quarta-feira, 4 de maio de 2011

Na Revista Òmnira faltam escritores...

Publicado por Roberto Leal As quarta-feira, 4 de maio de 2011  | 2 Comentario

O povo é realmente “mão de vaca”, não se veem estimulados a investir em cultura, a minha vakinha não foi ainda à solução para ajudar na publicação da nossa revista... Poucos foram os comprometidos em colaborar, mas, não perdemos a esperança de que a solução está próxima e espero que você reveja o seu posicionamento.
O primeiro número dessa nossa Revista Òmnira está datado do primeiro trimestre de 1999, a publicação que nasceu para ser uma exclusividade dos participantes do Prêmio Òmnira de Poesia e Prosa, com 32 páginas, logo teve a trajetória interrompida pela falta de recurso e então a entidade absorvendo as dificuldades, resolveu depois do primeiro número, abrir a publicação para a participação de todos os interessados! A primeira edição teve ilustração de capa de Fábio Sande, entre os escritores: Antonia Lúcia C. de Albuquerque, Cleomendes Valeriano Souza, Giselda Medeiros (CE), Maria Arlinda Freitas Moscozo, Krishnamurti Góes dos Anjos, Teresinka Pereira (USA) e os vencedores do 1º Prêmio Òmnira de Poesia & Prosa. Uma publicação ainda muito tímida, buscando espaço...
Na segunda edição, apesar da melhor qualidade da revista, já se apresentava um declínio orçamentário, que reduziu a publicação a 30 páginas, que foi lançada no segundo trimestre de 1999, com toda a dificuldade visivel, mas, até aí mantendo a periodicidade, a publicação excelente do conjunto do seu conteúdo, com participantes como: Amador Ribeiro Neto (PB), Catherine Coutinho, o saudoso Frank Romão (de Santo Amaro da Purificação/BA), o poeta Geraldo Maia, o professor Germano Machado, a jornalista Iza Calbo, na época trabalhava no jornal A Tarde, como também o poeta Josue Ramiro, na capa da publicação tem desenho  de Henry Jaepelt (de Timbó/SC), onde um escravo tem as correntes quebradas, simbolizando a “liberdade”, significado da palavra Òmnira em Yorubá...
Já a terceira revista, só pôde dar as caras, no segundo semestre de 2002, quando recebeu, um pequeno apoio da Fundação Gregório de Mattos, na gestão do historiador Francisco Senna, e a revista um tanto mais elegante, foi editada e impressa com 46 páginas de muita literatura, arte e cultura, na capa uma ilustração do artista plástico David Nascimento deu vida a obra, e dentre os escritores que na ocasião fizeram parte do conteúdo, estão: Agostinho Pires de Souza (MG), Anita Aparecida de Souza (MG), Antonio Moreira de Oliveira (MG), Jeovani Marusia Ribeiro Fernandes, José Antonio de Castro Lima, Leda Bjorklund S. Figueiró (RS), Lélia Vitor Fernandes de Oliveira, Lúcia Adães, Maria Eulália V. Teixeira (MG), Maria Lúcia Colina Martins (MG), Renata Paccola (SP) e Veronica Alves, nessa edição também presente os vencedores do 2º Prêmio Òmnira de Poesia & Prosa. Naquele ano a publicação ficou conhecida como a “revista do trem”, em homenagem ao grande número de mineiros participando da publicação e dois outros publicaram por terem se classificado no Prêmio, foram eles: Marcus Mendra (1º lugar) com a poesia “Trânsito em Perdido” e Manoel Soares Ramos com menção honrosa, ambos de Belo Horizonte e Terezinha Almeida M. Pereira, de Pará de Minas/MG. Não podendo esquecer que naquele ano a entidade fixou endereço na cidade de Contagem em Minas Gerais, com certeza o motivo da invasão dos conterrâneos da escritora Dominique Alagbaro a publicação...

 Companheiros escritores, poetas, estudantes e jornalistas. A revista Òmnira é uma publicação cooperativada que está sem circulação há exatos nove anos, é uma publicação que trabalhamos com colaborações e pequenos investimentos dos próprios autores, não temos patrocinadores, nem estamos inscrito em qualquer que seja o edital público ou privado... Os editores são os maiores investidores do projeto, os jornalistas e escritores Alberto Peixoto, Carlos Souza e Roberto Leal...
Portanto para dar continuidade ao trabalho de execução do projeto da edição número 5 da publicação, fixamos a participação aberta de cada colaborador, que deseje usar uma das 44 páginas (tamanho 28 x 20 cm.), podendo publicar nela poesias, conto, resenha de livro, artigo com fotos ou comentários; a publicação além de um editorial terá como em edições anteriores; uma seção de poesias (6 páginas) com a participação  de poetas, com uma poesia e pequeno dados biográficos; teremos ainda uma atração literária  internacional de língua portuguesa ( na edição passada o homenageado foi o poeta Xanana Gusmão do Timor Leste); a revista trará também uma ampla divulgação das últimas publicações chegadas a Fundação Òmnira na seção “Garimpando Letras” e como artigo, teremos a opinião do escritor e editor Roberto Leal no seu texto “Daí a César o que foi de César” sobre a queda do Diploma de Jornalista; a capa da publicação é do desenhista Ernesto Marcus Pugliesi Antuna e na contracapa uma exposição de fotos de celebridades negras baianas, como: a cabeleireira afro Negra Jhô, o marchand Big Axé, o artista plástico Roberto Griot, a mãe preta D. Carlita do Gravatá, entre outros escolhidos anônimos...
 A revista tem circulação internacional por países de língua portuguesa, como Angola, Moçambique, Guiné Bissau, Timor Leste e Portugal, já tendo confirmada a participação do poeta Xanana Gusmão (ex-presidente do Timor Leste, hoje primeiro ministro), poeta Agostinho Neto (ex-presidente de Angola-in memoriam), Teresinka Pereira (USA), Inussa Manuel Gomes (Guiné-Bissau) e de escritores de outras regiões do nosso país, que foram premiados no 4º Prêmio Òmnira de Poesia & Prosa... A revista é uma grande oportunidade para quem deseja ver seu trabalho divulgado, quem busque publicar algum texto engavetado, publicar uma poesia, um conto, um artigo... A previsão de lançamento é para o próximo mês de junho, mais informações (71) 3252-1693 / 8146-0940, e-mail: lealomnira@yahoo.com.br

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2 comentários:

  1. Olá Roberto,
    Belíssimo artigo sobre a história da Revista Ómnira. Acredito que quem ler com certeza se sensibilizará e contribuirá com a publicação da Revista.
    Estamos na luta companheiro, mas a vitória é certa!
    Carlos Souza

    ResponderExcluir
  2. Eu só posso contribuir com textos e gostaria (muito) de poder fazer doações em cifras. Não acho que as pessoas sejam sensíveis. Lancei uma antologia recentemente (e me arrependo) e quase ninguém adquiriu. Mesmo a preço de custo. Sorte! Tomara que antes destes zeros, apareçam mais números.

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