Livraria


“A periodicidade está sendo mantida, a abordagem literária em um novo formato está sendo elogiada, com essa nova roupagem e essa nova pegada mais arrojada literariamente falando, chegaremos muito longe, tenha certeza! Porque aqui sempre terá uma porta aberta para o escritor baiano, poetas brasileiros e dos países que compõem a CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, já que a Revista mantém um intercâmbio já firmado com Angola e Moçambique”.
Dividida entre: "Letras das Províncias", "Espaço UBESC", "Poesia, poetas, poemas & palavras", "Garimpando Letras", "Fotos & Fatos" e muito mais literatura contemporânea lusófona de todas as formas e manifestações. No editorial o Professor Germano Machado falará da literatura brasileira e da sua contemporaneidade lusófona nesse intercâmbio internacional trabalhado pela revista ÒMNIRA e a UBESC - União Baiana de Escritores. A publicação terá capa do artista plástico moçambicano João Timane.
REVISTA ÒMNIRA - Ed. Òmnira/BAHIA-Brasil, 32 páginas, R$ 10 (para o Brasil) e USD 13 para o exterior (com tarifa postal por nossa conta) - adquira números atrasados. Mais informações: lealomnira@yahoo.com.br - Site:www.fundacaoomnira.com.br Telefones: 55 (71) 8688-8096 / 8454-0267.
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É ai onde surgem as letras! Os apontamentos da cultura, que com seus nomes, fazem palavras, que viram pedras, nos seios das mulheres, em um completo deserto onde as mais deslumbrantes fantasias retratam as fantásticas e lendárias palavras encantadas de versos e destacadas pela história construída pela negra poesia panfletária dos contemporâneos. Mas estamos no Namibe a “Terra da Felicidade”, aonde as letras vem homenagear a cultura de um povo, construindo seu acervo, preservando a sua história viva, além de revelar a sua poética, através de novos valores, destacados da literatura angolana local, aqueles que marcham juntos na Brigada Jovem de Literatura mucubalista.
Os contemporâneos encurtam a distância do seu público, nos mais diversos movimentos por onde quer que eles andem, que eles façam ecoar as poesias em falas e gritos enfeitiçados de versos e melodias como só na  África se tem visto... Mas aqui eles apresentam de certa forma a palavra com todo seu poder, de ter que dizer o que estamos por ora lendo e por ora querendo saber, mostra aqui a tão esperada poética antológica do Namibe e que vem retratada na completa beleza de cultura Mucubal, desse amor africano por suas origens, lendas, folclore e sua verdadeira história de amor, de sofrimento, de beleza e de africanidade.
Roberto Leal Jornalista, escritor e editor
Poética Mucubal do Namibe (Antologia poética com a participação de 10 poetas contemporâneos, da província do Namibe/Angola) Ed. Òmnira/BA-Brasil-2015, 102 páginas. R$ 25.
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“Desesperadamente, fui à alvorada / e uma pergunta lhe fiz: / o que devo fazer para sorrir minha amada? / e ela me disse: Wagner acorde-a e você será feliz. Esta estrofe inicial do poema Fui a Deus pode sim ser endereçada  a todos nós, que em algum momento somos felizes por sermos colegas, amigos e admiradores de Wagner Américo, o poeta que vem há mais de 20 anos recitando poemas e distribuindo flores – que ele mesmo confecciona – nas praças, teatros, bibliotecas, igrejas e escolas.
Nascido em 20 de outubro de 1924, portanto já com noventa anos, Wagner Américo, conhecido como o Poeta das Flores, permanece jovem, esbanjando vitalidade. É conhecido por recitar poemas e distribuir flores em eventos artísticos e culturais e desfilar em datas comemorativas como o “2 de Julho” e o “Sete de Setembro”, com seu elegante sobretudo, seu chapéu preto e um cartaz que ele empunha com frases poéticas.
Wagner Américo, o poeta das flores, é admirador fervoroso de Castro Alves, o poeta social, do qual ele recita vários poemas, entre os quais o clássico Navio Negreiro. Vinícius de Moraes, o poeta do amor: esta junção é o combustível da poesia de Wagner Américo. Sua poesia, de linguagem simples, metáforas, fala do amor, da amizade, e da questão ambiental, ecológica que está presente direta e indiretamente em quase todos os poemas.


