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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

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Escritora desconhecida no seu Brasil

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Carolina é o Brasil hoje.

Carolina Maria de Jesus nasceu a 14 de março de 1914, em Sacramento/MG, cidade onde passou a sua infância e adolescência, filha de negros.  Carolina foi mãe de três filhos: João José de Jesus, José Carlos de Jesus e Vera Eunice de Jesus Lima. Faleceu em 13 de Fevereiro de 1977, com 62 anos de idade e foi sepultada no Cemitério da Vila Cipó, cerca de 40 km do centro de São Paulo. Ex-catadora de papel, Carolina foi descoberta pelo jornalista Audálio Dantas ao escrever uma matéria sobre a expansão da  Favela do Canindé. Com pouca escolaridade, favelada, mulher, negra e pobre, Carolina fez das obras um meio de denúncia sócio-política, fez alí a sua militância de vida.

Estudou pouco. Sua escolaridade vem de Sacramento, onde foi matriculada em 1923, No Colégio Allan Kardec, primeiro Colégio Espírita do Brasil, fundado em 31 de Janeiro de 1907, por Eurípedes Barsanulfo. Naquela época, as crianças pobres da cidade eram mantidas no Colégio através da ajuda de pessoas influentes. A benfeitora de Carolina Maria de Jesus foi à senhora Maria Leite Monteiro de Barros, pessoa para quem a mãe de Carolina trabalhava como lavadeira. No Colégio Allan Kardec Carolina estudou pouco mais de dois anos. Toda sua educação formal na leitura e escrita advém deste pouco tempo de estudos. Mesmo diante de tantas dificuldades, todas as mazelas, perdas e discriminações que sofreu, por ser negra e pobre, Carolina revela através de sua literatura a importância do testemunho como meio de denúncia sócio-política, de uma cultura hegemônica e excludente.

A sua obra mais conhecida, e que teve tiragem inicial de dez mil exemplares esgotados na primeira semana, e que já foi traduzida em 13 idiomas nos últimos 35 anos é Quarto de Despejo, publicada em 1960. Essa obra faz um resgate, ao mesmo tempo em que delata uma faceta da expansão cultural brasileira, quando do início da modernização da cidade de São Paulo e quando do começo da proliferação das  “Comunidades Carentes”, denominadas  de: favelas. Uma mostra cruel e perversa, pouco conhecida, pouco divulgada e muito enrustida, resultado da neura que as elites vivenciam em tempos de perda de hegemonia, perda de poder. Carolina Maria de Jesus também escreveu Casa de Alvenaria (1961), Pedaços de Fome (1963), Provérbios (1963) e Diário de Bitita (1982, póstumo) e a sua obra é um referencial importante para os Estudos Culturais, tanto no Brasil como no exterior.
Essa literatura é hoje as vozes subalternas oriundas dos anos 70/80. Essa é a verdadeira literatura documentária de contestação, tal como ficou conhecida e nomeada pelo jornalismo de denúncia dos anos 50-60. Pelos testemunhos narrativos, que chegam ao novo século, atravessando décadas e como sempre atuais e ganhando muita força.
Segundo pesquisas Quarto de Despejo inspirou diversas expressões artísticas como à letra do samba "Quarto de Despejo" de B. Lobo; como o texto em debate no livro "Eu te arrespondo Carolina" de Herculano Neves; como a adaptação teatral de Edy Lima; como o filme realizada pela Televisão Alemã, utilizando a própria Carolina de Jesus como protagonista do filme "Despertar de um sonho" (ainda inédito no Brasil); além dos livros: Casa de Alvenaria (1961), Pedaços de Fome (1963), Provérbios (1963) e Diário de Bitita (1982, póstumo). e, finalmente, a adaptação para a série "Caso Verdade" da Rede Globo de Televisão em 1983. Vou definir a sensibilidade solidária de uma pessoa sofrida em uma frase de Carolina: “É preciso conhecer a fome para saber descrevê-la”. E essa idéia pode ser ampliada. Para retratar a miséria e suas mazelas, é preciso tê-las vivido e Carolina viveu isso! E contou com riqueza de detalhes, como foi a sua “Via Crucis” em relatos emocionantes e com severas críticas sociais ao sistema da época.
Apesar dos três filhos de pais diferentes, Carolina não se deixava seduzir pelos homens que a procurava naquele ambiente cujos principais problemas, além da pobreza, são: a promiscuidade e a bebida. Ela afirma, em diversas passagens, que o que enobrece o ser humano, principalmente as mulheres, é o trabalho e o estudo, não o casamento. Seu coração balançava entre dois moradores da favela, Manuel e o Cigano. Confessava que embora tivesse uma simpatia maior pelo Manuel, à descrição que ela fazia do Cigano é singular e uma das mais lindas demonstrações de sentimentos que já foi encontrada na literatura brasileira. Algo inigualável encontrado em um livro, cujo teor e único propósito era retratar a miséria pela qual atravessou um ser humano. E que mesmo assim ainda teve tempo de amar!
O livro é o diário de Carolina, moradora da favela do Canindé, em São Paulo, que, nos anos 1950, cata lixo para sobreviver e, assim, poder cumprir suas únicas ambições em vida: ter o que dar de comer aos filhos e escrever. A autora do diário não apenas lê e escreve como mostra lucidez e uma visão crítica, porém poética, das condições de vida dos favelados. Carolina escreve sobre sua situação e a dos demais moradores do Canindé. O objetivo, segundo a autora, era mostrar ao mundo, de forma sensível, as condições em que viviam os favelados e o descaso dos políticos, que só se aproximam dos mesmos em época de eleição... Até os dias de hoje é assim!  Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro segundo o poeta cubano José Martí são as três coisas para se fazer dentro de uma vida permitida e Carolina fez muito mais... “Li um pouco. Não sei dormir sem ler. Gosto de manusear um livro. O livro é a melhor invenção do homem”. Carolina era isso e muito mais!

