminho certo. Eu, a Revista & Editora Òmnira e a UBESC-União Baiana de Escritores”. Disse, no dia 5 de agosto quando terminou a turnê!

Fonte: ASCOM/UBESC/Francisco Paulo (de Luanda).
Fotos: Ismael Farinha e Vlademiro Pungo Andongo.

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