Douglas de Almeida Poeta e agitador Cultura

Costurando Pétalas Ed. Òmnira-BA-Brasil-2015,60 páginas. R$ 20.
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Falar sobre a literatura angolana é uma convocação ao estabelecimento de várias pontes. Resgate duplamente necessário, no que tange ao pensamento brasileiro. Por dois aspectos essenciais, que dizem respeito ainda mais à literatura baiana, se assim posso denominá-la. Por um lado, uma africanidade, presente em nosso povo, em nossa fala, em nosso corpo. Em nossas cores, em nossos cantos, em nossas crenças. Por outro lado, a língua portuguesa oficial, que nos integra a uma comunidade lusófona maior. Cada um desses aspectos envolve um universo de possibilidades de análise, reflexão e pensamento. Ambos se conjugam e se configuram de forma diferente e multifacetada, tanto na Bahia/Brasil como em Angola.


Este paralelo foi realizado com a crença de que os elementos comuns das duas culturas possibilitam chaves de análise oportunas para a percepção das diferenças, tanto no mais distante, quanto no mais sutil, na filigrana do escrever. Através da constatação destas aproximações e distanciamentos, novos discursos podem ser concretizados. Olhar para a literatura de Angola é olhar o próximo e o distante, identidade e alteridade. Apesar de tantos pontos em comum, de formas diferentes, salienta-se o fato da pouca visibilidade da literatura angolana em terras brasileiras, fenômeno certamente influenciado por barreiras etnocêntricas que privilegiam o legado de uma matriz, a saber, a europeia. Dado este contexto, qualquer esforço de descortinamento desta literatura tão rica deve ser digno de nota, de menção, de louvor. Pela coragem de olhar além do que o cânone impõe. Pela consciência de buscar outros falares, que expressam diversidade pensamental.


Germano Machado Jornalista, professor e escritor. Apresentador do livro KIXIMANU (Coletânea Poética com 8 autores angolanos e 5 brasileiros, contemporâneos da nova poesia de ambos os países, envolvidos em um intercâmbio internacional)
KIXIMANU Ed. Òmnira-BA/Brasil-2015, 138 páginas. R$ 30.
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O livro "C’alô & outros poemas", do jornalista e escritor Roberto Leal é um relato poético que delata uma rede de intrigas amorosas, mentiras, confissões, imposições e curiosidades, envolvendo uma suposta milionária de origem judia (fato verídico, personagem desconhecida, vivida ao telefone) e um rapaz pobre que busca reconhecimento profissional através dos trabalhos que escreve e publica encarnando um poeta, de personalidade forte.

Mulher se relaciona com rapaz, caçado em anúncio de jornal, transformando o cotidiano desse rapaz n’um inferno... Diante dos constantes telefonemas apaixonados, dos encontros que não aconteceram, das suspeitas que não se concretizaram e do amor que não sobreviveu... Se ela lhe telefonar, o perigo é você se apaixonar por uma voz, por um rosto que não vai conhecer, por um corpo que não se deixa tocar, por uma mulher que você não sabe quem é, nem o que esconde por trás das suas intenções, das suas facetas e da sua caçada. Ou tudo não passou de um sonho, recheado de poesias e crônicas?

Roberto Leal Jornalista e editor
C’alô & Crônicas Feridas Ed. Òmnira-BA/2014, 102 págs. R$ 20.
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O número 13 é correspondente à letra hebraica Men, que quer dizer liberdade, a poesia é uma forma livre de expressar os pensamentos e sentimentos da alma, a liberdade na sua essência, sendo a “máquina de escrever “o seu portal. Muitos utilizam a folha de arruda, a figa e o trevo de quatro folhas como proteção nesse dia, toda superstição tem o seu valor cultural, que pode perfeitamente ser passada para a nossa rica literatura, tendo a pena ou caneta como a sua maior representação. Pensando nisso, esse projeto “estreou” com uma forte conotação mística, onde o olho grego pode ser o olhar mais concentrado do leitor; o patuá, a consolidação do sucesso garantido, pois quem escreve, ultrapassa o “círculo de Salomão” sendo um notável vencedor; a ferradura é a união dos escritores em prol desse projeto vitorioso, que numa sacada de mestre escolheu justamente esse dia para lançar a sua “pirâmide”, que vai misturar todas as ilusões culturais na mais nova crendice literária e o escritor participante dessa festa sairá fortificado; já o leitor se sentirá protegido por todos esses símbolos, mais que o dóllar, trocando a cultura mística, onde todos os caminhos não levarão somente as fitas do Senhor do Bonfim, iniciarão nelas e terminarão na proteção simbólico-literária, da Coletânea Poética 13!