Roberto Leal

É jornalista e escritor
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

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Biblioteca em Salvador cresce e precisa de ajuda

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

A casa da tia Jana
Um ponto fundamental para o crescimento cultural da Comunidade é a instalação de uma Biblioteca Comunitária em qualquer que seja o espaço, desde que tenha livros e um desafio a enfrentar, que é levar o público leitor e os curiosos a freqüentarem esses espaços e usufruírem desse entretenimento cultural, da melhor qualidade a um preço de 0800 estantes. Louvável a ação de pessoas como a Zanilza Ventura, filha da Senhora Jana, que doou a “casinha humilde” onde funciona a Biblioteca Comunitária Tia Jana (em homenagem a doadora), Zanilza que é coordenadora dentro do Projeto Tok Literário, que junta aos mediadores Jane Santos e Adriano Costa realizam um trabalho cultural, em um espaço quase que escasso, diante da grandiosidade do projeto, com as mínimas condições de estrutura, mas conseguem levar as atividades a crianças e adolescentes da região, na busca pelo incentivo a leitura e levando em conta que a cultura é uma alternativa para a juventude ter contato com o seu futuro.

O bom convívio com os livros
A Biblioteca Comunitária Tia Jana (foto) está situada na Rua General Figueredo, Nº 13 E, no bairro de Águas Claras, periferia da Capital baiana – Salvador, uma casa humilde pelo seu tamanho e acanhamento estrutural, mas imensa pelo êxito empreendido e conquistado, que é o de ser transformada em uma biblioteca especializada em obras de escritores baianos, essa é idéia inicial e que é a menina dos olhos do projeto. Como as coisas não andam fáceis e em dias de muitas vacas magras para todos. Está muito difícil de manter a receita da biblioteca, que vive de doações! Aceitando doação livros novos de autores baianos e pedindo também a iniciativa privada que possa ajudar na reforma das instalações do imóvel e a sua ampliação, com a criação de mais um andar/mezanino, já que o espaço atual não é suficiente para o número de visitantes que recebe ao dia, nem amplo para suportar o crescimento do acervo.

Editor Roberto Leal entregando livros
A biblioteca aceita doações pelo telefone (71) 8762-6143, mais informações e-mail: polodeleituratokliterario@hotmail.com Percebe-se a olhos nus para quem visita o local, que o trabalho começa a colher frutos, com a manutenção de atividades culturais, a aquisição de obras, a busca por contatos e apoio. E é diante da solidariedade e da parceria com o Instituto C&A que atualmente ajuda a manter o Projeto Tok Literário, não deixando que essa maravilhosa iniciativa seja interrompida. Ainda no mesmo bairro encontra-se a Biblioteca Comunitária Sandra Martini, que tem como coordenadora Patrícia Dantas que tem como mediadora Priscila Souza, que são colaboradores do mesmo projeto. A Biblioteca Comunitária Sandra Martini, fica situada no Convento das Irmãs Franciscanas da Imaculada, no bairro de Águas Claras, em Salvador. Que também apóia a iniciativa.

