terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

CONGOLÊS MORTO A PAULADAS NO RJ TEM PASSAPORTE DIPLOMÁTICO E ERA UM REFUGIADO DE GUERRA

Publicado por Roberto Leal As terça-feira, 1 de fevereiro de 2022  | 1 Comentario


Mais um africano morto pelo Racismo no Brasil
O congolês Moise Kabamgabe, 24 anos, que vivia no Brasil desde criança como refugiado, foi brutalmente assassinado na 2ª feira próxima passada (24.01) e o corpo foi velado no último final de semana sob forte comoção de familiares e amigos. Ele foi espancado até a morte após cobrar uma dívida com o patrão, no local onde trabalhava. É a Saga da escravidão escrita a margem de uma Justiça inoperante e corrupta, o povo vai as ruas pedir Justiça em mais esse caso. É o Brasil Casa Grande e seu racismo no Banco dos Réus.
Imagens de câmeras de segurança obtidas pelo SBT mostram o momento em que Moïse Kabamgabe é espancado até a morte no quiosque “Tropicália”, na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a família, a vítima trabalhava para receber por diária e o dono do local não teria pago o valor correspondente a dois dias trabalhados. Ele foi brutalmente espancado por cinco homens com pedaços de madeira e um taco de beisebol. Depois, foi encontrado amarrado, perto de uma escada, já sem vida. As imagens do vídeo que circula na internet são fortíssimas. Mataram um cidadão que tem passaporte diplomático, passaporte vermelho, como nem um animal merecia morrer e agora a Justiça Brasileira deve fazer alguma coisa. Que JUSTIÇA seja feita!
Após o crime, o corpo de Moise foi levado para o IML - Instituto Médico Legal. E a família acusa os peritos de terem retirado os órgãos da vítima e protestaram. O SBT obteve com exclusividade o laudo da morte do congolês. Segundo o documento, a necrópsia foi feita um dia após o assassinato e apontou como causa mortis traumatismo do tórax com contusão pulmonar. As imagens do exame revelam lesões concentradas nas costas e o tórax aberto, com os órgãos dentro.
A Polícia Civil negou que tenha retirado qualquer órgão da vítima e diz que está investigando os autores do crime. Imagens de câmeras de segurança do local foram analisadas para identificar os assassinos. O representante da embaixada da República do Congo, Placide Ikuba, afirmou que Moisés usava passaporte vermelho, um passaporte diplomático. "Ele não foi qualquer um. Ele foi um refugiado diplomático. Foi morto do jeito que foi morto e isso é uma vergonha", foi taxativo.
A vítima e a família deixaram o Congo para se abrigar no Brasil, todos fugindo da guerra e tentando a sobrevivência na Cidade Maravilhosa/Rio de Janeiro, onde não imaginariam que teriam um familiar assassinado por cobrar o seu trabalho. mataram um trabalhador, um preto como a um animal, cenas revoltantes no vídeo, para não remunerar sua mão de obra. "Brasil é uma mãe, ‘nossa’ segunda casa, e como vai matar um irmão trabalhando? Justiça vai ter que ser feita", clama por Justiça um familiar de Moise.
Fonte: ASCOM/Revista Òmnira
Vídeo: SBT NEWS

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Um comentário:

  1. https://youtu.be/EYvfjAY69tw O VIDEO COM CENAS FORTES, cenas revoltantes, cenas que nem todos conseguem assistir até o final... A revolta é muito grande... Os assassinos estão ai nas imagens...

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