Marcelo de Oliveira Souza Escritor
Coletânea Poética “13” Ed. Òmnira-BA/2013, 188 págs. R$ 25.
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Quando uma doença como a corrupção alastra-se tal qual uma erva daninha, nos diversos setores da sociedade – governamental, justiça, educação, saúde, comunicação, etc. – atingindo os cidadãos de todas as classes, o livro “Carta ao Presidente” ecoa como uma esperança de mudança, pois que é a prova viva da insatisfação que começa a se manifestar em nosso meio social.

A insatisfação aparece nos textos em forma de crítica a esta doença, de denúncia de seus males ou mesmo de exortação para que aqueles com poderes constituídos por lei tomem providências efetivas quanto à questão referida.
Um exemplo que vale ressaltar é o grito da desembargadora Luislinda Dias de Valois Santos:“Necessitamos urgente de antídotos legais, aplicáveis e realmente aplicados a todos igualitariamente e com a celeridade que o povo brasileiro de há muito reclama, sem qualquer distinção. Urge a justiça no seu sentido mais amplo que se possa imaginar. Ela deve ser distribuída e seguir a linha do igualitarismo, independentemente da casta a que pertença o cidadão”. 

Morgana Gazel
  Escritora e psicóloga
Carta ao Presidente - Brasileiros em busca da cidadania “vários autores”, Ed. Òmnira/BA-2012, 227 págs. Esgotado.
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As palavras marcham firmes, marcham ordeiras, armando estratégias e liderando revoluções, abrindo leques de discussões e assumindo trincheiras... Elas Formalizam diálogos, redescobrindo ensinamentos; abreviando tristezas, grifando destinos; prolongando felicidades, buscando a perfeição; traduzindo ensinamentos, formando mestres; indicando o futuro, solidificando relações; grafando papéis, proporcionando descobertas; decorando cadernos, pedindo impeachment; submetendo pensamentos, traindo o analfabetismo; falando por todos, transmitindo fatos; soltando o verbo, caçando Marajás; adjetivando frases, pressionando o saber; respeitando opiniões, ecoando seu grito; assinando a paz, disseminando cultura; revertendo situações, revelando valores; desmascarando sistemas, emergindo talentos; derrubando ditaduras, abrindo grilhões; libertando vozes, confessando paixões; construindo versos, revelando amores e vivenciando canções... As palavras marcham firmes, ao extermínio de todas as lutas, levantam bandeiras, domam a ignorância, promovem negociações, limitam a guerra, amenizam a fome, dão sentido a miséria, condenam a corrupção, Digladiam com a democracia, que lhe derrotam o poder, de se fazer Justiça... Isso é "Letras Contemporâneas"!

Roberto Leal Jornalista e editor
Letras Contemporâneas - "Vários autores", Ed.Òmnira/BA - 2013, 164 págs. Esgotado.
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Dizem que todo crítico é um mau escritor, brigou com a caneta que não se calou e a todo tempo lhe incomodou, abrigada nos dedos de um autêntico escritor. As críticas construtivas não existem, o que existe na verdade é um braço torcido, um brado engolido, um sentimento recolhido que se quer demonstrar e não se sabe como. Se criticar fosse bom e desse status, todo critico era escritor e o seu livro ocuparia as listas mensais de “o mais vendido”.
Contos,Crônicas & Artigos, estando na berlinda, se faz alvo e sem temor enfrenta o criticômetro nacional, interessado em aprovar arte, mesmo sem saber distinguir o que é autodidatismo, desvendar o charlatanismo e sem encarar o que é incentivo, diante do seu “poder” de julgar o conteúdo do ineditismo que está nos escritos. Dar autoridade opinativa a quem não tem capacidade, é perigoso, podendo gerar erros, injustiças e sentenças...Autores: Alberto Peixoto, Carlos Souza, Fátima Trinchão, Frank Romão, Krishnamurti Góes, Leandro Flores, Patrícia Chastinet, Valdeck Almeida, Vera Aziz e Vinícius Cardoso.

Roberto Leal Jornalista e editor
Contos Crônica & Artigos, “vários autores” Ed. Òmnira/BA-2009, 106 Págs. R$ 20.
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O que o poeta quer é liberdade, inovação, descobertas e acertos. É preciso que se abram portas para que possam apresentar suas promessas, é preciso acreditar em poetas como: Antônio Santana, Fátima Trinchão, Francisco Batista Junior, Letícia Andrade, Roberto Leal, Rudival Rodrigues, Valdeck Almeida e Vinícius Cardoso, é o que podemos esperar de um verdadeiro garimpo, onde preciosidades isoladas surgem rememorando história, remexendo o passado e as lembranças de forma diversificada, às vezes dando chão aos pés das letras soltas, dando luz à visão poética emergente. Como também oportunidade, para os de uma certa forma, excluídos e injustiçados.