O projeto dialoga com a UBESC - União Baiana de Escritores que estará trabalhando a indicação de autores para colaborar com os projetos das bibliotecas, fechando parceria com a Editora Òmnira, que colabora com doação para o acervo literário de obras de autores baianos. Um total de 5 bibliotecas formam a constelação do projeto Tok Literário.
Texto: ASCOM/UBESC

Fotos: Roberto Leal  Jr
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

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Prêmio Internacional de Literatura Professor Germano Machado 2014- Poesia

Postado Por Roberto Leal  | 8 Comentarios

Professor Germano Machado é homenageado
1-É uma iniciativa que visa o surgimento de novos talentos literários em âmbito nacional e internacional, com o objetivo de dar oportunidade de expressão e manifestação através das letras a escritores contemporâneos de países de língua portuguesa. É uma realização da EDITORA ÒMNIRA (CNPJ 02.536.236/0001-72), Rua Leste 2, quadra 37.2, lote 01 - térreo, Parque São Cristóvão  CEP 41510-788 Salvador/BA-Brasil Tels.: 55 (71) 8688-8096/9722-6805 e-mail: lealomnira@yahoo.com.br, site: www.fundacaoomnira.com.br
2 - As poesias serão inscritas mediante o cumprimento das seguintes exigências:
Os autores deverão apresentar cinco poesias/poemas, em português, temática livre, digitado em espaço dois, corpo 12, fonte times new roman, em 03 vias, com o máximo de 30 linhas cada (em CD ou Pen Drive). O trabalho deve ser identificado pelo verdadeiro nome do autor. Em A4 separado, nome, endereço completo, e-mail, data de nascimento, telefone e um pequeno currículo na área literária, além do título do trabalho e Xerox legível do RG (Carteira de Identidade).

3 - Taxa de inscriçãoUS$ 10 (dez dólares), para inscrição do exterior e de cidadãos estrangeiros, (Brasileiros residentes no Brasil estão isentos da taxa). Que deverá ser depositado no Banco BRADESCO, Conta Corrente 67364-1, AG. 235-6, em nome de Roberto Leal (Coordenador). Xerox do recibo de deposito deve acompanhar os trabalhos. Período de inscrição: de 01.01.14 a 30.05.14.(Prorrogada até 15/07/2014) Valendo a data de postagem dos correios, como comprovação ao cumprimento do prazo. A taxa cobrada será investida no intercâmbio entre os países Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
4 - O júri será constituído por três elementos de reconhecida capacidade intelectual (um do Brasil, um de Angola e um de Portugal) que classificará os cinco primeiros colocados, que terão seus trabalhos publicados na Revista Òmnira e receberão 10 exemplares da revista a título de direitos autorais. O primeiro colocado será premiado também com uma placa comemorativa em homenagem a personalidade da literatura baiana que dá nome ao Prêmio.
5 - Será conferida “Menção Honrosa” a cinco escritores, a critério da comissão julgadora, que serão diplomados junto com os cinco primeiros colocados. Será publicada somente uma poesia/poema de cada e receberão 5 exemplares da publicação a título de direitos autorais. Todos os contemplados serão notificados pelo Correio, e-mail, telefone e por divulgação através da imprensa.
6 - O simples envio do trabalho e o pagamento da taxa implica em aceitação deste regulamento, o trabalho remetido em desacordo, estará automaticamente desclassificado e a taxa não será devolvida. A premiação será realizada em Julho de 2014, em Salvador, na Bahia- Brasil. Os casos omissos neste regulamento cabem à coordenação resolvê-los. Ao final do julgamento os originais não contemplados, deverão ser incinerados.

7 - O Prêmio Internacional de Literatura Professor Germano Machado tem o apoio da UBESC-União Baiana de Escritores e do CEPA - Círculo de Estudo Pensamento e Ação.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

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A Bienal foi do Livro e da Poesia na Bahia

Postado Por Roberto Leal  | 1 Comentario




O Público foi sempre presente

Entre a Praça do Cordel e da Poesia, do Espaço Jovem, do Café Literário e outros grandes espaços que fizeram acontecer a literatura, que fizeram respirarem-se letras e embriagar-se com o cheiro do papel, o que proporcionou uma ressaca intelectual inigualável, em dez dias de festa, de livros e muita poesia, foi quando logo depois, se descobriu que a Bienal teve o seu ápice maior na Alameda das Editoras Baianas, onde ali foram alojados no Stand da UBESC - União Baiana de Escritores, os autores independentes, poetas, escritores contemporâneos e da novíssima safra de promessas literárias da Bahia, que buscavam ver sua produção em exposição nessa grande vitrine, e foi dessa iluminada iniciativa, e com o apoio da Fundação Pedro Calmon, com a sua Diretoria do Livro da Leitura, do Governo do Estado, da Editora Òmnira e do Colegiado de Literatura, que ganhou corpo, fazendo o Stand da UBESC acontecer dentro da XI Bienal do Livro da Bahia-2013.

