terça-feira, 6 de outubro de 2015

A Kitanda de Fred Souza Castro em Poesia

Publicado por Roberto Leal As terça-feira, 6 de outubro de 2015  | Sem Comentarios

O saudoso jornalista Fred Souza Castro
A UBESC - União Baiana de Escritores vem convidá-los para o Lançamento Póstumo do livro do poeta e jornalista Fred Souza Castro, falecido em out/2012, com capa de Ângelo Roberto, apresentação de Mabel Velloso e prefácio da professora e também poeta Maria Antônia Ramos Coutinho.  Dia 08/10, às 18 horas, no Palacete das Artes (Museu Rodin- Rua da Graça, 284-Graça) com coquetel ao final.

“Kitanda do Bem Dizer” nos dá como um presente, versos de Fred. Versos escritos com o coração menino daquele homem que viveu em poesia, com poesia. Frederico de Souza Castro quando nasceu em 1º de abril de 1931 esperou viver garimpando palavras que rimassem com amor, muito amor. Cresceu garimpeiro do amor deixando para nós além da saudade um livro pronto carregado de adeus nas entrelinhas. Viveu como poeta, documentarista, cineasta sempre interessado com a cultura do Recôncavo. Fez parte da Geração Mapa.

Em 1957 lançou o seu primeiro livro de poemas - Samba de Roda Ed. Macunaima onde cantou a noite engolindo o dia e a alegre forma de viver do povo de Santo Amaro. Em 1968 publicou - Contos para Griselda, Ed.Catamilho. Também pela Catamilho foram publicados: Meu Sal e Meus Espelhos (1979) e Mamãe Macho (1986). Em 1987 o infantil A Gotinha D’Água sai pela Editora Vozes. Pela Ed. BDA em 1996 sai Portulanos. Cada livro mostrando pedaços da infância, lembrando o menino no retrato, carregando as saudades da brincadeira da berlinda, das namoradas, de Santo Antonio Além do Karma... Sua produção não parou.
Seus versos continuaram contando / cantando seus medos, seus sobrados, sótãos, janelas, becos, praças e ladeiras. O poeta continuou buscando a felicidade que lhe chegava em conta-gotas. Escrevendo sempre, guardando e aguardando o momento para voltar a publicar, seu coração parou de bater. Dois dias antes, por telefone me disse: O livro está pronto. Você é a madrinha. Uma pena meu afilhado ter chegado até a mim quando ele está a versejar lá por cima. Escreveu na apresentação a escritora e poetisa Mabel Veloso.

ASCOM/UBESC
Foto: Divulgação



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