Quando escrevo a nova poética contemporânea baiana faço claras referências aos novos, aqueles que procuram conquistar seu espaço, se ver e se descobrir poeta, viver a sua poesia, senti-la compartilhada, oferecida sem medos, sem cobranças, mesmo que vorazmente absorvida por outras gerações de criticômetros. Quem não for poeta que atire a primeira pedra.

Carlos Souza 
Jornalista

Salvador 460 anos de poesia “vários autores”, Ed. Òmnira/BA-2008, 120 págs. R$ 20.
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E não parou por aí, I Encontro de Escritores Baianos Independentes, produziu outros frutos que merecem ser registrados: o primeiro deles que quero destacar é a criação do núcleo da União Brasileira de Escritores (UBE), na Bahia, fato aplaudido pelos escritores e visto como uma possibilidade de se fortalecer ainda ma is o movimento literário no nosso estado. O evento também deu origem à coletânea “ENEBI de Poesia & Prosa”, que agora chega à suas mãos, com os anais do encontro além de muita poesia e boa prosa... Neste novo ano, de segunda edição, estaremos carregando aquela mesma descontração quando no ano passado nos reuniu como n’uma grande família e quando também estaremos homenageando o grande poeta Ildásio Tavares.

Carlos Souza e Roberto Leal
Coordenadores do ENEB – Encontro dos Escritores Baianos.

ENEBI de Poesia & Prosa "Vários autores"   Ed.  Òmnira-BA/2011, 134 págs. R$ 20.
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Nos idos do ano de 2002 o criador do Selo Editorial Òmnira, Roberto Leal, idealizou uma publicação que periodicamente desse visibilidade a produção de prosadores baianos ao aqui radicados. Gênero escolhido: o conto. Título da coleção? Bahia de Todos em Contos, trocadilho a nos sugerir de todos os encontros, o que iria ao cerne da ideia. Encontro de contistas baianos, quem juntos cerrassem fileira para a tão desejada consolidação de nosso mercado editorial, descoberta de novos talentos que na série pudessem obter segurança para os primeiros passos no mundo das letras, aceno a posteridade onde nossa cultura pudesse re-encontrar o que aqui se produziu em determinada época, encontro afinal de autores com um público leitor sempre a mercê de outras paragens editoriais, encontro em suma e repetindo, da Bahia com a sua própria produção literária.

Krishnamurti Góes dos Anjos Escritor e articulista
Bahia de Todos em Contos (Vol. III) Ed. Òmnira/BA-Brasil-2008, 126 páginas. R$ 25.
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Mil Pedaços” a autora reparte moldes da sua visão, quebra paradigmas em partículas, despedaça versos, divide sua responsabilidade com o próximo, na construção de dias melhores para com o seu aprendizado humanístico e social. “Seu jeito de fazer poesia nos faz crer que a vida é uma promessa e que podemos concretiza-la” disse Debora Miscow Coutinho, quando prefaciou a sua primeira obra, e até hoje ela segue a risca seus moldes pensantes, crescendo na sua generosidade e não se prendendo ao cotidiano da miséria proporcionada pelo sistema.


Mil Pedaços, "Yasmim Camardelli" Ed. Òmnira-BA/2012, 150 págs. R$ 30.
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PEDIDOS
E-mail: lealomnira@yahoo.com.br  
Fones: (71) 8688-8096 / 8454-0267
Conta Poupança 67364-1 - Banco Bradesco Ag 235-6
em nome de Roberto Leal ( favor enviar xerox do comprovante).

LIVRARIA DA RODOVIÁRIA
Uma viagem na informação
Terminal Rodoviário de Salvador/BA
telefone: (71) 3450-3184
(Jornais, livros e revistas, lá vc encontra os livros da Òmnira).

LIVRARIA AUTORES BAIANOS
Av. Leovigildo Filgueiras, Nº 81 - Garcia - CEP: 40.100-000
(Dentro do Colégio e Faculdade 2 de Julho)
telefone: (71) 3181-9031
(Direito, técnicos  literatura, poesia, conto, romance e outros.Lá vc encontra os livros da Editora Òmnira.)

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