Onde por lá passaram escritores como: a professora Zilda Freitas (UESB-Jequié), o jornalista e editor Domingos Ailton, a escritora e biografa Cristina Ramos, o escritor Itaberaba Lyra, o romancista espírita J.J. Floquet, o escritor picaresco João Camilo Hernandes, e as escritoras Maria José e Maria da Conceição e o escritor e professor (UNEB-Barreiras) Celso Almeida de Lacerda, todos lançando suas obras e comercializando suas publicações, com a participação de várias editoras que também  expuseram seus títulos. Além de poetas e recitadores Tiago Oliveira (do Zé o Gato Preto que dá Boa Sorte), Estrela, Douglas de Almeida e o Grupo Isso e Aquilo, Malu Ferreira, Audelina Macieira, Alberto Santos, Jorge Baptista Carrano, José da Boa Morte (Artpoesia), Vera Passos e muitos outros que abrilhantaram os “Saraus da UBESC” coordenados pelo poeta Luiz Menezes.

O Poeta angolano fez a sua parte

Como atração internacional a UBESC trouxe, o poeta angolano Rosalino Van-Dúnem, autor do livro de poesias “Trilhos da Conquista” Ed. Òmnira/BA e participante da Coletânea Poética Internacional “13”, que participou de várias atividades no Stand da UBESC: bate-papo, autógrafos, recitando seus versos e lendo texto para curiosos leitores da poesia africana. Tendo sua participação maior, no domingo, dia 17, no encerramento, quando deu uma canja no espetáculo poético encenado pelo Grupo Ágape, que nos apresentou o “Sarau da Onça”, do Bairro da Sussuarana, periferia de Salvador, um grande recital, retratando na poética a realidade de jovens negros pobres e que deliberam através de um manifesto exigente em favor da mulher, os direitos que lhe são constituídos. “Preciso voltar outras vezes. Foi um prazer muito grande participar deste espetáculo”, disse o poeta angolano.
A escritora e pesquisadora Cristina Ramos teve o seu livro incluso entre um dos mais vendidos no stand, o livro “Vitória: Uma história de Amor e Paixão”, que conta a história do clube, do futebol baiano. Como também os livros da escritora Iray Galrão “Lendas Africanas!” e “Bia a Nuvem que não queria chover” livros infantis que integraram o projeto “Tabuleiro das Letrinhas Baianas”, e que levou o livro infanto-juvenil do autor baiano para a Bienal. Outro autor muito prestigiado foi o escritor-mirim Lucas Yuri, campeão de vendas e a escritora Sandra Popoff com sua ”A Gata Gaiata e os bichos poetas” fizeram a festa das letrinhas coloridas, não nos passando despercebida a estreia de autores mirins como: Mariana Pina com o seu “Boné Assombrado” e Ítalo Silva Vasconcelos “A Estrela Cadente” Ed. Vento Leste/BA.

"Livros a mão cheia, e deixa o povo pensar" C.A

No Stand da UBESC foram comercializados mais de 1100 exemplares, de mais de 60 títulos, entre poesia, conto, crônica, cordel, história, literatura, orixás, romance, infantis, turismo, folclore, esporte, espiritismo, misticismo, catolicismo e sociologia. Diz-se do stand mais visitado e movimentado da Alameda das Editoras Baianas, por lá passaram centenas de leitores, pesquisadores, professores, escritores e associados UBESC e todos deixaram lá a sua contribuição, no sentido de endosso para que o trabalho fosse projetado, direcionado para o autor baiano e isso foi privilegiado dentro da organização, como se um lema estivesse sendo trabalhado, como retratou na sua fala a diretora Administrativa da UBESC, Delci Silva Leal “que uma entidade de classe unida pela transparência, seriedade e organização, ela jamais é esquecida quando desempenha bem esse papel, daquele que constrói visando o futuro!”.
Registros nas redes sociais dão conta da passagem pelo “Espaço do Escritor Baiano”, como deveria ser reconhecido, de personalidades como: o Governador do Estado, Jacques Wagner; a Presidente da Fundação Pedro Calmon, Fátima Fróes; o Diretor do Livro e da Leitura da FPC, João Vanderley de Morais Filho; o Presidente da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro; O Secretário de Cultura, Albino Rubim; o Jornalista Antonio Pastore, a Jornalista Aline Castelo Branco, o Apresentador e Jornalista Jefferson Beltrão (TV Bahia) e do cantor Adelmário Coelho, dentre tantos outros.
Texto e fotos: Roberto Leal
Fonte: ASCOM/UBESC
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

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Na Felisquié uma Homenagem toda Prosa & Poesia

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

A Festa Literária do Sertão de Jequié mais uma vez chama a atenção do mundo literário, da arte e da cultura de livre expressão para a cidade de Jequié, um cenário litéro-artístico-cinéfilo-cultural internacional se forma de maneira a divulgar a cultura e a arte daquela região. Com o sugestivo slogan “O encontro da poesia de Wally Salomão, Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi com a crônica de Rubem Braga” a segunda edição da FELISQUIÉ vai fazer acontecer uma tripla homenagem em nome da arte, da poesia, da musica e da literatura. 
O poeta Wally Salomão sempre lembrado
O evento que tem realização da Academia de Letras de Jequié–ALJ, em parceria com a Pró–Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da UESB-Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, com o SESC e ainda com os  projetos Papo Lírico e Fala Escritor.  
A Festa Literária na sua segunda edição homenageia os poetas, os baianos Wally Salomão (jequieense) e Dorival Caymmi, o carioca Vinicius de Moraes e o cronista capixaba Rubem Braga. A Festa Literária do Sertão de Jequié é uma grande feira aberta para visitação e deleite dos amantes da literatura, esse ano acontece de 26 a 29 de outubro, em Espaços Acadêmicos e Culturais, como o Campus de Jequié da UESB, o Auditório do SESC, o Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães e também a Praça Rui Barbosa, na conhecida e aconchegante cidade do Sol, Jequié, na Bahia.
Segundo o curador da FELISQUIÉ, jornalista e escritor Domingos Ailton, esta  edição prestará homenagens ao poeta jequieense Wally Salomão, que estaria completando 70 anos de vida neste ano de 2013, e ao centenário de nascimento de Dorival Caymmi, Rubem Braga e Vinícius de Moraes. Para tanto foram convidados familiares e estudiosos da obra desses artistas, dentre eles já confirmou presença o poeta e produtor cultural Jorge Salomão, que está preparando um livro biográfico sobre o irmão Wally, os escritores,  Aleilton Fonseca,  Antonio Torres, Carlos Ribeiro, Maria Lucia Martins, Mariana Paiva, Mouzar Benedito, Kátia Borges,  Roberto Leal, Stella Caymmi e Valdeck Almeida de Jesus entre muitos outros nomes da literatura baiana e brasileira. 
Como as imagens também prometem muito. O cineasta Robinson Roberto apresentará e comentará dois filmes ligados à vida e obra do poeta homenageado, o baiano-jequieense Waly Salomão: "Gregório de Mattos", de Ana Carolina, onde Wally, como ator, interpreta o grande poeta; e "Pan-cinema permanente", um documentário de Carlos Nader sobre o próprio Waly Salomão. Jóias raras do Cinema Brasileiro. Está confirmada também a presença do cineasta e escritor paulista Eduardo Coutinho.  Dentro da programação o público terá: palestras, conferências, lançamento de publicações, bate-papo, ocorrerão também oficinas de criação literária de poesia, crônica e conto, comunicações acadêmicas de trabalhos literários, recitais, apresentações e manifestações culturais e exposição de livros de escritores e editores baianos. 
No último dia da Festa, dia 29 de outubro,  Dia do Livro, ocorrerá uma Feira de Livros na Praça Rui Barbosa, com a presença de editoras, editores, escritores e poetas.  A Editora Òmnira e a União Baiana de Escritores estarão lançando a “Revista Òmnira” publicação com trabalhos de autores de Angola, Guiné–Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e USA e expondo um catalogo diversificado de obras de escritores contemporâneos  baianos, dentre elas a Coletânea Poética Internacional “13”, com autores do Brasil e Angola e recentemente lançada, a antologia poética “Letras Contemporâneas”, “C”alô & outros poemas” romance poético do escritor Roberto Leal, “Coração Amargo em Flor” de poetisa Audelina Macieira e “Zé da Binha: O Dom Quixote do Sertão” do escritor João Camilo Hernandes.  Acompanhe as notícias sobre a FELISQUIÉ e faça já sua inscrição. Mais informações:  http://felisquie.blogspot.com.br/
Texto: Roberto Leal
Foto: Divulgação
Fonte: ASCOM/UBESC
 
 
 
 

 
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

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União Baiana de Escritores e Ed. Òmnira na FELISQUIÉ

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


A FELISQUIÉ mais uma vez chama a atenção do mundo literário, da arte e da cultura de livre expressão para a cidade de Jequié, um cenário litéro-artístico-cinéfilo-cultural internacional se forma de maneira a divulgar a cultura e a arte da cidade. “O encontro da poesia de Wally Salomão, Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi com a crônica de Rubem Braga”. Com este sugestivo slogan a segunda edição da Festa Literária do Sertão de Jequié
que tem realização da Academia de Letras de Jequié – ALJ, em parceria com a Pró–Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários - Proex da UESB, com o Sesc e ainda com os  projetos Papo Lírico e Fala Escritor.
A FELISQUIÉ homenageia os poetas, os baianos (jequieense) Wally Salomão e Dorival Caymmi,  carioca Vinicius de Moraes, o cronista capixaba Rubem Braga . A Festa Literária do Sertão de Jequié é uma grande feira aberta para visitação e deleite dos amantes da literatura, esse ano acontece de 26 a 29 de outubro, em Espaços Acadêmicos e Culturais, como o Campus de Jequié da UESB, o Auditório do SESC, o Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães e também a Praça Rui Barbosa, na conhecida e aconchegante cidade do Sol.
Segundo o curador da FELISQUIÉ, jornalista e escritor Domingos Ailton, esta segunda edição prestará homenagens ao poeta jequieense Wally Salomão, que estaria completando 70 anos de vida neste ano de 2013, e ao centenário de nascimento de Dorival Caymmi, Rubem Braga e Vinícius de Moraes. Para tanto foram convidados familiares e estudiosos da obra desses artistas, dentre eles já confirmou presença o poeta e produtor cultural Jorge Salomão, que está preparando um livro biográfico sobre o irmão Wally, dos escritores Maria Lúcia Martins, Antônio Torres, Carlos Ribeiro, Mouzar Benedito, Aleilton Fonseca, Stella Caymmi, Carlos Souza, Kátia Borges, Mariana Paiva, Roberto Leal e Valdeck Almeida de Jesus entre outros nomes da literatura baiana e brasileira. 

Dentro da programação: além de palestras, conferências, lançamento de publicações e bate-papo com escritores, ocorrerão também, oficinas de criação literária de poesia, crônica e conto, comunicações acadêmicas de trabalhos literários, recitais, apresentações e manifestações culturais e exposição de livros. No último dia da Festa, dia 29 de outubro,  Dia do Livro, ocorrerá uma Feira de Livros na Praça Rui Barbosa, com a presença de editoras, editores, escritores e poetas. A Editora Òmnira será uma das expositoras, que estará lançando a sua “Revista Òmnira” e levará para o público leitor, um catalogo diversificado de obras de escritores contemporâneos da Bahia, dentre elas a Coletânea Poética Internacional “13”, recentemente lançada, organizada pelo jornalista e editor Roberto Leal, presidente da União Baiana de Escritores-UBESC. Acompanhe as notícias sobre a FELISQUIÉ e faça já sua inscrição.  Não perca a oportunidade de participar deste encontro  da poesia com a prosa. Mais informações:  http://felisquie.blogspot.com.br/
Fonte: ASCOM/UBESC
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

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Fazer poesia & Ficção na Bahia

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios


Escritores de poesia e de ficção vão se encontrar com o público na 2ª edição do projeto Fazer Poesia e Ficção na Bahia, que promove discussões centradas na produção e na importância destes gêneros para a literatura baiana. Desta vez, os debates serão realizados em duas cidades: Salvador, em 26 de agosto (segunda-feira), às 20 horas, no Cine-Teatro Solar Boa Vista (Engenho Velho de Brotas); e Feira de Santana, no dia 5 de setembro (quinta-feira), às 9 horas, no auditório do Departamento de Letras e Artes da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). A iniciativa, promovida pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado (SecultBA), se dedica ao reconhecimento e valorização daqueles que criam escritos artísticos no estado e tem entrada gratuita.

A proposta é de reunir representantes destas áreas de gerações e atuações diversas, iniciantes e consagrados, para um olhar amplo sobre o que se faz em poesia e ficção, das páginas de livros aos blogs, trazendo também uma perspectiva histórica e contextual sobre as questões que se apresentam na atualidade. Temáticas, estéticas, formatos, mercado, consumo, experiências, possibilidades – as pautas se desenvolvem diante destes grandes universos criativos, para uma análise da atividade artística e do posicionamento destas produções na realidade cultural da Bahia.

Para o encontro em Salvador, os convidados são Fábio Mandingo (autor do livro Salvador Negro Rancor, professor de capoeira angola, militante do Pan-Africanismo e do Quilombismo, foi por dez anos diretor do Centro Cultural Quilombo Cecília, produzindo shows, encontros, palestras e lançamentos de livros);Karina Rabinovitz (poeta, autora dos livros do quase invisível de tardinha meio azul. Trabalha em parceria com a artista visual Silvana Rezende, desde 2005, com intervenções poéticas a partir de videopoemas, objetos poéticos, intervenções urbanas e trabalhos multilinguagens. Em 2012, desenvolveu o projeto o livro de água, composto de poemas, videoarte, obras multilinguagem e livro-objeto homônimo);Lívia Natália (poeta, mestre e doutora em Teorias e Crítica da Literatura e da Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde é professora adjunta do setor de Teoria da Literatura. Em 2011, publicouÁgua Negra, ganhador do Concurso Literário do Banco Capital em 2011, na categoria Poesia); e Nelson Maca (articulador do Blackitude e Sarau Bem Black, professor do curso de Letras da Universidade Católica do Salvador, poeta e membro do Conselho Estadual de Cultura). A mediação será feita porDenise Carrascosa, professora adjunta do Instituto de Letras da UFBA, mestre e doutora em Teorias e Crítica da Literatura e da Cultura pelo Instituto de Letras da mesma instituição.

Já para encontro em Feira de Santana, estarão presentes Adelice Souza (contista e dramaturga, autora de As Camas e os CãesCaramujos ZumbisPara uma Certa Nina O Homem que Sabia a Hora de Morrer, dentre outros); Aleilton Fonseca (poeta, ficcionista, ensaísta e professor universitário, membro da Academia de Letras da Bahia e autor de Movimento de SondagemO Espelho da ConsciênciaTeoria Particular do PoemaNhô Guimarães, dentre outros); Marcus Vinícius Rodrigues (ficcionista e poeta, mestre em Letras pela UFBA, onde é professor substituto do Departamento de Letras Românicas. Publicou Pequeno Inventário das Ausências, livro de poesia e participou das coletâneas Concerto Lírico a Quinze Vozes e Os Outros Poemas de que Falei); e Roberval Pereyr (poeta, cofundador da revistaHera, possui dez livros publicados e alguns inéditos. Doutor em Letras e leciona Teoria Literária na UEFS). A mediação ficará a cargo de Carlos Ribeiro, professor adjunto da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e membro da Academia de Letras da Bahia.
Fonte: ASCOM/Funceb
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

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No Gabinete Português tem a primeira Cangaceira

Postado Por Roberto Leal  | 2 Comentarios


Domingos Ailton e a sua obra de valores históricos
 Anésia Cauaçu é o nome do romance histórico do escritor jequieense Domingos Ailton, que será lido dia 14 de agosto, no Gabinete Português de Leitura, dentro do projeto “Leituras Públicas”, que é realizado sempre as segundas quartas-feiras de cada mês, às 17 horas. A obra tem como protagonista a primeira mulher no sertão baiano de Jequié a ingressar no Cangaço, a liderar um bando de cangaceiros (os Cauaçus), além de praticar montaria de frente. Anésia, que era casada e tinha uma filha, também passou a vestir calças compridas nos momentos de combate para facilitar o enfrentamento de jagunços, dos coronéis e das tropas policiais, além de ter sido pioneira das mulheres brancas a lutar capoeira, antecedendo Maria Bonita, Dadá e Lídia no Cangaço. 

O livro reporta a formação de Ituaçu, antigo Brejo Grande e as brigas de duas famílias da localidade: os Silvas e os Gondins. Aborda, também, episódios envolvendo personagens da República Velha e da Revolução de 1930 e seus reflexos em Jequié e região. A trama ficcional faz referências às manifestações religiosas e da cultura popular do sertão. Assim, pode ser considerada uma meta-narrativa histórica em que o autor procura, na ficção, revelar fatos históricos e acontecimentos presentes na memória coletiva através da tradição oral.



Domingos Ailton Ribeiro de Carvalho é escritor, poeta, jornalista, professor e ambientalista. Licenciado em Letras, especialista em Literatura e mestre em Memória Social e Documento. Nasceu em Jequié, interior da Bahia. Aos seis anos escreveu seu primeiro conto. Foi presidente do CEUJ, do Grêmio Estudantil Dinaelza Coqueiro, do IERP, e diretor de imprensa da União Municipal dos Estudantes (UMES). Integrou a equipe de vários jornais, entre os quais “Sudoeste”, “O Rascunho” e “Folha do Sudoeste”, do qual foi editor. Foi coordenador do Grupo Ecológico Rio das Contas (Jequié). Participou da coletânea Jequié, poesia e prosa e da Bienal do Livro em Salvador (2009) onde lançou “Figuras Típicas e Religiosidade Popular de Jequié”. É membro fundador da Academia de Letras de Jequié, integrante da União Brasileira de Escritores - UBE, diretor regional do Sinjorba, editor do blog http://www.domingosailton.com/blog/ e da Revista Cotoxó.
O projeto “Leituras Públicas de Livros” do Gabinete Português realiza sessões de leituras com obras publicadas por editoras registradas na Biblioteca Nacional, conforme determina a Lei do Livro no Brasil.
Fonte: ASCOM/Fundação Òmnira
Foto: Roberto Leal
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sábado, 27 de julho de 2013

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Brasil e Angola fazendo a literatura acontecer

Postado Por Roberto Leal  | Sem Comentarios

Em noite de "13" a literatura brilhou
A Editora Òmnira lançou mais uma de suas obras, a Coletânea Poética Internacional "13", no dia 13 de maio (uma segunda-feira), às 19:13h no Espaço Quadrilátero da Biblioteca Pública do Estado (Rua General Labatut, 27 – Barris, Salvador/BA-Brasil) por sinal, um concorridíssimo lançamento, o que se repetiria também em Jequié, no Campus da UESB, no dia 11 de junho (uma terça-feira), as 19 horas. "O sucesso da publicação está no conjunto, na ideia inovadora e na busca pelo intercâmbio cultural entre povos, nações e uma mesma língua: a poética" afirma o jornalista e editor Roberto Leal, organizador da publicação. O livro tem a participação de 10 poetas brasileiros e 3 angolanos. A apresentação da obra é composta da opinião de 13 personalidades de importância literária, sobre o conteúdo poético e valores individuais, entre os apresentadores estão os jornalistas e escritores Carlos Souza (UBE/BA), Domingos Ailton (Revista Cotoxó), Mariana Paiva (A Tarde), Valdeck Almeida de Jesus (site Galinha Pulando.com) e Germano Machado (CEPA), a escritora e atriz Maria Prado de Oliveira, os poetas Douglas de Almeida e Carlos Alberto Barreto e o escritor Itaberaba Lyra. A orelha da obra é do escritor Marcelo de Oliveira Souza. 
Os 13 poetas que participam do livro são: Adriana Abreu, Antônio Milton, Antônio Santana, Audelina Macieira, Edival Rosas, Edson Costa, Maria Cavalcante, Mileide Machado, Noeli de Carvalho e Zilda Freitas (Brasil), Felisberto Rolando, João Sanda e Rosalino Van-Dúnem (Angola). A idéia de produzir a obra surgiu de um bate papo entre escritores em plena Feira de Literária do Sertão de Jequié, a Felisquié, em outubro do ano passado (2012), o projeto tem como objetivo homenagear o ano de 2013, que segundo a astrologia será o ano da literatura. E como se trata de uma numeração mística, que vem sempre acompanhada de muito mistério, superstições e lendas, na obra não foi diferente, são 13 poetas, que escreveram 13 páginas cada, é apresentados por 13 apresentadores que escreveram juntos 13 páginas também, Um total de 13 amuletos da sorte retratam a arte/capa da obra e o próximo lançamento está marcado para o mês de dezembro em Luanda, capital de Angola. “Nas páginas do livro, nossas imagens poéticas transformam-se em palavras escritas e são inescrupulosamente doadas ao leitor”. Opina a poetisa e professora Zilda Feitas. 
 Além do misticismo será possível buscar uma grande positividade nas poesias dos poetas brasileiros, como conhecer um pouco a poética característica da África sofrida e que carrega também o romantismo patriótico e familiar do povo angolano, “Traz uma mensagem de paz e irmandade, manifestada na matriz da literatura angolana, baseada na realidade cultural e na vivência cotidiana do povo angolano”. Disse o poeta evangélico João Sanda. O poeta angolano João Sanda, trabalha o lançamento da publicação em Luanda, capital de Angola, o que deve acontecer entre os meses de novembro e dezembro, diante da possibilidade da presença de escritores brasileiros ao evento. Mais informações: (71) 8688-8096 / 9722-6805, e-mail: lealomnira@yahoo.com.br ou ainda site: www.fundacaoomnira.com.br. Coletânea Poética Internacional “13” Ed. Òmnira/BA-Brasil 2013, 188 pág. Preço do livro R$ 25 (Brasil) ou USD 15 (Angola).
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